História A travers le miroir (MariChat) - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Harem, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência, Visual Novel, Yuri
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - A travers le miroir (MariChat) - Cap 4


Fanfic / Fanfiction A travers le miroir (MariChat) - Capítulo 4 - A travers le miroir (MariChat) - Cap 4


Os olhos ainda se encontravam verde no azul e azul no verde, ele podia ouvir seu fluxo sanguíneo jorrar cada vazo cada pequeno riacho coqueiro de suas veias, é não tinha noção do por que nenhum atreveu a abrir a boca .


- quem é você? - agora tomou a palavra sentindo um pouco tonto pelo cheiro estranho que ele não identificava de onde do por que lhe atrairá um cheiro familiar 


- eu...não sei como vim parar aqui...- apertou os lábios firmemente nem entendera o fato de aparecer do nada -  eu...sou Marinette - sorri meiga enquanto estende a mão para o felino que recua 

- Chat...Chat Noir - ele diz sem mudar o semblante avaliativo não daria o braço a torcer ele estava ereto bem atento caso algo acontecesse 


Ela sabia que não estava a vontade nem ele estava ali, a aquilo tudo os atrapalhava as perguntas e dúvidas que surgiam nas suas mentes embaralhadas, ver ele atacar um ser daquele tamanho e virar po assustava até um leão, ela quase riu com a comparação se ele não a tivesse olhando com desconfiança, ela podia rir, mais não era um momento apropriado . Ele também não se sentia nada bem ao cruzar de olhos seu estômago sentia borboletas envolta, seus cabelos azuis se misturavam com a escuridão, sua pele era reluzente ela não aparentava uma ameaça, mais não mantinha a guarda baixa não importa ele não iria ficar vulnerável nem por um momento .


- o que é você?  - perguntou sem medir esforços ou palavras ou qualquer constrangimento


- eu vim de um lugar...não muito longe...na verdade não sei o quanto longe estou de casa agora...- ela suspirou lembrou-se da casa e que sairá aquela tarde na chuva mais ela entendia a pergunta 


- vá para lá então - sua voz surgiu rouca e involuntária na realidade - não sabe como? - ele arquea uma sobrancelha sem nenhuma mansão a mais 


- eu posso te ajudar...eu...preciso de ajuda - segurou seu braço 


Não esperava que ele tivesse uma reação brusca, de nervoso, tomou suas mãos para cima empedindo seu escape as orbes verdes cintilantes aconchegantes, mais ofensiva, sua pupila deletou de uma forma muito assustadora ele parecia um predador a avaliar a presa cuidadosamente . ela sentia várias sensações medo angústia aflição, seus olhos estavam juntos sincronizados, talvez aquele fosse um bom momento para fugir, talvez seria agora , ele arregalou os dentes límpidos e brancos .


- não tente uma aproximação direta...não comigo - ele aperta mais seus pulsos as garras apertavam sua pele como se fosse papel uma passa mole e macia que ele podia jogar de um lado para o outro - pode se arrepender - ele a puxa para perto seus rostos colados 


Ele não contava com o tom brilhante de seus olhos lápis-azuli um tom brilhante iluminado tirou o ar de seus pulmões, vacilou em sua respiração arfando levemente ao roçar de leve seus lábios aos dela , não tinha controle sobre seus instintos,  suas pílulas dilataram levemente e como se seu corpo já soubesse o que fazer , simplesmente encravou de leve, as presas em seu lábio inferior, uma pequena gota começou a surgir o gosto que tinha era doce inexplicável, é só mesmo tempo como que seu corpo se familiarizarem com aquilo, sobre o que sentia já não tinha controle seus olhos entre-abertos, para tira-lo do transe foi um pequeno arfar.  Ela não podia se mover, aquilo li se tornou desconfortável, mais era como se compartilhassem uma onda de estranho é confortante prazer, então ele se afastou como se se tocasse aos poucos do que fizera, limpando os lábios, de um jeito frenético, mais era ela que estava com os lábios sujos de sangue, agora os dois se entre olharam . Não conseguiam distinguir a  sensação é o grande abismo que se formou entre os dois naquele instante .


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- pactos de sangue são importantes - dizia a loira olhando intensamente a outra com seus olhos cor tulipa amarela vibrante colocando o dedo indicador na mesa rodando-o - não sei como pode se interessar por um humano ele é tão sem graça - falou esparramado a cabeça para trás dando um meio sorriso forçado


- não fala assim kath...- falou a outra a colocar os dedos em seus fios límpidos e luminosos - isso não tem graça eles não são só nosso "apoio" - ela fez aspas com os dedos 


- estou ficando preocuoada com você Lili...está estranha ultimamente não tem se alimentado corretamente - ela revira os olhos sorrindo sabia que líquido falavam - a onda de poder... é tão intensa...você sente o líquido correr em su...- ela foi interrompida por um suspiro vindo da outra 


- não me sinto pronta para isso ok? - era uma desculpa repetida que vinha dela a séculos 


- isso não cola mais eu finjo que acredito - ela solta uma risada para descontrair o clima tenso - você está com pena do humano? - ela comprimiu os lábios vermelhos escarlate pelo conteúdo que andava tomando a alguns dias e nem temia perguntas 


- eu? não - ela mentia seus olhos verdes cintilantes diziam outra coisa uma mágoa dor de contar diretamente a verdade 
- está apaixonada Lili? - agora sua voz estava firme e voltou se a compostura esperava uma resposta imediata seus olhos fuminavam como o fogo em brasa ardente a cor de estrelas faíscando 


- e...- ela não consegue negar sua boca tremeu mordeu a própria língua para abafar a próprio a angústia - nem pensar eu...- ela desviou o olhar verde kiwi - não...não mesmo - ela da os ombros 

- acho bom olha...nós somos diferentes deles Lili...- ela passou o dedo devagar por uma mecha de seu cabelo - humanos são...muito fracos frágeis - ela lambe os lábios - somos predadores dessa raça...não dá pra negar seus instintos...quando menos esperar pode machuca-lo - ela diz com um tom compreensível como se estivesse dando um concelho 


- o destino pode ser cruel...- a loira não tomava mais nenhuma mansão - eu vou...tentar...- apertou os lábios não queria chegar a aquele ponto mais sábia que para recuperar a confiança ela teria de começar - acho que vou jantar com você hoje - riu meio sem graça corando as maçãs do rosto


- oh Lili...muito bom vamos nos divertir...- ela abriu um bom e animador sorriso lamebendo os lábios - já estou ficando faminta aqui parada 


- você devia tomar mas cuidado...estamos na França Paris...me mudar de novo...- ela não queria nem pensar - eu não vou tomar muito...eu só vou...experimentar tá bem? - ela arrastou a língua para adiar os dentes 


- você vai ficar bem - ela da um toque na loura sentia sua boca salivar com a menção da idéia - o sangue deles...espera quando ele vier...- ela sorri 


- e-e-ele ? agora? tem certeza? - ela balançou a cabeça - não devemos esperar mais? - mordeu o lábio - não  sei se estarão preparados para lidar com a fúria - ela dá os ombros 


- você é tão ingênua - ela afaga os cabelos - está cedo tem razão...o que tem de divertido em ver o rei provar o melhor? a gente pode aproveitar mais um pouco - ela ri pareceu ter se esquecido rápido da conversa anterior 


Lilan suspirou alivida enquanto Katherine animada nem um pouco preocupada, com a vida, mãos se ele voltasse isso significava ela não sabia, ela não sabia o que ele seria capaz de fazer aos humanos principalmente ao qual se importava . 

Continua
 



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