História A Trindade de Athena - Capítulo 7


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Categorias Saint Seiya
Personagens Aldebaran de Touro, Dohko de Libra, Poseidon, Saga de Gêmeos, Shaka de Virgem, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shun de Virgem, Sorento de Sirene
Visualizações 73
Palavras 2.516
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um, essa batalha está um pouco longa, vai se estender por dois capítulos. Espero que gostem. (acho que estou puxando muita sardinha para o Sorento, desculpem)

Capítulo 7 - O poder da determinação


Fanfic / Fanfiction A Trindade de Athena - Capítulo 7 - O poder da determinação

Sorento havia ido ao Templo de Apolo sozinho em busca de Panacéia, a deusa da cura, na tentativa de salvar Dohko de Libra. Panacéia é neta de Apolo, irmão de Athena, e tem ódio pelos humanos e pelo amor e proteção que sua irmã concede a eles. A ida de Sorento pode ser uma missão suicida, mas mesmo assim o Marina se arrisca. Elda pergunta a Sakura se devem ou não ir atrás de Sorento.

 

Sakura: Vamos atrás dele, se essa Panacéia pode curar o Dohko, vamos sim.

Elda: Então vamos avisar Athena.

Sakura: E você acha que Athena vai deixar a gente ir?

Elda: Mas não posso sair sem avisá-la.

Sakura: Por favor, já tem gente demais se arriscando por mim, quero fazer algo. Eu sei que posso. Até o esquisito do Sorento está se arriscando por mim de novo, cansei de ficar parada.

Elda: Está certo, mas iremos juntas.

Sakura: Tudo bem, eu vou te proteger.

Elda: Estou indo para te proteger, então não se preocupe.

Sakura: Mas como vamos achar o Sorento?

Elda: Temos que achar o templo de Apolo, e acho que sei como. Se apronte e vamos.

 

As duas então partem dali, e Elda leva Sakura até Starhill.

 

Sakura: A gente vai ter que subir tudo isso? O que é esse lugar?

Elda: É Starhill, o local mais sagrado do Santuário. Uma vez, ao vir nesse lugar, acabei indo parar no Templo de Artemis, então esse lugar é conectado aos deuses olímpicos de alguma forma. Creio que possamos chegar até o Templo de Apolo por aqui.

Sakura: Então vamos começar a subir!

 

Após muito esforço, as duas chegam ao topo de Starhill e, chegando lá, uma coruja estava sobrevoando o local.

 

Sakura: Que linda, amo corujas!

Elda: Essa foi a mesma coruja que guiou Katya e eu até o templo de Artemis.

Coruja: O que estão fazendo no local Sagrado de Athena?

Elda/Sakura: *surpresas* A coruja fala!!

Coruja: Sou Delphos, o Oráculo de Athena. Vocês não tem permissão para estar aqui.

Elda: Já estive aqui antes e fui enviada ao Templo da Lua, precisamos chegar ao Templo de Apolo, e achei que você pudesse nos ajudar.

Coruja: E por qual motivo querem ir até Apolo?

Sakura *sufocando o choro*: Precisamos ir até ele para salvar um amigo muito importante.

Coruja: Entendi, Dice. Vou guiá-las até o Templo do Sol, mas não me responsabilizo pelo que ocorrer. Apolo não é um deus fácil de lidar.

Sakura: Você sabe que sou Dice?!!

Coruja: Sou o oráculo, sei de tudo. Sigam por esse caminho e após passarem entre aquelas duas árvores, sigam a Luz e chegarão até o templo de Apolo.

 

As duas então seguem pelo caminho indicado por Delphos e ao passarem entre as árvores, uma grande luz ofuscante surge, e ao chegar ao final do caminho, estavam de frente com um lugar que parecia o céu com um imenso Sol ao fundo, iluminando um Castelo no topo de uma montanha, com uma ponte flutuante que levava até a entrada.

Elda: Acho que esse é o lugar.

Sakura: Que maravilhoso!! Nunca pensei que existisse um lugar assim.

Elda: Vamos indo, temos que encarar Apolo.

 

Enquanto elas estavam a caminho, Sorento já se encontrava na entrada do Templo do Sol, e várias esferas de fogo são lançadas em sua direção e uma voz masculina, questiona quem ele era, e o Marina responde.

 

Sorento: Sou Sorento de Sirene, um General Marina do deus Poseidon. Estou aqui porque preciso fazer um pedido a Apolo em nome de Poseidon e Atena.

Phebo: Sou Phebo, um dos Guerreiros da Coroa Solar de Apolo. Nosso Mestre não espera sua visita, creio que não tem nada a fazer aqui.

Sorento: Lhe imploro, preciso da autorização de Apolo para falar com Panacéia, a deusa da cura.

Phebo: Já disse para ir embora. Se não fores de forma pacífica, terei que lhe expulsar a força!

Sorento: Então sinto lhe dizer que teremos que lutar, pois não desistirei facilmente, o que tem em jogo é muito importante. ESCAMA DE SIRENE, VENHA ATÉ MIM. – A escama traja o corpo de Sorento.

Phebo: Que eu saiba, generais marinas não são grande coisa. Depois de Zeus, Apolo é o deus mais temido entre os deuses olimpianos, então nós, seus soldados, somos tão temíveis quanto ele, ainda mais eu, que sou um Tenente, a patente mais alta. Mostre-me seu poder, Sorento de Sirene, ou vai tentar me bater com essa flautinha?

Sorento: Ninguém insulta minha flauta! SINFONIA FINAL DA MORTE.

Phebo: Que barulho infernal é esse? – Diz Phebo tapando os ouvidos.

Sorento: Não adianta tapar os ouvidos! O som da minha flauta conseguirá atravessar o seu corpo e chegará até o seu cérebro, matando-o lentamente!

Phebo: Então é a vibração das ondas sonoras que faz isso! Mais fácil, basta interromper a propagação das ondas. REDOMA DE VÁCUO!

 

Phebo cria uma bolha que faz uma camada de vácuo que interrompe a propagação das ondas sonoras da flauta de Sorento, impedindo que o ataque faça efeito.

 

Sorento: Uma boa estratégia, porém, sinto lhe dizer que a morte não é o único efeito que minha música provoca, antes disso, ela reduz o cosmo do adversário a um por cento do normal, isso quer dizer que essa bolha de vácuo tem noventa e nove por cento de resistência a menos do que o normal.

Phebo: Então tente rompê-la.

 

Sorento volta a tocar sua flauta e lançar a Sinfonia Final da Morte, mas a bolha de vácuo não se desfaz.

 

Phebo: Está surpreso? Um por cento da minha força é mais do que suficiente para derrotar você, Sirene! Mercúrio é meu planeta guardião, o planeta sem atmosfera, portanto, sou especialista em vácuo e tenho a resistência do planeta que insiste em permanecer sólido quando deveria ser uma bola de lava. Se seus ataques forem limitados a sua música *tom de deboche*, você não terá chance. Sinta um pouco do poder de meu planeta guardião. CAOS TÉRMICO.

 

Ondas de Calor intenso seguidas de um frio congelante próximo ao zero absoluto são lançadas na direção de Sorento, que cria uma barreira ao girar sua flauta, mas a proteção não agüenta muito tempo, fazendo o General Marina ir ao chão.

 

Phebo: Você até que é resistente! Esse meu poder geralmente é suficiente para matar umas dez pessoas. O choque térmico causado pelo meu ataque faz com que o corpo do oponente se estilhace. Para seu azar, meu cosmo voltou ao normal, então meu próximo ataque com certeza vai te destruir.

 

Antes que Phebo lance seu próximo ataque, Elda e Sakura chegam e se deparam com a batalha entre os dois e vêem que Sorento está em desvantagem.

 

Sakura: SORENTO, SEU IDIOTA IMBECIL! Que história é essa de tentar se matar vindo aqui sozinho?

Elda: Viemos te ajudar!

Sorento: *pensando* Droga, o que estão fazendo aqui? É arriscado! *falando* Elda, que imprudência foi essa de trazer Sakura para cá? Vão embora daqui agora, e não se preocupem comigo!

Sakura: Seu mal agradecido *toma a flauta da mão dele e bate na cabeça dele*, é assim que você trata quem veio te ajudar? Depois reclama que te chamo de chato.

Sorento: Saia daqui, Sakura, se acontecer algo com você jamais vou me perdoar.

Phebo: Que cena vergonhosa, General Marina! Ser resgatado por duas garotinhas? Não faz mal, posso matar os três rapidinho.

Elda: Não se engane, não somos tão frágeis assim. GRANDE ERUPÇÃO!

 

Elda lança uma maciça rajada de cosmo em forma de chamas diretamente no oponente, e este desfaz o ataque com apenas um dedo.

 

Phebo: Não creio que Athena e Poseidon só tenham “isso”. E você, garotinha? *se dirige a Sakura* Vai fazer o quê? Vai me bater com a Flauta também?

 

Sakura se irrita com o jeito irônico do Tenente e começa a queimar seu cosmo e lança um forte raio com suas mãos na direção do oponente, mas, novamente, ele dissipa o ataque com apenas uma mão.

 

Elda *perplexa*: Como é possível que ele dissipe o ataque de uma deusa dessa forma?

Phebo: Uma deusa! Como assim? *segura Sakura pelos dois braços* Para mim ela não passa de lixo.

 

Phebo joga Sakura no chão e ela bate em uma pedra e machuca a cabeça e Elda, junto com Sorento correm até ela. Sorento a segura em seus braços, beija a testa da menina, segurando o choro, vendo-a quase desmaiar, então ele usa seu cosmo para tentar curar os ferimentos dela.

 

Sakura: Pare com isso, Sorento, você já está fraco. Pelo menos me curar sozinha eu tenho que conseguir.

Sorento: Eu sei que você consegue, mas não agüento te ver sofrer e não fazer nada.

Sakura: Por que esse cuidado meloso comigo?

Sorento: Prometo que te conto quando eu derrotar esse imbecil que te machucou.

Sakura: Você quer morrer, idiota?

Sorento: Shhh, não fale mais nada, fique aqui com Elda enquanto eu cuido desse paspalho. Eu vim sozinho porque tinha certeza que conseguiria.

 

Sorento deixa Sakura sentada deitada no ombro de Elda, que ficou cuidando da jovem deusa.

 

Elda: Sorento, isso é suicídio!

Sorento *falando de forma serena*: Não se preocupe, eu sei como derrotar ele.

 

Sorento se levanta, seus braços tremiam de raiva e seu semblante passou de uma forma serena para um olhar vingativo que encarava o Tenente de Apolo com uma ira inexplicável e um cosmo assustador começa a emanar do General Marina.

 

Phebo: O que houve, quer apanhar mais um pouco?

Sorento: Você cometeu o maior erro da sua vida. Me ofender e insultar minha música já me deixou com vontade de cortar sua garganta, mas agora, você machucou uma pessoa muito especial para mim, e isso é imperdoável, nem a morte será uma punição suficiente para você.

Phebo: Coitado de você, tenho pena dessa sua mania de grandeza. Posso ser misericordioso e deixar vocês irem, não vale a pena gastar tempo com figuras patéticas como vocês. Você tem um dom para música, vá usá-lo para divertir as pessoas enquanto pode.

Sorento: Escute aqui, eu vou lutar com todas as minhas forças. O fato de usar a música como arma não me torna inferior a você, ao contrário, consigo transformar algo que deveria causar paz em uma arma mortal. Não me julgue por minha aparência ou pela minha música, você não sabe da minha vida, do meu passado e muito menos conhece a verdadeira intensidade do meu poder. O mesmo vale para essas meninas, que você chama de fracas, mas a determinação e a coragem delas as faz muito superiores a uma criatura orgulhosa como você, que se vangloria do poder que tem sem nunca na vida ter batalhado contra um oponente mais forte. Você é um pobre coitado orgulhoso que não sabe e nunca vai saber o que é o poder da determinação.

Phebo: Não diga bobagens, não preciso lutar contra alguém mais forte para saber até onde vai o meu poder, já sei do que sou capaz. Já que quer tanto morrer, sinta a fúria do meu poder. CAOS TÉRMICO!

 

Sorento leva a flauta a sua boca e emite uma melodia aguda que faz o ataque de Phebo se converter em pó.

 

Phebo: Como isso é possível? Meu ataque...

Sorento: Se você tivesse batalhado alguma vez contra um Cavaleiro de Athena, saberia que o mesmo golpe não funciona duas vezes contra o mesmo Guerreiro. Minha música, que você tanto esnoba, pode ter infinitas combinações de ondas sonoras e infinitos efeitos. Aonde está a superioridade de seus ataques físicos agora? Criei uma melodia especial para você, vou chama-la de MELODIA DEMONÍACA!

 

A música que saía da flauta de Sorento tinha notas tão agudas que causavam o efeito de uma bomba sonora que atacou diretamente o cérebro de Phebo. Ele tentou interromper a música usando novamente sua bolha de vácuo.

 

Sorento: Eu já disse, o mesmo golpe não funciona duas vezes. Se eu quiser eliminar o vácuo, basta empurrar o ar para dentro dele.

Sorento novamente toca sua música e rompe a bolha de vácuo criada por Phebo, e o Tenente de Apolo começa a sangrar pelos ouvidos, olhos, narinas e boca, seus vasos sanguíneos se rompiam um a um e aos poucos ele foi perdendo os sentidos, antes de perder a fala, tentava pronunciar palavras a Sorento.

 

Phebo *sussurrando*: Por favor, me mate, tenha piedade, essa dor é insuportável.

Sorento: Alguém que tem coragem de machucar uma criança, lançando-a como se fosse lixo, da forma que você fez, não merece o descanso da morte. Ficará assim, vivo e com essas seqüelas, até que um dia Hades deseje sua alma no Inferno.

 

Após o término da batalha, Apolo sai de seu templo para verificar o que estava acontecendo, pois sentiu o cosmo de seu Tenente se enfraquecer.

 

Apolo: Quem são vocês que vieram violar a paz de meu Templo? O que fizeram com meu Tenente?

Sorento *ajoelhado*: Senhor Apolo, sou Sorento de Sirene, General Marina de Poseidon. Vim em nome de Poseidon e de Athena para pedir permissão para buscar auxílio com sua neta Panacéia. Temos um enfermo que precisa do poder dela para restaurar a saúde.

Apolo: Nada que venha de Athena me interessa. Me espanto por meu tio Poseidon enviar um humano até aqui, isso chega a ser uma ofensa. E pelo que vejo, a reencarnação de Dice está com você, junto de outra garota. Fora daqui, não quero humanos aqui em meu solo sagrado.

 

Sorento: Por favor, Senhor Apolo! Nos ouça, eu imploro...

 

Sorento acidentalmente toca no manto da roupa de Apolo ao tentar chamar a atenção dele e o deus do Sol se vira com olhar mortal para o Marina.

 

Apolo: NÃO OUSE TOCAR EM MIM! Humanos como você não passam de parasitas para mim! Sua ousadia custará sua vida, MORRA!

 

Apolo lança uma rajada de energia semelhante ao poder do Sol que bate em Sorento e o lança longe e inerte no chão.

 

Apolo: Já deve ter morrido, uma praga a menos no mundo.

Sorento *com voz fraca*: Não vou desistir até você me ouvir.

Apolo: Ainda está vivo? Que criatura mais patética! Não vou me conter dessa vez.

 

Apolo lança outro raio, porém bem mais forte, que atinge Sorento e o lança quase sem vida no chão e o impacto do corpo dele em uma parede faz voar uma enorme nuvem de poeira que turva a visão.

 

Apolo: Acho que agora posso voltar a descansar. Espero que aprendam que humanos não tem condições de lutar contra deuses do olimpo.

 

Então Apolo sente uma presença muito poderosa vindo do meio da nuvem de poeira e indo em sua direção.

 

Apolo: Esse cosmo é familiar, mas não pode ser...

Apolo se vira e vê uma pessoa saindo do meio da nuvem de poeira trazendo Sorento em seus braços e percebe que se tratava de alguém que ele conhecia muito bem.

 

Poseidon: Há quanto tempo, sobrinho! Humanos talvez não possam enfrentar um deus olimpiano, mas, que tal outro deus olimpiano?

 

Poseidon inesperadamente surge no Templo de Apolo convidando seu sobrinho, o mais temível entre os deuses olimpianos, para um combate. Qual será o resultado do conflito entre o deus do Sol e o deus dos Mares?

 

Continua...


Notas Finais


Meu lapso de criatividade ainda continua, mas com essa história meu cérebro está pipocando, então acho que entre hoje e amanhã tem mais um capítulo.


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