História A Última Carta de Inverno - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~kkochx

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chen, D.O, Suho, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Chen, Exo, Exozone, Jongdae, Jongin, Junmyeon, Kai, Kyungsoo, Minseok, Suchen, Suho, Yixing
Visualizações 77
Palavras 1.458
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - A Carta


Foi no dia 28 de Dezembro de 2009 que nós nos conhecemos. A memória ainda é fresca em minha cabeça.

Você estava em Jeju, provavelmente curtindo as férias de Inverno, quando decidiu adentrar o mar gelado com roupa e tudo. Eu ria do outro lado da praia, junto com alguns amigos, porque você estava completamente fora de si. E então, eu o vi saindo em meio as águas claras e seu corpo bem feito não se destacando, talvez por sua pele alva estar pingando e deixando marcas de gotas na areia, enquanto você caminhava até seu carro.

Eu não acreditaria no destino, mas tive que me deixar vencer quando naquela noite, você sentou ao meu lado e fez comentários sobre o clima, dos quais eu não posso me recordar porque não havia dado atenção à suas falas, mas sim aos seus lábios levemente curvados para cima, e foi nesse exato momento em que me perguntei o porquê de estar prestando atenção em seus pequenos detalhes. Tudo isso foi deixado de lado quando me chamou para sair.

Saímos todos os dias, até dia 31. Eu lembro de todas suas piadas que são de fato muito mais engraçadas do que as minhas. Dos seus gritos escandalosos que atraíram a atenção do público e me recordo perfeitamente do tom mel que tomou posse de seus olhos quando os últimos raios de Sol tocaram seu rosto.

E, na noite do dia trinta e um, exatamente à meia noite, em meios aos fogos de artificio, você me desejou um feliz 2010, e abriu o sorriso mais lindo que eu já havia visto. E eu retribui com outro sorriso ainda maior, mas você desfez a linda abertura de seus lábios e me lançou um olhar diferente. Você sabe, aquele olhar de quem queria pedir um beijo mas não tinha coragem.

Eu sinto até hoje o aroma de álcool que seu hálito possuía, e lembro-me também dele ser substituído por sua fragrância amadeirada quando eu deitei minha cabeça em seu ombro.

— Quero que me tire daqui — você disse. — Preciso sentir seu corpo esquentando o meu, pelo menos.

E eu te obedeci.

Eu ainda me lembro, JongDae, de quando você me teve em seus braços pela primeira vez. Não daquele jeito, é claro. Você me abraçou, e eu pude sentir suas mãos fortes timidamente adentrar minha camiseta branca suja de areia. Você agarrou minha carne com vontade, como se como areia, eu pudesse vazar entre seus dedos. Mas eu estava muito apaixonado por você para poder fazer isso.

E também, lembro-me de ter lhe prensado sobre a rocha úmida que ficava ao lado da cachoeira, naquela pequena prainha particular, onde somente as estrelas e a Lua presenciava nossos atos indecentes e calorosos. Apesar da temperatura não estar quente, você me puxou para a cascata. As pedras íngremes facilitaram seu apoio, mas por estarem geladas, faziam com que você arfasse, me deixando mais excitado.

Nossos lábios se tocaram pela primeira vez naquele dia. Eu consegui passar minha língua sobre seus lábios e mordê-los, assim como fizeste com meu pescoço. Minhas mãos encaixaram-se perfeitamente entre seus cabelos emaranhados e secos devido a água salgada em que havia mergulhado por todos esses dias, e suas mãos, JongDae, ainda seguravam meu tronco firmemente.

Sentir seu gosto alcoolizado era gostoso. Seu olhar vez ou outra se dispersava do meu, mas eu podia sentir seu calor.

Não pude deixar de soltar uma risada abafada quando suas mãos trêmulas foram desabotoando minha camisa, ainda estava tão tímido... Lembro-me de sua expressão ao observar meu físico. Seus olhos se abriram e suas sobrancelhas se curvaram.

— Você malha? — teve a audácia de me perguntar — Okay, depois eu cobro sua resposta.

E quando eu menos esperava, colou novamente seus finos lábios junto aos meus, mas agora sem nenhum sinal de timidez. Suas mãos arranhavam meu abdômen, e Deus, Jongdae, eu estava tão louco por você. Foi quase impossível não sentir o volume em sua bermuda nude, e você também não disfarçou quando me sentiu em sua virilha. Sim, estávamos gerando um atrito cada vez maior; Suas mãos tateavam meu corpo como um pirata louco pelo tesouro enterrado, nossas bocas imploravam por uma pausa para poderem respirar compassadamente, mas é claro que não iriamos ceder.

Então, você jogou sujo. Abaixou-se até a altura de minha calça e começou a abaixar a minha vestimenta. Oh, Jongdae, você fez tão bem... Foi tão gostoso sentir seus lábios macios englobando o meu pau, de um jeito tão sujo que eu gostei. Você passava sua língua por todo meu pau, duro, grosso e sugava como se estivesse com sede. E quando suas mãos massagearam minhas bolas, oh.... Eu gemi, admito. Eu fodia sua boca, segurando seu cabelo para que não parasse, porque você estava me deixando louco.

— Junnie... Eu quero sentir o seu gosto — você pediu, choramingando. E eu permiti.

Despejei jatos em sua boca, e fiquei ainda mais desesperado por você, quando vi sua imagem nua, passando a língua experiente sobre os lábios de veludo.

Não pude me segurar; Não foi com brutalidade a forma como virei seu corpo de costas para mim, e lhe disse palavras sujas:

— Você gosta, não é, Jongdae? Sentir a minha porra quente molhando você... Eu vou te foder tão gostoso, grite meu nome.

Você soltou um gemido baixo e prolongado. Eu fui mais forte. Eu estava grande e duro dentro de você, sentindo sua bunda batendo contra minha pélvis, e eu conseguia me excitar cada vez mais. Sua mão direita tocando seu membro, quando sua cabeça usava meu ombro como apoio. Eu continuei te fodendo duro e forte, e você não sabia falar outra coisa a não ser o meu nome.

E foi naquela noite em que eu te amei.

Quando você acordou deitado em minhas costas, sorriu de um modo tão iluminado que ofuscou a luz do Sol. Eu senti suas mãos arrumarem meu cabelo despenteado, e você me abraçou forte.

— Eu amei nossa noite — você disse, desenhando círculos imaginários em meu peito — Você sabe que eu tenho que ir embora, certo?

Eu não queria aceitar, não. Eu estava feliz naquele momento e não poderia deixa-lo ir.

— Eu sei, mas não quero que vá. — eu lhe pedi, indiretamente, para ficar comigo em Jeju.

— Eu tenho uma vida em Gangnam, Junmyeon. Não posso apenas abandonar tudo que construí por lá.

— Você irá voltar?

— Acredita em mim? — Você me perguntou olhando tão profundamente para mim, que não poderia negar. Você me destruía, Jongdae, e sabia muito bem disso.

— Mas é claro que sim.

— No dia 31 de dezembro de 2010, eu estarei aqui, nessa mesma praia, te esperando — Foi o que você disse antes de me beijar pela última vez.

E eu, Jongdae, eu te esperei.

Eu havia esperado o ano inteiro, e quando o ultimo dia chegou, eu andei como um condenado até a praia. Meus pés sangraram de tanto andar, porque não importava a dor, eu só queria poder lhe sentir novamente. Mas você não apareceu.

Então, eu lhe esperei durante anos.

Em Abril de 2011, eu reformei a cabana na prainha, talvez para poder me consolar e acreditar que houve um imprevisto e você não pôde vir. Nesse mesmo ano, fiquei mais bronzeado, porque você havia dito que homens com a pele beijada pelo Sol fazia seu tipo; Eu arrumei a cabana. Coloquei algumas pétalas de rosas, comprei suas bebidas favoritas e alguns frutos do mar. Mas, novamente, você não apareceu.

Durante todos esses anos que se passaram, eu estive esperando por você, ou pelo menos, alguém que conseguisse te superar, mas você é único, Jongdae. Durante anos eu chorei por não ouvir sua doce voz que soavam como uma canção de ninar. A minha canção de ninar. Meu coração se dilacerava a cada ano em que sentia seu abandono, e por fim, eu, Kim Junmyeon, tive o prazer de ter meu coração partido por você.

Hoje, Jongdae, eu recebi seu convite de casamento. Soube que ele é bonito e que te faz feliz. Me desculpe por não ser bom o suficiente para você mas, saiba que eu te amei, e amei muito. Eu te amei por anos e talvez séculos, amei até sem nem saber da tua existência. E eu ainda te amo, tanto quanto no dia em toquei seu corpo, e você tocou minha alma.

E agora, que minha vida encontra-se no fim, eu lhe desejo todo o amor que eu não pude lhe dar.

Essa, Jongdae, será minha última carta de inverno.

Ps: Lembre-se mim quando a maré subir. Lembre-se de mim quando os raios do Sol tocarem o topo das montanhas. Lembre-se do meu beijo quando acordar e do abraço quando dormir. Lembre-se do meu amor, assim como eu sempre me lembrarei do seu.

Com amor,

Kim JunMyeon.


Notas Finais


Foi isso, esperamos que tenham gostado, não se esqueçam de favoritar e seguir o projeto, assim teremos um alcance maior, sigam também o projeto no facebook e no twitter, atualizações serão publicadas lá.

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Até a próxima!

~kkochx


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