História A Última Casa - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ascii, Binário, Criptogramas, Depressão, Drama, Enigma, Enigmas, Mistério, Morte, Suícidio, Terror
Visualizações 30
Palavras 871
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


próximo junto

Capítulo 5 - O Lado Invertido


Fanfic / Fanfiction A Última Casa - Capítulo 5 - O Lado Invertido

Eu acordo em um hospital com uma enfermeira com máscara de macaco chamando um médico

Enfermeira: uodroca ele rotuod

um médico de jaleco preto e máscara de panda entra no consultório

Doutor: ?etnes es êcov omoc ,said sêrt rop uimrod êcov

Zack: O que? Onde estou?

Doutor: ?rezid odnatnet átse êcov euq O

Zack: ... Você não me entende?...

Eu fiz essa pergunta retórica a mim mesmo, por que já sabia a resposta dela, eu levanto da cama e levanto minha camisa pra ver o corte da faca, e ele continuava lá, aberto com meus órgãos a mostra, mas... não doía. Estaria eu no céu?

Eu fui em direção a porta

Doutor: O-ERUGES ,ARIEMREFNE ,RIAS EDOP OÃN ÊCOV ,ODARAP ,IE

O doutor foi em minha direção agarrando meu braço e puxando ele com violência, a enfermeira pegou uma corda e foi em direção a mim também. Em um ato de desespero eu chutei a enfermeira, dei uma cabeçada no doutor e sai correndo. Assim que eu saí pela porta eu dei de cara a uma avenida em uma rua onde todos usavam máscaras de animais

Eu procurei por qualquer coisa que pudesse me ajudar, já que, humanos não falam na minha língua naquele universo paralelo

depois de andar alguns minutos eu percebi que toda a linguagem estava errada. As lojas se chamavam ajol, e aquilo não fazia nenhum sentido.

Até que eu vi o reflexo de uma loja em um vidro espelhado que estava posto a rua, ajol ficou loja e então eu havia compreendido. Aquele era o lado inverso do mundo

Uma criança puxa meu braço, era uma criança loira, dos olhos negros como o espaço, um olho que não havia esclera, (se você não sabe essa é a parte branca do olho) ela estava com uma máscara de cachorro

Criança: ?aracsám aus átse edno ,oçom

Eu fiquei uns 3 minutos pensando na tradução daquilo

Zack: ... ?Amu riugesnoc arp oçaf omoc-c ,ohnet oãn uE-E

Criança: aur ad mif on aracsám ad sajol sa n ale rarpmoc euq met êcov aracsám aus mes ecsan êcov odnauQ

Zack: odagirbo ,hA

Em uma fração de segundos entre o abrir e fechar dos meus olhos a criança desapareceu

E eu fui em direção ao final da rua, assim que botei a mão no bolso não senti meu celular, nem minha carteira, eu escuto um grito... Era... Alexia? Ela veio correndo ate mim

Alexia: Vamos sair daqui, a gente não pode ficar aqui, vão nos capturar

Zack: quem vai nos capturar? O que tá acontecendo?

Alexia já estava querendo chorar e eu já estava me preocupando

Alexia: Os guardas, pessoas que não são de SeteAlém não são permitidas aqui, eles nos caçam e nos matam

Quando eu olho pelo ombro de Alexia, vejo 4 guardas correndo atrás de nós, puxo ela pelo braço e começo a correr desesperadamente sem direção

Zack: Como você veio parar aqui? Como a gente sai daqui?

Alexia: No fim da rua tem um shopping, no banheiro do shopping tem um banheiro.

As pessoas da rua nos observavam correr e cochichavam entre si

Alexia: É aquele sho–

sinto um vendo forte ao lado de minha barriga e um grito de dor agonizante. Era Alexia, que havia sido baleada por um dos guardas

Zack: A-ALEXIAA, VOCÊ CONSEGUE ANDAR? AGUENTA, SE APOIA EM MIM

Alexia: N-Não sei se vou conseguir a... Zack, vá sem mim.

Zack: Isso não é um filme, não vou te deixar cacete

Passo o braço ensanguentado de Alexia sobre meu ombro e começamos a caminhar mais devagar

Entramos no shopping, onde todos continuavam a nós olhar. Alexia me mostrou onde era o banheiro e então entramos

Assim que entramos

Alexia: Pronto, vamos sair

Zack: Ahn?

Alexia abre a porta e lá estávamos nós. Em um shopping normal da cidade. Levanto minha camisa e a facada não estava mais lá. Fiquei incrédulo

Alexia cai no chão ensanguentada

Zack: ALGUÉM ME AJUDE POR FAVOR

3 seguranças do shopping foram atender ao meu pedido e levaram ela para o hospital, no qual eu também fui, para me assegurar de que ela ficaria bem.

1 dia se passou e Alexia finalmente acordou

Alexia: O que você tá fazendo aqui?

Zack: Eu queria te perguntar algumas coisas e agradecer por ter me salvado.

Alexia: Sem problemas, você faria o mesmo.

Zack: Como você sabia sair de lá? E o que eram aquelas pessoas?

Alexia: Quando eu era criança eu me perdi e fui parar em SeteAlém, um homem de lá me ajudou até me mostrar a saída.

As pessoas são somente pessoas, que vivem em um universo diferente do nosso.

Zack: Como funciona essa viagem dimensional?

Alexia: Não consigo entender também, mas em certos pontos do nosso mundo a força da energia emitida por nossos corpos são maiores, e alguns lugares tem um mecanismo de velocidade intensificado, e se esses dois se juntarem em um ponto físico podem mover nossa massa no tempo-espaço. Provavelmente antes do mundo ser o que é hoje, houve uma aglomeração de super-novas aqui, deixando uma brecha dimensional aberta.

Zack: Ah... Entendi

Doutor: Zack, você precisa ir agora. O horário acabou

Saio do consultório e vou para minha casa.

Chegando em casa, vejo um bilhete escrito: "vá ao quarto"

Já estava assustado novamente e sem entender nada, mas concordo com o bilhete e subo as escadas. Ao abrir a escada, lá estava Alexia. Deitada em minha cama. Sangrando...?

Eu gritei


Notas Finais


capa branca "invertida" em relação as outras.
Não tentem entender a tese de viagem no tempo-espaço por que ela não faz sentido.


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