História A Ultima Descendente - Capítulo 43


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Dominique Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Hugo Weasley, Kingsley Shacklebolt, Lílian L. Potter, Lorcan Scamander, Lord Voldemort, Louis Weasley, Lucy Weasley, Luna Lovegood, Lysander Scamander, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley II, Neville Longbottom, Personagens Originais, Rose Weasley, Roxanne Weasley, Rúbeo Hagrid, Scorpius Malfoy, Ted Lupin, Tiago S. Potter, Victoire Weasley
Exibições 98
Palavras 1.457
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Hentai, Magia
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Pessoal me perdoem mesmo, muuuuito tempo mesmo sem postar. Já tinha escrito e tudo mais, porém esqueci da minha conta, quando fui tentar recuperar a senha a burra aqui não sabia qual email eu tinha colocado. Ai adivinha quem achou o papel com o login e a senha? Isso ai eu mesma.
Bem eu sei que nossa só faltava um capitulo pra historia acabar pensei que seria mais uns trinta... Só que se eu prolongasse a história ficaria chata. Não que não tentarei uma continuação, talvez haverá uma continuação, talvez mais quente... Talvez mais chocante... Talvez mais colorida.
Vou deixar Anna ser feliz por um bom tempo antes de fazer ela sofrer novamente, ou talvez não, ou talvez não seja ela a sofrer... Talvez.
Já estou pensando em começar o projeto já que recuperei minha conta. A continuação desse e uma fic sobre PJ além de começar por fim a minha tão esperada historia original.
Então fique com o final dessa história, e prometo que a espera da continuação vai ser recompensada.
Obrigado por lerem a fanfic
Obrigado por rirem
Obrigado por chorarem
Obrigado por suspirarem
Obrigado por esperar
E acima de tudo
Obrigado por amar Harry Potter
Até breve...

Capítulo 43 - Fim de uma história, mas começo de outra bem melhor


POV Anna

Dormi maravilhosamente bem, melhor do que todos os outros dias, não tive sonhos, não tive preocupações, somente dormi. O pior de dormir bem é quando tem que acordar. E hoje não veio outro sabor. Tinha alguém falando alto, não respeitando o sono alheio. Com dificuldade abri os olhos e comecei a prestar atenção na conversa. Pelas vozes eram Roxanne e Rose.

-... de novo. – Roxanne tinha dito algo que acabou me escapando.

-Não Roxy, dessa vez é sério. Eu e ele começamos do zero. E você sabe que eu tenho uma queda por ele há anos. – Rose disse. Pelo barulho ela estava arrumando o resto do seu malão.

-Sim, disso eu sei... Só não quero que você se magoe de novo. Eu não conseguiria te ver sofrendo. – Roxanne disse.

-Ah eu passei por pouca coisa perto do que a Anna passou. – Rose pausou. – Ela aguentou muita coisa, estava na hora dela ser feliz.

-Ah sim. Ser feliz com o nosso querido primo. – Roxanne falou entre riso.

-Por que esta rindo Roxy? Acha que eles não deveriam estar juntos? – Rose perguntou com uma leve alteração na voz, que não passou despercebido por Roxanne.

-Calminha ai Rosie. Não é disso que estou rindo, eu sempre soube que eles se gostavam, dês do dia da cabine do trem. É que eles demoraram tanto tempo pra deixar que algo acontecesse entre eles. E se você não viu muita coisa aconteceu esse ano. – Ela disse suspirando. – Eu também quero desejar toda felicidade pra ela, só que... Será que ela realmente mudou?

-Não, ela não mudou. – Rose disse, passou por um instante depois continuou. – Ela não mudou, por que sempre foi desse jeito. Leal, forte, confiável, amável e fiel. Ela não faria mal a uma mosca, por isso todo mundo perdoou ela facilmente, ela sempre foi uma boa pessoa, por trás de uma pessoa má, que na verdade era só uma máscara para aqueles tios horríveis dela.

-Agora que você diz... Várias vezes eu via um brilho reprimido no olhar dela. – Roxanne disse.

-Eu não disse? – Rose disse. Ouvi um barulho, que indicava que ela havia fechado o malão. – Enquanto a você?

-O que? – Roxanne perguntou claramente confusa.

-Você nunca fala da sua vida amorosa pra ninguém, mas todos sabemos que você está apaixonada. – Rose disse, com um tom de maldade.

-E-eu não sei do que você está falando. – Roxanne disse, e imaginei ela corando. Rose riu alto.

-Viu só como você ficou? Você vai me falar agora por quem é.

-Rose, eu acho que não devo... E-eu não posso.

-Como assim não pode Roxy? É um rapaz da Sonserina? Oras Roxy, não tenho preconceito. – Rose disse com tom amigável.

-É-é que... Bem... – Roxanne estava gaguejando. – Rose... É que... Não é bem um rapaz.

-Ah eu sabia! Você está apaixonada pelo Monstro! Eu sempre soube. – Rose disse. Reprimi um riso, porém saiu como som de um porco. Então tive que fazer isso virar uma breve tosse. Elas ficaram quietas por um tempo, depois Rose continuou. – Qual é Roxy? Pode me contar.

-E-eu estou namorando. – Roxanne disse depois de um tempo.

-Rá! Eu sabia. Vai me conta quem é. – Rose disse.

-É a Ellie Warnock. – Roxanne disse. Eu fiquei de queixo caído, possivelmente Rose também. Parece que o silêncio lá iria durar anos. Resolvi levantar pra elas terem que acabar a conversa. Abri a cortina da cama de dossel. Vi Roxanne sentada na cama dela com as mãos no rosto. Rose estava de pé em frente a ela. E tinha uma expressão de extrema surpresa.

-Bom dia meninas. – Só Rose me olhou. – Eu acho Roxanne que a Rose não ficou chocada com essa noticia, ela está feliz, por que agora sua família esta com um tom colorido.

-Eu sabia que estava ouvindo. – Rose disse.

-Ah não era pra ouvir? Com o tom de voz que vocês estavam falando me surpreende que o pessoal do Salão Principal não tenha ouvido. – Eu disse sorrindo. Rose bateu em mim com o ombro.

-Roxy, eu não acredito que você escondeu isso da gente por tanto tempo... – Rose disse com um tom magoado.

-Eu achei que vocês iam me achar uma aberração. – Roxanne disse com a voz abafada pelas suas mãos.

-Qual é Roxy! Nós dormimos no mesmo quarto que a Anna, acha mesmo que eu ia achar você uma aberração? – Rose disse piscando pra mim. Revirei os olhos. Roxanne riu e ergueu a cabeça.

-A Rose tem razão. –Eu disse sorrindo. Rose sentou ao lado de Roxanne.

-Roxy, não importa se você esteja sozinha, com um elfo, com um fantasma, com um vampiro, com um menino, com uma menina... Com o Sr. Filch... – Roxanne riu chorosa. – O que importa é se você está feliz.

-Eu estou muito feliz Rose.

-Isso é que importa. Ninguém vai te julgar pela sua felicidade. – Eu disse sentando do outro lado dela na cama.  

-Mas eu sou homossexual, no mundo dos trouxas isso é mal visto. Ellie me falou. Agora imagina aqui no nosso mundo. – Ela disse chorando.

-A homossexualidade é mal vista em todos os lugares, aqui e lá. – Rose disse afanando as costas de Roxanne.

-Roxy, há boatos que Dumbledore era homossexual. Isso fez ele ser uma pessoa inferior? Não! Ele foi grande do inicio ao fim. – Eu disse sorrindo e olhando em seus olhos.

-Sim... Corre atrás da sua felicidade Roxy. O que te preocupa é nossa família? – Rose perguntou. Roxanne confirmou com a cabeça. – Eles não são desse jeito. Eles vão te apoiar. Por favor Roxy... Eles lutaram contra Voldemort, por que isso seria uma barreira? Por que isso te faria uma aberração? Voldemort era uma aberração!

-Exatamente, por isso sou uma aberração, por que sou neta da aberração original. – Eu disse fazendo Roxy rir.

-Vocês tem razão. Exceto na parte de você ser uma aberração Anna. Mas todo resto estão certas. Eu amo a Ellie, papai e mamãe vão ter que aceitar. – Ela disse limpando as lagrimas e levantando.

-Sim! E se não aceitarem Roxy, nós a apoiaremos. – Rose falou abraçando a prima.

-Eu amo vocês meninas. Vou atrás da Ellie agora e contar tudo. – Ela saiu correndo.

-Uma família colorida. Meu Deus! Que maravilha! – Rose disse sorrindo.

-Bem eu preciso ir ao banheiro, estou meio desleixada. – Eu disse passando a mão pelo cabelo. Fui indo em direção ao banheiro, mas tive tempo de ouvir Rose falar.

-Como ela fala que está desleixada se ela parece que acabou de acordar de um comercial de maquiagem? – Eu ri.

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-Então é verdade mesmo Anna? – Henri perguntou pela vigésima vez.

-Eu juro Henri que se você perguntar de novo eu arranco suas bolas. Sem varinha, e prometo que vai doer muito. – Eu disse. Alvo e Emille riram, enquanto Henri me olhava espantado.

-Cuidado ela morde. – Alvo disse deitando no meu colo.

-Mantenha-se longe das minhas bolas Anna. – Henri apontou o dedo pra mim, ao mesmo tempo que colocava a outra mão na frente de seu órgão.

-Ela está brincando Henri. – Emille disse sorrindo e beijando o rosto de Henri que, ainda me olhava com cara de desconfiança.

-Não sei não. Não posso abaixar a guarda. Quero ter muitos filhos com você meu amor. – Ele disse beijando Emille. Revirei os olhos. Olhei para baixo e notei que Alvo me olhava.

-Então onde vai passar as férias? – Ele me perguntou.

-Acho que vou viajar, talvez Irlanda, ou Portugal, até mesmo a África. Dizem que os bruxos de lá tem muitos talentos. – Ele sorriu brevemente quando olhei pra ele. – Talvez vamos pra todos esses lugares.

-Ah... É você vai se divertir muito. – Ele disse sorrindo triste.

-Nós vamos nos divertir Alvo. – Eu disse. Ele me olhou confuso.

-Como assim?

-Nós dois vamos viajar por ai, com a minha mãe é claro. Mas já falamos com seus pais, e você vai ficar uns dias na sua casa antes de irmos. Mas nós vamos juntos. – Eu disse e ele se iluminou tanto que até se levantou.

-Sério?

-Claro Alvo, eu não ia deixar você de fora dos meus planos, além do mais eu e minha mãe conhecemos alguns artistas trouxas de Portugal, e eles estão ansiosos pra conhecer seu talento. – Eu disse. Alvo me olhou desacreditado.

-Eu não acredito... Você... Você é a melhor Anna Baddock. – Ele disse me beijando levemente nos lábios.

-Eu sei disso Alvo Potter. – Eu disse e ele sorriu ainda mais. Ele entrelaçou nossos dedos e me olhou nos olhos. Só isso. Olhar com olhar. Nos olhamos como se fosse a primeira vez que nos víamos.  E todas as palavras que deveriam ser ditas não foram, pois nesse exato momento ninguém precisava dizer o que sentia, pois tudo que sentíamos foi transmitido por pequenas coisas, como o toque de nossas mãos e nosso olhar. Principalmente por esse olhar inquebrável.



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