História A Última Donzela de Aço - Capítulo 14


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Palavras 1.665
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oiiiii
eu sei que eu demorei. sinto muito
mas espero que tenha valido a pena.
eu gostaria de falar rapidinho sobre a idade da Diana, eu vou indicar na história, peço desculpas se acharam que ela era mais velha. eu ia fazer ela mais velha, mas eu preciso que ela tenha essa idade para o entendimento da historia.
bem, eu não vou enrolar.
boa leitura.

Capítulo 14 - O Despertar - parte 1


Naquele momento eu não sabia de nada, eu só sabia que eu estava com grandes problemas.

 

Pela primeira vez, eu fui pega de surpresa.

 

Senti uma mão em meu ombro, ainda sem conseguir ver nada, eu não sei o que aconteceu. Eu senti algo estranho, um grande arrepio se espalhou pelo meu corpo e eu senti o ar mais pesado. Então ouço algo batendo contra a parede e a mão sumiu. Meu corpo voltou ao normal.

 

O que estava tampando a minha visão era uma venda preta, arranco ela de meus olhos e me surpreendo com o que vejo. Blue estava jogado na parede.

 

_o que aconteceu? _pergunto.

 

_sei lá, sabe. Você só me arremessou na parede.

 

_sério?

 

_ah não. Eu estou jogado na parede por que eu acho super confortável.

 

_engraçadinho. _digo dando língua para ele. _ afinal, o que você está fazendo no meu quarto?

 

_eu...ah...eu vim...

 

_desembucha criatura. Fala logo.

 

_que droga! Você estragou a nossa surpresa.

 

_nossa? Surpresa? Do que você está falando?

 

_você sabe que dia é hoje?

 

_eu tenho cara de calendário? (A: turn down for what)

 

_mas você é muito lerda mesmo.

 

_fala logo que dia é hoje.

 

_hoje é dia 31 de outubro.

 

_ata...pera...HOJE É MEU ANIVERSÁRIO.

 

_Parabéns! Quer um biscoito pela descoberta?

 

_dá um tempo.

 

_vamos logo. Elise está te esperando.

_vai descendo que eu já vou.

 

Caramba. Eu sou mesmo muito distraída, eu esqueci o meu próprio aniversário. E por falar nisso, hoje eu estou fazendo 13 anos.

 

Ele desceu e eu troquei de roupa, fiz as minhas higienes matinais e depois desci as escadas. Assim que entro na cozinha, me deparo com uma linda mesa decorada com flores e o bolo de cenoura que eu havia trazido.

 

Elise me desejou um feliz aniversário e então comemos o bolo. Estávamos rindo e conversando sobre vários assuntos aleatórios, até que Elise se levanta para pegar os pratos, mas ela fraquejou e quase foi de encontro ao chão mas Blue foi mais rápido e conseguiu pegá-la a tempo.

Me levantei rapidamente e fui a encontro dos dois. Levemente, pus a mão sobre a testa de Elise. Ela estava quente.

 

_droga. _murmuro

 

_o que foi ? _pergunta Blue

 

_ela está com febre. _digo me levantando e me dirigindo ao armário, abro todas as portas procurando o remédio. Droga. Não está em lugar algum. Acho que acabou.

 

_o que eu faço? _perguntou Blue desesperado.

 

_corre lá fora e vai chamar um médico.

 

Ele encostou Elise levemente no chão e correu em direção da porta. Eu acariciava seu rosto, me segurando para não cair em lágrimas. Ela não estava bem já havia alguns dias. Algumas dores, mas eu não achei que seria algo demais. Pensei que não precisava me preocupar.

 

_vai ficar tudo bem. Aguente firme. _eu continuava a segurar mas as lágrimas forçavam a sair.

 

Então escuto o estrondo da porta sendo aberta e passos apressados se aproximando. Então um senhor chega e começa a examiná-la. Por fim ele aplica uma dose de calmante misturado com um remédio que a faria sentir se melhor eu agradeci o médico e peguei um pouco do dinheiro, insistindo para que ele aceitasse. O mesmo continuava negando mas por fim eu o convenci que era apenas por gratidão e fiz o mesmo aceita-lo.

 

Ele me indicou alguns medicamentos para dar a Elise caso ela acorde com dores ou mais febre, e também avisou que será normal se Elise ficar adormecida por muito tempo, afinal o calmante que ele injetou era muito forte.

Blue me ajudou a levantá-la e a colocar na cama. E eu decidi que era melhor sair para comprar os remédios logo pois não queria correr o risco de Elise passar mal novamente.

 

_espere um pouco. Você está muito nervosa, olhe, faremos o seguinte: eu vou cozinhar o almoço e você vai se distrair com alguma coisa, depois disso nós vamos juntos a farmácia comprar os remédios e então passamos na feira e compramos algo para a janta. Eu aposto que Elise vai acordar cheia de fome. _disse Blue, eu o encarei com um olhar irritado.

 

Depois de muito custo ele me convenceu a descansar um pouco. Achei melhor pegar um livro para me distrair, no início eu passava os olhos pelas linhas lendo cada palavra, mas era como se a informação se recusasse a entrar na minha cabeça. Mas, por fim esse nervosismo parou e eu comecei a me entreter com a história e acho que perdi a noção do tempo.

 

Fui acordada desse transe quando um aroma extremamente delicioso veio a meu encontro, segui esse aroma até a cozinha e parei na porta. Me encostei na parede sem fazer barulho e observei o Blue cozinhando, ele estava tão concentrado no que estava fazendo que nem percebeu quando eu cheguei até o momento em que eu comentei.

 

_Nossa! Está treinando para se tornar um chef? Ou isso é apenas um hobbie passageiro?

 

Ele ficou assustado, e se virou num susto, depois ele ficou com as bochechas levemente vermelhas. Eu me assustei e me aproximei.

 

_você está vermelho, está tudo bem? Está com febre? _digo colocando as mãos em seu rosto o que o fez ficar ainda mais vermelho e realmente estava um pouco quente.

 

_não é nada. _diz ele se afastando com o rosto ainda vermelho.

 

_o cheiro está bom. O que está fazendo? _pergunto, me aproximando da panela.

_bem, é algo que você gosta. E muito. _diz ele abrindo um leve sorriso.

 

_não acredito. Você realmente fez isso? Quero dizer, ensopado de carne, agrião e batata.

 

_eu sei que não é o da Elise, mas eu acho que ficou bom. Está com fome? Eu já acabei. Se quiser pode colocar o seu prato.

 

_sim, estou com muita fome. _digo, pegando dois pratos no armário enquanto ele levava a panela para a mesa. _obrigada. _falo, entregando lhe o prato. Nós nos servimos e comemos em silêncio.

 

Então saímos para comprar os remédios.

 

Passamos na farmácia e compramos os medicamentos. Depois caminhamos lentamente para a feira e paramos em algumas barracas para comprar certas coisas.

 

Depois continuamos andando, até que senti algo. A rua estava estranhamente quieta e o ar parecia que carregava em clima de suspense. Brevemente entendemos o motivo, guardas haviam fechado as saídas da rua. E alguns deles estavam indo aos mercadores e camponeses.

 

“ me descobriram” foi o que pensei.

 

Mas não, eles estavam obrigando alguns a tirarem as capas. Essa não. O Blue. Suas asas. Será que eles sabiam? Alguém teria dito? Bobagens, ninguém sabia. Só ela, e Elise estava de cama.

 

Dois dos guardas avançaram em nossa direção. Aproximando se com cautela. Eu teria que ser extremamente cuidadosa agora.

 

_algo de errado cavaleiros? _digo com uma voz um tanto doce.

 

_nada de mais garotinha, apenas uma inspeção de segurança. _disse o guarda com uma voz que revelava o quanto estava apressado e talvez um pouco preocupado.

 

_que bom que não é nada demais, mas também, se fosse nós temos ótimos guardas para nos proteger. _digo, forçando um sorriso.    

  

_certamente iremos.

 

_que bom, fico mais tranquila. Mas já que é só mais uma inspeção, temos que ir. Preciso terminar meus afazeres em casa. Vamos Blue?

 

_certo. Podem passar. _diz o guarda gesticulando para que fossemos logo.

 

Blue e eu demos passos rápidos, tentando esconder o nervosismo mas ao mesmo tempo sair logo daquele lugar. Quando passamos por um homem qual o uniforme mostrava ser o capitão, vi um homem chegar apressado nele e sussurrar algo em seu ouvido, e apontando discretamente para nós com os olhos.

 

Apressei um pouco os passos e Blue me acompanhou, mas o que temíamos aconteceu. O capitão gritos para que parássemos e alguns guardas bloquearam nosso caminho. O capitão se aproximou.

 

_peço que retire o manto. _disse o capitão impaciente.

 

_o que? _diz Blue um pouco irritado.

 

_não vou repetir. _diz o capitão friamente.

 

_e se eu me recusar? _Blue provoca.

 

_não me teste, garoto.

 

_não vou tirar.

 

O capitão lhe mostra um sorriso cínico e então acena para os outros guardas, eles cercam ele e o capitão olha o manto. Então chama um guarda que estava num cavalo.

 

_diga ao mestre que achamos o demônio.

 

Não.

Eles prenderam o Blue e estavam levando ele, o mesmo tentava resistir.

 

_Não! Vocês não podem levá-lo. _eu gritava mas nada adiantava, eles ainda tentavam prender ele e o mesmo ainda tentava escapar.

 

 Eu paro quando sinto alguém segurando meu braço e apontando algo metálico que eu podia sentir sobre minha pele. Eles iam me usar, iam me usar para prender ele. Meu sangue gelou, eu não tive reação. Pude ver que ele também ficou paralisado e não resistiu mais. A faca ainda estava apontada para o meu pescoço.

 

_Pare. Não precisa machucá-la. _diz uma voz familiar.

 

Eu viro minha cabeça em direção a voz, era o Jared. O homem no mesmo instante solta meu braço, afasta a adaga e se afasta também. Ele se aproxima.

 

_Diana, o que aconteceu?

 

_o que eles vão fazer com o Blue? _pergunto. Ele fica pálido.

 

_o Blue? Ele foi preso?

 

_eu não sei, eles estão levando ele.

 

_então ele é o demônio que disseram. Ele fez algo com você? Ele te machucou? _pergunta ele em um tom preocupado.

 

_não, não. Ele é meu amigo. Ele não é um demônio. Você tem que ajudar ele. Por favor.

 

_eu vou fazer o que eu puder.

 

_obrigado.

 

_mas agora vá para casa.

 

_certo.

 

 

Me despedi e saí andando para casa, eu estava em choque. Eu não sabia o que fazer. Isso era uma sensação estranha para mim.

 

Finalmente cheguei em casa. Elise estava com uma expressão séria e um brilho verde incomum nos olhos. Quando me vê, ela corre a meu encontro.

 

_Diana. Chegou a hora.

 

_hora de que? Do que você está falando?

 

_você vai mostrar para eles, para todos eles.

 

_mostrar o que?

 

Ad heredem ferro veneficas, excitatus.

 

Que a herdeira das bruxas de aço, despertou.

 

 

 

Então ela põe a mão sobre minha testa e tudo fica negro.


Notas Finais


bem, foi isso.
espero que tenham gostado.
até o próximo.
kisses

por favor comentem o que acharam
e se gostaram da história favoritem


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