História A última pétala - Capítulo 13


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Categorias Originais
Tags Amizade, Pétala
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Palavras 656
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Bem pessoas.... primeiramente quero pedir desculpas, essa fanfic veio do nada e eu iria terminá-la daqui a um tempo, mas as ideias sumiram não sabia como continuar então... este é o penúltimo capítulo dessa história. Sem mais delongas, já falei ou melhor escrevi demais. Espero que gostem, desculpe qualquer erro boa leitura.

Capítulo 13 - A flor


"  Linhas em branco
Estrelas brilhando
No céu dançando
E ali escrito
O meu destino
Onde eu andar
Elas estaram lá
E quando o fim chegar
Ela se apagará
E nascerá novamente.... "
   "Aly on"
  A cada dia que passava meus sonhos ficavam cada vez mais turbulentos e cada dia mais indecifráveis, como se antes não fossem.
  Assenti para minha mãe mas uma vez que eu estava absorta em pensamentos, de olho no céu e na chuva que iria, naqueles sonhos, em Clara.... em tudo menos no que minha mãe dizia. Ela termina de falar e eu saio de casa devagar.
   Meu irmão brincava no campinho de futebol, atravesso a rua e vou ate ele, sentando num pedaço de gramado os observo jogar e rir, avisto Luca, Andras, Rafael, meu irmão, e outros garotos da escola jogando. Ninguem me notou, Gracas a Deus amém! Agradeço mentalmente.
-Ei Aly?! Vem jogar! -grita Rafael. Droga, penso.
-Ah não... -resmungo.
- Luca! Andras! Convençam sua namorada a jogar com a gente! -diz em tom autoritário com aquela brincadeira de jogo mental com os garotos, que vem sorrindo maldosos.
  -Não. Não. Não. Não. Não..... -reclamo assim que os meninos estao ao meu lado.
  -Sim. Sim. Sim -dizem rindo de meu desepero- Apenas uma partida ok Alyzinha?!
  -Alyzinha?! -reclamo e dou um tapa na nuca de ambos.
  -Ai?! -reclamam e eu rio e ajeito a blusa amarrada na cintura e o coque no cabelo. E olho meu short e blusa e meu tenis surrado.

  PIIIIII.
O juiz, tio Geraldo, apita e todos reclamam que vao fucar surdos se fizer isso novamente e ele ri dando ombros. Logo o jogo comeca e eu sou a unica menina no jogo muitos reclamam mas Rafael diz que se sairem de campo sao molengas e tem medo da furia femina, rio dele. Mas ninguem o contestaria o melhor jogador dali, com quinze anos jogando melhor que os de vinte e tambem ali presentes.
  -Cuidado para nao se machucar -diz Andras surgindo do nada ao meu lado.
  -Haha nasci me machucando para que essa preucupacao?
-Porque ele te ama! -grita Lucas rindo.
  Apenas vejo a bola vindo em nossa diracao.
-Ô casal presta atenção né?! -diz um garoto do time contrario.
  O jogo começa e logo fica duro recebemos pontapes e tudo mais. As bolas eram arremessadas com um só chute mas antes que esperassemos lá vinha a vitoria. Rimos todos abraçados e cantamos musicas que vinham na telha e assim fomos até o entardecer.
   Eu e Andras fomos até a árvore florida de rosa. Ao chegar vejo que havia uma rachadura em seu meio dividindo as duas exatamente no meio. Subo em uma e Andras sobe atrás de mim.
   As folhas e flores desta árvore estavam purpuras pelo por do sol misturado a sua coloração natural.
   Andras sobe primeiro, não cai nenhuma folhinha se quer. Subo e varias caem assin como mais acima três pétalas de uma flor com seis.
   "Aly off"

  "Karen on"
A cada tosse de Clara eu sentia meu coração dar um pulo e meu sono some de meu corpo. Ela havia piorado. E piorava a cada hora. A cada tosse. A cada suspiro.
   Fiquei ao lado dela. Ela dormia quando o médico chegou, e a poupou de ver minhas lágrimas, não tinha como reverter, o câncer havia se espalhado. Sinti minhas mãos tremerem.... eu orava sem parar... meu choro cheio de angústia.... minha filhinha.... minha filhinha.....
  Via que Clara acordava ela me olhou com olhinhos castanhoa grandes brilhando me observando.
-Eu... eu vou morrer... mamãe? -não respondi- eu vou morrer? Mamãe? É sério? -ela perguntava com olhos inchados e voz baixo e trêmula.
Sorri e a abracei com força ela sorria, não entendi mas a abracei com força, ela chorava baixo molhando minha blusa e eu também molhando sua blusinha.
  Depois de muita insistência ela dormio em meio a soluços....
  "Karen off"
  E da flor antes com três, agora com duas.....
 



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