História A Vadia que atrapalha seu Shipp - Capítulo 19


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Meu Yaoi, Novela, Romance, Shipp, Vadia
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A verdade é o que ela é
A verdade não se molda a realidade
Ela é a realidade absoluta.
A verdade é uma só. Porém tem muitas faces.
A verdade que você pede... Será realmente a que você precisa? Se for, ainda há de quere-lá?

Capítulo 19 - Flor de Seda


Fanfic / Fanfiction A Vadia que atrapalha seu Shipp - Capítulo 19 - Flor de Seda

Tão logo Milady sentiu o toque suave de Rafael em suas costas. Ergueu os olhos pequenos de tão inchados. Afagou sua face e o beijou. 

Sentia a respiração dele tão leve. Esteve tão desesperada que as mãos machucadas de tanto esmurrar e bater com a faca na porta pouco importavam.

 

Rafael congelado por poucos segundos. "Eu não deveria." - Mas um pensamento tão fraco não seria capaz de para-lo.

As mãos dele deslizaram  nas costas de Milady, o pijama de seda verde-bebê tão delicado. Um vestidinho de dormir na altura das pernas imitava uma camisa grande. enquanto ele a beijava desesperado e apaixonadamente mordiscou o lábio inferior dela. Beijou a orelha e deixou-a vermelha no pescoço.

E a ergueu no colo. 

Rafael: "Meu Deus como é leve. Como você pode ser tão leve...?'" 

Quando ela se aninhou em seu peito com os braços em seu pescoço, ele sentiu o coração estremecer: - Eu te.... amo. - A voz falhou tremula. como se temesse ser ouvida. 

 

E o coração doeu quando ela disse: - Me coloque no chão. 

Ele ajoelhou-se com ela no corredor ainda sem soltá-la: - Eu...

Ela afastou-se de seu colo. E ajoelhou-se com ele. Delineou seu rosto com um afago suave: - Olhe no fundo dos meus olhos e diga que me ama.

 

Ele parecia fazer um esforço sobre-humano para fazer ouvir a  própria voz. Os límpidos olhos azuis respondiam de imediato: "Eu te amo!" Mas a voz não saía. Quando ele enfim percebeu que não poderia vencer a batalha contra seu espírito medroso. Quando enfim notou que não conseguia dizer que amava porque tinha medo da resposta. Tinha um medo irracional e profundo de que ela não acreditasse. Tinha um pavor que lhe cortava a voz e a coragem. Tinha medo porém tinha esperança. Essa esperança lhe permitia murmurar para si mesmo. "eu te amo". Mas sentia que se dissesse em voz alta estaria se valorizando demais. "Com que direito? Com que direito um homem tão miserável pode dizer que ama este pequeno anjo?" 

 

Por fim as mãos dele penderam. A cabeça curvou-se. E rendido como um soldado ferido de morte que sabe que o fim chegou, com o gosto amargo do fracasso nos lábios ele fechou os olhos e chorou silenciosamente. 

 

Quando ela o viu chorar seu coração partiu-se.

 

Fui tomada de um tristeza tão profunda que eu finalmente entendi que não conseguia suportar o sofrimento desta pessoa. Esta pessoa não é o meu herói. Não é meu cavaleiro de armadura reluzente, não é um príncipe encantado. Este é um homem com um passado turvo. Esta pessoa que tem desesperadamente se esforçado por mim. É a pessoa que eu quero comigo esta noite. E nas próximas. 

 

Milady abaixou as mangas do vestido e o deixou deslizar até seus pés. Os cabelos longos recobriam seus seios pequenos. Usava um shortinho curto cheio de babados. recolheu a mão direita  dele entre as suas e pousou sobre sua bochecha  e disse fechando os olhos: - Eu te amo Rafael. -  E então abriu os olhos negros, e com o rosto vermelho disse: - Seja meu. 

 

Rafael a olhou surpreso. O coração disparou e ele ficou mudo.

 

Ela levantou-se ainda segurando a mão de Rafael e começou a guiá-lo para o seu quarto. Ele se deixou levar. Ela o parou diante da cama e o fez se sentar:  Ambos deitaram-se um ao lado do outro. Ela estendeu a mão para tocar o botão da camisa dele. E quando o abriu Rafael por reflexo segurou-lhe a mão. Milady travou. Sentiu o rosto queimar de vergonha. 

 

Milady: - Desculpa!  - Puxou o lençol E virou-se para o outro lado se enrolando nas cobertas. - B-boa noite! 

 

Rafael: - A...Ah... Espera é que... 

 

Milady: - T-tudo bem ! Eu exagerei... 

 

Rafael: "Não! Não! Espera aí! Eu quero!"  -Milady! 

 

Milady: - Ah... Olha a hora! Deveríamos estar dormindo! 

 

Rafael suspirou. E quando foi levantar-se sentiu seu pulso ser segurado por aquele rolinho de panos de onde só se via a mão fininha com a pulseira de bolinhas listradas: - Fica. Me deixa olhar pro seu rosto dormindo. 

 

Rafael deitou-se ao lado dela e lhe estendeu um braço. Aconchegou para mais junto de si. E algum tempo que pareceu uma pequena fração de segundo ela adormeceu, Ele levantou-se em silencio e dirigiu-se ao banheiro. Desabotoou a camisa. 

 

Os olhos percorreram o caminho tortuoso que se estendia do alto da clavícula esquerda até abaixo do limite do cós da calça e parecia se estender em metade das costas. Era como um amontoado de raízes vermelhas que sobressaltavam a pele cicatrizes antigas de queimaduras de terceiro grau. Rafael deslizou a mão no peito. "Por que eu ainda continuo com vergonha disso? " 

 

- Rafael? 

 

Rafael congelou. 

 

Milady: - O que está fazendo? Volta pra cama... Não é como se eu fosse te atacar dormindo... - disse ela coçando os olhos sonolenta. 

 

Rafael: - Não sabe bater na porta?!  - Respondeu nervoso tentando fechar a camisa. 

 

Milady: - Você que deixou aberta!  Escuta aqui não grita comi...  - O olhar dela fixou. E então ela começou a andar na direção dele. Ele começou a recuar instintivamente.  Ela agarrou seu colarinho e disse: - Pare aí mesmo. Já chega.  Me mostra. 

 

Rafael: - Eu não quero. 

 

Milady: - Eu já vi o seu corpo. Está me negando que eu veja sua alma... quando você já viu a minha? 

 

Rafael soltou a camisa. Milady a tirou suavemente, observando cada marca: - Ainda dói? 

 

Rafael negou em silêncio. 

 

Milady: - ... Rafael... Você é virgem? 

 

Rafael: - A... AH?! Q-Q-Q-Que tipo de pergunta é essa! 

 

Milady: - E você queria que eu perguntasse o que? 

 

Rafael: - Eu não sei! Qualquer coisa em relação a isso.

 

Milady: - Se eu perguntar você vai responder?

 

Rafael: - ... 

 

Milady: - Okay... E como aconteceu?

 

Rafael: - Incêndio. 

 

Milady: - Quando? 

 

Rafael: - Eu era criança. Botaram a culpa na minha mãe... Mas não foi ela. 

 

Milady: - Foi a sua tia? 

 

Rafael: - ... Como você sabe?

 

Milady: - Eu sinto no seu olhar. Na forma como você se esquiva de mim sempre que tento perguntar qualquer coisa que tenha relação com seu passado eu sinto a sombra dela nos seus ombros.

 

 Milady tirou um vidrinho do armário do banheiro. Era uma pomada e passou um pouco no ombro de Rafael: - Pronto. Agora não vai doer mais. Eu vou cuidar de você. 

 

Rafael segurou o riso colocando a mão na boca. 

 

Milady: - Não ria! É sério! 

 

Rafael: - Desculpa... Mas isso foi tão... Você. ^^'

 

Milady estreitou os olhos: - Idiota! 

 

Rafael a abraçou: - E eu gosto. 

 

Milady o abraçou de volta. Manteve o rosto escondido no peito dele: - Me conta... Sobre você. 

 

Rafael respirou fundo: - ... Tudo bem. Eu não tenho pai porque a pessoa que me deu metade do meu DNA era um monstro que a machucou. Eu sou filho somente da minha mãe. Nasci numa família pequena bem católica. E fui feliz enquanto vivíamos com minha avó. Quando eu tinha sete ou oito anos... Uma mulher chamada Elisa voltou dos seus Estudo em Londres.

 Era minha tia. Ela não gostava da minha mãe. As duas eram gêmeas siamesas. E Elisa ficou com uma sequela na perna resultante da cirurgia de separação. Minha mãe não teve nenhum problema.  Elisa culpava todos pelos próprios problemas exceto ela mesma. Era um ser humano ruim. Um dia depois de brigar com a minha avó ela decidiu incendiar a casa para herdar o seguro. 

Minha mãe sofria de síndrome do pânico desde que foi atacada e estava se tratando em casa. 

Mesmo assim as pessoas a chamavam de louca, porque ela ouvia coisas que não estavam lá. E as vezes me batia mas era sem querer. Ela precisava dos remédios. E as vezes minha tia jogava fora ou deixava acabar de propósito para ela surtar. 

Depois que a casa queimou e a vovó morreu no incêndio mamãe e eu ficamos com sequelas graves. Minha mãe era tão bonita... 

E o sofrimento a enlouqueceu de vez. Eu.... Eu não sabia mais o que fazer para cuidar dela. Queria mantê-la segura. Minha tia vivia nos batendo e as vezes quando estava de mau humor arrancava nossas unhas. E mandava a gente comer. Eu escondia. E acabei guardando. 

Apenas não consegui jogar fora depois que minha mãe morreu, aquela foto e aquelas coisas eram tudo que restou dela. 

 

Milady o apertava firme. A voz saiu quente: - O que houve com sua tia? 

 

Rafael: - Eu... a matei. 

 

Milady estremeceu. Apenas continuava ali. Ouvindo e chorando em silencio. 

 

Rafael: - Eu a empurrei na água quando a piscina estava esvaziando. Eu só queria que acabasse... Ela continuava ... me machucando. - A voz de Rafael embargou.  - Ela me mordia. E as vezes enfiava coisas em mim. Me queimava com cigarro. Por que... ninguém me ajudou? Eu pedi ajuda! Ninguém veio. Ninguém nunca veio. E eu pedi tanto. Eu não aguentava mais. 

 

Milady soluçou: - Eu sinto muito... Me desculpa! 

 

Rafael: - ....? Você... Não tem culpa. 

 

Milady: - Eu fiz você lembrar. Eu não quero que você continue sofrendo. Mesmo assim... Mesmo assim eu perguntei. 

 

Rafael: - Por favor não... Se arrependa de me escutar. Eu nunca contei isso pra ninguém. 

 

Milady: - Rafa... 

 

Rafael: - Por favor me diga: - Eu sou uma pessoa ruim? Você acha que eu deveria ter suportado um pouco mais? Eu poderia ter feito diferente? Havia mesmo ... Como você disse mais cedo um modo de que eu não me tornasse um assassino?

 

Milady não tinha coragem de erguer os olhos para ele. "Sinto muito. Eu não sabia sobre o que estava falando" apenas isso o faria se sentir pior. Era o mesmo isso que eu estava querendo? A verdade não é o que eu esperava. Embora eu já esperasse algo ruim. Ele estava bem. Eu provoquei isso. E tenho que me responsabilizar.

 

Milady se afastou do Abraço de Rafael. Ainda com as mãos pousadas em seu peito e de cabeça baixa: - Eu estava errada. Eu .... Fui idiota. Achei que poderia resolver tudo sozinha. E eu não posso. 

 

Ela ergueu os olhos: - Eu amo você Rafael. Eu sei que você estava desesperado e com dor; e isso te deu um título que você não merece. E eu amo você mesmo assim. 

Mesmo que o mundo inteiro te ache um assassino eu sei que você não é. 

Você é um ser humano normal que atingiu o seu limite de desespero.  E falhou com a sociedade. Mas a sociedade falhou com você primeiro. E mesmo assim você continua tenta do se reerguer. Você tem tentado ser um homem bom. Você vale o meu esforço. E tem minha confiança. Por isso eu decidi que agora que sei. Eu realmente quero de ficar com você se você quiser.

 

Rafael ouviu cada palavra. E a cada palavra sentia seu coração se aliviar pouco a pouco. Como se as feridas antigas finalmente estivessem sendo tratadas. Alguém finalmente perguntou. Alguém finalmente parou para ouvir o lado dele da história. Naquele minuto Rafael deixou de ser um erro monstruoso. Um fruto de estupro desnecessário e um assassino cruel. E tornou-se de volta um ser humano. Porque finalmente... Depois de tantos anos alguém o disse que ele era digno de ser amado. E que mesmo que não fosse... O amaria mesmo assim. 

 

E então a tomou nos braços e a beijou. 

 

Milady sentiu seu rosto ser apoiado com uma caricia suave na face.

 

Quando ele afastou os lábios úmidos, xom o olhar cheio de ternura e devoção murmurou olhando nos meus olhos: - Eu te amo menina.  

 

E então naquele momento em que ele me carregou nos braços até a cama... O resto do mundo não importava mais.

 

Deitada sobre os lençóis brancos meus cabelos negros se espalhavamos como uma moldura para as roupas que eu não tinha.  Tive vergonha quando ele retirou minha calcinha cheia de rendas tão infantil. " eu deveria ter vestido algo mais adulto" 

 

Ele sorriu quando me viu encolher as penas. 

 

Rafael: - Está com medo? Estava me pedindo para ser seu algum tempo atrás. - disse ele recolhendo minha mão direita e a beijou suavemente. Puxou o cordão do pescoço e colocou no meu dedo uma aliança  prata. - E com esta aliança eu peço que seja minha.

 

Milady ficou vermelha. Apenas assentiu com a cabeça. Rafael deitou-se sobre ela erguendo suavemente uma das pernas de Milady a beijou. E deslizou a língua até a virilha. 

Milady: - O.O - Para! O que está. ..  Não ponha o rosto aí! - O corpo arqueou e ela cobriu o rosto. 

Era um misto de sensações estranhas e totalmente novas para ela. A mente negava o corpo ardia. A voz tentava acompanhar a mente que dizia que deviam parar. Mas o corpo perdia as forças e relaxava a medida que Rafael se empenhava eu deixa-la mais e mais úmida. 

Milady: - Rafa...el... pa-Aah...! 

Então ele afastou-se passando a língua nos lábios; lambeu o dedo indicador. Milady sentiu uma pressão leve.  Deslizou fácil. 

Rafael: - Oh... Que gracinha - Introduziu o indicador e o médio e começou a move-los. 

Milady tentou fechar as pernas inutilmente, pois, Rafael ainda segurava uma delas.

Rafael: - Não tenha vergonha... Você está tão linda. E eu não quero que sinta muita dor. 

Milady tentava segurar a voz. Tinha uma doce expressãode constrangimento que Rafael adorava. 

Milady: - Seu trapaceiro... Você não é um home virgem... Não é?  

Rafael sorriu de canto: - Eu não disse que era.  - disse ele beijando o seio esquerdo dela. Retirou os dedos suavemente.

Milady fechou os olhos com força: - Não toque neles! 

Rafael: - Por quê não? 

Milady: - .... Eu não gosto...

Rafael: - Por quê?

Milady: - F-faz cócegas.  - ela respondeu cobrindo ambos. Tão pequenos quanto duas maçãs.

Rafael: - Me deixa tentar uma coisa.

Milady: - Vai doer? 

Rafael: - Um pouco. 

Milady: .... - Deixa eu fazer em você.

Rafael: - ?

Milady - O que você fez mais cedo... Com a boca. Me ensina.

Rafael sentiu o coração disparar ao 100km: - ... Não acho uma boa idéia ^^

Milady: - Por quê? ???

Rafael: - É que só de olhar pra você ele já está assim. Se você tocar eu não sei o quanto consigo segurar.

 

Milady foi baixando os olhos até o volume na calça de Rafael e sentou na cama recuando até a cabeceira: - O.O .... " Eu não sabia que ficava assim! Não tá igual nos livros de biologia!" "Como que isso vai..." "Não vai dar!" 

Rafael: - Woooa! Não foge não. - disse ele caindo na risada. "�� Tá tão fofa tentando parecer madura."

Milady corou de vergonha e ficou com raiva: - Quem está fugindo? Eu sei exatamenteo que estou fazendo. - ela estendeu os braços: - Venha! 

Rafael avançou de uma vez. Apoiou o braço na parede ao lado do rosto dela. Milady se encolheu. O olhar dele estava intimidador. Estava diferente. 

Rafael tirou debaixo do travesseiro uma camisinha mordeu a ponta e rasgou a embalagem: - Acabei de atingir o limite da sanidade. É sério. Se quiser desistir o momento é este.

Milady  sentiu o coração bater mais forte. A voz vacilava: - E-eu quero continuar.

 

Rafael colocou a camisinha com cuidado. E afastou os joelhos de Milady: - Isso vai doer. Mas precisa confiar em mim e relaxar.

Milady assentiu e passou os braços em volta do pescoço de Rafael. Ele a ergueu no colo apoiando as mãos nas nádegas dela. Encaixou o membro  com cuidado. E começou a deixar os quadris dela deslizarem para baixo.

Milady sentiu uma dor crescente e aguda; Mas ao mesmo tempo sentia-se bem de umá forma estranha. Os olhos cheios d'água eram  o atestado de que estava realmente doloroso. Parecia que nunca tinha fim "Eu não vou aguentar..." ... E então os quadris dos dois se encaixaram. Milady relaxou os braços nos ombros de Rafael e olhou para ele: - Consegui. Somos um. - disse ela sorrindo enquanto as lágrimas escorriam. 

Rafael limpou o rosto de Milady e a beijou longamente. As línguas travaram uma dança sensual em suas bocas enquanto as mãos dele acariciavam os seios dela: - Você é linda. - disse ele a deitando sobre a cama. - Vou me mover agora. 

Milady relaxou o corpo por completo. Já não doía mais. Agora o corpo vibrava a cada investida de Rafael pedia mais. 

Rafael já havia perdido a razão à muito tempo. Estava ali. Finalmente ali cometendo o pecado de tomar para si aquela a quem chamou de anjo. Esta flor delicada de seda que escorria vermelha entre as pernas dela um atestado de inocência entregue ao lobo mau. 

Rafael sentia o corpo deixar de obedecer exausto. Deitou-Se sobre os seios dela com o rosto pingando suor: - Finalmente... És minha.

Os corações acelerados, os corpos colados um ao outro de suor, porém saciados. 

Milady acabou adormecendo exausta. Rafael ainda levantou-se para jogar a camisinha fora e atacar a geladeira. 

Depois voltou e deitou-se ao lado dela. Demorou a pegar no sono. Passou muito tempo a olhando dormir. "Meu Deus como ela é linda."


Notas Finais


Renda-Te a mim. Entrega-te. Sacia-Me.

Quando comecei a escrever não sabia o que esperar do capítulo. Então como você eu também descobri a medida que ia lendo. Confesso que quis chorar várias vezes enquanto escrevia. Mas eu não poderá amenizar as coisas. Porque uma história é o que ela é. E eu não me sinto no direito de interferir.
See you in next?


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