História A vampira - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Seiji Komori, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Vampiros
Exibições 44
Palavras 907
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Ecchi, Escolar, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


desculpem eu não ter postado antes, é que eu estava de castigo.

Capítulo 7 - Encontramos o diário do meu pai?


No dia seguinte...

- Yui -

Hoje está um dia tão bonito lá fora! Irei dar uma volta no jardim, acho que eu devo chamar alguma das meninas para me acompanhar, colocar o papo em dia, desde as férias que não nos vemos, elas sempre estão comigo, dês do trágico acidente que minha mãe sofreu quando eu era pequena.

Anos atrás...

- Oi mamãe- disse descendo as escadas.

- Oi filha, como você está?- ela disse vindo em minha direção, logo em seguida passando a mão em meus cabelos loiros.

- Estou bem, e a senhora?

- Eu estou muito bem. – ela disse fitando os meus olhos. – Seus olhos puxaram para os do seu pai... Cor de rosa como os dele.

- Mãe, vamos ao parque mais tarde?

- Eu não posso filha, tenho que viajar agora, por causa do trabalho.

- Entendo.

- Adeus querida. -ela disse dando um beijo em minha bochecha.

- Adeus mamãe.

 Depois de um tempo recebi uma ligação do meu pai e ele disse que a minha mãe havia morrido em um acidente, eu cai em prantos.

Agora...

Meu pai nunca me disse do que minha mãe morreu, mas eu acho que foi melhor assim. Enfim elas sempre estiveram do meu lado, elas são como irmãs pra mim, nunca me abandonaram. Faz algum tempo que não vejo as irmãs delas, desde que nos mudamos. Sorte que elas moram nessa cidade e estudam na mesma escola que a gente, quando nos vermos o nosso “grupinho” enfim estará reunido novamente.

Desci as escadas e vejo a Isabella na sala lendo um livro. Vou até ela.

- Oi Isa.

- Oi Yui, tudo bem?

- Tudo, e você?

- Eu estou bem.

- Isa você quer ir ao jardim comigo?

- Claro.

Fomos até o jardim e avistamos uma fonte, fomos em direção a fonte e nos sentamos. Nós começamos a cantar uma música que todas as meninas do “grupo” sabiam. Era uma música que eu ensinei pra elas, a música favorita da minha mãe. Quando paramos de cantar começamos a conversar sobre coisas aleatórias. Olhamos em volta e percebemos que tinha algo no chão, nos levantamos e fomos até lá.

- Yui, isso não é o diário do seu pai? Aquele que ele nos mostrou quando éramos pequenas, e falou que iria te dar quando completasse 17 anos.

- Sim. Estranho como ele veio para aqui?

- Não sei. Acho melhor entrarmos e guardarmos isso.

- Concordo.

Entramos e fomos direto para o meu quarto.

- Yui, acho que você deveria escondê-lo até amanhã.

- Por quê?

 - Porque amanhã você completará 17 anos.

- Verdade. Eu irei lê-lo amanhã com todos vocês.

- Yui, eu já vou indo tenho que me arrumar para ir à escola. Espero poder ver as outras meninas, estou com saudades delas!

- Também estou! Más agora entrou mais pessoas na nossa família de consideração!

- Verdade. Tchau Yui nos vemos mais tarde. –ela falou me abraçando e depois saiu.

“O que esse diário está fazendo aqui? Que eu me lembre quem sempre estava com ele era minha mãe. Será que se eu o ler descobrirei mais sobre o meu passado”- estava perdida nesses pensamentos quando batem na porta.

- Pode entrar. – falei para a pessoa que estava atrás da porta.

- Olá, você deveria se trocar já está quase na hora de irmos. – disse Ayato.

- Já vou me arrumar. Ayato?

- Sim?

- Eu quero te fazer uma pergunta.

- Pode fazer, mas eu vou querer algo em troca.

- E o que seria? – falei curiosa.

- O seu sangue!

-... Ta legal. Eu quero saber o porque do  diário do meu pai estar aqui!

- - Teve uma vez que o seu pai veio aqui, há muitos anos atrás, e ele carregava isso – ele apontou para o diário – ele o entrego para meu pai e falou que quando sua filha completasse 17 era para nós entregarmos a ela, nossos pais combinaram nesse mesmo dia que quando você e suas amigas completassem 17 anos, vocês passariam a morar conosco. As irmãs de suas amigas Também irão morar com a gente, e por isso falaremos com elas hoje.

- Obrigada por me contar Ayato. – me levantei e fui em direção a ele, dei um beijo em sua bochecha e um abraço-Agora você pode me morder. – ele colocou meu cabelo para trás e me mordeu. Ele parecia méis calmo, depois ele olhou em meu rosto.

- Tão bom! – voltou a me morder.

- Ayato pare p-por f-f-favor. - então ele parou.

- Eu só quero que você saiba que você é minha, ouviu bem? MINHA. Eu terei todas as suas primeiras vezes. E se algum garoto que não seja eu perto de você, tomando o seu sangue ou qualquer coisa do tipo eu juro que eu mato ele!

- Calma. – falei surpresa com suas palavras. – Não se preocupe, eu sou sua.

- Acho bom! Agora nós temos que nos trocar. –ele disse me entregando a roupa.

- você vai ficar aqui?

- Sim! Afinal você é minha e eu também tenho que me trocar.

Depois que nos trocamos fomos esperar o resto do pessoal, logo depois fomos a escola.

Na escola...

- Acho melhor irmos para a nossa sala, depois procuramos as meninas. – falou a Júlia.

- Vamos? – perguntei .

- Vamos!

Chegamos na sala e fomos nos sentar, estávamos  esperando o professor entrar na sala. Quando ... 



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