História A vampira demônio de Bobby Singer - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Jo Harvelle, John Winchester, Lilith, Lúcifer, Meg Masters, Personagens Originais, Sam Winchester
Visualizações 12
Palavras 2.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Sobrenatural, Suspense
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Transformação em vampira demônio.

Capítulo 4 - Vampira demônio


Fanfic / Fanfiction A vampira demônio de Bobby Singer - Capítulo 4 - Vampira demônio

- Victória -

Meu nome é Victória, sou a líder de um clã de vampiros, meu clã é o mais respeitado e esperto de todos, com os melhores vampiros. Dois de meus seguidores vieram a mim:

- Madame Victória, gostaríamos de saber se a senhora nos permitiria sair para caçar. 

- Voltem rápido. 

- Obrigada madame. 

- Tom Walker -

Sou um vampiro junto com meu colega Magnus, somos do clã de Victória, ela nos permitiu caçar e fomos para a cidade procurar alimento, quando Magnus viu uma garota: 

- Está sentido Tom? Sangue fresco de uma garota inocente e assustada.

- Você sempre escolhe as mais novas não é?

- Não é minha culpa se elas são mais frescas, uhm delícia, vamos.

Seguimos a garota, que aparenta 16, cabelos castanhos e olhos azul mar, por um tempinho  até Magnus chegar até ela:

- Uhm você cheira bem querida. 

- Obrigada. 

Eu entrava em um beco e Magnus vinha com ela.
Ela ficou encostada na parede e eu já cheirava seu pescoço, Magnus a mordeu no braço e eu no pescoço: 

- Você é doce minha linda, tivemos sorte de escolher você - Magnus falou com seus olhos vermelhos e presas amostra

Ela não demonstrava sinais de medo:

- Corajosa meu bem, não tem medo de morrer?

Eu falei e ela não respondeu, Magnus falou:

- Vamos leva-la, Victória vai gostar dela.

Hipnotizei a garota: 

- Vai fazer tudo que eu mandar. 

- Sim mestre.

- Você vai nos seguir calmamente até nosso palácio.

- Sim mestre. 

- Tom só mais uma mordida, ela é tão gostosa.

- Você não vai reagir a mordida, ficará calada. 

Magnus a mordeu no pescoço e depois eu a encarei novamente com meus olhos vermelhos:

- Como não tem medo? - Perguntei esperando uma resposta

Como ela estava hipnotizada iria responder mas isso não aconteceu, ela piscou lentamente e seus olhos ficaram pretos: 

- O que acabou de acontecer? - Magnus

Pensei que ela conseguiu sair da hipnose e disse:

- Deixe-me beber de seu sangue.

Mesmo com os olhos pretos ela disse:

- Beba de mim meu mestre.

Acabei bebendo porque mandei, fomos todos para o palácio e vários falavam:

- Alguém trouxe alimento.

- Uhm delícia sangue fresco e doce.

- Sangue.

- Humana fresquinha.

- Vai dividir com a gente Walker?

Respondi:

- Ninguém vai tocar nela! Ela vai para madame!

 Fomos até o centro do palácio com vários outros atrás de nós e logo madame Victória apareceu:

- Mas o que significa isso Tom? 

- Madame Victória, eu e Magnus estávamos nos alimentando dela, ela não tinha medo, hipnotizei ela e um tempo depois ela ficou do jeito que está vendo, com os olhos pretos. 

- Amarrem-na.

- Madame Victória posso beber dela?

- Eu disse alguma coisa sobre beber dela Magnus?

- Não senhora.

- Então não. 

- Como quiser madame. 

A garota ficou amarrada em uma cadeira e Leslie perguntou:

- Madame Victória? 

- Sim Leslie? 

- Por que ela tem olhos pretos? 

- Ela está possuída por um demônio. 

- Demônio madame?

- Sim Leslie. Tom.

Fiquei preso em um pensamento:

- O que está esperando Tom?

- Desculpe-me madame, agora mesmo.

A garota voltou ao normal com seus olhos azul mar, ela olhava tudo a sua volta, a madame Victória falou a encarando com seus olhos vermelhos:

- Apareça demônio. 

A garota piscou lentamente como mudasse algo nela e seus olhos ficaram pretos:

- Madame Victória é um prazer, os demônios falam muito da senhora.

- Quem é você demônio? 

- Meu nome é Lily, o nome da humana é Sally Jones. 

- Saia do corpo dela agora.

- Não posso fazer isso, e mesmo que eu ou ela quiséssemos, não poderíamos, somos unidas, ela me aceitou.

- Deixe-me falar com ela.

- Como quiser madame. 

Ela piscou lentamente e seus olhos voltaram ao azul mar:

- Sally Jones? 

- Eu mesma queridinha.

- Por que aceitou Lily humana?

- Temos os mesmos desejos, quando eu era pequena toda minha filha foi morta por caçadores devido a todos terem sido possuídos, os demônios que possuíram meus pais eram os pais dela, aceitei para me vingar desses caçadores, matar todos os outros, dar um fim nos anjos, os demônios me aceitaram como sua igual, são minha família agora, e não tenho a intenção de trai-los, então não me chame de humana, eu sou um demônio. 

 
- Victória -

Fiquei surpresa como a garota gosta de ser possuída, eu gostei dela:

- ... Então não me chame de humana, eu sou um demônio.

- Não ainda meu bem, se acertarem algo que possa matar nesse corpo você morre, e Lily fica com o corpo todo para ela, e não acha justo não é? 

Ela pensou e sua cara respondia um sim:

- Tenho uma proposta, mas as duas precisam ouvir.

Logo havia um olho azul mar e outro olho preto:

- Estamos ouvindo - uma voz dupla saiu

- Minha proposta é seguinte: já que ainda há um exorcismo antigo e pouco conhecido, mas o único que podem acabar com vocês vou transforma-la em vampira, seria a híbrida mais poderosa de todas.


- Concordamos - a voz dupla novamente

- Ótimo, só que para a transformação Lily precisa sair do corpo, e depois quando a transformação estiver completa entrar como sempre faz, pela boca e subir para a mente.

- Como ficaria os olhos? Lily falando. 

- Antes de você entrar vai estar como todos os vampiros daqui, quando possuir ficará todo preto como os dos demônios comuns. 

- Há outra maneira? Queria ser diferente sabe? Com um olho só. Sally falando.

- Sim, entrar pelos olhos, os olhos do demônio ficam onde fica os olhos, e o resto entra no coração, o poder de demônio fará parte de você, estará na essência, no sangue, serão a mesma pessoa um híbrido de vampiro e demônio. Os olhos vão depender do tipo de demônio, mas não vai ser instantaneamente.

- Interessante, gostei, o que acha Lily? 

- Concordo, somos unidas, e agora para eternidade, somos uma vampira demônio. 

Kelly já ia vindo até ela e eu fiquei na frente apertando o pescoço dela: 

- Alguém disse que podia beber dela Kelly? 

- Não senhora.

- Quem manda aqui?

- A senhora.

- Não ouvi querida, quem manda aqui? 

- A senhora madame Victória. 

- Curve-se.

Ela se curvou diante de mim até que fiz um gesto com a mão para ela levantar e disse:

- Volte para onde você estava agora Kelly. 

- Sim madame Victória. 

Ela voltou para onde estava e eu disse:

- Magnus você faria querido? 

- Claro madame Victória. 

Lily saiu de Sally e entrou em outro humano que tinha no palácio, Magnus mordeu Sally  no pescoço e logo a transformou em vampira:

- Como se sente querida? - Magnus

- Faminta.

- Lily sua vez meu amor. E já ia esquecendo, dói muito. 

Lily saiu do mortal e entrou em Sally pelos olhos, seus olhos ficaram nos olhos de Sally e o resto logo desceu e entrou no coração, Sally sentia uma dor horrível mas não chegou a gritar, assim que a dor parou Sally se soltou das corda, assim que viu o humano suas presas cresceram em seus dentes:

- Ele não Sally, é para ameaçar o pai que é caçador. 

- Não posso matar mas posso brincar.

Sally fez um gesto com a mão e o humano foi parar na parede com tudo, ela o fez sangrar de várias partes do corpo.

- Tem como eu possuí-lo? 

- Não ainda, sua transformação precisa estar completa. Magnus, Tom e Kelly tragam humanos para a mais nova membra do clã de Victória. 

- Mas madame Victória...

- Nada de mas Kelly, é uma ordem, vão. 

- Magnus Bane -

Saímos e encontramos irmãos, duas meninas, uma de no máximo 7, outra de de mais ou menos 14, e um garoto de 16, com um cheiro esplêndido:

- Onde pensam que vão? 

- Quem são vocês? 

- Não importa garoto, vocês vêm com a gente - Kelly

- O que querem com a gente? 

- Suas perguntas serão respondidas depois garota - Tom pegou a menininha nos braços e disse - Venham com a gente, pela segurança da irmãzinha de vocês. 

Voltamos para o palácio e madame Victória falou: 

- Estou agradecida queridos, muito bem.

Tom colocou a menininha no chão e madame Victória falou olhando para Sally:

- São todos seus Sally querida, aproveite.

- Jason Lewis -

Não sei por que eu e minhas irmãs fomos levados para cá, a tal de Sally veio nos encarando de uma forma  maligna, um sorriso maligno, ela foi até minha irmã mais nova de 7 anos, se agachou na frente dela e disse: 

- Qual seu nome criança? 

- Não responda ela - Eu falei

Sally passava sua mão no rosto dela, ela ficava cada vez mais assustada:

- Lu... Luna.

- Não se preocupe minha lindinha, prometo que vai ser rápido, e não vai sentir nada.

Do nada uma mão tampava minha boca e era segurado por braços fortes, o mesma aconteceu com minha outra irmã de 14 anos.

Sally mordeu minha irmãzinha no braço, Luna a encarava apavorada, tremia de medo, depois Luna foi mordida no pescoço e logo caiu morta no chão, eu e minha irmã gritamos, ou tentamos já que tamparam nossas bocas. Sally veio até nós, sangue escorria de de sua boca, ela tinha presas no lugar dos dentes caninos, seus olhos estavam pretos, não a iris, os olhos literalmente, inteiros, totalmente pretos. A próxima foi minha irmã, ela correu para fora do palácio mas Sally foi atrás. 

- Isabelle Lewis -

Corri para fora do palácio morrendo de medo dessa Sally, ouvi um barulho estranho e me virei, ouvi outro e virei novamente, ouvi a voz dela:

- Não fuga de mim meu bem,  isso pode ser bem rápido se cooperar.

- Não! Fique longe de mim!  

Ouvi outro barulho estranho e me virei outra vez, ouvi uma risada maléfica e dei um 360°, de repente fui parar na parede, ela me encarava com suas presas amostras e seus olhos pretos assustadores:

- O que é você? 

- Sou uma vampira demônio querida, uma híbrida. 

- Por favor, por favor, não me mate, por favor.

- Eu me alimento de sangue meu bem, você não tem muita escolha.

Ela me mordeu no pescoço mas eu consegui empurra-la, seus olhos mudaram, um fundo preto com um aspecto vermelho.

- Agora vai doer queridinha.

Ela me mordeu mais profundo dessa vez, começei a gritar de dor quando não vi mais a luz.

- Jason -

Sally voltou, seus olhos mudaram, um fundo preto com um aspecto vermelho:

- O que fez com minha irmã? 

- Ela está morta querido, agora sua vez.

- Por favor, por favor, não me mate, por favor. 

- Sua irmã disse exatamente o mesmo que você, se cooperar vai ser rápido e indolor. 

- Sally você é virgem?

- Sim madame Victória. 

- Tenha um momento de prazer com ele antes, que tal?

~ Não recomendo para menores de 18 anos ~

Fomos até um quarto com uma cama de casal, fiquei bem encostado no final da cama enquanto Sally tirava sua roupa de um jeito sensual, ela chegou bem perto de mim e tirou minha roupa devagar me olhando com seus olhos assustadores. Ela me empurrou eu caí de costas na cama, ela subia lentamente e eu ia chegando cada vez mais perto da cabeceira, ela me fez abrir as pernas e ela fez e logo aquele movimento, o meu medo dela estava se substituindo por prazer, ficamos um tempo naquele movimento, ela se afastou um pouco e lambia meu braço de um jeito delicado, e ia subindo até o pescoço, voltamos naquele movimento, meu medo virou prazer, eu segurava sua barriga dando mais prazer a ela, depois ela ia dando mordidas no meu outro braço, subia, quando chegou no pescoço ela bebeu um pouco do meu sangue, voltamos no prazer, segurava sua barriga, ela apoiava suas mãos em meus ombros, nos beijamos, foi incrível, ela mordeu meu lábio inferior e bebeu sangue, quando me olhou novamente seus aspectos vermelhos viraram um olhos vermelhos brilhantes e penetrantes dentro de um fundo preto, troquei as posições e dei prazer a ela como ela fez comigo, a mordia do braço até o pescoço, a beijava calorosamente, ela mordeu meu lábio inferior e eu mordi o superior dela, tivemos mais um momento de prazer e terminamos.

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Nos vestimos e ela disse:

- Não sabia que era tão pegador garoto, não se preocupe, eu não vou te matar.

- Obrigada.

- Como se chama rapaz?

- Jason Lewis.

- Sally Jones.

Nos encontramos com os outros, vampiros eu acho, e a tal de Victória falou olhando para Sally: 

- Vejo que completou sua transformação, e nem precisou matar o garoto, como foi?

- Incrível madame.

- Impressionante, que olhos de híbridos Sally.

- Obrigada madame Victória.

- Vocês são vampiros. 

- Sim humano, este é meu clã, qual é seu nome  garoto? - Victória

- Jason Lewis senhora.

- Está preocupado Jason - Victória

- Não tenho para onde ir, eu só tinha meus irmãos, agora foram mortos.

- Bom Jason pode ficar aqui até eu decidir o que fazer com você. E NINGUÉM VAI BEBER DELE ME ENTENDERAM?! - Victória

- Sim madame Victória! - todos do clã

- Obrigada. Madame Victória, eu gostaria de perguntar, por que Sally é diferente de vocês?

- Ela é metade demônio senhor Lewis, quando ela chegou aqui no clã era somente uma humana como você, só que ela estava possuída por um demônio, não tinha como salva-lá porque ela aceitou o demônio que estava dentro dela, e havia caçadores perto dela, então a transformamos nessa híbrida de vampira e demônio- Victória 


Olhei para Sally e disse:

- Mesmo depois de tudo isso sinto algo por você, não sei explicar, vou admitir que ainda tenho medo, mas esse sentimento é mais forte, não quero ficar sozinho, não quero ficar longe de você.

Sally veio até mim com aqueles olhos demoníacos e me beijou, não sei como isso vai terminar.



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