História A Variável Perfeita - Capítulo 50


Escrita por: ~ e ~LilsVentura

Postado
Categorias The Maze Runner
Personagens Adam, Alby, Ava Paige, Caçarola (Frypan), Chuck, Clint, Gally, Jeff, Minho, Newt, Personagens Originais, Stephen, Teresa, Thomas, Winston, Zart
Tags Andrade, Ava, Berg, Câncer, Ciele, Clarinho, Clarissa, Clary, Correr Ou Morrer, Drama, Ellie, Fanfic, Galine, Homem-rato, Janson, Labirinto, Minho, Morte, Newt, Newtmas, Romance, Shipp Minho, Teresa, The Maze Runner, Thomas, Thomesa, Trenda
Exibições 48
Palavras 1.262
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


ELLIE AQUI

ENTON LEITORES

Como a Lils escreveu dois a mais do que devia, eu ainda tenho mais um capítulo e meio pra escrever, então vai dar tempo pra tragédias sim

GENTE A CLARY VAI EVOLUIR SIM

ELA TÁ MUITO MONGOLONA

Capítulo 50 - Exaltada


Em um instante Minho arrancou a arma de Thomas e atirou em um dos homens, fazendo todos nós pularmos.

— Como pôde fazer isso? — gritou a mulher ao lado dele no chão.

Minho pigarreou.

— Muito bem, enquanto ela está cuidando desse pobre pé, é melhor que alguém comece a falar. Digam o que está acontecendo, ou atiro em outro dedo. — Balançou a pistola com o dedo perigosamente perto do gatilho — Por que estão sequestrando pessoas para o Braço Direito?

— Já lhe dissemos: não sabemos de nada — respondeu a mulher. — Eles nos pagam, e fazemos o que mandam.

— E você? — perguntou Minho, apontando a arma para um dos guardas. — Quer dizer algo, salvar um ou dois dedos?

Ele ergueu as mãos.

— Juro pela vida da minha mãe que não sei de nada. Mas... — hesitou, fazendo Minho apontar a arma diretamente para ele.

— Mas o quê? Desembuche. Sei que estão escondendo alguma coisa.

— Não é nada.

— Precisamos mesmo continuar com esse jogo? — Minho apontou a pistola direto para o pé do homem. — Vou começar a contar.

Eu, sadicamente, estava gostando disso.

— Pare! — gritou o guarda. — Está bem, ouçam. Podemos levar alguns de vocês conosco para que perguntem pessoalmente. Não sei se vão permitir que falem com quem está no comando, mas quem sabe? Não vou deixar que atirem no meu pé sem uma boa razão.

— Muito bem — concordou Minho, recuando um passo e fazendo um gesto para que o sujeito se levantasse. — Está vendo? Não foi tão ruim assim! Vamos visitar esse seu chefe. Eu, você e meus amigos.

Foi a pior frase que Minho poderia ter dito em uma sala repleta de Imunes querendo respostas. Todos queriam ir, obviamente.

A guarda se levantou.

— Ei, escutem. Estão muito mais seguros aqui! Confiem em mim quando digo isso. Se todos quiserem nos acompanhar, garanto que metade não vai conseguir chegar. Se esses rapazes querem ver o chefe, deixem que arrisquem o próprio pescoço. Uma pistola e um Lança-Granadas não fazem a menor diferença por lá. Aqui, no entanto, temos uma porta trancada e nenhuma janela.

E Cranks que podem querer derrubar essa nossa única porta.

— Ouçam, lá fora é perigoso. Não levaria mais de duas pessoas comigo. Quanto mais gente nos acompanhar, maior a probabilidade de serem vistos. — continuou. — E, se fosse vocês, eu me apressaria. Pelo andar da carruagem, a inquietação por aqui só vai piorar. Logo não haverá mais como conter essas pessoas. E lá fora... — A mulher fez uma pausa — Há Cranks por toda parte. Estão matando qualquer coisa que se mova.

Minho apontou para o teto e disparou mais uma vez, então fez sinal para aguarda continuar.

— Lá fora está uma loucura. Tudo aconteceu muito depressa. Os Cranks estão escondidos, só à espreita. Esta manhã a polícia foi dominada, e os portões foram abertos. Alguns Cranks do Palácio entraram. Estão em toda parte agora. Juro que não vão querer ir lá fora. E juro que nós somos os mocinhos da história. Não sei o que o Braço Direito planejou, mas sei que parte do plano inclui nossa retirada de Denver.

— Então por que estão nos tratando como prisioneiros? — gritou alguém.

— Só estou fazendo o que fui contratada para fazer — voltou a atenção para Thomas. — Acho que é uma ideia estúpida saírem daqui, mas, como eu disse, se resolverem ir, não podem ser mais de três pessoas. Esses Cranks localizam em um segundo um grupo grande de carne fresca dando sopa por aí, e então será o fim do plano. Com ou sem armas. E o chefe pode não gostar de ver uma multidão querendo falar com ele. Ou mesmo os guardas, vendo uma van cheia de estranhos, podem começar a atirar.

— Vamos eu e Brenda — disse Thomas, e de repente, sem nem mesmo ter um motivo, eu deveria ir junto. Eu queria.

— Eu vou também — anunciei.

— De jeito nenhum — Minho contrariou — Eu e Thomas.

Não importava quem fosse, desde que estivesse incluída. Era como se eu tivesse perdido minha integridade com o passar do tempo, e eu apenas a queria de volta. Eu poderia ser útil, eu sempre pude.

— Eu, Clary e Brenda. Brenda e eu nos viramos muito bem sozinhos lá no Deserto. Podemos fazer o mesmo novamente, e Clary é esperta e rápida.

— De jeito nenhum, cara! Não devemos nos dividir. Nós cinco temos de ir juntos. É mais seguro assim, e Clary não pode ir...

— É claro que eu posso, Minho. — ele não diria nada sobre aquilo. Não seria capaz. — Nós precisamos de alguém aqui para cuidar das coisas.

Thomas concordou.

— Além disso, odeio lhe dizer, mas e se algo acontecer com a gente? Alguém tem de ficar para trás e garantir que os planos vão seguir em frente. Pegaram Caçarola, Minho. Só Deus sabe quem mais. Você disse uma vez que eu devia ser o Encarregado dos Corredores. Bem, deixe-me fazer isso hoje. Confie em mim. Como disse a moça, quantos menos gente, maior a chance de passarmos despercebidos.

Minho relutou, olhou para mim e para Thomas. Eu sabia que ele estava pensando em formas de não me deixar sair, sabia que aquela discussão não estava terminada, e naquele momento eu estava pronta para rebater todas as suas sugestões para me fazer ficar.

— Tudo bem — falou por fim. — Mas, se vocês morrerem, quero deixar claro que não vou ficar nem um pouco contente.

Thomas assentiu.

— Ótimo.

Lawrence, o guarda que se ofereceu para nos levar até o Braço Direito, destrancou a porta, e assim que ele, Brenda e Thomas passaram pelo corredor, Minho me segurou, e eu bufei, revirando os olhos.

— Minho, me solte.

— Espere, escute — me puxou para o corredor, para longe dos Imunes.

— O que é? — perguntei, apressada.

— Você não vai nesse passeiozinho — disse. É claro que eu vou. — Não pode sair assim, pela cidade cheia de Cranks canibais. Você está grávida e — soltei uma risada de escárnio, o interrompendo.

— Ah, faça-me o favor. Primeiro: não é você quem diz o que eu farei e segundo:  você sabe que isso não é um bom motivo para eu ficar aqui, mofando.

— E então agora, do nada, você resolve ser a Clarissa da Clareira? Você é forte, não é? Você pode tudo — sussurrou, nervoso. — Você fica achando desculpas para se machucar, o tempo todo. Como eu sei que você não vai fazer a mesma coisa que fez no Labirinto? Como eu sei que o CRUEL não está esperando por você lá, para você voltar para sua casinha?

Recuei, horrorizada com suas palavras, meus lábios se abrindo num “O”. Eu não queria ter escutado.

— Sempre esperei isso de você — continuou. — Não ficaria surpreso.

— Babaca — Minha mão ardeu com o impacto quando acertei seu rosto, e Minho recuou, assustado. — Se eu morrer, fique com sua sensação de liberdade.

Voltei a andar pelo corredor, quase correndo, quando ouvi Minho gritar.

— Não se exalte, meu amor, fará mal para o bebê.



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