História A venda +18 - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 15
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa noite! Alguém por aqui nesse feriadão?

Capítulo 5 - 05


Fanfic / Fanfiction A venda +18 - Capítulo 5 - 05

Três meses depois (...)

Nesses três meses que os filhos do Anthony estão aqui, ele mudou da água pro vinho comigo, mas continua tendo um caso com sua bela secretária. Bom, as crianças são ótimas, exceto a Hayley, é uma mimada rebelde, tira minha paciência. Mas não posso falar e fazer nada, não sou mãe de nenhum. Agora tenho livre acesso para ir e vir.

Hoje resolvi vir ao antigo hospital que eu trabalhava como recepcionista, preciso me certificar ser o Dr Mark trabalha ainda aqui. Fiquei alguns minutos dentro do meu carro observando o hospital, as pessoas que entravam e saiam. Tirei o cinto de segurança, peguei minha bolsa e sai do carro o travando com a chave. Atrassevei a pista correndo e logo ja estava na calçada do enorme hospital que passei dois anos da minha vida como recepcionista. Apressei os passos e entrei, tinha algumas pessoas esperando atendimento e logo avistei a recepção, minha querida amiga Abigail ainda estava aqui. Ela se assustou ao me ver e em seguida abriu um lindo sorriso no rosto e saiu de trás do balcão e veio em minha direção de braços abertos e eu fiz o mesmo, até que nos encontramos e demos um abraço forte. 

— Onde você estava? Que vontade de te matar e abraçar ao mesmo tempo Lauren! — dizia ela me soltando e pegou minha mão e saímos para o quarto do descanso, que sempre ficávamos. 

— Amiga, eu tive que me casar as pressas, é uma história muito complicada. Mas agora estou de volta, não para trabalhar, mas podemos sair para beber! — falei me sentando na "nossa" velha cama. 

— Depois quero saber dessa história. Mas hein, você está com cara de mulher rica. O que fez? — perguntou me olhando dos pés à cabeça. Não posso negar, agora só uso roupas, bolsas e sapatos de grife, Anthony faz questão disso. Hoje estou usando um vestido florido, salto nude e uma pequena bolsa. 

— Dei um golpe do baú! — respondi gargalhando e ela também riu alto. 

— Desde que você sumiu, o Dr bonitão anda cabisbaixo, tem falado com ele Lolo? — 

— Infelizmente não, hoje ele estar aqui? Preciso vê-lo, estou sentindo muita falta dele. — falei pensativa. Eu e Mark tínhamos um caso extraconjugal, ele é casado, mas veio passar uma temporada aqui e nos apaixonamos. Ele tem a idade do Anthony, mas é muito melhor que ele. 

— Pra sua sorte, ele está de plantão hoje. Quer que eu chame ele? — perguntou se levantando. 

— Claro! Por favor! E não diz que sou eu. Ok? — falei me levantando e dei um beijo em seu rosto e ela sorriu retribuindo. Voltei a me sentar e ela deixou a sala, Abigail é uma boa garota. Talvez eu que tenha levado ela para o mau caminho, ela também saia com um médico casado. 

— Lauren? Sério? — perguntou me interrompendo dos meus pensamentos e eu me levantei em um pulo. Mark continua do mesmo jeito, agora só um pouco mais barbudo, mas ainda é o meu Mark. Seus olhos azuis fitavam os meus confusos e eu sorri nervosa. 

— Sim, sou eu amor! Voltei pra você. Me perdoe por ter sumido. — falei me aproximando dele, ele se virou e trancou a porta. 

— Por que você se casou? Só soube porque seu irmão passou mal mês passado e veio aqui e perguntei sobre você... — disse sério me olhando. 

— Meu pai... Me vendeu, e eu não sei o motivo ainda. Mas fui obrigada a casar! Juro! — respondi sentindo um nó na garganta. 

— Sério? Que cara doente! Merece ser preso. Lauren, quero que você vá comigo para minha casa hoje. — disse pegando meu rosto gentilmente e colou seus lábios nos meus. Soltei minha bolsa no chão e segurei seus cabelos com força, nossas línguas tinham uma sincronia perfeita, suas mãos passearam pelo meu corpo. Nosso beijo era uma explosão de sentimentos, saudades, raiva, amor, mas era delicado e deliciosamente bom. 

— Eu não posso, meu amor. Infelizmente, eu não posso. — falei entre o beijo ofegante e ele parou de imediato nosso beijo. 

— Lauren Michelle, seja o que for que esteja acontecendo, eu não vou desistir de nós. Entendeu? Não ouse desaparecer novamente. Eu juro, não vou aguentar passar mais tanto tempo longe de você. — 

— E seu casamento? Ainda está com ela? Porque se estiver, não quero saber de nada disso que falou. — respondi me sentando na cama e ele fez o mesmo. 

— A Susan morreu. Acidente de carro, um caminhão pegou o carro dela há 2 meses. — dizia se sentando do meu lado.

— Sinto muito, desculpa. — falei encostando minha cabeça em seu ombro.

— Tudo bem. Não quero falar sobre isso agora, me sinto muito mal. — disse beijando minha cabeça. 

— Ok, Dr Mark. Sinto sua falta todos os dias, amor. — 

— Eu também, querida. — respondeu levantando e tirou seu jaleco, em seguida tirou a camisa da "farda" do hospital e a calça. Ficando apenas de cueca. Seu corpo estava ainda mais musculoso, a barriga tanquinho, pernas grossas e os braços idem.

— Quero transar, lembrar os velhos tempos. — falou me deitando na cama e abrindo minha pernas, o vestido foi proposital, vim preparada para fazer sexo. Ele selou nos lábios e eu me entreguei ao beijo, minha boceta ja estava ficando molhada, ele deitou sobre meu corpo e com a maior agilidade do mundo, baixou a alça do meu vestido enquanto me beijava, parei o beijo e o empurrei de cima de mim, ele me olhou confuso e eu sorri maliciosa mordendo o lábio inferior, me sentei na cama e puxei o vestido pra cima, fiquei apenas de lingerie e tirei os sapatos, em seguida tirei o sutiã e a calcinha, ele me olhava quase babando, tirou sua cueca e começou a se masturbar sem tirar os olhos de mim. Alisei meus próprios seios e gemi, depois enfiei dois dedos em minha boceta e continuei alisando meus seios com uma mão e me masturbando com a outra, fechei os olhos e senti a língua dele em meus seios, ele chupava um de cada vez e depois me fez parar os movimentos em minha própria boceta, me deitou com as pernas abertas e sem demoras me penetrou fundo. Quase gritei de tesão ao sentir seu pau todo dentro de mim, era grande e grosso, mas encaixava perfeitamente. Seus movimentos de vai e vem foram ficando cada vez mais rápidos e eu tremia de tesão, ele se apoiou em suas mãos na cama e fazia movimentos fundo enquanto eu arranhava suas costas e gemi. 

— Eu te amo, Dr Mark! Só você me faz ter orgasmos maravilhosos. Continue... — sussurrei quase gemendo sem fôlego. 


Notas Finais


E ai, continuo?


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