História A verdade - Capítulo 1


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Palavras 2.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Essa é minha primeira história, espero que gostem <3

Capítulo 1 - A verdade


Fancy 

   Em toda a minha vida eu escutei, vi e li historias sobre vampiros. Vampiros que brilham no sol, vampiros que não podem comer alho, vampiros que tem marcas pelo corpo, todas essas pessoas ocupavam-se tanto em criar um vampiro que esqueceram de se perguntar se há vampiros reais nesse mundo, como eles são e quem são eles. Meu nome é Francy Ahern e eu sou uma vampira.

    Na época da descoberta das bruxas em Salem também foi descoberto a existência de vampiros, para os humanos nossa erradicação foi fácil, então eles nos esqueceram, como se nunca tivéssemos existido, mas deveriam saber que tudo o que é fácil é uma mentira, nós não fomos erradicados, nós apenas mudamos de lugar, fomos viver o mais longe dali, e continuamos a nossa existência. Ao contrario do que todos pensam vampiros não são transformados com mordidas, nem com um humano morrendo com o nosso sangue no organismo, muito menos sendo convocados por uma deusa, nós apenas nascemos assim, pois é simplesmente isso. Nós somos naturais iguais a qualquer outro ser, mas somos os últimos na cadeia alimentar, todos acreditavam que os humanos eram os últimos, e quando Deus viu que eles estavam se superestimando Ele nos criou, para sermos seus predadores. Não somos bichos nem humanos, somos Vampiros, e como em toda história de vampiros tem caçadores, na vida real não é diferente, tem sim caçadores mas são poucos, são poucas as famílias que ainda seguem essa profissão, mas mesmo assim ainda tememos elas, cada membro é treinado com a maior precisão em matar um de nós, eu nunca vi um, e minha mãe sempre diz que tenho sorte por isso, todo vampiro já viu ou já trombou com algum e na pior das hipóteses foi morto por um. Eu sei que matar alguém para se alimentar é errado, mas não é isso que os humanos fazem com os animais? Então nós só estamos sobrevivendo, e sobrevivemos por muitos anos, não somos imortais como os humanos deduziram, nós apenas vivemos mais, muito mais, a vida média de um vampiro é de mais ou menos 200 anos, não passa muito disso, e é apenas o dobro da dos humanos, mas se for parar para pensar a vida de humano dura o dobro da vida de um cachorro, com a gente não é muito diferente.

    -Está na hora do jantar- um dos meus amigos comenta me tirando dos meus pensamentos.

    -Eu já estou indo, pode ir, na frente- anuncio, pois ainda não terminei de me arrumar. Aquela coisa de vampiro só usar preto é uma completa mentira, mas eu gosto da cor então eu passo a maior parte do meu tempo usando preto.

    Quando desço vejo que já estão todos á mesa, eu adoro ter essa visão, de todos da minha comunidade juntos em uma refeição, hoje em dia é difícil ter uma comunidade tão grande, é difícil muitos vampiros se darem bem, então as comunidades nunca tinham mais de 20 vampiros, e a minha tem quase 100, claro que as extensas mesas de madeira com velhas brancas deixam mais aconchegante, mas se não tivesse essas pessoas lá não passariam de mesas com velas em cima.

    -Que bom que decidiu se juntar a nós- minha mãe diz em tom de reprovação.

    -Sim, ela decidiu dar-nos a honra de sua presença- meu pai brinca, tentando acalmar minha mãe, que sempre foi a mais severa dos dois.

    Eu apenas sorri e me sentei junto a eles, depois de algum tempo comendo, eu decidi dar uma volta na floresta, ela era o meu lugar sagrado, sempre que eu me sentia triste ou incompreendida eu ia até lá, ela sempre foi uma boa ouvinte e sempre soube dizer as coisas certas.

    Enquanto eu estava a caminho do meu lugar preferido para pensar, ouvi passos vindos de trás de mim como se tivessem me seguindo, e logo fiquei em alerta, poderia ser um caçador ou um animal feroz, não que eu não conseguisse lidar com os dois, mas eu não estava preparada para encontrar a primeira alternativa, e quando me viro trombo com o agressor e tento me defender sem nem ver o rosto.

    -Calma Francy, sou eu- Escuto uma voz amiga, então paro pra ver quem é, e me sinto completamente envergonhada quando vejo que era só o Tommy Romero, um antigo amigo de família, ele sempre gostou de mim, e eu sei isso desde sempre, mas nunca dei muita bola pra ele, todos os nossos amigos comentam que a gente combina, dizem até que fazemos um casal bonito, acho que é só por causa da nossa extrema semelhança, ambos temos cabelos castanhos apesar do meu ser mais claro, e ambos temos os olhos verdes mas mais uma vez o meu é mais claro, o meu é um verde puxado para o azul, já o dele é um verde escuro, eu admito que ele é bonito, mas eu não sinto nada por ele, pra mim é como se ele fosse um irmão, mas mesmo assim todos insistem em dizer que formamos um belo casal, eu não gosto disso, todos falando desse jeito dá esperanças e ele á uma coisa que não posso dá-lo.

    -Desculpa por ter te atacado, pensei que você era um caçador- digo timidamente.

    -Tudo bem, nesses tempos loucos temos que ter muito cuidado, e não sair andando por ai sozinha, por isso eu vim aqui para te acompanhar- Acho que é por isso que não sinto nada por ele, ele sempre tenta dizer o que eu deveria fazer, teve uma época que ele até tentou mandar em mim, mas eu não deixei e ele logo desistiu desse ideia , acho que o fato de ele ser mais velho alguns anos implicou nesse comportamento.

 Nosso envelhecimento é curioso, a partir do momento em que nascemos nós crescemos igual a um humano, mas quando chegamos aos 30 anos, nosso envelhecimento fica mais demorado. Sempre me perguntei porque isso acontecia, mas nunca consegui uma resposta então parei de perguntar.

    -Tudo bem- dei o melhor sorriso que consegui sem fazer cara feia, e seguimos para dentro da floresta.

    Em toda a minha vida eu escutei, vi e li historias sobre vampiros. Vampiros que brilham no sol, vampiros que não podem comer alho, vampiros que tem marcas pelo corpo, todas essas pessoas ocupavam-se tanto em criar um vampiro que esqueceram de se perguntar se há vampiros reais nesse mundo, como eles são e quem são eles. Meu nome é Francy Ahern e eu sou uma vampira.

    Na época da descoberta das bruxas em Salem, também foi descoberto a existência de vampiros, para os humanos nossa erradicação foi fácil, então eles nos esqueceram, como se nunca tivéssemos existido, mas deveriam saber que tudo o que é fácil é uma mentira, nós não fomos erradicados, nós apenas mudamos de lugar, fomos viver o mais longe dali, e continuamos a nossa existência. Ao contrario do que todos pensam vampiros não são transformados com mordidas, nem com um humano morrendo com o nosso sangue no organismo, muito menos sendo convocados por uma deusa, nós apenas nascemos assim, pois é simplesmente isso. Nós somos naturais iguais a qualquer outro ser, mas somos os últimos na cadeia alimentar, todos acreditavam que os humanos eram os últimos, e quando Deus viu que eles estavam se superestimando Ele nos criou, para sermos seus predadores. Não somos bichos nem humanos, somos Vampiros, e como em toda história de vampiros tem caçadores, na vida real não é diferente, tem sim caçadores mas são poucos, são poucas as famílias que ainda seguem essa profissão, mas mesmo assim ainda tememos elas, cada membro é treinado com a maior precisão em matar um de nós, eu nunca vi um, e minha mãe sempre diz que tenho sorte por isso, todo vampiro já viu ou já trombou com algum e na pior das hipóteses foi morto por um. Eu sei que matar alguém para se alimentar é errado, mas não é isso que os humanos fazem com os animais? Então nós só estamos sobrevivendo, e sobrevivemos por muitos anos, não somos imortais como os humanos deduziram, nós apenas vivemos mais, muito mais, a vida média de um vampiro é de mais ou menos 200 anos, não passa muito disso, e é apenas o dobro da dos humanos, mas se for parar para pensar a vida de humano dura o dobro da vida de um cachorro, com a gente não é muito diferente.

    -Está na hora do jantar- um dos meus amigos comenta me tirando dos meus pensamentos.

    -Eu já estou indo, pode ir, na frente- anuncio, pois ainda não terminei de me arrumar. Aquela coisa de vampiro só usar preto é uma completa mentira, mas eu gosto da cor então eu passo a maior parte do meu tempo usando preto.

    Quando desço vejo que já estão todos á mesa, eu adoro ter essa visão, de todos da minha comunidade juntos em uma refeição, hoje em dia é difícil ter uma comunidade tão grande, é difícil muitos vampiros se darem bem, então as comunidades nunca tinham mais de 20 vampiros, e a minha tem quase 100, claro que as extensas mesas de madeira com velhas brancas deixam mais aconchegante, mas se não tivesse essas pessoas lá não passariam de mesas com velas em cima.

    -Que bom que decidiu se juntar a nós- minha mãe diz em tom de reprovação.

    -Sim, ela decidiu dar-nos a honra de sua presença- meu pai brinca, tentando acalmar minha mãe, que sempre foi a mais severa dos dois.

    Eu apenas sorri e me sentei junto a eles, depois de algum tempo comendo, eu decidi dar uma volta na floresta, ela era o meu lugar sagrado, sempre que eu me sentia triste ou incompreendida eu ia até lá, ela sempre foi uma boa ouvinte e sempre soube dizer as coisas certas.

    Enquanto eu estava a caminho do meu lugar preferido para pensar, ouvi passos vindos de trás de mim como se tivessem me seguindo, e logo fiquei em alerta, poderia ser um caçador ou um animal feroz, não que eu não conseguisse lidar com os dois, mas eu não estava preparada para encontrar a primeira alternativa, e quando me viro trombo com o agressor e tento me defender sem nem ver o rosto.

    -Calma Francy, sou eu- Escuto uma voz amiga, então paro pra ver quem é, e me sinto completamente envergonhada quando vejo que era só o Tommy Romero, um antigo amigo de família, ele sempre gostou de mim, e eu sei isso desde sempre, mas nunca dei muita bola pra ele, todos os nossos amigos comentam que a gente combina, dizem até que fazemos um casal bonito, acho que é só por causa da nossa extrema semelhança, ambos temos cabelos castanhos apesar do meu ser mais claro, e ambos temos os olhos verdes mas mais uma vez o meu é mais claro, o meu é um verde puxado para o azul, já o dele é um verde escuro, eu admito que ele é bonito, mas eu não sinto nada por ele, pra mim é como se ele fosse um irmão, mas mesmo assim todos insistem em dizer que formamos um belo casal, eu não gosto disso, todos falando desse jeito dá esperanças e ele á uma coisa que não posso dá-lo.

    -Desculpa por ter te atacado, pensei que você era um caçador- digo timidamente.

    -Tudo bem, nesses tempos loucos temos que ter muito cuidado, e não sair andando por ai sozinha, por isso eu vim aqui para te acompanhar- Acho que é por isso que não sinto nada por ele, ele sempre tenta dizer o que eu deveria fazer, teve uma época que ele até tentou mandar em mim, mas eu não deixei e ele logo desistiu desse ideia , acho que o fato de ele ser mais velho alguns anos implicou nesse comportamento.

 Nosso envelhecimento é curioso, a partir do momento em que nascemos nós crescemos igual a um humano, mas quando chegamos aos 30 anos, nosso envelhecimento fica mais demorado. Sempre me perguntei porque isso acontecia, mas nunca consegui uma resposta então parei de perguntar.

    -Tudo bem- dei o melhor sorriso que consegui sem fazer cara feia, e seguimos para dentro da floresta.


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3 bjs e até o próximo capitulo.


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