História A vida através de uma câmera - Capítulo 24


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aliceallen, Amizades, Ilovecamera, Lollyramos
Exibições 4
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Ooi gente...
Tudo bem?
P.S.: A imagem do capítulo é o vestido que ela cita dos 15 anos dela


Bom, boa leitura.

Capítulo 24 - Capítulo Vinte e Um


Fanfic / Fanfiction A vida através de uma câmera - Capítulo 24 - Capítulo Vinte e Um

  No capítulo anterior...

“- KAT! CHEGUEI... – grito.

- Alice... Tem uma pessoa querendo te ver lá no escritório da sua mãe. – diz Kat que parece estar aflita.

- Quem, Kat?

- É melhor ir lá...

- Okay. Só vou largar minhas coisas no quarto.

Subo as escadas e guardo as coisas todas nos seus devidos lugares, exceto as roupas que vou arrumar depois. Desço em direção ao escritório de minha mãe e fico pasma.

- PAI? – grito.

- Oi filha...”

 

****************

 

- O que esse cara está fazendo aqui? – pergunto olhando Kat atrás de mim.

- Esse cara tem nome, e é seu pai, então, tenha mais respeito! – diz ele e eu reviro os olhos.

- Eu não sabia que tinha um pai. – digo e ele me olha de uma maneira, que parece que vai me matar. – Fala logo o que você quer aqui Leonel!

- Bom, deixarei os dois sozinhos... – Kat sai dali e fecha a porta, me deixando sozinha com meu “pai”.

- Sabe que prefiro que me chame de pai, filha.

- Sabe que prefiro que me chame de Alice, Leonel! – ele nega com a cabeça.

- É por esse motivo que você vai ir morar comigo, na Espanha, durante um mês.

- O QUÊ? – grito, indignada.

- É isso mesmo que a mocinha ouviu. E também tenho outra novidade. – eu fico olhando-o com meu sangue fervendo. – Você acaba de ganhar um irmãozinho. – eu fico ali, parada, boquiaberta.

- COMO ASSIM eu “acabo de ganhar um irmãozinho”?

- Ele vai fazer um ano nesse mês. Mais precisamente, daqui a cinco dias. – começa. – Eu quero que todos os anos você vá visitá-lo no aniversário dele. E também quero que brinque com ele, ajude a cuidar dele enquanto estiver lá e não o trate mal.

- Você não pode me obrigar a ir. Minha mãe tem a guarda. – digo superior.

- Já ouviu falar em guarda compartilhada? – ele me pergunta e eu não acredito no que ele está prestes a falar. – Pois é. Eu entrei na justiça para poder ter a guarda compartilhada, e veja só, mesmo sua mãe lutando pra que eu não ganhasse, eu ganhei. Não é maravilhoso? Agora você passa as férias de verão ou inverno comigo, todos os anos, e posso te buscar quando eu quiser desde que não atrapalhe seus estudos.

- Pois vai atrapalhar meus estudos. Semana de prova. – falo.

- Já falei com o seu diretor, pessoalmente, e ele me disse que não tem problema algum, desde que depois que voltar você passe em tudo.

- Que droga Leonel! Eu não vou sair daqui. Não entendeu ainda?

- Querendo ou não, você vai. Sua mãe teve que concordar, pois ela poderia perder sua guarda.

- SAI DA MINHA CASA, AGORA! – grito e abro a porta. – A Kat vai lhe mostrar a saída. – já mais calma por fora, mas por dentro querendo matar o Leonel.

- Te busco na terça, às sete horas da manhã. Não se atrase. – e isso foi a última coisa que ele falou antes de sair.

Eu subo correndo para o meu quarto e me tranco lá dentro. Ouço Kat bater na porta e pedir pra entrar, mas só quero ficar sozinha e chorar, afinal ele quer arruinar minha vida, e está conseguindo. Eu coloco o meu Ipod Touch 6 no rádio, com um volume muito alto, para ninguém perceber que estou chorando.  Chorando de raiva, o que é pior, porque se fosse por eu estar triste de sair daqui, poderia ao menos dize que é pelos meus amigos, mas nem isso poderei dizer. Eu ODEIO aquele homem. Ele sempre faz de tudo pra estragar minha vida. No meu aniversário de 15 anos, ano passado, ele implicou com meu vestido. Primeiro por ser preto, depois por ser, na parte de cima, prata e depois, quanto tirei a parte comprida do vestido, deixando-o mais curta e melhor pra dançar, ele disse que era curto demais. Vê se pode?

 

P.O.V. Luke

Meu celular começa a tocar assim que eu saio do banho, e quando o pego, vejo que quem está me ligando é Kat, então atendo logo, pois ela só me liga quando tem algo acontecendo com a Al.

~Ligação On~

- Kat, o que houve? – pergunto já aflito.

- A Alice. – eu ouço uma música muito alta, e já imagino o que possa estar acontecendo.  – Ela se trancou no quarto e não quer sair de jeito nenhum, nem me deixar entrar. Agora ela aumentou a música no rádio e está lá, trancada.

- Okay, em 30 minutos estou aí, só vou levar minha mãe numa festa.

- Okay. Muito obrigada querido. – diz ela e desliga.

~Ligação Off~

Começo a me arrumo o mais rápido possível para poder ir logo ver Al. Teria uma festa de uma amiga da minha mãe e eu era pra ir, porém não estava nem um pouco a fim de ir, agora tenho motivo. Al é mais importante do que tudo pra mim. Ela sempre foi uma irmã pra mim, e eu já imaginava o que houve. Ela sempre fica assim quando tem algo a ver com o pai dela. Ela fica acabada quando vê ele ou fala com ele, não importa se por mensagem ou pessoalmente. Ele é um tirano. Sempre tentando arruinar a vida da Al. Até no momento mais especial da vida dela (os 15 anos) ele estragou o momento.

- Mãe, está pronta? – pergunto na porta do quarto dela

- Estou quase filho, pode entrar. – e assim faço. – Eu só vou terminar de passar o batom, e podemos ir, okay?

- Mãe... Termina de passar no carro. Tenho que ir à casa da Al, tipo, agora. – insisto.

- Ai. Tá bom, mas o que houve de tão urgente? E você não vai ao aniversário da mãe da Melanie? Ela disse ser sua colega em algumas aulas... – diz minha mãe.

- Agora mesmo é que não vou. Essa garota se acha mãe. Vamos logo mãe! – digo.

Nós descemos até a garagem e entramos no carro. Minha mãe começa a terminar de se arrumar e eu fico em silêncio, não quero que ela fique me fazendo perguntas sobre a Al ou até mesmo sobre a insuportável da Melanie.

 

[...]

Chego à casa da Al e bato na porta.

- Ainda bem que veio. – diz Kat. – Ela está lá em cima.

- Obrigado por me chamar. – digo. – Só me explica: o que houve pra ela ficar assim?

- O pai dela veio aqui. Não sei o que ele queria, da sala, eu ouvia ela gritando lá no escritório, mas não entendia muito bem.

 

- Eu sabia... – sussurro pra mim. – OBRIGADA KAT! – digo subindo as escadas rapidamente.


Notas Finais


Era isso fantasminhas...
Beijões da ~lollyramos


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