História A vida de um vaqueiro - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Bandido, Luiz Gonzaga, Vaqueiro
Exibições 5
Palavras 797
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Crônica de um vaqueiro

Capítulo 1 - "Começo Clichê"


Fanfic / Fanfiction A vida de um vaqueiro - Capítulo 1 - "Começo Clichê"

Um belo dia estava eu e meus amigos trabalhando no engenho de cana de açúcar estávamos capinando a frente do engenho, estávamos cantando, e até mesmo dançando, estávamos felizes porque era tempo de colher a cana, mas não pense você leitor que plantávamos só cana, no nosso engenho plantávamos de tudo um pouco, mas o nosso forte mesmo era a cana, Oh caninha santa, na nossa cidadezinha éramos conhecidos como os leões do Norte, mais isso é uma outra estória que não contarei nessas linhas pois não quero me demorar com a crônica.

Estávamos capinando quando de repente escutamos alguém gritando – O bandido esta solto! (esqueci-me de mencionar duas coisas caro leitor, criávamos gado, boi, cavalo, búfalo, vaca e um touro), o bandido como o leitor deve imaginar, era o touro mais brabo do Brasil, ninguém jamais conseguiu subir nele, muitos vieram de longe para montar nele, mas ninguém sai com vida após uma montada.

E agora o que vamos fazer perguntou Petrucio meu irmão que tem uma historia muito triste, mas isso não é assunto para estas linhas quem sabe em outras meu caro leitor.

Petrucio pegou o laço subiu no cavalo e foi atrás do bandido eu o mesmo, chamei meus outros amigos, mas o Petrucio já tinha desaparecido das minhas vistas, então fomos adentrando na floresta seca do sertão todos equipados com sua perneira, gibão, chapéu, peitoral, luvas e botas, depois de ter cavalgado mais ou menos uns quarenta passos a cavalo encontramos Petrucio rodeando o bandido, eu parei o cavalo, dei ordem para os meus amigos pararem também, e mandei-os observarem, o bandido estava parado, o Petrucio laçou o bandido e ele continuou parado.

Petrucio olhando para mim disse – está vendo Edgar nem foi tão difícil assim nem sei por que todos tem medo desse touro parece até que nem touro é.

Edgar – Bom Petrucio agora o traz aqui para mim.

Caro leitor quando eu, Edgar, falei isso o boi abaixou a cabeça, cravou os pés no chão e a arrastou aquela patinha magnífica para trás e disparou em nossa direção, o bandido deu uma arrancada tão grande, mais tão grande que o Petrucio voou de cima do cavalo e deu de barriga no chão, o bandido passou pela gente que nem um tufão, os cavalos ficaram agitados e derrubou todos no chão, os cavalos assustados partiram em direção ao engenho, o bandido deu meio volta e veio de novo, mas dessa vez foi só em minha direção, consegui esquivar, mas o bandido acertou o Petrucio e o jogou a quinze braços de altura, quando o Petrucio caiu no chão já estava desacordado, o bandido foi de novo para cima dele, eu o vi sendo massacrado e caro leitor não é algo muito bonito, não consigo entender como nossos velhos descendentes gregos gostavam do coliseu.

Quando o bandido terminou com o Petrucio foi em direção aos meus outros três amigos, e o bandido os destroçou também, fiquei paralisado com aquilo, vendo como ele destroçava meus amigos de forma anormal, de forma bruta, então o bandido ficou de frente para mim, pensei leitor que iria morrer naquela hora quando o bandido veio para cima de mim ouvi um tiro o bandido parou deu meia volta e desapareceu, eu desmaiei com o medo do bandido, quando acordei, estava no hospital do engenho, perguntei logo por meus amigos, a enfermeira disse que nenhum deles tinha sobrevivido. Perguntei como tinha ido parar ali, a enfermeira me responde dizendo – Eu tirei vocês de lá... Isso leitor e mais uma estória que contarei em um próximo capitulo talvez.

No dia seguinte à noite fui em direção à floresta, mas dessa vez fui mais preparado, fui com laço e com um cavalo treinado, chegando lá escuto a respiração do bandido, não precisei nem encontra o bandido, ele veio até mim, desci do cavalo e fiquei de frente para ele, puxei um pano vermelho do bolso sacudi, e disse - Viene Bestia, o bandido veio como um tufão, só fui um pouquinho pro lado e o bandido passou direto como se tivesse graxa no chão, dei meia volta, olhei para ele, o bandido viro olhou para mim, respirou e veio de novo, dessa vez quando ele passou, dei um puxão no rabo dele, e o bandido caiu no chão, mas imediatamente ele levantou o bandido já estava mais brabo do que de costume, subi no meu cavalo e o atrai até a fazenda, quando estávamos chegando o bandido conseguiu dar uma cabeçada na pata traseira do meu cavalo, eu fui direto para o chão, o bandido parou olhou para mim e veio em minha direção todo inchado...

O final dessa crônica contarei depois, pois agora estou atrasado caro leitor para dizer que consegui pegar o bandido pelo chifre e montar nele.


Notas Finais


Muito obrigado por ler caro leitores !! :)


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