História A vida de uma creepypasta- Interativa - Capítulo 11


Escrita por: ~

Exibições 36
Palavras 801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiiiieee!
Sorry, gente...
Eu sei que demorei, e mesmo que o cap esteja curto, deu trabalho. Então não me culpe, culpe a minha criatividade...
Sinto em dizer que esse é o fim...
(leiam as notas finais...)

Capítulo 11 - O fim...


Fanfic / Fanfiction A vida de uma creepypasta- Interativa - Capítulo 11 - O fim...

No mesmo momento, mansão Leviatã:

No exato instante em que o peito dela foi perfurado, um sentimento cresceu em mim, junto com uma dor de cabeça agonizante. Raiva. Era só o que eu sentia.

Por mais que eu tentasse ficar na mansão, a minha natureza de Morte reinava. Seria obrigada a ir até o corpo. Eu sabia que era uma armadilha. Mesmo que eu não caísse nela de primeira, o “Juízo Final” se encarregaria disso. Por este motivo, resolvi ir atrás das duas.

Avisei o Erik para não se preocupar que eu voltava logo e, que caso eu não voltasse, ele ficaria ciente de que eu o amava. Assim, com uma lagrima no rosto, minha capa vermelha, a foice mais linda do mundo e um abraço apertado do Erik (mesmo eu preferindo um beijo), fui em direção as duas.

Eu sabia que esse seria o meu FIM. Como Flowey diz: “Nesse mundo é matar ou morrer”, e eu sabia que morreria. Mas eu as levaria também. Então foi assim que eu segui em direção ao local que elas estavam.

Ao chegar lá, um frio na espinha me atingiu junto com uma faca que eu desviei facilmente.

—Essa luta é minha Clock. Não sua. – Diana saiu de trás de uma árvore segurando sua lança.

— Sim, mestra. – respondeu Clockwork com uma fala forçada.

Assim, Clock saiu do local me deixando a sós com Diana.

Diana estava muito diferente. Eu nunca vi em todos os meus 2078 anos de vida alguém com um sorriso tão macabro em toda a minha vida.

— Você ainda lembra? – Ela me perguntou agora séria.

— Lembrar do que? – Respondi.

— Da ultima vez que conversamos, antes de você me esquecer e esquecer toda a sua pureza para ficar ao lado daquele lobo estúpido. – ela começou a andar em minha direção e continuou. – Lembra das minhas ultimas palavras?

— “Se você for embora eu juro que te mato e mato o seu namorado” – respondi.

— Exato. Mas eu ainda não cumpri a minha missão. – ela continuava vindo cada vez mais próximo a mim. – Falta matar VOCÊ.

Ela jogou sua lança sobre mim enquanto eu tentava enxergar com a chuva que começou a cair de repente.

— Você não sabe o quanto eu chorei. Você havia me traído. Era para nós ficarmos juntas, como melhores amigas. – A chuva ficava cada vez mais densa.

— Eu... Desculp... – Senti minhas costas perfuradas por uma faca. – Me... Descul... P... E...

— Agora é tarde, vc poderia ter feito isso há 128 anos, antes de jurar.

Ela segurou meu braço me fazendo me sentir tão fraca. Como se minha magia estivesse sendo sugada.

Logo depois, eu senti fortes dores e então tudo cessou.

Algum tempo depois...

—Cara senhorita Annabelle, a senhorita está sendo julgada por assassinato, ocultismo, conspiração contra forças divinas e criação de outro plano vivencial. – Um homem barbudo falou.

— Em minha defesa, a senhorita Diana é a culpada de tudo isto... – Respondi.

— Sabemos, e tomamos as medidas necessárias contra ela. – O homem barbudo falou – Mas como é padrão, você não poderá descansar agora, você será obrigada a reencarnar.

O quê??? Não pode ser... Vou ter que reviver uma vida novamente... Odeio isso...

— Mas e os três pedidos? – perguntei.

Ele me olhou confuso por um tempo.

— Os três pedidos que eu posso fazer antes de reencarnar... – expliquei.

— Ah, sim! – ele começou a folhar um livro gigante que estava na sua frente – Então, vamos as regras antes. Você não pode pedir nada que... – Eu o interrompi.

—Eu já sei todas as regras... Só quero fazer os pedidos logo! – disse a ele.

— Ok... Então quais são eles? – O homem me perguntou.

— Eu quero destruir o Limbo, por para descansar todas as almas boas que eu mandei injustamente para o inferno e, por ultimo... Eu quero ter mais dois meses de vida para poder terminar a minha fanfic. – Ele me olhou confuso em relação a ultima palavra – Eu explico, fanfic é um termo utilizado para ficções criadas por fãs para fãs. Eu acho. – respirei um pouco e continuei – Acontece que existem muitos fãs das creepypastas, o que às vezes me faz pensar se eles não são satanistas – o assustei.

— E você irá escrever para pessoas satanistas?! – ele começou a ficar pasmo.

— Não! Eu acho que eles são, o que eles não são, eu acho. – ele me olhou mais confuso – Tio Pedro só atende a porra dos meus pedidos!!!

Logo, tudo ficou branco e acordei no meu quarto, na minha casa.

Pronto, era isso, eu tenho dois meses para escrever todos os capítulos finais. Se é que esse não era o ultimo. É. Esse era o ultimo, agora eu nada narraria sobre o que acontecesse nesses dois meses, e sim, uma narrativa ao meu passado. Meu destino é certo, mas eu ainda preciso te contar muitas coisas que ficaram no ar meu caro leitor.

Fim?!


Notas Finais


Caro leitor, se você acreditou que a fic terminou você está muito errado!!! E eu te trollei você! kkkkkk! Calma, temos ainda alguns caps bônus que contaram essa "coisas que ficaram no ar" e a segunda temporada!!! Então, keep calm and read my fanfiction!!
Bjuss


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