História A vida de uma creepypasta- Interativa - Capítulo 12


Escrita por: ~

Exibições 30
Palavras 908
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Survival, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Cheguei de novo postando outro cap!! Começamos o cap bônus!!!
Sorry se esse cap ficar uma merda, mas eu fiz em pouco tempo

Capítulo 12 - Capitulo Bônus - O "garoto" dos cabelos negros


Fanfic / Fanfiction A vida de uma creepypasta- Interativa - Capítulo 12 - Capitulo Bônus - O "garoto" dos cabelos negros

Então eu acho que é esse o momento perfeito para falar sobre o meu passado, já que eu não terei mais ele em breve.

Minha infância foi um tanto traumatizante, para não dizer nada pior. O fato era que eu não sabia controlar meus poderes e tudo que eu tocava se pó ou sua alma saia de seu corpo, por este motivo eu não tinha amigos, exceto por uma anjinha fofa (pelo menos na época) chamada Diana.

Exato. Diana já foi a minha melhor amiga, mesmo eu não podendo tocá-la. Por este motivo não brincávamos de pega-pega nem de qualquer coisa que tivesse o contato físico de nós duas.

Quando eu fiz 1500 anos, eu finalmente controlava os meus poderes com maestria, por isso eu acabei virando a Morte titular. O trabalho era fácil, eu pegava a alma de alguém que morreu e lia sua ficha, julgando assim se ela iria para o céu ou inferno. Obviamente eu não era a única Morte, já que eu não daria conta de uma pessoa morrendo por segundo. Acabou sendo um pouco chato, já que vivia no trabalho o dia inteiro e não podia falar com humanos. A única coisa que me restava era ficar brincando de detetive procurando o assassino de cada pessoa.

Mas foi em 1888 que tudo mudou. Lá estava eu brincando de detetive investigando o assassinato de Mary Ann Nichols, uma mulher inglesa que teve um assassinato brutal. Foi aí que o conheci. Olhos vermelhos, pele branca, cabelos negros e rebeldes, boca pequena e macia (acabei descobrindo essa parte depois) com um sorriso cínico nos lábios. Logo as pessoas o chamariam de Jack the Ripper, mas eu o chamava de Jack.

Ele me encarou por alguns segundos enquanto comia algo que parecia uma parte de um abdômen. Eu gelei. Ele não era humano, não podia ser. Como ele me viu?

— Q-Quem é você? – perguntei.

— Sou o assassino, detetive. – ele respondeu com um sorriso macabro e cheio de sangue – Eu acho que a pergunta correta é: O que eu sou?

Como eu estava com medo de algo tão idiota? E mais, como ele sabia da minha brincadeira? Eu precisava conhecer esse ser que me dava medo e curiosidade.

— Meu nome é Annabelle, qual é o seu? – perguntei tentando aliviar minha tensão.

— Jack. – ele respondeu.

— E o que você é?

— Eu sou um hibrido. – Eu fiquei meio que sem entender naquele momento, mas logo a ficha caiu – Um lobo com humano.

Ver um híbrido não era muito comum na época, pois eles eram odiados pela sociedade. Isso me fez deduzir que ele me via por ser um ser das sombras.

— Eu deveria te odiar por ser o oposto de mim? – perguntei e ele riu pelo nariz.

— Se você fosse o oposto de mim, sim – ele respondeu se aproximando de mim – Cada um tem um pouco de escuridão dentro de si.

— Eu sou um ser da luz, obvio que eu sou o seu oposto  – depois de falar isso ele começou a gargalhar.

— O que te faz pensar que você é um ser da luz? – ele me perguntou em meio aos risos. – Nunca vi um ser da luz tendo que olhar para cadáveres e pegar almas.

Eu fiquei sem resposta. Ele estava certo. Então eu olhei para o relógio e vi que já eram quase três horas da manhã.

— E-Eu preciso ir. – respondi.

— Te vejo em breve, garotinha – ele riu e eu dei uma leve corada sem motivo.

À madrugada era fria e cansativa e eu estava morta (péssimo trocadilho) de cansaço. Cheguei a minha casa e me acomodei sobre minha cama. Eu não conseguia parar de pensar nele, seus olhos, seus lábios, sua voz e suas palavras. “Ele realmente estava certo?”, me perguntei.

Sem conseguir dormir, fui em direção a minha estante e de lá peguei uma garrafa Bourbon e um copo. Era uma mania horrível beber, eu sei, mas sentir aquele líquido queimando e esquentando sua garganta era maravilhoso. Quantos mais eu bebia, mais eu me perguntava se ele não estava certo.

Depois de tanto beber e olhar para o teto acabei adormecendo. Ao acordar senti minha cabeça latejar de dor e meu estomago roncar de fome. Provavelmente pelo fato de não ter comido nada há um tempo. Aquela pergunta ainda me atormentava o que fazia meu cérebro doer mais ainda. Sozinha e sem companhia resolvi a ligar para Diana.

Ela ficou horas falando das suas responsabilidades e de como ela adorava o seu cargo. Eu somente concordava com ela e fingia que prestava atenção. Foi uma péssima ideia convidá-la. Fui até a cozinha e fiz um sanduíche já que estava com fome.

Depois disso eu disse que iria me atrasar para o trabalho e ela acabou indo embora. Fui então, para algum lugar tranquilo e sem muito tumulto. Fiquei sentada embaixo de uma arvore enquanto o horário passava.

Eu recentemente havia trocado o meu turno da manhã para noite e ter que esperar todo esse tempo era realmente entediante. Quando o horário finalmente chegou, eu fui logo procurando pela Europa, já que eu o vi na Inglaterra.

Quando eu cheguei lá encontrei alguns assassinatos um tanto brutais. Eu comecei a procurá-lo e sem muito sucesso eu decidi fazer o meu trabalho rapidamente.

— Estava me procurando – ele deu um sorrisinho cínico e continuou – eu disse que nos veríamos novamente.

— Por que eu perderia o meu tempo te procurando? – o provoquei.

— Porque você vai se apaixonar por mim – ele riu.


Notas Finais


Ihhh
Odeio capítulos sem muita ação, mas foi o que eu achei na minha mente...
Bjsss.
Vou deixar o link da aparência dele: https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/564x/3d/7d/ee/3d7deee27db9ec58594359ebb399544d.jpg


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