História A vida dos estilos musicais - Capítulo 16


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Palavras 1.782
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


NAUM ME BATAM

EU SEI Q DEMOREI

MAS ERA PQ QUERIA POSTAR SÓ NAS FÉRIAS, mas mudei de ideia pq senti falta e

Enfim

Boa leitura

Capítulo 16 - Procurando o Nem- White


[On Pov. Black Metal]

Tô mofando na cama há um bom tempo e NÃO ESPEREM QUE EU VÁ RECORDAR DAQUELE CAPÍTULO! Que droga, juro por Satã que nunca mais vou beber. Aqui em casa tá um tédio. Não aguento ir pra casa do Metal, provavelmente ele iria me comer vivo com o olhar. Minha vida tá um lixo, pode me levar agora, Satã.

- Cadê você, White... - disse baixinho pra mim mesmo. A porta da minha casa ainda tá ausente, mas não tem problema, porque minha casa é a última do corredor, ou seja, ninguém passa por aqui - quero morrer... - falei baixo - OUVIRAM?! EU QUERO MORRER! - começo a rir sem ver nem pra quê. Só acho que deveria procurar um pscicólogo.

- Vou entrar - escuto uma voz vindo de trás de mim. Viro pra ver quem era - oi filho estuprador. - que velho antipático.

- Tua mãe que é. - viro de costas pra ele de novo.

- Isso lá é jeito de se falar com o pai? - escuto ele entrando.

- Sai daqui, velho. Veio só pra me encher o saco ou quer me bater?

- Não, na verdade vim aqui lhe obrigar a casar com minha filha por tê-la deixada grávida. - disse brincando, mas tocou na ferida.

- Vai ver se eu tô na esquina - cubro os ouvidos com o travesseiro.

- Só vim aqui pra lhe avisar que vão dar uma festa aí - acende um cigarro - tão convidando todo mundo.

- Não ligo.

- Você não ouviu o que eu disse? É todo mundo - foi aí que eu me toquei: se vai todo mundo, então quer dizer que...

- O White! - pensei alto. Por impulso acabei dando um pequeno pulo. Fazer o quê? Isso é empolgante... um pouco.

- E gatinhas de todos os lugares. - ah, claro. Isso explica todos os filhos dele - Vai ser hoje, de noite, às 22:00 - esse velho sabe de tudo.

- Aonde?

- Na casa do K-pop

- Ugh... K-pop - falamos ao mesmo tempo. Honestamente, ninguém da nossa "família" é muito ligado com alguém fora da mesma, conhecemos todo mundo, só não somos amigos deles. Um exemplo é o K-pop. Ninguém, da "família", gosta da dos Pop. É uma gente tão metida, principalmente aquele K-pop.

- Acho que não preciso perguntar se você vai. - diz isso saindo de casa. Com certeza eu vou, muito provavelmente o White vai estar lá, quero saber o quê que houve com ele. Se eu tô preocupado? Não, só é por curiosidade... eu acho. São umas 18:00, vou dormir até lá.

*quebra de tempo*

- ESPERA, EU- acordo sentado. Meu Satã, era um sonho. Que horas são? Não faço ideia. Olho pela janela do quarto, já tava de noite - Acho melhor eu ir logo - desço as escadas e logo estou no portão. Agora é só ir na casa do... espera... - AONDE FICA A CASA DELE?? - falei um pouco alto, um velho de cadeira de rodas que passava na rua se assustou... não é aquele do hospital? ...enfim. Acho que o Metal deve saber aonde fica, vou na casa dele perguntar. Vai ver até ganho carona.
Abro a porta da casa dele, esta que até hoje tem o buraco que fiz. Entrar nessa casa me trás recordações... ruins. - Velho? - pergunto por ele. Sem resposta. Acho que ele já foi. Bem, já que tô aqui, o que custa procurar um relógio pra ver a hora? Fui até a cozinha e olhei o relógio de ponteiro: 23:45. Atrasado pra uma festa que nem sei aonde é, melhor impossível.

- EU DISSE QUE ERA PRA ENTRAR ALI! - escutei uma voz de criança vindo do lado de fora. Acho que perdi a audição - AGORA O K-POP JÁ DEVE TER CORTADO O BOLO! - espera, o quê?!

- VOCÊ DISSE K-POP?! - saio de casa como um raio. Era uma criança junto com um adulto. Calma, Black. Não se precipite, eles podem não estar indo pra mesma fes

- Sim, estamos indo pra uma festa dele. - o adulto disse. Meu Satã, que coincidência!

- Ah! Eu também tô indo pra lá, a gente poderia... - o adulto tá me encarando muito intensamente - ir... junto - engoli o seco. Admito que esse cara tá me assustando.

- Por que a gente iria com um estranho como você?! - faltou me bater.

- Calma Cantin( N/A: se lê "cântin",não "cantin" de "cantinho",ta,gente ) - não ria,Black - ele só deve estar perdido como a gente! - a criança repreendeu o maior, sacudindo a mão dele de leve.

- Tem razão! - impressão minha ou a voz do adulto ficou mais fina? - Pode vir com a gente! Qual seu nome? - que cara bipolar.

- Black Met- a criança me interrompe:

- O SENHOR É METAL?! - os olhos dele tão brilhando. Não era essa a reação que eu esperava.

- ...sim, eu so- me interrompe de novo:

- WHOAA!! EU SEMPRE QUIS CONHECER UM METAL! Embora o Cantin não aprove muito - ele olha pro adulto.

- A maioria das pessoas são as-

- PODE ME CHAMAR DE CHILD! - QUE PIRRALHO CHATO, FICA SÓ INTERROMPENDO AS PESSOAS!

- Na verdade o nome dele é Música Infantil, mas ele prefere ser chamado assim. - o adulto complementou - Meu nome é Cant. "Cant" de Cantiga - Cantina? - Enfim, você sabe aonde fica a festa?

- Não! Achei que vocês soubessem - eu tô nervoso, acabei levantando o tom de voz... acho que assustei eles

- Não lembro o endereço... EU DISSE QUE ERA PRA VOCÊ TER MEMORIZADO! - o maior falou com a criança.

- VOCÊ SABE QUE EU NÃO LEMBRO, CANTIN! - inflou as bochechas. Que tipo de adulto pede pra uma criança memorizar coisas que ele mesmo devia lembrar?!

- EU TAMBÉM NÃO! - o adulto tava pra chorar. Sério, o que eu vejo são duas crianças.

- Er... vocês têm celular? - interrompi.

- Sim,temos! - o adulto fala, passando as mãos nos bolsos logo depois - ahn... Child... - diz a última palavra com uma voz chorosa.

- Eu tô com ele, Cantin. Calma. - QUEM É O ADULTO AQUI??! - Aqui, senhor Metal - ele estende o braço com o celular. Quanto esforço só pra me alcançar.

- Vou ligar pra alguém que saiba do endereço... - tá, mas pra quem wu ligo? Ah... - Metal?

- QUEM É METAL? - voz altamente bêbada, mereço.

- Você - escuto tossidas escandolosas vindo dele.

- ME CHAME DE PAPAI, OU SOGRO... NÉ - que velho chato, Satã.

- VELHO, DEIXA DE DEMÊNCIA E SÓ ME DIZ AONDE FICA A PORCARIA DA FESTA! - o tal Cant me olhou assustado.

- CALMA, CALMA! - começa a rir - FICA PERTO DA TATTY

- EU LÁ VOU SABER QUEM É TATTY, VELHO!?

- É AQUELE LUGAR ONDE COMEMORAMOS SEU ÚLTIMO ANIVERSÁRIO, ANO.... RETRASADO - ah, a lanchonete barata.

- Tá, tchau.

- NÃO VAI NEM FALAR COM A SUA NAM- desligo na cara dele. A criança tava me olhando com cara de "ISSO É UM METAL?!". Heh

- Vamos. - disse andando na frente, depois de entregar o celular pro adulto. Eles foram me seguindo.

- Por que o senhor quer ir àquela festa, senhor Metal? - a criança pergunta. Digo, a menor.

- Eu...? Eu - só quero encontrar o White - só quero me distrair um pouco.

- A gente tá indo pelo bolo!

- Dizem que bolos de gente rica é enorme! - o adulto entra na conversa.

- Eu amo bolos! - a criança tava babando, Satã - O senhor ama bolos também, senhor Metal?

- Eu gosto de doce, mas nem tanto de bolo - O QUÊ?! UM METAL NÃO PODE GOSTAR DE DOCES NÃO?!

- Então, qual comida o senhor mais ama?

- Sorvete... de baunilha - TÁ, EU AMO DOCES!

- Sorvete não é comida - o adulto de intromete de novo.

- Claro que é, Cantin! Tudo que se come, é comida! - eles começaram a discutir. Eu não dei muita atenção, só continuei andando como eles. Sorvete de baunilha só me lembra o...

- White... - paro quando percebo que pensei em voz alta.

- O que é white, senhor?

- É quem é White - elevei o tom de voz de novo. Satã, dei-me paciência.

- Quem é White? - por que crianças são tão curiosas??

- Não impor-

- Ele quer saber quem é White. Diga a ele quem é White.( N/A: preparem o coraçaum pra ver o Black falando do uke :D ) - o adulto me interrompe, fazendo um olhar ameaçador pra mim. Não sei se é porque tô abalado de todos os jeitos ou sei lá o que, mas esse cara me assusta às vezes.

- É só um cara aí - abaixo a cabeça - amigo meu.

- Ele é branco? - os dois perguntaram ao mesmo tempo. São crianças. Definitivamente, são crianças. Admito que dei uma pequena risada com a pergunta.

- Sim, ele é branco.

- TIPO COBERTURA DE BOLO?? - o "adulto" pergunta.

- Eh, quase isso - os dois se animam por algum motivo.

- Ele vai estar lá, senhor??

- Eu quero ver a cor dele! - seguro o riso.

- Provavelmente vai estar lá

- WHOA!! - os dois falam ao mesmo tempo, dando pulinhos logo depois. Crianças.

*quebra de tempo*

Dava pra saber qual era a casa do "Gay-pop" de longe. Casa maior que a do Metal. Gente rica é assim mesmo, né?

- VAMOS!! - o menor começa a correr até lá. Junto com a outra criança. Pra quê toda essa energia por causa de um bolo? A casa tava de porta aberta, o som parecia coisa de boate, dava até pra ver as luzes coloridas. Só acho que nessa festa não tem bolo, crianças. Entrando lá, pude ver o tanto de gente que tinha. Perdi até as crianças de vista, mas isso não importa agora. Sinceramente, odeio lugares assim, lotado de pessoas. Ainda mais com essas luzes piscando mais que a lâmpada lá de casa. Como alguém não desmaia com um troço desses? Dentro daquele mar de gente, começou minha missão: Procurando White( N/A: sim,piadinha com Procurando Nemo/Dory ew ). "Tudo isso pra quê?" não sei, acho que me acostumei demais com ele.

- SATANISTAA!! - essa voz não. Não. Tudo, menos essa pessoa. Não sabia de qual direção a voz tava vindo, mas não importa, fui na direção oposta. Infelizmente acabei encontrando com o demônio de qualquer jeito.

(...)

Notas Finais


PRONTO YAAAY NAUM ME BAT-


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