História A vida em um sonho - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Drama
Exibições 12
Palavras 1.491
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo. Espero que gostem

Capítulo 6 - Filds Park


     

               Acordo com o barulho do despertador. Domingo, 8:00 . Um clima perfeitamente agradável, sento na cama e a primeira coisa que eu penso é o que houve ontem. Putz ! Será que é uma boa eu fazer uma visita pra ela? Não sei como ela vai me receber, mas irei tentar.
  Enquanto me levanto e caminho em direção ao banheiro, mamãe entra no quarto com o sexto de roupa suja na mão.
  - Como foi a festa? - pergunta colocando o sexto no chão.
  - Ah! Sei lá, foi bom eu acho.
  - Que horas você chegou mesmo?
  - Ah ! Eu nem sei. - respondo fechado a porta do banheiro.
  - Devia ter ligado, e seu pai ia pegar você.
  - Não precisou !
  - Como assim? Quem trouxe você?
  - A-ah! Um amigo! - falo gaguejando.
  - Um amigo? E quem é esse seu amigo?
  - Ah! Um garoto mãe! -repondo ríspida.
  - Pensei que tivesse vindo com a sua amiga, a Alice!
  - Bem! um outro amigo dela foi deixa-la em casa.
  - Tem certeza?
  - Claro! Quer dizer, como assim?
  - É que a mãe dela ligou pra mim, querendo saber onde ela estava.
  - Como assim, me conta isso direito! - falo assustada abrindo a porta do banheiro.
  -Achei que soubesse!
  - Não eu não sabia, eu só.....
  - Filha tem algo que quer contar pra mim?
  - É que... - sou interrompida pelo barulho do telefone tocar.
Desço ligeiro para atender o telefone, mas a mãe o toma de mim. Ela fica falando com alguém, parecia mais a mãe da Alice. Fico ali parada  tentando saber de algo. Quando ela desliga o telefone.
  - Eai! Quem era? -pergunto
  Mas ela fica em silêncio. Algo que me fez ficar quase em pânico.
- Eai ? -pergunto novamente.
- É. Ela não apareceu !
- C-como assim ? Não apareceu, o Tae levou ela pra casa. Isso não faz nenhum sentido, e agora mãe? É tudo culpa minha!! -falo desesperada
  - Calma!. Calma! Não fica assim.
  - Como pede pra eu ficar calma numa hora dessas? -falo ríspida.
  - Ela deve ter dormido na casa de uma amiga, sei lá. Fica calma, você desse jeito não vai ajudar em nada.
  - Amiga?. A única amiga dela sou eu, e mais ninguém. E é claro que ela quer ficar longe de tudo e de todos! -falo quase gritando.
  - Como assim? O que houve? Spencer o que aconteceu nessa festa, e que você se recusa a me contar? -pergunta
  - Putz!
  - Spencer Smiller! Não adianta tentar esconder algo de mim, você sabe que eu sempre acabo descobrindo!
  - Eu juro que eu não sabia ! Eu juro que eu não sabia!  -falo repetidamente.
  - Não sabia de que?
  -  A culpa foi toda minha, mas não foi por que eu quis. Eu juro! -digo desesperada.
  - Spencer! Me conta o que tá havendo, talvez eu possa ajudar, Spencer!
  - A festa, ela foi uma.......-repondo mas logo sou interrompida pela capanhinha.
   Minha mãe vai rápido abrir a porta, e o Tae entra desesperado.
  - Tae?. -pergunto me movendo até a porta.
  - Spencer! Você já sabe o que houve? -pergunta Tae meio desesperado.
  - A-ah sim! A mãe de Alice ligou dizendo.
  - E agora? -pergunto frustada
  - Eu não sei, quer dizer eu deixei ela em casa, mas ela deve ter saído logo depois que eu fui embora.
  - Alguém aqui pode me contar o que acontecendo? -pergunta minha mãe ríspida.
  Nessa hora eu e Tae nos olhamos, cada um pensando a mesma coisa. Vamos ter que contar.
  - A Alice sofreu um tipo de acusação, na frente de metade da escola. -repondo
  - E o que vocês têm haver com isso?
  - A-ah! É que.... - gaguejo
  - É que foi por nossa causa que ela foi a essa festa. - reponde Tae no meu lugar
  - Meu Deus! - exclama mamãe.
    Respiro  profundo, tentando encontrar alguma solução. Tentando saber um lugar onde ela possa está.
  Tae sai da sala mas eu o interrompo.
  - Tae aonde cê vai?
  - Encontra-la, não vou ficar parado aqui sem fazer nada. -fala ríspido.
  - Tem razão! Me deixa ir com você?
  - Não! É perigoso de mais. - responde minha mãe.
  - Mas mãe! Ela pode estar correndo perigo!
  - Spencer as coisas nem sempre são tão fáceis assim. -fala a mesma.
  - O que quer dizer com isso? -pergunto.
  -  O que eu quero dizer é que vocês procurem por ela, vai ser quase impossível achá-la !
  - Então não importa o quanto eu tente, vou morrer procurando.
  - Spencer, eu tenho que ir. -fala Tae
  - Okay! Outra hora a gente de fala.
  -Tchau! .

   A manhã, a tarde se passaram e nada. Nenhuma notícia, a única coisa que eu pensava era que ela poderia estar apenas fugindo daquela noite horrível. Quer dizer as pessoas reagem de formas diferentes aos momentos ruins da vida. Já pra ela se comparava mais a um sentimento bom, que se fez infeliz provocando seu desaparecimento.

   Me encontrava deitada em minha cama, assim como alguém em coma, pois havia uma guerra ao meu redor e eu me via ali, impotente!
    Já era 19:00hs e eu não havia jantado ainda. Quando alguém do meu Chat me chama.
  " O caminho pela floresta é único"
- Mas quem diabos me mandou isso? -me pergunto confusa.
Mas me lembro da mensagem que recebi ontem. Fico parada em frente meu notebook, confusa, esperando outra mensagem.
  " Único é floresta pela caminho O"
  - O que é isso?  Quem é que está brincando comigo?
" O destino dela é você quem decide"
  Fiquei ali parada por alguns minutos, sem entender se quer uma palavra. Quando de repente escuto minha mãe me chamar pra jantar.
  - já tô descendo !
  Desço e vejo que meu pai já havia chegado do trabalho.
  -Sinto muito pelo que houve com a sua colega. -fala papai
  - Colega não! Amiga.
  - mas como você sabe? -pergunto
  - Todos sabem.
  - Então já que todos sabem, deviam ter consciência e ajudar nas buscas.
  - Ela vai ser encontrada. -diz o mesmo.
  - É o certo a ser feito.
  Comemos e depois,  como de costume papai e mamãe se sentam no sofá enquanto assiste TV. Subo para o meu quarto, e vejo que mais uma mensagem estranha havia sido enviada.
  " A última chance é agora. Como o verde das plantas e marrom dos cachecóis . Terá uma morte sangrenta igual ao de feixe crispete"
Mas esse é o trecho do livro que li na noite antes de vim pra cá. O livro que minha professora havia me dado.
   Fico ainda mais confusa. Me deito na ideia de tentar ligar os fatos, repito a frase em voz alta, mas nada é esclarecido.
  Já não consigo mais raciocinar. Meio sonolenta, sinto está caindo no sono.
  Acordo com o meu telefone tocado. É o Tae.
  - oi Tae, descobriu alguma coisa?
  - Acho que Sim!
  - Como assim? -pergunto me levantando
  - Alguém disse que viu ela. 
  - Quem? Onde?
  - em um lugar longe. Bem longe.
  - longe como? Tae!
  Pergunto mas Tae não responde, deve está sem sinal. Desligo o telefone, e de repente chega uma mensagem (uma foto). Quando abro, vejo que é uma casa abandonada. Parece ser no de uma floresta.
  - puts! A frase!. -falo sozinha.

  Procuro na internet florestas por perto, ou algum lugar que tenha muito verde.
  Achei ! "Filds Park" . É lá onde ela pode estar.
Já são 23:45. Mando uma mensagem pro Tae, mas ele não me responde e nem retorna. Não vejo outra escolha a não ser sair escondida dos meus pais, pego o carro seguindo o GPS. Está muito escuro, e está tudo molhado. No meio do caminho o carro atola na lama, por conta da chuva, o que me faz seguir a pé.
  Com a ajuda da lanterna sigo em frente onde encontro uma placa com o nome "Filds Park", não hesito em continuar. Confesso que estava comedo, mas isso não me impediu.
  Estava bem difícil de caminhar, a lanterna estava falhando.
        Grito o nome da Alice, mas nada adianta. Já estava exausta, não conseguia mais raciocinar. Quando decido voltar, sinto alguém me seguir, ouço passos andando. Quando de repente sinto alguém me empurrar, fazendo-me cair no chão, machucada não consigo levantar-me.
   Tento ver quem era, mas atitude é falha, pois estava encapuzado e usando máscara. Já não consigo mais revidar. Me viro novamente, tentando me arrastar, mas estava sendo puxada.
  - Me solte por favor!!! -grito
  -Eu sou o seu pior pesadelo.
  - Está me machucando!!! Socorro!
  Ele já se faz calado, apenas continua a me puxar, quando de repente, de um dos seus bolsos, ele tira uma espécie de arma e começa a bate-la contra mim, sinto muita dor, e sinto ser puxada.        Depois já não via mais nada.
 
 





  -
 


Notas Finais


Obrigado! Até o próximo capítulo...
Bjs!


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