História A vida, uma traidora - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Romance, Traição, Vida
Visualizações 4
Palavras 588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Harem, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Nathalia Cooper


Fanfic / Fanfiction A vida, uma traidora - Capítulo 1 - Nathalia Cooper

Ultimamente minha vida não é nada interessante, vivo num vilarejo ao sul de um país em que tudo se divide em somente uma coisa dinheiro. 

Se minha família tivesse dinheiro, moraríamos em grandes cidades em que as casas tem certas distâncias uma das outras e nunca me faltaria nada. O governo ofereceria segurança, eletricidade, e certamente um teto sobre minha cabeça. 

O problema é que isso é completamente impossível porque eu não tenho família, nem uma casa. Talvez possa considerar que moro com uma senhora de 75 anos, dona de uma mercearia, ela me trata como uma filha, mas eu tenho que pagá-la semanalmente com 4 dias de trabalho. Fora os dias que ela passa mal. Ela me paga com uma casa que deve ser do tamanho da sua sala de estar, e alguns trocados, —porque apesar da idade ela sabe fazer negócios— não posso ser ingrata, aliás não tem como. Se não fosse por ela eu estaria em cima de um papelão tirado de alguma lixeira pedindo dinheiro. 

Eu confio nela do mesmo modo que um filho confia em sua mãe. 

—Nath, minha filha, já terminou o meu mingau? — a senhorinha fala, serena. Quem dera se todas as pessoas do mundo fossem como ela. 

—Estou indo, dona Demétria. 

Vou até onde ela está e entrego-lhe seu jantar.

Sua cadeira de balanço me dá enjôo. Não gosto de nada que balance muito. Preciso ir tomar um pouco de ar. 

Ao sair de casa com uma roupa que pessoas da área nobre usariam —pois tenho um trabalho está à tarde e ganho 1.900—, me sinto muito vazia e decido ir beber. 

O álcool me dá uma pausa de tudo ao meu redor. Na balada, não tem como apenas sentar e ficar olhando o povo. Vou entrar em uma gaiola. Entro na fila e espero minha vez. 

Dentro da gaiola é tudo muito diferente. Você pode estar presa mas se sente tão livre quanto se estivesse do lado de fora. 

Adoro dançar. Puxei isso da minha mãe. Lembro de quando tinha apenas 4 anos e dançava com ela, parecia um furacão, se soltava e deixava a música conduzi-la. 

Faço a mesma coisa aqui dentro. Me sinto tão solta nada está me segurando. Deixo a música me levar. 

—Nossa, você dança muito! 

Levanto a cabeça e observo a garota ao meu lado sem parar de dançar. 

—Ah, obrigado.  — observo-a dos pés à cabeça. —Uma menor? 

Ela chega perto e responde: 

— Sim, mas eu se fosse você nem falaria. 

Mensagem entedida. Você é uma menor, assim como eu. 

—16 e você? 

— Ainda não sou um livro aberto, mas, prazer. Olive. — ela diz estendendo a mão 

— Nathalia. 

A conversa cessa. Apenas a música que vai ficando cada vez mais alto. Homens e mulheres assistem a dança atentamente. 

Olho ao redor e avisto meu amigo. Logan. Seus olhos azuis refletem as luzes do local. 

A música acaba. Dançarinas se alternam. Vou até Logan. 

— E aí pudim. — estremeço com o apelido. Ainda não me acostumei

— Oi Log. 

Eu e Log somos amigos a muito tempo. Dividimos a cama algumas vezes mas foi só isso. Logan não está acostumado a me ver conversando com alguém fora a dona Demy. 

— Quem era? 

— Uma amiga. 

O vilarejo é pequeno vamos nos ver outras vezes. 

—Legal

Eu me viro na direção dele. Ele agarra minha cintura e imprensa nossos lábios. Seus lábios quentes e molhados tomam conta da minha boca. Não é nada mais que um beijo em um amigo próximo. 



Notas Finais




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