História A virtual love - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Computadores, Hackers, Hentai, Romance, Suspense
Visualizações 6
Palavras 1.055
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Agora é oficial: DaVi é real!!
E dessa vez vai ter uma pegação das boas!
Edit1: fiz no celular e com sono. Culpem o corretor.
Boa leitura!

Capítulo 4 - Pura magia


Fanfic / Fanfiction A virtual love - Capítulo 4 - Pura magia

A garota acordou e, não vendo ninguém por perto, tomou o café enquanto lia o bilhete.

Em seguida, levantou-se e foi organizar as coisas.

Tudo organizado, foi procurar algumas roupas que pudesse vestir, mas só achou uma camiseta, que provavelmente ficaria grande.

Pegou aquela mesmo e foi para o banheiro.

Tomara que ele não chegue enquanto eu tô no banho... Isso seria um desastre!

P.O.V Vic

Droga! Não estou conseguindo me concentrar!

Por que você, Dani?

Por que você tinha que ser tão incrível? Agora não consigo fazer as coisas direito, pensando em você!

Vou pegar um café, talvez ajude.

Mal Victor saiu de sua sala, a secretária o chamou, dizendo:

-Sr. Victor, o sr. Rafael está esperando por você em sua sala.

-Eu?! Mas o que eu fiz??

-Eu não sei, senhor. Ele não me disse. Apenas pediu pra avisar-lhe.

-Hmf. Obrigado, Domi.

-Com licença, senhor.

A mulher saiu e deixou Victor -que agora estava começando a se preocupar e ficar ansioso- ao lado da máquina de café.

Raios! O que ele quer dessa vez?!

Apesar de contrariado, o jovem foi até a sala de seu superior e bateu à porta.

Toc Toc

-Entre!

-Com licença senhor, mandou me chamar?

-Sim, chamei. Sente-se, por favor.

Depois de sentar-se e dar uma breve olhada em volta, decidiu perguntar:

-E... Então senhor? Por que me chamou?

-Bem Vic, se me permite chamá-lo assim, eu tenho notado que você trabalha muito bem e tem se destacado entre os demais. Por isso, - disse o homem tomando um gole de seu café - tomei a liberdade de deixar algumas coisas que eu acredito que só você pode resolver.

-Entendo, senhor.

-Mas, como nós temos horários a cumprir e isso aqui mexe muito com cálculos e coisas que tomam tempo, vou lhe dar um voto de confiança: vou deixar que leve esta pasta para casa e contabilize estes documentos no conforto de seu lar. Que me diz? Aceita?

O rapaz pega a pasta e examina com cuidado, ao mesmo tempo em que parecia selecionar cuidadosamente as palavras que ia dizer. Um momento depois, devolve a pasta sobre a mesa e diz:

-Bem senhor, se me permite observar, são cálculos extremamente básicos, posso resolvê-los  rapidamente. Tem certeza que quer que eu os leve pra casa?

-Ora, Vic, sejamos francos. Cá entre nós, ninguém aqui faz cálculos como você. Você é ágil, esperto, estrategista, pensa rápido... Além de fazer as coisas com um capricho excepcional. Não vejo razão para não lhe dar essa chance. Qual é, nós dois sabemos que se alguém pode fazer esses cálculos, esse alguém é você

O jovem passou a mão no rosto, pensou um pouco, analisou com cautela a situação, até que decide:

-Bem senhor, já que você faz questão disso, e acredita tanto no meu talento, não vejo razão para recusar a proposta.

-Então...?

-Então eu aceito, senhor!

-Ótimo! Sabia que poderia contar com você, Vic! Muito obrigado!

-Imagina, eu que agradeço senhor! Não vou te decepcionar!

Quando estava quase saindo da sala, o jovem arrisca perguntar:

-Senhor, posso sair mais cedo hoje?

-Ah... Vá lá, só dessa vez, viu?

-Obrigado senhor! Obrigado mesmo!!

Saindo da sala, o jovem foi até a máquina de café, pegou um copo e saiu, levando a pasta consigo.

-Sr. Victor? Onde o sr vai?

-Vou pra casa, Domi. O chefe me liberou hoje.

-Mas assim, sem mais nem menos?

-Aah Dominik, para de encher meu saco! Meu dia tá bom demais pra você estragar! Com licença.

-Mas eu...

-Tchau, Dominik!

O jovem saiu e foi em direção à estação de metrô, comemorando mentalmente por poder passar mais tempo com a dona de seus pensamentos.

Logo o metrô chegou e o mesmo sentou-se perto de uma janela, sentindo tanta felicidade quanto jamais sentira.

Em instantes o jovem já estava em casa, procurando sua chave para abrir a porta.

Ao entrar, logo sentiu o perfume vindo do banheiro e, num ato impensado, correu para este, que estava um pouco embaçado devido ao calor.

Ao ver um pouco através do vidro (coberto pelo vapor e espuma), ficou parado e estático na porta do banheiro.

Oh, céus! Tem um anjo em minha casa!

Pelos deuses, como ela é linda!

Não pôde conter a si mesmo: livrando-se depressa de suas roupas, abriu cuidadosamente o box e entrou junto com a garota, que só notou momentos depois.

-Aaahhh!! Seu pervertido! Vira pra lá, não me olha!

-Desculpa desculpa desculpa! Não foi por mal, desculpa! Eu... Eu não consegui resistir! Você... Você é simplesmente encantadora, eu não consegui me controlar, desculpa!

-Uur... Droga. Fecha os olhos e vira pra cá, quero te contar uma coisa.

-Tudo bem.

Ele fechou os olhos e colocou as mãos sobre os mesmos, virando-se em seguida.

-Pronto. O que é?

-Isso.

A jovem completou a frase e deu um beijo demorado no garoto, que no mesmo instante corou e disse:

-Eu... Eu não acredito!

-Que foi?!

O mesmo abriu os olhos e a segurou cuidadosamente a garota, dando-lhe um beijo doce e demorado em seus belos lábios, molhados pelo chuveiro.

Ela, rendida aos encantos daqueles belos olhos castanhos, deixou se levar e ali, sob a água quente do chuveiro, se amaram.

O garoto vez ou outra mordia o pescoço dela, fazendo com que a mesma se arrepiasse.

E ela, que não era boba nem nada, retribuía com mordidas e até com chupões, que faziam aquele momento ser intenso e quente.

Do chuveiro ao quarto era um passo, logo, ambos estavam na cama terminando o que haviam começado.

Com beijos e outras formas de provocação, estavam ambos entregues ao amor (e calor!) que dominara o quarto.

De tanto êxtase e prazer, alguns gemidos quebravam o silêncio do quarto, sendo logo calados (ou, no mínimo, abafados) por beijos e mordidas.

O prazer era tanto que algumas palavras desconexas saíam de suas bocas, coisas como "isso" e "yeah" quase sempre pairavam no ar e se desmanchavam, da mesma forma que eles se desmanchavam de prazer.

E depois de tanto calor e de tanto se amarem, os dois adormeceram.

Da tarde à noite,era um pulo.

Era início de noite quando ambos caíram no sono mesmo. As estrelas começavam a despontar no céu enquanto ele fazia carinho no cabelo dela e dizia "eu te amo", pensando no quanto ele sonhou com isso e no quanto ele tinha sorte de envolver-se com ela.

Ah docinho... Você não tem ideia de como eu sonhei com isso...

Eu queria tanto ter você comigo por uma noite, mas agora eu te quero pra vida inteira.

Eu sei que isso vai me trazer alguns conflitos, mas eu quero seguir. Por você, docinho, até mesmo enfrentar uma guerra pode ser bom.

Eu te amo, docinho.

Te amo muito.

E assim, o garoto adormece com ela nos braços e a madrugada vai passando lentamente...


Notas Finais


Puta vida, esse capítulo foi loco!
Obrigado por ter lido, beijo!
😘😘


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