História A vitíma - Capítulo 44


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags A Vitíma
Exibições 289
Palavras 2.146
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Dessa vez não demorei tanto meus bens. Boa leitura!

Capítulo 44 - Recuperando a memória!


POV. Barbara

Justin olhou curioso para mim e pareceu estar me analisando como se estivesse procurando algo em mim. Eu não estava diferente, pois várias imagens passavam por minha cabeça. A maiora aparecia o Justin, e em todas elas, ele me fazia mal.

_ Sou eu meu amor, lembra?_ ele falou novamente me olhando bem nos olhos com um sorriso nos lábios_ Vem, vou colocar você na cama!

Ele agarrou minha cintura e colou fortemente nossos corpos, praticamente me obrigando a caminhar. " Justin, Assassino...Enzo...mamãe...Dianna, morta...Eu nunca amei você Barbara, você foi só mais uma que usei...Não isso não é verdade Justin, você ainda me ama...Me ajuda...por favor...minha flor, não me chame assim...Ahm tá doendo"!!!!????

Coloquei minha mão na cabeça assim que todas essas falas, acompanhadas de imagens horríveis apareceram. Tudo estava se encaixando, eu estava me reencontrando. Era ele...o causador de todo o meu sofrimento é ele...Justin Bieber.

_ Não! Me solta, saí!_ gritei o empurrando e parando de andar começei a chorar desesperada.

_ O que é isso Barbara? O que foi?_ Ele falou tentando se aproximar de mim.

_ Não se aproxime, fica longe, seu monstro...saí!_ gritei novamente e a dor em minha cabeça só aumentava, as coisas giravam a minha volta e eu passava as mãos em meus cabelos transtornada.

Justin parou por uns segundos e ficou olhando pra mim, sua expressão era séria e ao mesmo tempo irritada, com uma mistura de preocupação.

_ Barbara! Do que você está falando...meu amor, você está muito agitada, precisa descansar, vem comigo por favor!_ ele falava tentando se aproximar de mim e eu me afastava.

_ Não chegue perto, eu já disse!_ gritei irritada e logo começei a procurar o Enzo_ Cadé o Enzo, onde ele está? Para aonde você o levou seu monstro, fala!_ eu gritei e logo fui pra cima dele o socando.

O Justin tentava me conter e gritava meu nome em forma de repreensão. Eu o socava de tal forma, que estava ficando ofegante e cansada.

_ Chega porra... Pára!_ Justin gritou e me jogou contra a parede me fazendo soltar um gemido devido ao choque_ Eu não acredito...como você recuperou a merda da mémoria tão rápido...caralho!_ ele gritou passando as mãos entre os cabelos e socou a parede.

_ Foi por sua causa que eu caí da escada...você me jogou seu merda, quis me matar...seu merda, impréstavel, eu te odeio_ eu gritava fora de mim mesmo estando fraca.

_ Você cala essa boca porra, cala!_ Ele gritou e correu até mim me prendendo bruscamente contra a parede agarrando meus pulsos_ Você não devia...eu não quis, eu amo você, Barbara, eu te amo!_ Ele falou e começou a chorar apertando cada vez mais meus pulsos.

_ Você está me machucando Justin...me solta!_ eu falei quase implorando e ele continuou_ Você é um doente, tem que se tratar!

_ Sim, eu sou doente e a minha doença é você Barbara, você!_ ele gritou próximo ao meu rosto e continuou chorando, seus olhos estavam vermelhos e as pupilas dilatadas_ Eu te amo, você é só minha, minha mulher_ Justin logo agarrou meu rosto e juntou nossos lábios.

Ele me esforçava a beijá-lo e eu me debatia tentando manter a boca fechada. Justin, usava toda a sua força e tocava meu corpo de forma agressiva, enquanto eu lutava.

_ Me beija porra, me beija, abre essa boca!_ falou e deferiu um tapa forte em mim e soltei um grito agudo_ Eu esperei por você, para continuarmos com o nosso amor eterno!

_ Que amor? Você é doido, doente...eu quero ir embora daqui, me deixa ir!_ eu falava chorando_ Socorro, alguém me ajuda_ gritei e ele começou a rir de mim.

_ Isso, grita...nunca ninguém vai te ouvir, estamos sozinhos nessa casa enorme... sozinhos!_ ele falou rindo.

Eu estava apavorada, desnorteada e tremendo de medo, eu estava perdida em mim mesma. Logo que vi o Justin distraído rindo, eu não pensei duas vezes e o empurrei com força o fazendo cair forte no chão e começei a correr pelo corredor, até alcansar a escada, da qual eu coneçei a correr rapidamente.

_ Volta aqui, Barbara!_ ouvi o grito do Justin e parecia estar vindo atrás de mim.

Corri como nunca e atravessei a sala indo até a porta de saída. Coloquei rápido a mão na maçaneta e girei a mesma, na esperança de estar livre, porém, a porta estava trancada e não movia nenhuma peça.

_ Não...droga...isso não pode estar acontecendo comigo, não!_ Gritei irritada socando a porta.

_ Você, agora está presa a mim Barbara, agora somos um meu amor!_ ouvi a voz do Justin atrás de mim e eu logo me apavorei, meu coração parecia querer sair pela boca.

Eu fitava cada movimento seu, e o mesmo me encarava como se fosse um louco, maníaco. Marcava passos lentos na minha direcção e apertava cada vez mais seus punhos.

_ Eu...não...te...amo Justin, me deixa em paz, a mim e ao meu filho!_ Falei entre dentes e o fuzilando_ Me devolve o Enzo, eu quero o meu filho, tira ele daquele quarto!_ gritei e saí de onde estava indo em direcção ao corredor de baixo.

_ Seu filho não está mais aqui, a esta altura, deve estar longe a caminho do inferno!_ Ele falou calmamente e eu logo parei de andar e me virei.

_ Justin...o que você fez com ele?_ perguntei incrêdula_ Para aonde você o levou?

_ Digamos que...pedi a Betty para deixa-lo em um orfanato, bem longe daqui, bem longe de nós!_ ele falou e eu começei a respirar ofegante_ Lindo como ele é, poderá ser adotado logo, isso não é bom meu amor?_ ele falava como se aquilo fosse normal.

Eu não medi esforços e fui na sua direcção e logo que o alcançei, deferi um tapa bem forte na sua cara, que reverberou pela casa inteira, fazendo virar seu rosto.

_ Você é um merda...eu te odeio, tenho asco de você...asco_ falei e o cuspi na cara deferindo mais uma tapa e ele não reagia_ Como você pode fazer isso com o seu próprio filho, nosso filho, seu filho da puta, como?_ gritei e deferi mais outro tapa de forma sequencial_ Eu juro que se eu nunca mais o ver, eu te mato com as minhas próprias mãos, Eu juro que acabo com a sua vida seu imbecil, eu...juro!_ gritei.

O Justin apenas massageava o rosto e me olhava debochado, sem sentimento algum nos olhos, do qual estavam negros e ele parecia estar com raiva, com os nervos a flor da pele, prestes a cometer.

Em seguida ele se virou de costas pra mim e foi em direcção a uma mesinha que alí estava e passou a mexer na pastinha que tinha naquela mesa. O silêncio dele era assustador, e enigmático também. Permaneci parada, o encarando e depois de longos segundos ele finalmente se virou pra mim e em suas mãos tinha uma seringa, com um líquido de cor amarelo transparente e ele o agitava preparando.

_ O que é isso?_ Eu perguntei e ele apenas olhou em meus olhos e nada falou_ Justin o que você vai fazer?

Justin continuou calado e começou a vir ao meu encontro. Em meio a atrapalhação e tentei correr, mas nem consegui alcançar a esquina, pois meu corpo foi puxado bruscamente e choquei contra ele.

_ Não...me solta, saí seu doido, o que pensa que está fazendo, me larga_ eu gritava me debatendo e começei a chorar de aflição.

Justin, em um movimento brusco, me jogou no sofá e veio rápidamente pra cima de mim. Prendeu meus braços para cima, enquanto eu relutava, porém, ele tem muito mais força. Logo vi ele preparar a seringa e olhar directamente em meus olhos.

_ Não...justin...não, isso não, de novo não, pára!_ eu gritava desesperada e mexia meu corpo o máximo possível, mas não era o suficiente.

Com um fechar de olhos, Justin levou a seringa em meu pescoço e o injectou lá, eu senti uma dorzinha, mas logo parei de sentir, enquanto ele aplicava, olhando em meus olhos. Senti um arrepio no corpo todo, e uma fraqueza incomum, bem diferente de todas que eu já tive e os meus olhos pesavam.

_ Você não...Ahm_ eu tentei falar toda mole e não conseguia_ Eu...

_ Shiii...descansa, só um pouquinho, calma!_ Ouvi a voz do Justin bem distante e fazia ecos.

Eu não via nada nitído, tudo parecia estar rodando e eu via cores, como se estivesse alucinando. O que ele colocou em mim? Eu não sabia, mas era forte.

...

POV. Betty

* Duas horas depois *

Depois da conversa que eu tive com a senhora Audrina, responsável pelo orfanato, eu me despedi dela e passei a caminhar para fora do orfanato. Assim que alcançei o portão, já na calçada, eu não conseguia me mover para longe daí.

Meus olhos não saiam de dentro do orfanato, meu coração estava acelerado e a coinsciência estava me pesando, pois só rodava o que eu estava fazendo naquele exacto momento.

Eu queria, mas não conseguia, sentia um aperto no peito ter que deixar o Enzo aqui sozinho, ao Deus dará.

_ O que eu faço meu Deus?_ perguntei sozinha e me encostando no portão com o rosto pra cima_ O que eu faço?

Fechei meus olhos e por incrivél que pareça, eu deixei cair de meus olhos uma lágrima. Talvez eu me sinta culpada, por ter visto tanta coisa e ainda assim, permaneci calada.

Nesse exacto momento, imagens da minha pequena Nancy sangrando no meio daquela enorme cama, desfalecida, sem vida alguma, e o Justin com o olhar frio, segurando a arma, me veio a cabeça. Só Deus sabe o quanto eu sofri com isso.
Ainda, as imagens da Barbara rolando aquelas escadas, do Enzo chorando e eu do lado apenas esperando uma nova ordem.

" Você não pode de calar diante de uma situação como essa...denuncia este homem! ".

Essa frase girava a minha cabeça, e eu deixava rolar cada vez mais lágrimas, lágrimas de culpa e sofrimento. Abri meus olhos e olhei mais uma vez, para dentro do orfanato.

_ Eu não posso deixar isso assim! Me calei uma vez, mas agora chega!_ sussurrei pra mim mesma e limpei minhas lágrimas.

Virei meu corpo e saí andando rapidamente até ao carro onde o Fred, me esperava. Assim que o alcançei, abri a porta e subi no mesmo.

_ Podemos ir Betty?_ perguntou ele ligando o carro.

_ Sim! Mas para a delegacia Fred!_ falei firme.

_ O quê? O que você vai fazer lá?

_ O que eu já devia ter feito a muito tempo, vai logo!

....

POV. Victor

Depois que fizemos a recolha de todas as meninas e prendemos alguns marmanjos. Decidimos, levar para a delegacia, a tal menina, Lorena, para depor contra o Justin e quem sabe, nos dar alguma referência, de onde ele possa estar.

Nesse exacto momento, o delegado a estava encaminhando para a sua sala, do qual ele fez questão que eu estivesse presente.

_ Senta Lorena!_ o delegado falou se sentando também e eu fiquei em pé ao lado da mesa_ Eu vou fazer algumas perguntas e você, vai responde-las de forma clara, não precisa ficar nervosa, tudo bem?

_ Sim, claro!_ ela falou meio trêmula.

_ Então, a quanto tempo você está fazendo esse trabalho?

_ Há já dois anos, eu vim parar naquele inferno com apenas 16 anos, quando fui enganada pelo Justin!

_ E como ele fez isso?

_ Ele é muito perspicaz delegado, usa histórias tristes para amolecer as meninas que ele está interessado, nos faz se apaixonar a ponto de não perceber seu jogo, e nos faz passar por provas de prostituição, dizendo que é para pagar uns rémedios para os pais doentes!

_ Ele chega a maltratar ou algo do género?

_ Não! Muito pelo contrário, ele é carinhoso, atencioso, pelo menos até o dia em que ele pretende nos levar para longe de casa, sem qualquer esfoço, é horrível!

_ Ele tem um jogo, muito bem planejado!_ Falei olhando para o delegado.

_ E desse geito será dificíl acha-lo!_ o delegado falou.

_ O Jeremy sabe delegado, persista!_ a lorena falou_ A Barbara precisa de vocês, por favor!

_ É o que faremos, mas ele nunca irá abrir a boca, é fiel ao filho, nem que a morte estivesse na esquina ele falava!_ falou o delegado emburrado

Quando eu ia falar de revolta, a porta do escritório foi aberta, revelando a imagem de um policial.

_ Com a sua licença delegado, é que tem uma senhora que quer fazer uma denúncia!

_ Mande esperar, nós ainda estamos tratando de um assunto!_ o delegado falou.

_ Ela diz ser urgente, e que é sobre o desaparecimento da senhorita Barbara, parece que ela sabe onde está!

Eu logo fiquei em alerta e o olhei para o delegado, que percebeu meu recado!

_ Mande entrar!


Notas Finais


Até depois bebés!


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