História A Volta do Mal - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Magia, Originais, Super Poderes
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom ,tá ai pras pessoas que eu falei que ia fazer essa fic.

Boa Leitura. ^^

Capítulo 1 - Prologo


Fanfic / Fanfiction A Volta do Mal - Capítulo 1 - Prologo

Festa, bebida, orgia, caos. Assim era celebrada a coroação de Safira, a nova rainha do Reino dos Luxis.  Ela era uma jovem brilhante, seus olhos eram azuis como duas safiras, seu cabelo era como o nascer do sol, sua altura deveria ser aproximadamente 1 metro e 70 centímetros, seus lábios eram vermelhos como sangue, sua pele era branca como as nuvens, o que era extremamente raro em uma controladora da água, certamente herdou isso de seu pai. Passara quatro anos desde a morte de seus pais, Rei Edgar V e Rainha Rubi IV.

         Enfim o Reino da Luxis teria um legítimo herdeiro do trono, e não velhos anciões que não sabiam nem governar suas casas. A esperança era muita, esperança que o Reino da Luxis voltasse a vender Pedras da Luz para o reino das Ondinas, Esperanças que voltassem a ser o reino mais poderoso, que comprassem armas do Reino dos Gnomos, que emprestassem o seu exército para o Reino das Salamandras

. Todos os Reinos estavam presentes, exceto um, o Reino das Shadows, que no momento era governado por Pandora, devido à doença de seu Pai. Pandora era uma bela jovem, pálida de olhos arroxeados, cabelos negros como ébano, carnudos lábios rosados e por volta de 1 metro e 75 centímetros de altura. Por mais que fosse bela, Pandora era vil e egoísta, sentia sede de poder, desejava ter tudo ao seu controle e todos aos seus pés. Atlas conhecia o monstro que tinha como filha, para proteger os outros reinos fez um pacto de sangue que caso fosse quebrado resultaria em sua morte.

Já terminara o dia e a festa não cessava, faltavam aproximadamente 3 horas para o nascer do sol. Quando repentinamente as portas do castelo se abrem fazendo todos ficarem em silêncio.


           “O que houve?” “Não há ninguém ali” eram uns dos múrmuros que os presentes ali diziam. Eis que uma nuvem de corvos vem voando em direção ao castelo e assim que adentram ao castelo se transfiguram em Pandora.

   -Creio que sua pomba morreu antes de me entregar o convite para sua coroação, Princesa, ou melhor, Rainha Safira

  -Não lhe mandamos nenhuma Pomba você não é bem vinda aqui, entretanto diga o que veio fazer aqui?

   -Ah sim, obrigado por me lembrar. Eu vim declarar guerra a você...


                 -Impossível, temos o pac...


            -NÃO ME INTERROMPA SAFIRA- Pandora bateu palmas e todos ali, exceto ela ficaram imóveis- como eu dizia, eu vim declarar guerra a vocês e sim temos o pacto, porém Atlas está morto então... - Pandora estalou os dedos e um pedaço de papel surgiu entre seus dedos- Isto não vale nada – disse enquanto queimava o papel com um fogo negro- E eu declaro guerra a vocês, a todos os reinos, vocês terão sete dias para decidir se vão cair em batalha ou se render. Pandora bateu as mãos novamente sumindo numa nuvem de corvos e quebrando o feitiço que havia deixado todos libertos para se moverem novamente.
 

Os seres mágicos de todos os reinos estavam em pânico, não sabiam o que fazer. Pessoas já pensavam em se render sobre a ameaça de Pandora, até que Safira interveio.

-Reis e Rainhas, peço que me acompanhem. Temos necessidade de discutir sobre o que faremos a respeito da ameaça de Pandora. Todos seguiram Safira sem dizer uma palavra um silêncio entorpecente tomava conta do castelo, o que me era estranho, afinal poderia ser a maior guerra que o mundo Mágico já viu, levaria um tempo para superar isso e uma algazarra começar, pelo menos foi o que eu pensei.


              -É o fim, morreremos os espíritos não tem chance contra as trevas. Safira nossa única chance de sobrevivência são as pedras da luz. Peço pelo bem do meu povo que nos doe algumas pedras da luz.

-Adoraria fazer isso Rei John, porém os anciões não se interessavam em minerar, só queriam saber de criar um enorme exército. Não temos mais pedras da luz sinto mui...

 -Espere aí- interrompeu Hector, Rei das Salamandras- como nenhum dos suas Ondinas previu isso Diana?! Ou melhor, você mesma não previu isso.

 
               -Por favor, não é hora de discutir – disse Safira, porém suas palavras não pareceram alcançar os ouvidos dos presentes ali.

-Não sei o que você pensa sobre nós Hector, mas não passamos o nosso tempo todo vendo o futuro e, além disso, estávamos travando uma guerra contra os Trolls de fogo, que deveria ser responsabilidade sua.

Hector chegou a abrir a boca para falar, provavelmente ofensas, porém foi interrompido por Ruhtra, Rainha dos Silfos.

-Safira, quanto a esse enorme exército, o Reino das Luxis está em paz, a décadas sem ameaças, tinha o acordo, por que um "enorme" exército?- disse dando uma ênfase em enorme.

-Realmente, por que Safira?- disseram os restantes em uníssono.

-Lembrem-se que eu não sou os Silfos, eles pretendiam dominar o Reino dos Gnomos, para tentar destruir o Reino das Ninfas por ele ser uma enorme ameaça.

 -O QUÊ?- Disse Ruhtra se levantando rapidamente- ISSO É RIDICULO, ULTRAJANTE E VERGONHOSO, NUNCA FARÍAMOS ISSO COM VOCÊS, ATÉ AGORA. EU RUHTRA DECLARO GUERRA AOS SERES DA LUZ.

-Ruhtra, estamos sobre a ameaça de uma guerra muito perigosa, não podemos nos separar por motivos que nem sequer poderiam ser intervindos por Safira, se quer guerra com alguém, esse alguém são os anciões- interveio Diana.

-V-você está certa Diana, perdoe-me Safira, mas é ultrajante pensar que nós poderíamos fazer algo contra o Reino das Luxis.

-Certo Ruhtra, mas me perdoe também, eu poderia ter tentado intervir sobre o exército, mas não quis, eu nem sequer queria ser Rainha. Mas agora precisamos de um plano para nos proteger de Pandora, em principal os habitantes do Reino das Ninfas, que provavelmente será o primeiro a ser atacado por ela.

~Pandora On~

Pandora acabara de se sentar ao Trono do Castelo das Trevas quando Ranthir general do exército  das Trevas, adentra a Sala do Trono

-Ora sua... - Ranthir tirou sua espada da bainha e avançou contra pandora- Você pagará pelo que fez com Atlas

Hum... Eu acho que não- Pandora levantou sua mão e uma energia negra cobriu Ranthir- Bem, eu planejava continuar com o mesmo general de meu, mas já que você descobriu que eu matei Atlas você passou a não ter valor algum- Pandora girou sua mão para a esquerda e o pescoço de Ranthir fez o mesmo movimento- Bem creio vou precisar de um novo General... –Pandora ficou em silêncio por alguns segundos até que estendeu seu braço esquerdo em direção ao lado noroeste da sala e depois trazendo para perto de si – E de uma nova Governadora das bruxas também.

-Espere eu posso explicar- suplicou Vidia.

-Não preciso de explicações, já entendi tudo, você se uniu a Ranthir para tentarem me destronar, Randhir fez uma ofensiva direta e você se escondeu nas sombras como uma segunda investida caso eu matasse Randhir, que foi o que aconteceu.

-Bem, você acertou quase tudo, exceto que eu ainda estou escondida nas Sombras- Vidia, ou melhor, o Clone de Sombras de Vidia se desmanchou em poeira, logo em seguida Pandora foi atacada fazendo com que ela voasse para o outro lado da Sala.

-Você matou Atlas, você deve pagar por isso Pandora. - Vidia estendeu o braço esquerdo em direção a Pandora, fazendo uma energia negra cobrir o corpo dela- Parte disto é minha culpa disse Vidia, afinal eu te criei e fui uma péssima nisso. Desculpe-me por Isso Pandora. - Vidia começou a fechar sua mão fazendo o coração de Pandora parar de pulsar pouco a pouco, até que o corpo de Pandora caiu no chão, e Vidia deu de costas para Pandor que já estava morta.

-Não é tão fácil assim matar uma Imperatriz das Trevas. – Vidia se virou para Pandora rapidamente, porém já era tarde demais, o corpo de Vidia estava coberto por uma energia negra, Pandora levantou suas duas mãos em direção ao ar fazendo Vidia levitar para aonde suas mãos apontassem. –Eu que me desculpo Vidia. – Pandora estendeu seus dois braços em direções opostas, fazendo assim o corpo de Vidia de dividir ao meio. Após isso Pandora caiu ao chão e sussurrou baixinho. “Desculpe-me, mamãe”.Logo em seguida os corpos de Ranthir e Vidia pegaram fogo.

Pandora estalou os dedos e um corvo veio voando em sua direção. –Jey,  chame Alex e Drakor, preciso de um novo General e uma nova Governadora das Bruxas.


 

 


Notas Finais


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