História A Voz de Christopher - Adaptada Vondy - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias Rebelde
Tags Christopher Uckermann, Dulce Maria, Rebelde, Vondy
Exibições 21
Palavras 974
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 36 - Epílogo


Cinco anos mais tarde


Eu observei minha esposa balançar ociosamente em nossa rede, um pé levemente arrastando na grama, enquanto ela movia-se para a frente e para trás sob o sol de verão. Ela girou uma mecha de seu cabelo dourado em torno de um dedo delicado, sua outra mão virando as páginas do livro que estava escorado na barriga inchada.


Feroz orgulho masculino encheu-me enquanto eu olhava minha Dulce, a mulher que amava a mim e nossos filhos profundamente em seu coração.


Nossos meninos gêmeos de três anos de idade, Vitor e Fernando, brincavam na grama nas proximidades, girando-se ao redor até que eles ficassem tontos, seus risos derramando alegria de suas bocas quando eles caíam na grama em ataques de risos.


Garotos.


Tinha-os nomeados com os nomes de nossos pais, os homens que tinham nos amado tão ferozmente, que quando confrontado com o perigo de risco de vida, seus únicos pensamentos foram em nos salvar. Eu entendia isso. Afinal, agora eu era um pai também.


Caminhei lentamente para Dulce, e quando ela me viu,virou o livro na sua barriga e colocou a cabeça para trás e sorriu-me sonhadora. "Você está em casa."


Agachei-me ao lado da rede e comuniquei com sinais, "A reunião foi rápida."


Eu tinha ido ao banco negociar a compra de um pedaço de terra que estava fora dos limites da cidade. E tinha ido bem.


A cidade tinha votado nos planos de expansão que Ruth Uckermann tinha colocado em prática há cinco anos, quando eu assumi a terra. Mas como se viu, os moradores não eram contra a expansão ou trazer um pouco mais do negócio, eles eram apenas contra o tipo que Ruth Uckermann tinha em mente. Então quando propus abrir várias pousadas e cafés, todos pitorescos com a sensação histórica da cidade, os moradores esmagadoramente votaram sim.


Eu tinha acabado de comprar o terreno esta manhã.


A cidade estava prosperando, o negócio crescendo, e como se revelou, eu era um bom homem de negócios.Quem diria? Eu tinha perguntado a Dulce, uma noite, sorrindo quando a primeira votação tinha apoiado meu plano.


— Eu sabia — Ela disse calmamente. — Eu sabia. — Disse ela em voz baixa. Ela tinha me dito que minha voz era importante, e seu amor me fez acreditar que poderia ser verdade. E às vezes isso era tudo o que eu precisei - uma pessoa que estava disposta a ouvir seu coração, o som que mais ninguém tentou ouvir. 


Eu arranquei um dente de leão cheio de plumas da grama ao meu lado e sorri quando eu ofereci para Dulce. Ela inclinou a cabeça e seus olhos aqueceram quando ela tirou-os dos meus dedos e sussurrou. — Todos os meus desejos já se tornaram realidade. — Ela olhou para os nossos garotos e disse: — Isto é para eles — Ela soprou suavemente e as plumas dançaram no ar e foram levadas para o céu de verão.


Seus olhos reencontraram com os meus e coloquei a mão em sua barriga, sentindo o nosso bebe se mover abaixo dela.


"É um menino, você sabe" Ela disse, sorrindo.


"Provavelmente" Eu sorri. "Acho que é o que todos nós homens Uckermann fazemos. Você está bem com isso?"


Ela sorriu suavemente. "Sim, perfeitamente bem" Ela disse e então acrescentou. "Enquanto houver apenas um aqui dentro, estou bem até se for um bode" Ela riu, olhando para a pequena dupla ainda girando na grama, que não tinham parado de se mexer desde o dia em vieram ao mundo. Pequenos agitadores


Eu ri silenciosamente e depois bati palmas três vezes, conseguindo a atenção deles. Suas cabecinhas saltaram e eles começaram a gritar. — Papai, papai! — Ao comunicar com sinais simultaneamente com as palavras.


Eles correram para mim e deixei-os acreditar que me derrubaram, caindo de costas na grama quando eles me abordaram, rindo novamente, o belo som ecoando para fora através de nossa propriedade.


Sentei-me, trazendo os garotos comigo. "Qual dos dois irá me ajudar com a construção de hoje?"


"Eu! Eu!" Ambos se comunicaram com sinais juntos.


"Ok, bom. Temos muito trabalho a fazer, se vamos terminar esta construção antes que seu irmãozinho ou irmã chegar" Estiquei minha mão e eles colocaram as pequenas mãos gordinhas em cima da minha, olhando nos meus olhos de forma solene.


Eu tirei a minha mão e comuniquei por sinais, "Irmãos até o fim" E eles comunicaram juntos atrás de mim, parecendo sérios, solenes.


"É isso mesmo" Eu disse. "O pacto mais importante que existe."


Talvez um dia eu tivesse uma melhor relação com o meu próprio irmão. Ficou melhor desde que eu tinha tomado conta da cidade e ele se tornou o chefe de polícia, e até mesmo eu sabia que Alfonso amava os sobrinhos, mas ainda tínhamos um caminho a percorrer.


Meus meninos acenaram com suas cabecinhas, seus olhos castanhos dourados grandes em seus rostos – os dois rostos idênticos parecidos com o meu. Nem mesmo eu não poderia negar isso.


— Ok, garotos vocês corram para dentro. Vou fazer o almoço enquanto seu pai pega suas ferramentas — Dulce disse, sentada na rede, rindo de si mesma, quando ela caiu para trás, incapaz de levantar seu corpo volumoso.


Peguei sua mão e a puxei para meus braços, beijando seus lábios e me apaixonando por ela, ainda como eu fazia umas mil vezes por dia.


Naquela noite, há quatro anos na Igreja de Pelion quando Dulce tinha andado no corredor, à luz de velas em direção a mim no braço de Norm, prendendo minha respiração, eu tinha prometido que iria amá-la para sempre, só ela e eu quis dizer isso do fundo da minha alma.


E mesmo agora, com toda a loucura da vida, mesmo com o meu trabalho e o negócio de restauração próspero de Dulce, todas as noites antes de dormir, eu fazia questão de girar para minha esposa e silenciosamente dizer, Só você, só você. E seu amor deslizava tranquilamente ao meu redor, abraçando-me, ancorando-me, lembrando-me que as palavras mais barulhentas são as que vivemos. 



Notas Finais


Eu quero agradecer por vocês terem acompanhado essa história!!! 

Um beijo, e até mais!!!


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