História A Walk to Remember - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Hailee Steinfeld, Lauren Jauregui, Nate Maloley, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes
Tags Amor Proibido, Bailee Madison, Camila Cabello, Camren, Hailee Steinfeld, Lauren Jauregui, Magcon, Nate Maloley, Sammy Wilk, Shawn Mendes
Exibições 45
Palavras 3.761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi gente!! I'm back❤️

Quase tres meses sem postar? Devem estar me odeiando por isso, também me odiei por isso. MAS finalmente estou aqui né?

Vou explicar algumas coisitas aqui:

1:) Essa parte da história (quando evitei voce) irá ter mais que uma parte. Talvez serão 2 ou até três.

2:) Tentáreis postar domingo que vem, mas não prometo nada.

3:) Tenho mais duas fanfics de minha autoria. Uma com os meninos da Old Magcon e uma com o justin Bieber! Entrem no meu perfil e deem uma olhada ❤️

Espero que gostem!!! Boa leitura

Capítulo 7 - Quando eu evitei você. Part 1


 

Olhei uma ultima vez no espelho aprovando meu visual, antes de descer as enormes escadas da minha casa e ir falar com minha mãe, torcendo o máximo para que ela me deixasse sair. 

Parei em frente a porta da cozinha e respirei fundo varias antes de criar coragem e entrar. Mamãe estava sentada na mesa na varanda do lado de fora, havia uma mesa em sua frente e ao seu lado uma mulher estava sentada, eu conhecia ela de alguém lugar mas não lembrava o nome, isso não importava. 

Andei em sua direção. Passei pelas portas de vidros que davam pra varandinha e parei ao seu lado.

Agora pude observar a mulher que estava ao seu lado. Lembrei dela, ela mora ao lado da nossa casa, e é a pessoa mais fofoqueira que eu já conheci em minha vida inteira.

- Boa tarde Sra. Ginger! – cumprimentei-a. Ela levantou de sua cadeira e veio me dar um abraço. Revirei os olhos para isso

- Bom ver você, camila. – sorriu falsamente. – Andou sumida, menina... – sentou em sua cadeira novamente

- Muito trabalhos da escola! – abri o sorriso mais falso que eu consegui. A mulher apenas assentiu enquanto pegava sua xicara de café e bebericava. – Então mãe! – voltei a atenção para a mulher sentada na outra cadeira. Ela nem olhava pra mim, estava mais concentrada em sua revista em cima da mesa. – Sera que poderia sair com meus amigos? 
Ela fechou sua revista lentamente, largou em cima da mesa, se ajeitou na cadeira, pegou uma xicara de cha; deu uma bebericada e só depois decidiu que ela podia me responder.

Ela virou a cabeça tão lentamente que achei que fosse levantar e me levar pelos cabelos até o andar de cima. Dei dois passos pra tras quando seu olhos pararam me encarando. 

- Que amigos, camila? – perguntou séria. Olhei para mulher sentada do outro lado da cadeira e ela tinha um sorrisinho maldoso no rosto, pegou sua xicara e escondeu o mesmo com ela.
Parece que não irei sair hoje, que legal.

- Shawn, Hailee, Bailee e... o Nate... – sussurrei ja sabendo que a resposta seria não. Ela simplesmente odeia o Nate, com todas sua forças. Deve ser por que ele é totalmente o contrario do que ela queria que eu namorasse. 

- Você sabe que eu não gosto que você ande com esse nate. – falou um pouco alto demais, arregalei os olhos. Ela voltou o rosto para mulher a frente e começou uma conversa sobre bolsas e sapatos.

Até pensei em responder que ele era meu namorado e bla bla bla, mas nada iria adiantar. Então  fiquei parada ali apenas esperando minha mãe resolver me responder.

Peguei meu celular no bolso da minha jaqueta e olhei a hora, eram exatamente 8:pm, eu teria que esperar a Haileer na esquina daqui a cinco minutos.

Passei a mão nervosamente nos meus cabelos e esperei mais alguns minutos. Mas depois de perceber que ela nunca iria responder eu virei as costas pra elas e sai dali batendo a porta com força, fazendo tudo balançar e a mesma ameaçar a quebrar, ouvi um grito assustado das duas mulheres do lado de fora. 
Quando estava já na porta de casa pronta pra abri-la eu ouvi minha mae gritando meu nome. 

- Aonde você pensa que vai, Camila? – ela estava com raiva, com muita raiva, só pelo jeito que ela pronunciou as palavras.

Continuei olhando para frente, não queria olhar pra cara daquela mulher que se dizia ser minha mãe.

Como a porta da minha casa era enorme e de vidro, dava pra ver tudo de fora e pude observar o sol indo embora levando consigo a luz, deixando tudo escuro, que nem minha vida. 

Eu ouvia cachorros latindo na rua, carros passando e crianças gritando no parquinho aqui de perto, mas o som que mais se sobressaia era a respiração da minha mãe. Ela devia estar contando até cem antes de avançar em mim. 

    ⁃    estou esperando uma resposta, Camila! 

- Saindo com meus amigos, mamãe. Aceitei seu silencio como um sim, até por que quem cala consente! – falei o mais debochada possível. Nem me preocupei em olhar sua expressão, continuei de costas para ela.

Ouvi a mulher atrás de mim rosnar como um cão raivoso, tremi por dentro. Virei de frente para ela e me arrependi eternamente por tal ato.

Seu rosto completamente vermelho, quase da cor de seus cabelos. Ela estava apertando as mãos tão fortes que tenho certeza que o sangue havia parado de circular ali, já que as mesma estavam brancas como papéis.

- Com quem você pensa que esta falando, camila? – Gritou. – Você quer que eu te mande para casa do seu pai? Ou melhor, você prefere que eu faça a mesma coisa que fiz com o Troye? Não veria problema nisso. – Falou rindo 

A minha primeira vontade foi correr em sua direção e bater nela, mas eu respirei fundo. Eu precisava me acalmar, pela minha irmãzinha. 

Se eu fizesse alguma coisa, eu teria que ir pra casa do meu pai e a Sofia iria ficar sozinha aqui com essa mulher louca, não posso deixar que isso aconteça.

- você tem orgulho do que fez com seu próprio filho? – sussurrei sem forças, mas ela ouviu e abriu um sorriso. Eu queria chorar até não existir mais agua no meu corpo. Mas eu não ia fazer isso agora

Eu não aguentava mais isso, não aguentava ficar discutindo com ela e tentando colocar coisas certas em sua cabeça. Ela nunca iria mudar.

    ⁃    ele desonrou nossa família. Trocou todos nós por um garoto. - frizou. - que tipo de pessoa você acha que ele é? 

    ⁃    o tipo de pessoa que eu gostaria de ser. O tipo de pessoa que teve coragem de sair desse inferno. Eu não importo que ele não tenha pensando na gente, como você diz. Eu estou feliz por meu irmão. Sim, ele sempre será meu irmão!!! - gritei. Uma lágrima solitária ameaçou sair, mas eu a limpei antes      
 
Minha mãe então começou a caminhar em minha direção, tão lentamente e calma que chegou a me dar medo, dei dois passos pra trás.

Ficamos cara a cara, uma olhando no olho da outra. Seus olhos azuis seriam lindos se não fossem de um azul tal claro, tão vazio. 

Ela levantou a mão e quando eu pensei que fosse me bater, ela apenas acariciou minha bochecha.

    ⁃    ahh querida... mamãe deixa você sair, mas quando voltar vamos ter uma conversa bem seria!! - deu um tapinha fraco em meu rosto e virou as costas pra mim, logo entrando na cozinha novamente como se nada tivesse acontecido.

Coloquei as mãos no rosto e suspirei fundo, eu não sabia o que fazer.

Abri a porta de casa e sai da mesma. Observando tudo ao meu redor.

Agora estava mais escuro que antes, mais vazio que antes, parecia até meu coração. As luzes da rua não ajudavam muito, aquilo tudo era artificial, que nem meu sorriso. O vento que batia nas árvores e as balançavam agressivamente era como meu irmão e minha mãe, ele era a árvore, ela o vento. Ele era a calmaria da casa, a pessoa mais feliz, animava todos ao redor. Mas minha mão o tornou violento. 

Os animais que ainda estavam na rua fingiam estar felizes enquanto corriam e observavam tudo ao redor, latindo e balançando o rabinho, obedecendo seus donos quando mandavam eles fazerem algo. Essa era minha família, sempre sendo mandados pela minha mãe.

Olhei para o horizonte e vi ainda uma pontinha do sol, ele não havia ido embora ainda. Era ele que me fazia feliz, que me mantinha viva. Ele era Lauren Jauregui e minha irmã.

E as estrelas, essas eram minha companheiras, sei que sempre estarão lá. Não importa se chover, se der tempestade, ou a noite quando tudo estiver escuro e eu pensar que estou sozinha, elas estarão lá comigo. Essas são meu amigos, Hailee, bailee e Shawn 

E eu? Eu sou a lua. 

Caminhava em passos lentos pela rua, enquanto chorava silenciosamente. Nao queria que me vissem chorando e viessem perguntar o que havia acontecido. 

Passei em frente à pracinha e vi minha irmãzinha brincando com sua amiguinhas. Minha vontade era de correr em sua direção e abraçá-la até não poder mais, pegar ela pela mão e levar embora. Mas eu não  podia fazer isso. Então continuei andando reto, até chegar ao meu destino. 

Sentei no cordão da calçada tentando me acalmar. Não queria que meus amigos me vissem assim, não queria estragar a noite deles. 

Peguei meu celular no bolso, desloquiei e deslizei meu dedo pela agenda do celular. 

Eu queria ligar pra ela. Mas não tinha coragem. 

Balancei a cabeça forte tentando dizimar essa ideia e passo a mão nos cabelos para deixá-lo mais apresentável. 

Quer saber? Que se foda 

Desbloqueei o celular novamente e procurei seu nome em minha agenda 

" Lauren " 

Apertei para ligar. Estava chamando 

Coloquei o celular no ouvido com a mão trêmula e esperei. Depois de longos dois minutos ela atendeu.

 -/ ligação on /- 

    ⁃    alo? - sua voz estava mais rouca que o normal. Respira Camila. - Camila, é você?? - sua voz ficou mais clara 

Ouvi um barulho de cama, acho que ela estava deitada. 

    ⁃    Ãã... - eu não sabia o que dizer. Não fazia ideia de o por que liguei pra ela. Acho que queria apenas ouvir sua voz. 

    ⁃    aconteceu alguma coisa? - sua voz demonstrava preocupação 

Ouvi o barulho de cama novamente, só que dessa vez ouvi também uma voz. Era uma garota.

    ⁃    volta pra cama, laur... - alguém resmungou 

Meu coração despedaçou aos pouquinhos, mais do que já estava. Não sabia o que fazer. Ela estava com outra.

Era óbvio que Lauren estaria com outra garota, mas eu achei que eu fosse um pouco mais importante pra ela. Parece que nossa noite passada não foi nada.

    ⁃    Camz? 

Só então percebi que estava em silêncio fazia alguns minutos.

    ⁃    desculpa te atrapalhar!! - e desliguei a chamada.

-/ ligação off /- 

Eu estava com muita raiva de mim mesma, como eu pude ser tão idiota? Achei que ela estava gostando de mim, ou começando a sentir alguma coisa.

Fiquei vários minutos sem conseguir parar de pensar nisso.

Bati várias vezes em minha própria cabeça tentando tirar a imagem de Lauren e a garota ruiva da festa transando. 

Foi então que o carro parou em minha frente.

Levantei a cabeça devagar com medo de ser quem eu estava pensando que era. Mas era.

    ⁃    Entra!! - ela abriu a porta e ficou me encarando, esperando.

    ⁃    Não! - levantei do chão, passei a mão em minhas calças para limpar um pouco da sujeira e sai andando.

Eu nem sei pra onde eu estava indo, afinal era mim esperar ali até a Hailee chegar, mas já era pra ela ter chego faz mais de meia hora.

Olhei pra trás e vi Lauren fechando a porta do carro, e quando pensei que ela fosse desistir, ela deu a marcha ré e parou ao meu lado.

    ⁃    Entra no carro agora, Camila!! - praticamente gritou. Ela estava furiosa 

    ⁃    Não quero, Lauren! Não tenho que fazer tudo que você manda, porra!! - gritei 

A rua estava mais movimentada que antes e isso era totalmente estranho. 

Meu bairro é um bairro residencial, fechado. As pessoas dali estão sempre em casa, ou presas dentro do condomínio. Só que hoje estava tudo diferente, a maioria estava no parquinho que tinha na esquina. Algumas pessoas caminhavam com seus cachorros, outros adolescente andavam de skate e etc. E já estava bem escuro. Parece que tudo estava mudando. 

É claro que depois do meu pequeno grito as pessoas ao redor pararam suas coisas e começaram a prestar atenção no nosso pequeno showzinho.

Olhei pra garota dentro do carro e ela abriu um dos seus sorrisos mais conhecidos, o vencendor.

Bufei alto e entrei no banco do carona, logo ela deu partida e eu me via cada vez mais longe de minha casa. 

    ⁃    Por que ligou? - perguntou mais calma 

Olhei pra Lauren e revirei os olhos. Bipolar do caralho 

    ⁃    te fiz uma pergunta. 

    ⁃    eu sei! - respondi o óbvio 

Ela bufou tão alto que eu podia jurar que até as pessoas que estavam na rua ouviram.

    ⁃    caso você queria saber, quem estava dormindo comigo era minha irmã mais nova!! - se explicou 

Fiquei olhando pra ela, tinha um pequeno sorriso no rosto e seus olhos estavam muito mais verdes que o normal. 

    ⁃    Não sabia que você tinha uma Irma... - sussurrei 

Eu gostava dessa garota, mas mal a conhecia.

    ⁃    Você não sabe muita coisa sobre mim!! 

    ⁃    é... - nós duas nos calamos depois disso 

O silêncio estava começando a ficar bem desconfortável

Ficamos alguns minutos quietas até que eu me pronunciei.

    ⁃    como sabia aonde eu estava?

    ⁃    Sua amiga me falou!!

    ⁃    O QUE? - gritei tão alto que Lauren chegou a freiar o carro, quase dei de cara no vidro. - VOCE É MALUCA, PORRA? 

Ela ficou me encarando por um tempo sem dizer nada. Sua respiração estava descompensada. Lauren deitou a cabeça no volante e ficou ali. E começou a chorar

Sim. Lauren Jauregui estava chorando. Acho que nunca me vou me acostuma com isso. 

    ⁃    Lauren? - sussurrei. Eu estava assustada! - lolo? O que houve?  Me desculpa se te assustei... 

Ela continuou calada, só se ouvia seu choro e seus resmungos. Eu estava começando a ficar preocupa. 

Tirei meu cinto, me estiquei em sua direção e tirei o seu. Segurei um dos seus braços e puxei, ela nem se moveu. Bufei 

Estamos praticamente no meio da rua. Era Los Angeles, qualquer rua dali era movimentada. Alguns carros passavam por nós e buzinavam,  mas eu não me importava, eu só queria saber o que havia acontecido. 

Sai de dentro do carro e dei a volta no mesmo, parando ao lado do motorista. Com dificuldade abri a porta e puxei Lauren pra fora, ela não era nada leve.

    ⁃    lolo, por favor... - estava respirando com dificuldade. Eu não ia conseguir segurar ela por muito tempo.

Era como se ela estivesse morta, não se mexia, não falava, e eu ficaria totalmente assustada se ela não tivesse choramingando. 

Puxei ela pra fora e quase caímos no meio da rua, os carros passavam buzinando e gritando xingamentos, nenhum emprestáveis parou pra ver o que havia acontecido.

Coloquei ela no banco do trás e entrei junto, fechei a porta. Minha respiração estava totalmente desregulada e meus músculos dos braços doíam pelo esforço. 

Lauren parecia uma boneca, ela estava com a cabeça jogada pra trás, os olhos estavam fechados e seu lindo rosto estava muito vermelho. seus braços estavam em cima do seu colo e as mãos entrelaçadas, e ela respirava com dificuldade. 

O que estava acontecendo? 

Me arrestei em sua direção, ficando os mais próxima possível e toquei seu rosto delicadamente, ela abriu os olhos devagar e ficou me encarando.

    ⁃    o que aconteceu, baby?! - sussurrei com a voz embargada. Eu não conseguia ver ela assim.

Ela ficou ali apenas olhando pra mim, seus olhos verdes estavam sem vida. É como se no momento ela nao estivesse sentindo nada. E eu precisava fazer ela sentir. 

Puxei um pouco seu rosto em minha direção e encostei nossas testas, logo em seguida nossos lábios. Eu não queria que o selinho se transformasse nesse beijo, mas ela precisava disso e eu faria de tudo por ela.

Suas mãos arranharam minha nunca com tanta força que eu pensei que toda minha pele havia sido arrancada, mas eu não sentia dor, só sentia aquela vontade, a vontade de ter ela pra mim; de sentir ela. 

Sentei em seu colo e rebolei no mesmo, ela segurava em minha cintura tentando me levar pra mais perto dela, como se pudemos nos tornar apenas uma.

Seus beijos não estavam mais em meus lábios, mas sim em seu pescoço e logo no meu decote. Ela tirou minha blusa com uma delicadeza absurda, cheguei a ficar agoniada. Passou a mão pelos meus cabelos e os ajeitou, ficou com as mãos por um tempo em meu rosto e me encarando.

    ⁃    me desculpa, camz... - quase nem ouvi o que ela havia dito, e me surpreendi total. 

    ⁃    pelo o que? 

    ⁃    por ser assim... 

Ela começou a chora novamente, caia tantas lágrimas do seu rosto que fiquei com medo de ela não ter mais água no corpo depois disso. 

Puxei ela pra mais perto e a abracei com toda a força, eu não conhecia a história dela, não sabia tudo que ela sentia, mas sabia que ela precisava desse abraço; ela precisava do meu abraço. 

    ⁃    você não deveria se desculpar por ser quem você é!! - segurei seus rosto obrigando-a a olhar pra mim. - você é perfeita, Lauren! 

Ela sorriu em meio ao choro. Ela parecia tão vulnerável agora, não parecia a mesma garota com quem eu topei no início das aulas. A garota sem sentimentos havia ido embora, agora eu sabia que ela era. 

Fiquei totalmente surpresa quando senti seus lábios sendo pressionados contra os meus e suas mãos passearem pelo meu corpo até chegarem em meu sutiã, onde ela tirou com facilidade jogando em qualquer lugar do carro.

Eu queria estar preocupada de alguém parar o carro aqui e decidir ver o que estava acontecendo dentro de um carro mal estacionado em meio a rua mais movimentada de Los Angeles, mas a única coisa que eu conseguia pensar agora era nos seus lábios em meus seios.

Ela chupava um enquanto massageava o outro, meu corpo começou a esquentar de uma forma inexplicável. Eu queria mais, muito mais. 

Puxei seu rosto pra cima, logo a beijando enquanto abria o fecho de sua blusa, arrancando a mesma de seu corpo e jogando-a em qualquer lugar. Ela estava sem sutiã, e sem pensar abocanhei um de seus seios. Sua pele clara em volta dos seus mamilos estava totalmente vermelha de tanto que eu a chupei. 

Sai de cima dela e a deitei direito no banco, ela se ajeitou e me puxou para seu colo novamente. Beijei seu pescoço, cada seio, sua barriga e logo cheguei na barra de sua calça jeans preta. Abri o fecho, e com um pouco de dificuldade tirei ela, revelando uma calcinha preta com rendas, gemi. 

Passei meu dedo pela sua calcinhas que estava encharcada, ela estava louca por mim. Me abaixei e beijei sua boceta coberta pela calcinha, ela gemeu. Abaixei devagar sua peça íntima e lambi sua intimidade sedenta pelo meu toque.

Subi meus beijos até seus lábios e comecei um beijo, eu queria que ela sentisse o que eu estava sentindo, queria que ela sentisse o amor que eu sentia por ela. 

Então penetrei um dedo nela, depois dois, e depois três. Ela se contorcia em baixo de mim, seus gemidos eram como música para os meus ouvidos.

Desci novamente e comecei a chupar lá embaixo, e então ela gozou, soltando um suspiro de alívio junto. 

Eu não queria que ela me fizesse gozar, apesar de precisar, só queria que ela se sentisse importante uma vez na vida. 

Deitei minha cabeça na curvatura do seu pescoço e fiquei ali, sentindo seu cheiro maravilhoso impregnar minhas narinas. 

Uma de suas mãos desenhava caminhos imaginários em minhas costas nuas. 

    ⁃    você pode me contar tudo o que quiser... serei a última pessoa que irei te julgar... - dei um beijinho em seu pescoço e a puxei pra mais perto de mim. - confie em mim 

    ⁃    eu confio em você... - suspirou. - só não sei se estou pronta pra te contar o que aconteceu! 

Levantei minha cabeça e fiquei a encarando. Seu lindo rosto estava todo vermelho, tanto por causa do orgasmo quanto por causa do choro. 

    ⁃    Não te vou forçar a nada! - dei de ombros. Sai de cima dela e procurei meu sutiã e minha blusa. Eu queria sair daqui, queria sair de perto dela. 

Não acredito que depois disso tudo ela ainda não confiava em mim.

    ⁃    não fique brava... - suspirou. Lauren se sentou também e colocou toda sua roupa, mas continuou parada ali, apenas olhando pra frente. - não quero dirigir. 

Fiquei olhando pra garota sem entender o motivo disso tudo, apenas assenti.

Sai do carro depois de pronta e fui até o banco do motorista. 

Como tudo de repente podia mudar assim? Às vezes estávamos nos amando, uma cuidando da outra, confiando uma na outra e depois acontece isso.

Odeio quando a Lauren me faz pensar que a ajudei que eu a salvei, quando na verdade ninguém nunca conseguirá fazer isso.

Eu sentia meus olhos embaçados por conta do choro,minha garganta ardia. Eu só queria chorar. Chorar por tudo, chorar pela vida.

Estacionei o carro duas quadras antes do estacionamento do bar e peguei meu celular dentro do bolso que estava tocando. 

"Onde você está? " ouvi hailee gritar. Ela estava em um lugar super barulhento e consegui ouvir algumas vocês conhecidas atras.

"Estou chegando" 

" você esta uma hora atrasada." - vai se fuder, hailee.

"Era pra você ter me buscado, então não enche o saco" - e desliguei na cara dela.

Não esperei por Lauren, apenas sai do carro e me preparei pra caminhar as duas quadras até o barzinho/restaurante. Ouvi a porta do carro batendo mas não me importei, continuei andando.

Ela também não se preocupou em aumentar o passo ou falar alguma coisa. Vai se fuder, desgraçada.

Cheguei em menos de 5 minutos na frente do barzinho, falei meu nome pra recepcionista e antes de procurar minha reserva, ela ficou me encarando. Só percebeu o que estava fazendo segundos depois, sorriu envergonhada e disse que alguém iria me levar até minha mesa.

Não precisei olhar pra trás pra saber que Lauren seguiu o caminho oposto ao meu, ela não era amiga dos meus amigos. 

Estava chegando na mesa e pude ver Hailee rindo super alto de algo que Shawn falou. Nate estava com uma cara horrível, e com certeza estava chapado, que ridículo e previsível. Sammy não estava diferente dele, olhava pra uma mulher na mesa ao lado sem nem se preocupar com o homem que estava sentado ao lado dela.

    ⁃    Oii, desculpem a demora!! - falei ao chegar na mesa onde estavam todos. 

Eles pararam de conversar e ficaram me encarando, principalmente o Nate.

    ⁃    por que você entrou com Lauren Jauregui? - sua veia do percoco estava saltando, isso só significava uma coisa. Ele estava morrendo de raiva.


Notas Finais


Esqueci de perguntado uma coisa nas notas inicias. Será que vocês gostariam de um POV Lauren?? Estou ansiosa para escrever, mas gostaría de abre se vocês gostam da ideia.

Comentem aqui e deixem sua se opniões ❤️️

Meu Twitter: @staliababy


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