História A Winter Dream (Imagine GOT7) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Got7, Once Upon a Time, The Vampire Diaries
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Angst, Bambam, Doppelganger, Fluffy, Got7, Got7!au, Harem, Hybrid, Imagine, Jackson, Jaebum, Jinyoung, Longfic, Magia, Mark, Romance, Sobrenatural, Talvez Clichê Idk, Vampire, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 10
Palavras 2.614
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Harem, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie, tudjo bom?

ATENÇÃO migos, esse capítulo vai ter o 'ponto de vista' diferente no começo. Sempre que eu mudar do pov da Arie vai ser em terceira pessoa (why? because eu quero)
Esse personagem tem a MESMA aparência do Mark, é o doppelganger dele. E não, eu não vou fazer um doppelganger pra cada um deles. Vai ser só da Arie e do Mark mesmo, e vocês vão entender o porquê!
Vai ter outros pontos de vistas no decorrer da fic, e também vou colocar flashbacks :3

Boa leitura pq caralho como foi difícil me contentar com esse cap kkk tô reescrevendo ele desde 1918.

Capítulo 9 - Founder's Day


 Nathaniel "Nate" 

Pouco antes do desfile começar, Nate e sua amiga bruxa, Sarah, estavam sentados em um banco na frente da escola, observando a multidão que veio para comemorar o Dia dos Fundadores. Haviam várias pessoas correndo para arrumar coisas de última hora, e as mesmas estavam com fantasias de época. "Céus, ainda bem que passamos disso. Aquelas roupas eram um ultraje à minha pessoa", pensou Nate.

— Que desencontro. Você não me falou que ela saiu da cidade — disse Nate com a voz arrastada, brincando com uma pipoca entre os dedos. — Aish... Eu não gosto disso. Você sabe o que acontece quando as coisas não vão como eu quero. E agora tô sem pipoca, que ótimo — amassou a caixinha vazia e jogou no chão.

— Cuidado, essa atitude não é atraente em um homem da sua idade, Nate. — riu debochada e fez uma breve pausa. — Se eu soubesse onde aquele seu objeto de obsessão ambulante está, você seria o primeiro a saber. Mas fica tranquilo, se ela for mesmo o amor épico da sua vida que você tanto fala, ela vai voltar... — Sarah sentia o olhar macabro de seu amigo a fuzilando de canto de olho. Sabia muito bem que aquela garota era o ponto fraco dele, e descrevê-la com tanta repulsa em seu tom de voz, o deixava fervendo de raiva. — Enquanto isso, você deveria arrumar a papelada se ainda quiser estud...

— Já cuidei disso. Sou oficialmente um calouro agora. E você deveria mostrar respeito, mas também deveria comprar um presente pro meu aniversário que é daqui dois dias, então... — interrompeu Nate, aparentemente tranquilo, e esse era um dos dons do garoto que acabava com a diversão de Sarah. Nunca deixava transparecer sua fúria, por mais intensa que fosse.

— É, eu já sei. Você faz questão de lembrar com uma semana de antecedência. E o que tem de especial nisso afinal? — perguntou entediada, encarando ao longe um garoto fantasiado que estava concentrado no celular.

— Não é todo dia que se faz duzentos e quarenta e seis anos — respondeu com uma expressão de ofendido, logo seguindo o olhar de Sarah. — O que você tanto olha?

— Tá vendo aquele garoto de terno antigo? Ele que é o namorado dela. Yugyeom.

— Mhm... Você acha que ela vai sentir falta? Sabe, quando eu arrancar a pele dele e mandar por correio em uma caixa de puzzle?

— Se você começar a matar inocentes, vou ter que te machucar, mas acho que você sabe disso. Só porque sou sua amiga não significa que estou ok com esse tipo de comportamento — disse Sarah com um tom ameaçador, porém não obteve sucesso em intimidar Nate, que arqueou uma das sobrancelhas em resposta.

— É, tanto faz — resmungou antes de se levantar. — Eu não quero perder o desfile, vamos logo.

Os dois andaram até conseguirem ter uma boa vista por onde o carro alegórico estava começando a passar. As pessoas aplaudiam e gritavam enquanto a prefeita da cidade anunciava os alunos participantes da parada. Algo chamou a atenção de Nate ao final do desfile, quando viu os casais vestidos com roupas de época estavam passando.

— Vadia... — disse Nate em voz baixa, em seguida concentrando-se em ouvir o que ela estava falando ao perceber seus lábios se mexerem, entretanto a garota não disse mais nada até que seus olhos o encontraram. "Mark..." sussurrou ela.

— Eu não entendo. Ela não deveria estar aqui — disse Sarah.

Nate afundou-se em um conflito interno perigoso, tudo por causa da reação da garota que compartilhava de um relacionamento complicado consigo. Ele esperava uma expressão mais leve no rosto dela, ou que seus olhos brilhassem ao vê-lo depois de tantos anos, mas ao invés disso ela o chamou de... Mark? De repente descobrir qual era o "joguinho da vez" acabara de virar sua maior prioridade.

— Sarah, esbarra nela e me conta o que você viu. Confia em mim.

 

Arie

Algumas horas antes

A tia Rose nos recebeu muito bem quando chegamos. Ela parecia ser muito simpática, e não me estranhou em momento algum. E nem tem como mesmo, a sobrinha dela é literalmente a minha cara. Por mais perturbador que isso seja, saber que a Rose é humana e a duplicata não está aqui são duas coisas que me deixam mais tranquila. Só que infelizmente isso não é lá algo que deva ser comemorado, já que a garota ter dado chá de sumiço é um problema pro Bambam, e consequentemente pra mim.

Aquela residência tinha muita semelhança com as casas nobres que encontram-se na Floresta Encantada. Praticamente tudo fora construído em tons de madeira, e o telhado era alto. O jardim era bonito e espaço, este que fiquei admirando por um tempo sob a cobertura da varanda, até que Yugyeom me pegou pela mão e passamos pela porta. A casa em seu interior também era feita de cores escuras, e a decoração era sofisticada, podendo fazer aquele lugar se passar facilmente por um palácio, só que menor.

Jaebum ficou na sala de estar, e Yugyeom foi para outro quarto, ele disse que iria se arrumar aqui também pois ficava à caminho da escola, enquanto eu seguia Rose até o quarto dela. Algum tempo depois, quando a maquiagem já estava pronta, ela me ajudou a colocar o vestido e terminou de fazer chapinha no meu cabelo. Olhando no espelho, pensei em como parecia fazer um século desde a última vez que usei um vestido desses. Aquela crinolina sob a saia grande que ia até os pés, só não era tão desagradável quanto o calor que eu sentia com a roupa no geral.

— Vocês já estão aí dentro há horas — disse Yugyeom em voz alta, batendo na porta.

— Estou pronta! — exclamei, fingindo um leve sorriso quando vi no espelho que ele abriu a porta, aproximando-se logo que terminei de falar.

— Você tá linda — disse, me puxando pra perto, diminuindo a distância entre nossos rostos cada vez mais.

— Jaebum deve estar ansioso — interrompi a ação do Yugyeom, colocando minha mão no pescoço dele ao mesmo tempo que olhava tia Rose do nosso lado. Seria desconfortável se um beijo acontecesse naquele momento, principalmente pra mim. "Ele não é meu namorado". Entretanto fingir que estamos juntos não é nem de perto uma das coisas mais estranhas que aconteceram comigo.

A maneira como recuperei minha magia permanece sem explicação. E pra adicionar na lista de coisas estranhas, estou vendo o Mark toda vez que pego no sono. Seria patético pensar que a minha magia voltou por causa dele só porque o garoto estava comigo quando isso aconteceu? Na verdade é bem mais do que patético, agora só falta meu cérebro entender isso e parar de me trazer de volta para aquele dia.

Desci as escadas e cheguei na sala antes da tia Rose e do Yugyeom, encontrando com Jaebum que me encarou por um tempo. O garoto parecia estar congelado com aquela displicência estampada em seu rosto.

— Eu vejo vocês lá fora — suspirou Jaebum depois de limpar a garganta, caminhando até a porta em passos firmes.

— Espera, Jaeb... — falei, mas ele fingiu não ouvir e deixou a casa.

— Tá tudo bem? Você parece triste — perguntou Rose.

— Não é nada. Quer dizer, eu não tô triste, é que esse vestido machuca um pouco — respondi, sorrindo ligeiramente para convencê-los da minha desculpa esfarrapada. É claro que eu tenho mil e uma coisas pra me preocupar, mas é falta de boas maneiras descontar nas outras pessoas ou deixá-las preocupadas. — Vamos logo.
 


 

Tem sido muito difícil manter a concentração ultimamente. Qualquer coisa me faz perder o chão, até mesmo os detalhes do vestido vermelho vinho que eu estava usando. Bruscamente voltei à realidade quando uma das alunas me disse pra andar logo ou iria me atrasar. Logo fui até os outros alunos que também iriam participar do desfile, percebendo que não tinha ninguém ali que eu conhecesse, fiquei brigando mentalmente com Yugyeom e Jaebum por terem desaparecido e me deixado esperando com cara de tacho.

"Finalmente", pensei ao ver Yugyeom se aproximar.

— Já tá quase começando. O que fez você demorar tanto?

— Nada demais, só o meu pai inventando uma desculpa pra não aparecer hoje — respondeu ele displicente, segurando o celular na altura do rosto por um segundo.

— Sinto muito. Nossa, que insensível da minha parte. Eu não perguntei porque você não mora com os seus pais — franzi a testa.

— Tá tudo bem, nem se preocupa com isso. Pais separados, irmão delinquente. Tecnicamente eu moro com esse meu irmão mas ele sempre tá viajando, então... — deu de ombros. — A sua amiga tá encarando. Melhor a gente subir logo.

Meu raciocínio ficou lento, e as coisas que ele havia dito demoraram pra fazer sentido na minha cabeça. Nem tive a chance de perguntar quem era "a minha amiga". Logo nós nos preparamos, e o desfile logo começou. Entre a multidão que aplaudia com entusiasmo, estava Jaebum que me olhava com o canto da boca elevado, ainda que não fosse bem um sorriso, o rosto do garoto pareceu iluminar-se de um jeito que nunca tinha visto. Comecei a acenar pra ele e depois para as outras pessoas por um breve momento.

— Wow. Aquilo é um sorriso no rosto dele? Estou chocado — brincou Yugyeom sobre Jaebum.

— Pois é. Ele deve ter batido a cabeça muito forte — falei, tentando conter a vontade de rir.

Pouco depois a minha sensação de calma e segurança despencou, fazendo meu coração pular uma batida. O sorriso havia escorregado de minhas feições enquanto eu repetia cada vez mais alto dentro da minha cabeça "Não é real... Ele não pode estar aqui."

— Mark... — o nome dele fugiu por entre meus lábios em um sussurro.

Meus olhos procuraram por Jaebum que agora franzia o espaço entre as sobrancelhas. Ele desviou o olhar pro mesmo lugar que Mark estava, e eu fiz o mesmo, mas ele já não estava mais ali. Respirei fundo e aos poucos fui estabilizando aquele turbilhão de sentimentos que preenchiam meu peito. Era só coisa da minha cabeça mesmo.

Assim que o desfile terminou, comecei a procurar por Jaebum quando acabei colidindo com uma garota de cabelos cacheados e que mostrava um sorriso fechado.

— Eu sou desastrada, desculpa. Você tá bem? — perguntou ela, segurando meu braço gentilmente.

— Estou bem sim. Eu tenho que ir — respondi sorrindo, em seguida afastando-me da garota, e pouco depois senti alguém me puxar pelo pulso com indelicadeza.

— O que foi aquilo? — perguntou Jaebum com o olhar afiado.

"Esse garoto não cansa de ser um porre?"

— Sério, não faça isso — reclamei com os olhos e punhos cerrados, tentando me recuperar do susto.

Yugyeom chegou correndo até nós dois, e quando ele abriu a boca pra falar alguma coisa, eu o interrompi sem querer. As palavras simplesmente saíram antes mesmo que eu pudesse pensar. Pelo menos não falei algo que me deixasse em alguma encrenca como de costume, apenas pedi a chave do meu armário pra que pudesse me trocar, pois tinha deixado uma blusa e uma calça jeans lá. Antes de me dirigir até a escola, repreendi Jaebum com o olhar por ter me assustado daquele jeito.

Depois de deixar o vestiário, andava às pressas pelos corredores vazios, enquanto o cansaço emocional subia dos meus pés para a cabeça, logo senti a vista escurecer...
 


 

Acordei em um quarto que nunca estive antes. Ainda atordoada tentei me levantar, mas havia uma algema prendendo uma das minhas mãos à cabeceira da cama. Era inútil continuar me mexendo daquele jeito, só iria machucar meu pulso. Suspirei com uma expressão derrotada, parando pra observar meus arredores. Havia mais uma cama de solteiro além da que eu estava sentada, ambas cobertas por edredons brancos. O quarto era espaçoso e as paredes levemente acinzentadas.

A porta foi aberta com suspense, deixando a luz do outro cômodo entrar junto com uma figura alta que não dava pra ver direito pois as cortinas do quarto estavam fechadas, bloqueando em grande parte a claridade externa. Meus lábios estavam franzidos até que o rosto dele foi revelado quando o mesmo acendeu um abajur próximo da cama onde eu estava, em seguida deitou-se na cama ao lado com um livro em mãos. O desconhecido pouco se importava que meus olhos estivessem fixados nele.

Certamente a minha voz sairia trêmula se eu decidisse abrir a boca. O pavor pesava dentro de mim. Logo puxava a maldita algema da cama agressivamente, e mesmo quando comecei a me descabelar de tanto gritar, o garoto continuava ignorando qualquer coisa que não fosse aquele livro.

Demorei a perceber que outra pessoa havia entrado no quarto, fechando a porta que antes estava entreaberta. Dessa vez era uma garota, e ela acendeu a luz do teto do quarto, que era muito forte para a minha vista já acostumada com o escuro, me fazendo abaixar a cabeça.

— Eu não vou te machucar — sussurrou uma voz áspera perto do meu ouvido, e com o dedo polegar levantou meu queixo. Minha boca transformou-se em uma linha dura pela a aproximação do garoto, que parecia dedicado a me hipnotizar — Agora você vai ser uma boa menina e vai responder minhas perguntas honestamente.

— Vai pro inferno — repliquei, contraindo a mandíbula. Tentava esconder o medo que insistia em tomar conta das minhas expressões.

— Viu só. Eu falei pra você, Sarah. Ela tá usando verbena — resmungou, revirando os olhos e se afastando enquanto a garota me encarava. Lembrei de ter esbarrado com ela hoje mais cedo. Depois daquela pausa que pareceu durar uma década, ele continuou — Foi bem útil esse feitiço à prova de som que você colocou no quarto. A garotinha ali começou a gritar quando eu cheguei.

— Nós precisamos pensar... — disse calmamente a garota que ignorava tudo em volta de si, depositando toda sua atenção em mim. Logo sentou-se do meu lado na cama. — Tenho certeza que ela é do tipo de pessoa que morreria antes de deixar seus amigos caírem nas mãos de um vampiro. Mhm... Como é mesmo o nome deles? Jaebum...? Yugyeom...? — o tom de voz dela escondia algo que provavelmente eu não iria querer saber. Minha respiração começou a ficar agitada e o coração batia descompassado. — Ela só precisa mostrar o objeto que está usando com verbena, e nada vai acontecer com aqueles dois lá. Não é mesmo, Rory?

Sarah não havia desviado o olhar uma vez sequer, e quando o rapaz assentiu, ambos ficaram em silêncio.

— Será que você pode parar de falar comigo em terceira pessoa? Isso não é assustador, é ridículo — retruquei com a voz levemente rouca e que deu falhas em algumas partes da frase.

— Se não é assustador, então porque seu coração tá quase saindo pela boca? — o garoto riu, e Sarah sorria maliciosamente. Ele voltou a falar quando o momento de piadas cessou, agora em um tom indiferente. — Bom, então eu vou voltar pra comemoração idiota que tá tendo na escola já que você não quer falar. Quem sabe eu não acabo fazendo alguns amigos...

— Aqui. Pega! — interrompi, tirando a pulseira do braço e jogando na direção de Rory.

Aquelas ameaças irritavam mais do que me deixavam com medo, somando isso com o lado impulsivo e que sempre me causa problemas, resulta em uma Arie provocando vampiros porque não tem amor a própria vida.

O sorriso no meu rosto foi inevitável quando ele queimou a mão por ter feito o que eu mandei, e seu grunhido de dor fazia uma massagem gostosa em meus ouvidos. Me pergunto como alguém pode ser tão burro.

— O quê? — perguntou com cara de sonso ao ver Sarah revirar os olhos. — Foi o reflexo.

— Não fique tão satisfeita consigo mesma, Arie — fungou a garota, fazendo uma expressão de nojo antes de voltar sua atenção pro vampiro. — Seu imbecil... Entra na mente dela e acaba logo com isso.


Notas Finais


* As crinolinas eram armações usadas sob as saias para lhes conferir volume.

Ah, não é carnaval não tá gente ksdjlskjlskdjs é tipo isso aqui
( https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/60/7e/60/607e608b07c9eceaa2cea6e4d97441bb.jpg )

Eita, a menina não passou nem um dia fora de casa direito e já foi sequestrada *chorando lágrimas com glitter*

Peço desculpas por não revelar o nome da doppelganger da Arie. Já troquei esse nome mais do que troquei de roupa AH MENTIRA é só suspense mesmo (deixa eu me iludir que é por causa do suspense po T_T)

Se tiver algo que não ficou claro até esse ponto na fic me falem, pq eu tô fazendo um monte de situações ao mesmo tempo e não tô resolvendo problema nenhum kkkk mas é só ter calma ok.

Obrigada por lerem! WEEEEE


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