História Abecedário - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Fluffy, Jin, Namjin, Namjoon
Exibições 53
Palavras 1.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura! ♡

Capítulo 13 - O de Onda


Fanfic / Fanfiction Abecedário - Capítulo 13 - O de Onda

Eu poderia começar falando que gosto das ondas dos seus cabelos, mas seus fios são lisos e finos como linhas de costura, então começo pelas ondas do mar.

Compartilhamos um mesmo amor descomunal por praias. Concordamos que, se você for à correta, poderá ter uma paz que é raramente encontrada dando sopa por aí e de quebra apreciará o som que serve como calmante para os ouvidos das ondas do mar se quebrando na areia.

Então de fato não foi surpresa quando em uma sexta-feira qualquer, daquelas que você agradece de joelhos por ter chego por não aguentar mais trabalhar ou estudar, decidimos que no dia seguinte iríamos fazer alguma coisa diferente, não importava se seria uma caminhada no centro da cidade ou uma ida ao cinema.

E decidimos que já era hora de fazermos uma visita ao mar de águas azul-claro, local onde tem um valor simbólico enorme para ambos.

Durante a semana, nós sempre fomos muito carentes da presença um do outro, o que nos leva a querer compartilhar todo nosso tempo disponível.

Os dias são sempre repletos de problemas e passamos a maior parte deles sem nos ver, e como consequência temos essa saudade de alguém que está tão próximo.

Eu não sei quanto a você, mas seus beijos, carinho e compreensão são o que, na maioria das vezes, deixa meu dia completo e me revigora para o próximo que virá.

Vivíamos a fazer diversas coisas juntos, e ainda fazemos, mesmo que bobas, e até limpar a casa se tornou algo mais divertido por fazermos juntos; arrumar nossa bagunça enquanto ouvimos as ondas sonoras do rádio ao fundo se tornou uma das minhas coisas preferidas no mundo, mesmo que deteste os dias de limpeza.

Enfim, passamos o finzinho da tarde a arrumar o que levaríamos, seria algo simples, não precisaria de medidas extraordinárias, e fico feliz por sermos espertos o suficiente para ter deixado algum dinheiro depositado no banco, o qual poderíamos levar para qualquer imprevisto.

Conversamos antes de dormir sobre como seria e rimos calculando o que de inesperado poderia acontecer, porque por mais que fossemos metade-metade, você a sorte e eu o azar, por algumas vezes meu lado predominava.

O que não incluímos foi a possibilidade de o carro parar no meio do caminho.

Ok, tínhamos avisado os meninos para não fazerem nada de errado porque não teríamos como ajudá-los, eles sempre parecem uma bomba relógio que pode estourar a qualquer momento fazendo alguma travessura e olha que nem temos tanta diferença de idade assim.

Estava tudo bem durante o trajeto, mesmo com certa raiva por ter que seguir um caminhão que insistia em ficar na frente, lerdo como uma lesma, cantávamos, talvez um pouco alto demais, as canções do rádio e conversávamos sobre nossas expectativas.

Olha, eu tenho um trauma bem grande de dirigir em estradas agora, sabe? Sempre dá algo de errado, que inferno!

Eu fiquei bem irritado: por que eu não conferi se tinha gasolina o suficiente? Uma coisa tão simples que foi facilmente esquecida e nos levou a ter um carro encostado em meio à estrada.

Alguém precisava manter a calma naquela situação, e essa pessoa foi você. Ligou para Yoongi, que era um dos mais velhos em nossa ausência e falou para ele fazer alguma coisa, não importava o que, mas que fizesse.

Claro que Min Yoongi virou a personificação da irritação, mas mesmo assim disse que daria um jeito.

Não deu.

Por sorte, sorte mesmo, tinha um posto de gasolina, daqueles que também tem uma lojinha de conveniência, e empurramos o carro até lá, porque depender do Yoongi é uma das piores coisas que podem te acontecer.

Não foi fácil não, mas assim que ficamos perto o suficiente para sermos vistos, recebemos ajuda dos frentistas e outras pessoas que estavam por lá.

Queria muito gritar, dançar, pular, fazer qualquer coisa para demonstrar que estava muito feliz por termos resolvido as coisas, mas aí percebi que já haviam se passado muitas horas desde que tínhamos saído de casa e nem ao menos tínhamos almoçado.

Então almoçamos uns salgadinhos e refrigerantes da lojinha de conveniência mesmo, até que não foi de todo ruim.

Agradecemos a todos pela ajuda e seguimos novamente nosso caminho para a tão almejada praia que parecia não nos almejar tanto assim.

Durante o caminho, você acabou dormindo, encostado à janela, e eu achei fofo o jeito como batia cabeça no vidro quando passávamos por algum buraco.

Chegamos por volta das 18h, o Sol já estava quase completamente posto, ou seja, começava a ficar escuro. Como não era planejado nosso pequeno incidente, acabamos por chegar muito mais tarde do que o esperado, então precisaríamos esperar o dia seguinte para podermos ir a praia.

Não tínhamos onde dormir e por todas as pousadas que passamos, não havia quartos disponíveis, sem contar que o preço era totalmente absurdo, ou seja, estávamos ferrados.

Como as nossas opções eram poucas, decidimos por estacionar o carro no estacionamento de alguma das lojinhas que tinham por lá e rezar para que ninguém nos visse ou percebesse que usaríamos a vaga pela noite inteira.

Era meio arriscado, mas não tinha mais o que fazer, então pedi para que pelo menos dessa vez sua sorte fosse bem grande e corresse tudo bem.

Ajeitamos do jeito que pudemos os bancos de trás, por sorte eu sempre costumo deixar um cobertor no porta-malas e tinha também o pano que estenderíamos na areia, então foi até que bom; ficamos rindo sobre como às vezes tínhamos um azar desgraçado e no final tudo ficava bem e acabamos por dormir com o clima divertido no ar.

Acabou que ninguém nos viu, me senti muito ninja, você também? Acordamos cedo novamente, mas não era como se quiséssemos, era algo necessário, já bastavam os problemas do dia anterior, não queríamos mais, obrigado.

Conseguimos chegar a tão esperada praia e que felizmente não estava com muitas pessoas a ocupando.

Arrumamo-nos em um cantinho, afastado dos guarda sóis fixos que tinha por lá, porque para nós estes eram desnecessários, o dia estava nublado.

Com toda certeza isso não foi um empecilho.

Estendemos nosso pano sobre a areia e ficamos sentados por um tempo, apreciando a vista; eu já tinha milhares de ideias para letras de música e você apenas observava como quem absorvia tudo de bom que o lugar oferecia.

A areia não era muito agradável de andar descalço porque tinha muitas conchinhas pequenas, mas convidei-te para recolher algumas destas porque eram bonitas e poderíamos guardá-las depois.

Como havia apenas um casal de velhinhos andando pela orla do mar, este que sorriu docemente ao nos ver, pareciam felizes consigo mesmos e felizes por verem outras pessoas felizes também, um provável pai que brincava com sua filha e uma mulher descansando em alguma das cadeiras, pudemos andar tranquilamente de mãos dadas recolhendo nossas conchas.

Quando pegamos um número bom de conchas, decidimos guardar todas para não as perdermos depois, e decidimos entrar um pouco no mar.

Estava muito gelado, parecia que haviam pegado pedras de gelo e jogado na água de tão fria que estava e estaria tudo bem se você não tivesse me empurrado com tudo na água para eu “deixar de ser fresco”.

Acabamos por fazer uma guerrinha de água nada saudável que terminou com ambos ensopados, mesmo que estivéssemos usando blusas longas e com mangas compridas.

Por momento nenhum recordamo-nos das lembranças tristes que tínhamos da praia, pois estávamos substituindo-as com novas memórias, boas e alegres.

As ondas do mar batendo contra a areia é um dos sons que mais gosto de ouvir, me traz paz e com essa trilha sonora tão suave, passamos bastante tempo juntos, do jeito que queríamos, brincando e também dizendo algumas declarações simples, que às vezes valem mais do que qualquer outra coisa.

Sorrimos ao ver que, como sempre, tínhamos perdido noção do tempo e deveríamos voltar logo para casa, seria o melhor a se fazer para todos.

Eu amo o mar e suas ondas, mas amo ainda mais as ondas de amor que meu coração transborda ao estar com você.


Notas Finais


Demorei um pouquinho, mas tá aqui
Obrigada por todas as views e favoritos ♡
E eu sempre esqueço de comentar, mas vocês viram que agora os capítulos tem um capa? Aaaaaaa ♡


Minhas oneshot's:

https://spiritfanfics.com/fanfics/historia/can-you-come-back-home-6669997

https://spiritfanfics.com/fanfics/historia/sober-6653082

https://spiritfanfics.com/fanfics/historia/body-and-soul-6179322


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