História Aberto - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, TenTen Mitsashi
Tags Drama, Naruhina, Romance, Saino, Sasukarin, Sasusaku
Visualizações 102
Palavras 1.814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oin gente.
Estou super feliz com a recepção de "Aberto". Mesmo sem comentários, eu alcancei com essa história 30 favoritos.
Ai vocês pensam "Mas nossa, esta feliz com 30 favoritos?" SIM ESTOU! São os meus 30 favoritos, um numero que eu nem imaginei de gente que gostou do que eu escrevo, então por isso MUITO OBRIGADA!
Aproveitem!

Capítulo 5 - Day Three


Assim que acordei uma certeza me bateu, que mesmo sendo o único dia da semana em que eu não tenho nenhuma aula, eu tinha um trabalho para entregar e percebi que não tinha mais como adiar, mesmo depois de ter adiado praticamente duas semanas. Eu tinha que ir no centro, mais especificamente no Museu. Por algum motivo o professor queria até uma prova de que fui até o museu e que não peguei nenhuma imagem da internet. Achei meio excêntrico da parte dele, só queria que eu gastasse com um ônibus e com a entrada do museu, eu queria saber se meu julgamento sobre uma obra seria menos relevante se eu tivesse analisado alguma imagem da internet, o que tenho certeza que não teria.

Mas então outra certeza me acertou, eu não veria Sasuke hoje. O que ao mesmo tempo que me deixou triste, mas feliz. Eu vi Sasuke por dois dias seguidos, certeza que até ele queria um tempo, ainda mais para se acostumar com a nova companhia no apartamento dele, o que espero que esteja realmente acontecendo. A ideia dele abandonando outra vez o gatinho me deixa meio mal, afinal eu não tenho um histórico bom com abandonos.

Eu não tinha alarmes nas quartas, o que me deixava extremamente feliz, dormir como uma pessoa normal não tinha preço. Assim que acordei era quase hora do almoço, o que não me surpreendia, se falassem que eu durmo mais que a cama nos dias que eu posso, eu acredito. As vezes eu imagino minha cama me acordando pegando as fronhas dela e me falando “não aguento mais, estou indo embora dessa casa”.

Fui ver o que tinha para o almoço, e basicamente nada e macarrão instantâneo, o que não me deu escolhas se não passar fome até comer alguma coisa na rua. Eu não tenho problemas com macarrão instantâneo, meu problema é com os macarrões que tinha no meu apartamento, eu não tinha certeza a quanto tempo aquilo estava ali, alguns já passavam a meses da validade e os que não passavam era os da Ino, que tinham pimenta, não pouca pimenta, mas pimenta o suficiente pra me fazer chorar mas ela simplesmente falava que era delicioso e não sabia por que eu reclamava deles. Eu vou te falar por que eu reclamava deles, eles ardem, tipo o inferno na sua boca, se isso não for um motivos suficiente, então não sei o que é.

Procurei o restaurante mais barato e perto do prédio, ou seja foi longe já que nada perto daquele prédio era barato. E logo fui para o museu. Não esperava pegar fila no meio da semana, não estava cheio, apenas tinha mais gente do que esperado, peguei uma pequena fila para pagar a entrada e então entrei no museu. Logo vi uns rostos conhecido da aula de História da arte e percebi que não fui a única a esperar 2 semanas até o prazo bater na porta e falar “Amiga, temos que agilizar isso aqui, tem certeza que você quer passar de semestre?” e como posso ver a resposta foi sim, tanto para mim como grande partes do frequentadores do museu.

- Se juntar certinho, da pra fazer todo mundo um mesmo trabalho e falar que marcamos o dia de hoje. – Ouço uma voz atrás de mim rindo.

- Ah! Oi Emi! Eu pensei que você tinha terminado esse trabalho. – Sorrio.

- Terminei, mas as minhas colegas me arrastaram aqui pra fazer os delas.

- Entendo, eu vou fazer o meu também, boa sorte ai. – Aceno e me afasto.

Eu não tinha uma amizade com ninguém desse semestre, na verdade fazia um tempo que não fazia uma amizade dentro da Universidade, não foi falar que a ultima amizade foi a Ino, porque na verdade ela foi a primeira, mas não vou mentir falando que lembro quando foi a ultima vez que sai com alguém que também não fosse ela.

Sinto meu celular vibrar, era uma mensagem.

Sasucchiato: Livre? Comendo?

Eu não estava esperando uma mensagem dele, mas não vou mentir que assim que Emi começou a falar comigo eu queria que fosse Sasuke me dando um susto no museu, mas eu realmente não esperava que ele falasse comigo.

Sakura: Não e não. Ocupada, mas querendo estar dormindo.

Continuei encarando o celular que vibrou menos deu um minuto depois.

Sasucchiato: Não acredito, você sempre estraga minhas chances de levar você pra comer alguma coisa.

Sakura: Você tem alguma fetiche com comida? Você sempre quer me levar pra comer!

Sasucchiato: Não sei, acho que sim! Está fazendo o que?

Sakura: Um trabalho super chato que me custou mais dinheiro do que eu daria pra fazer ele.

Sasucchiato: E quanto você daria para fazer ele?

Sakura: Na verdade, nada. Eu faria deitada na minha cama enquanto pesquisasse alguma obra.

Sasuchiato: Eu te conheço a uns dias e mesmo assim nunca perguntei seu curso. O que você faz?

Sakura: Artes Visuais.

Sasucchiato: Não esperava por essa! Jurava que você fazia algo relacionado a animais, tipo veterinária, por causa de ontem!

Sakura: Era minha opção numero dois, mas aqui estou eu pintando quadros e lidando com um museu cheio de pessoas fazendo o mesmo trabalho chato!

Sasucchiato: Sua ironia é tão palpável, mesmo por texto parece que você está aqui do meu lado falando do quão animada sobre isso você está.

Sakura: Mas me fala, você estaria feliz em ver um réplica de A Persistência da Memória, quando você viu mil vezes pela internet em varias aulas?

Sakura enviou uma imagem.*

Sakura: Ainda mais quando nessa imagem parece que está tão quente que você chega a suar enquanto os relógios derretem? Mesmo que o sentido nem seja esse!

Sasucchiato: Você realmente está uma fera né? Olha aqui quem está aqui para te animar.

Sasucchiato enviou uma imagem.

Era uma foto de Mocha, ainda não me acostumei com esse nome baseado em mim. O gato estava totalmente confortável no colo de Sasuke, parecia está dormindo, o que me deixou com um pouco de inveja mas com muita vontade apertar ele.

Sakura: Assim não é justo, quero dormir também!

Sasucchiato: Eu te mando uma imagem super fofa do Mocha dormindo e a única coisa que percebeu foi ele dormindo? Insensível!

Sakura: Culpada! Mas sério preciso terminar esse trabalho, é pra sexta. Depois falo com você.

Sasucchiato: Você ainda vai sair assim? Meu deus, você não tem mesmo coração.

Imaginei ele fazendo aquela cena falsa e uma pose como a de ontem e então sorrio comigo mesma. Enquanto eu conversava com ele eu andava pelo museu sem muito interesse, entre “Nascimento de Vênus”, “Noite Estrelada”, e até uma “Mona Lisa” intrusa eu só conseguia pensar em como aquilo era uma perda de tempo já que tinha visto tantas replicas das mesmas pinturas que ficou sem graça. Até que uma pintura em sim me chamou a atenção, “O Grito”, uma pintura famosa, que assim como as outras eu já tinha visto varias vezes, mas sempre me intrigava. Peguei meu celular e tirei uma foto.

Sakura enviou uma imagem*

Sakura: O que acha do tema do meu trabalho?

Sasucchiato: Pensei que nunca mais ia me enviar uma mensagem, até pensei em me fazer de difícil! Mas já que insiste tanto, acho horrível. Olha esse ser estranho!

Sakura: Estou te apagando dos meus contatos, não me ligue mais, estou totalmente desapontada com você!

Sasucchiato: Só por que eu não gostei do seu tema? Você é um pouco sentimental, não?

Sakura: Você não entende o sentido desse quadro. Ele é tão profundo.

Sasucchiato: Ta bom, me fala o sentido do quadro.

Sakura: Ele representa o desespero existencial e angustia do ser humano! É profundo!

Sasucchiato: Se eu falar que isso é besteira você vai ficar chateada né? Quem pintou? Vou pesquisar, vai que eu ache menos besteira.

Sakura: Claro que vou ficar chateada, alias você já falou, 2 vezes. Ele se chama Edvard Munch.

Sasucchiato: Que nome difícil, você decorou isso?

Sakura enviou uma imagem.

Sakura: Sim, eu sei esse nome difícil, é meu dever como uma estudante exemplar de artes! Mas tem uma placa com o nome bem embaixo, como pode ver!

Sasucchiato: Entendi, princesa sabe tudo.

Sakura: Vou terminar meu trabalho, mais tarde falo com você.

Sasucchiato: Tomara que isso não vire um habito, você sempre vai assim de repente! :(

Sakura: Não é de repente, eu tenho um trabalho pra fazer Sasuke! Tchau!

Não estava pronta para aquele emoticon que ele mandou na ultima mensagem, eu sabia que era drama, mas tornava a coisa mais real, eu não estou pronta pra realidade.

Continuei meu trabalho, e realmente tinha ficado com “O Grito”, não foi difícil depois que tinha encontrado a pintura e tirei um foto do lado, só para provar que eu tinha ido ao museu.

Aproveitei minha ida ao centro, que não era muito frequente e passei em um pet shop, comprei vários mimos para gatos. Não que Mocha fosse meu, mas desde o abrigo eu sentia como se fosse meu, e assim que conseguir um lar para ele me senti um pouco responsável por ele e por Sasuke, afinal, se eu não tivesse levado ele lá, ele não teria adotado Mocha.

Assim que terminei a compra, fui para casa. Não demorou muito, o transito estava livre. Assim que cheguei no meu apartamento, larguei a sacola com os presentes em cima da cômoda no meu quarto e então me joguei na cama e peguei meu celular, que já tinha uma mensagem de Sasuke que não vi chegar.

Sasucchiato: Já é mais tarde?

Sakura: Quantos anos você tem?

Sasucchiato: Não sei exatamente, varia muito.

Sakura: Hoje?

Sasucchiato: Um adolescente de 15 ou 16 anos.

Sakura: Concordo.

Sasucchiato: Eu sei.

Sakura: Percebi uma coisa.

Sasucchiato: O que?

Sakura: Você sabe um monte de coisas sobre mim, mas eu não sei quase nada sobre você. Temos que mudar isso!

Sasucchiato: O que você quer saber?

Sakura: Só pra começar, seu curso!

Sasucchiato: É muito clichê, mas medicina!

Sakura: Mentira! Pensei em um monte de coisas menos nisso!

Sasucchiato: Não é de todo ruim, gosto do meu curso.

Sakura: Tem que gostar mesmo! Vai fazer isso pra vida toda. Enquanto eu, não sei o que ou fazer pra vida toda com o meu curso! Hahaha

Sasucchiato: Vou interpretar isso como uma risada de nervoso e não casual.

Sakura: Bingo.

Sasucchiato: Mais alguma pergunta?

Quando eu ia responder, uma Ino afobada entra no meu quarto.

- Consegui, não sei como mas consegui! – Ela exclamou.

- As aulas?

- Sim!

Sakura: Por enquanto não, agora vou ajudar uma amiga afobada entender o que ela faz pra conseguir tudo que quer, até alguma hora.

Sasuchiato: De novo! Indo de repente.

Eu sorri, e então deixei o celular de lado, feliz e relutante, mas mesmo assim comecei a prestar atenção e fazer perguntas para minha amiga afobada, tentando realmente entender como ela conseguia tudo que queria.


Notas Finais


Aqui os das imagens das obras:
Persistencia da Memoria - http://virusdaarte.net/wp-content/uploads/2014/05/poeta12.png
O grito - https://static.significados.com.br/foto/ed5a-o-grito_sm.png

A gente, eu tenho um twitter, para caso vocês quiserem interagir, sei lá. @alltheroyalty pra quem quiser seguir, é só me falar que lê Aberto e irei seguir de voltar! Beijos!
Até a próxima.


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