História Abnormal Lovers - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail, Naruto, Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Hange Zoë, Jean Kirschtein, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Mikasa Ackerman, Naruto Uzumaki, Natsu Dragneel, Reiner Braun, Sakura Haruno, Sasha Braus, Sasuke Uchiha, Zeref
Tags Escolar, Fairy Tail, Levihan, Mistério, Naruto, Romance, Shingeki No Kyojin
Visualizações 35
Palavras 2.501
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amores :3333

Desejo a vocês, um bom capítulo e acima de tudo que se divirtam >--<

Boa leitura

Capítulo 10 - Déjà vu


Fanfic / Fanfiction Abnormal Lovers - Capítulo 10 - Déjà vu

6 anos atrás... 

 

Levi estava lendo escondido, embaixo da escada, lendo um dos casos de sua mãe. Ela sempre lhe contava sobre eles, mas o menino precisava de detalhes. E ali, ele os teria. 

— Levi!  

— Já vou mãe! — respondeu ele, fechando rapidamente aqueles documentos. 

— Mamãe precisa de um favor. —  anunciou ela, com um sorriso nos lábios. 

O menino suspirou, o que sua mãe teria em mente? Kuchel tinha em mãos, um livro, e gesticulou para que ele se aproximasse. 

— Lembrasse da senhorita Zoe?  

— Hm. — Levi se lembrava muito bem, era a única amiga de sua mãe. Ela não tinha muito talento em fazer amizades. O que não era muito diferente dele. Os únicos "amigos" que tinha, eram Farlan e Isabel, mas isso não contava, já que eram seus irmãos adotivos. 

— Bom, já que se lembra, quero que vá devolver isto a ela. — disse entregando o livro em suas mãos. — Ela me pediu para que escrevesse minha receita de torta de maçã, você sabe que a mamãe é a melhor nisso, não sabe? — ela lhe deu uma piscadela e sorriu. 

O menino sorriu de volta. 

— Ah, porque não chama Farlan ou Isabel para ir com você? 

— Eles estão brincando com os vizinhos. — respondeu ele, fechando a cara. 

— E porque você não está lá também? 

— Não gosto deles mãe. 

— Hm. Sabe... você é mesmo parecido comigo. Mas minha intuição diz que vai encontrar alguém que goste, lá na casa da senhorita Zoe. 

— Porque? — preguntou incrédulo. 

— Porque eu gosto muito de uma pequena pessoa que mora na casa dela. Tenho certeza, que você também vai gostar.  

 disse a mãe bagunçando os longos cabelos negros do filho. 

 — Sabe precisamos cortar esse cabelo. Vou dar um jeito nisso quando chegar do trabalho, hoje só temos que entregar um relatório, vou estar em casa daqui a uma hora. Kenny seu idiota de merda, vamos nos atrasar!  

— Já vou mãe. 

— Oh... claro. Eu te amo, vá com cuidado. 

— Eu também. 

— Ei, ei, volte aqui. Eu também, não serve! 

Levi revirou os olhos, porque eu também não servia? 

— Eu te amo mãe. 

— Melhor assim. — deu um breve beijo na testa do menino. 

Kenny desceu as escadas um tanto irritado. 

— Kuchel que gritaria é essa? Está louca?

— Você que demora demais. 

— Hunm... e o tiro, ainda dói? 

— Aquilo não foi nada. Só foi de raspão.  

— Claro, claro. Sabe aquela emboscada? Fiquei sabendo que foi informação vazada da França. 

— Está acusando o Gerard de novo? 

— O micro-francês? Não, só a mulher dele. Se ela souber do garoto, nem sei o que aquela russa é capaz de fazer. 

— Tsk, fale baixo Kenny! Quer que o Levi escute? Eu vou dar um jeito nisso! 

— Acho bom. 

 

Levi escutou, e sabia que a mãe falava do seu pai. Mas não se preocupou, se a mãe disse que daria um jeito, estava tudo bem.  

O menino pegou a bicicleta e foi até a casa dos Zoe, que ficava a umas cinco quadras da sua. Ao chegar, o portão estava aberto, então resolveu entrar. Contudo, algo literalmente o atropelou o fazendo cair em uma poça de lama.  

Entreabriu os olhos, e percebeu que não era o único sujo por ali. Olhou para o livro e suspirou aliviado ao ver que tinha caído ao longe na grama.  

— O que pensa que está fazendo seu quatro olhos retardado?! 

— Quatro...olhos?  

No mesmo instante, a senhora Zoe saiu ao socorro dos dois, meio atônita. 

— Hanji! O que você fez! Os dois estão bem? Se machucaram? — disse ela fitando os dois apreensiva.  

— Estou bem mãe. 

—Estou ótimo. — respondeu Levi olhando para suas roupas sujas com certa repulsa. 

— Isso é bom. Venham os dois, vou dar um jeito nisso. — falou ela antes de recolher o livro do chão e colocar ambos para dentro de sua casa. 

 

Preparou um banho e chamou Hanji primeiro.  

— Levi meu anjo, tire sua roupa e lave a lama do corpo no chuveiro, antes de entrar na banheira. Vou pegar algumas roupas pra você. 

— Não precisa, senhorita Zoe. 

— Claro que precisa meu anjo, até porque Kuchel odiaria te ver sujo desse jeito! 

O menino obedeceu, mas a ideia não lhe agradara muito. Entrou na banheira, não deixando de notar que os olhos de Hanji o observavam detalhadamente. 

— O que está olhando? — agora realmente estava irritado. 

— Ah, eu? Nunca tinha tomado banho com um garoto. Sabe, é mesmo igual aos livros de anatomia da mamãe! 

— V-Você é uma garota? — Levi ruborizou e se encolheu no canto da banheira. 

— Sou! — respondeu ela se, se levantando. — Ah, olha só quem eu trouxe pra tomar banho com a gente! — a menina retirou um pequeno sapinho de suas roupas sujas que havia deixado pelo chão. 

— Eca! Tira isso daqui! 

— Oh não seja assim, ele é fofo olha! 

— Hanji! Já disse pra não trazer seus bichinhos pro banho! Advertiu a mãe irritada. — Me de isso aqui! 

A mãe pegou o pequeno sapo e jogou pela janela. 

— Não mãe, por favor eu quero ficar com ele. 

— Você até poderia se parasse de me desobedecer! Agora termine esse banho. 

A senhora Zoe saiu soltando fumaça pelas ventas. Levi observou tudo quieto. Hanji ficou emburrada, com uma cara de choro, porém não derramou lágrima alguma. 

— Mamãe não entende... que eu não tenho ninguém pra brincar... — murmurou a menina com a voz embargada, mas ainda assim sem lágrimas. 

Levi pode entender aquelas palavras. Talvez ele a compreendesse de certo modo. 

 

Depois do banho, Levi voltou para casa. Kuchel e Kenny estranharam o fato dele chegar com roupas diferentes das quais havia saído de casa. O menino contou tudo, fazendo ambos caírem na risada. 

— Nossa quem diria, que você tomaria banho com uma garota tão cedo! Você me superou, hein moleque! — disse o tio sarcasticamente. — Acho que já está na hora de ter "aquela conversinha"! 

—Ei Kenny, deixe meu filho em paz, antes que eu te dê um tiro na bunda seu imbecil de merda! 

— Ei, calma aí Kuchel, só tô brincando com o garoto. 

— A propósito filho... o que tem aí atrás? 

— Nada mãe. Vou subir tudo bem? 

— Tudo. 

 

A campainha tocou e Kenny atendeu anunciando que eram os Zoe e a filha. Kuchel abraçou a amiga e o marido, mas não deixou de notar a cara triste da pequena Hanji. 

— Oi meu anjo, que carinha triste é essa? 

— Nada. 

— Quer saber? Acho que o Levi tem algo pra você lá em cima. 

 

A menina subiu as escadas correndo. O que poderia ser? 

— Posso entrar? 

— Pode.  

Hanji entrou e Levi estava sentado sobre a cama, observado uma caixa de sapato aberta . Ela se aproximou curiosa, olhou, e lá estava ele seu pequeno sapinho. 

— Eu achei esse troço do lado de fora da sua casa. Achei que iria querer de volta. 

— Yahoo!!! Eu sabia que você seria meu amigo! — ela o abraçou quase o derrubando da cama.  

— Ei me solta sua quatro olhos de merda! 

— Você é o melhor Levi! Vou pedir pra minha mãe pra dormir aqui hoje! Podemos tomar outro banho juntos! 

— Oi, espera! Que... 

 

— 

 

— Retardada. — disse o moreno sorrindo.   

Levou cerca de 40 minutos para fazer a receita de sua mãe. Talvez não ficasse tão perfeita quanto a dela, mas o cheiro não era dos piores. Levi ficou ali, observando sua criação um tanto orgulhoso, enquanto tomava um copo de suco de laranja. 

— Ei, você de novo? 

 Einstein inesperadamente pousou em seu ombro, tentando bicar parte da torta. Contudo, o máximo que conseguiu foi derramar o suco na camisa de Levi. O moreno bufou e o levou de volta ao poleiro. 

— Coma a sua comida pássaro de merda. Aquilo não é pra você. — murmurou ele, aproximando a pequena porção de sementes de girassol, que havia colocado para alimentá-lo. O papagaio não tinha sequer tocado na comida.  

 

No mesmo instante, a campainha tocou. Levi foi até a porta, fulo. Afinal, quem poderia ser justo naquele momento? Ele queria mesmo era acertar suas contas com um certo animal. Abriu e fitou Nanaba e Mike por alguns segundos, antes de se pronunciar. 

 

— Tsk, são vocês. 

— O que faz aqui Levi? O que aconteceu com a sua camisa? — disse a loira observando com atenção a enorme mancha na camisa dele. 

—É uma longa história. 

— O celular do Mike descarregou, e só vimos sua mensagem agora. Cadê o meu precioso! 

— Agora está preocupada? O que estava fazendo de tão importante pra não notar isso antes? 

— Ah, você sabe... eu e o Mike, estávamos aproveitando a vida.  

— Porque eu ainda pergunto... — disse revirando os olhos. — Entrem logo. 

Levi esclareceu o motivo pelo qual estava ali e devolveu o celular a sua dona. A reação de Nanaba foi cair na gargalhada e Mike pareceu um tanto impressionado. Não esperava uma atitude daquelas da parte dele. 

— Bom, eu vou tomar um banho, estou todo melado por causa daquele retardado ali. 

— Coitadinho Levi, o Einstein é um amor! 

— Passe um tempo com ele, e depois me diga como foi. — replicou ele subindo as escadas. 

 

O casal se olhou segurando a risada. 

 

— Pensando bem, Mike onde o Einstein está?  

— Hã? 

 

O poleiro agora estava vazio. 

 

— 

 

Levi subiu até o quarto de Hanji. Ela parecia estar em um sono pesado. Cutucou-a com o pé, mas ela não demonstrou nenhuma reação. Depois, se dirigiu ao banheiro e notou que a tranca da porta estava quebrada. Na verdade, não somente isso. O box do chuveiro parecia emperrado. Talvez, os pais da morena estivessem fora de casa, a mais tempo do que ele havia imaginado.  

Ele se despiu e abriu o chuveiro, deixando com que a água quente percorresse seu corpo por alguns segundos. Após o dia que teve, aquilo era realmente reconfortante. Finalmente estava relaxado.  

O ruído da porta abrindo quebrou qualquer fio de calma ainda existente em seu corpo. Virou-se em um movimento quase involuntário de seu corpo. Era ela. Estava apanhando o papagaio do chão do banheiro. Levi passou alguns milésimos de segundo, tentando entender quando aquele pássaro tinha entrado ali. A morena ergueu a cabeça e entreabriu os lábios ruborizando-se. Quando seus olhares se encontraram, Levi teve uma certa sensação de déjà vu. Aquilo se assemelhava ao que tinha sentido anos atrás, quando tomaram banho juntos pela primeira vez. Só que muito pior, dessa vez, não somente seu rosto, mas o corpo inteiro parecia em chamas. A morena ajeitou seus óculos, e voltou a atenção a Einstein. 

— Quatro olhos. 

— Ah, Levi... Sinto muito, meus óculos estão embaçados por causa do vapor do chuveiro, realmente não posso ver nada. Não se preocupe. Pode terminar, seja lá o que esteja fazendo. — disse saindo ligeiramente dali. 

— Me pergunto o que ela tem no cérebro. Louca. —  parte dele queria acreditar naquelas palavras, mas no fundo ele sabia, era mentira. 

 

Hanji meio desorientada, esbarrou em Nanaba. Analisando o estado da morena e da direção que veio, a loira concluiu o que havia ocorrido.  

 

— Hans? O que foi? Parece que viu um fantasma... ou outra coisa? — disse a encarando com um olhar insinuante. 

— N-Nana? D-Do que está falando eu só... vim trazer esse danadinho de volta. — gaguejou, um pouco. 

— Hunm...sei. — E o Levi? 

— Tomando banho... 

 — Sabia! Você entrou lá, né? Gostou do que viu, Hans? — a loira parecia se divertir com aquilo. 

— Hm... — ela corou um pouco e coçou o queixo. Estalou os dedos, parecendo ter algo em mente.  — Quer saber Nana, a Anatomia Humana é mesmo um mistério... é totalmente diferente de tudo que já estudei... preciso desenhar aquilo, antes que eu me esqueça! — disse Hanji enquanto seguia para o quarto. 

— Hans? Desenhar? Não foi essa minha pergunta! Volte aqui! 

 

 

Mike entra no quarto em busca das duas. Lá estavam elas, rindo enquanto disputavam um caderno de desenhos.  

— Ei, vocês! Sabe tem uma torta na cozinha, com uma cara ótima. — insinuou ele. 

— Torta? 

— Minha torta. — corrigiu Levi parado próximo a porta do quarto da morena. Vestia uma camiseta diferente agora. 

— Oh... é de quê? Eu quero um pedaço! — implorou fazendo biquinho. 

— Hm. O que é isso? — se referiu ao caderno em suas mãos. 

— Isso é particular! São meus estudos do corpo humano. 

— Corpo humano, é? Me dê isso aqui! — arrancou o caderno das mãos dela, com um movimento brusco. Observou o desenho e olhou para ela, que coçava a cabeça sem graça. 

— Então... que tal comermos a torta? —falou ela, se esforçando para mudar de assunto. 

— Estou confiscando isso. — Levi colocou o caderno embaixo do braço. 

— Nãoo! 

— Vamos comer agora.  

— Droga. — disse o encarando com um cara emburrada. 

 

 

 

Levi serviu a todos, e cortou um pedaço a parte, fazendo um pequeno pacote.  

— Eu preciso ir. 

— Mas já? Eu e o Mike trouxemos alguns filmes... podemos aproveitar a noite nós quatro. 

— Fica pra outo dia. Tenho muita coisa do Grêmio pra resolver. Até amanhã.  

— Até. — disseram os dois coletivamente. 

— Espera Levi! Eu te levo até a porta! — Hanji desfez a cara amarrada e o seguiu. 

Mike se levantou também, mas Nanaba o segurou pelo braço. 

— Deixa eles se despedirem Mike. — disse ela sorrindo de canto. 

— Você não tem jeito.  

 

 

Hanji ficou de braços cruzados, em frente à porta. Ela sabia da receita. Queria dizer algo, elogia-lo, mas principalmente queria seus desenhos de volta. Então, se manteve séria. 

— Quatro olhos de merda, vem aqui. 

Bateu com o caderno na cabeça dela, sem piedade. 

— Aí! Isso doeu, Levi! 

— Vou devolver isso. — o moreno respirou fundo. — Mas... 

— Mas? 

— Não mostre isso a mais ninguém.  

— Oh, claro pode deixar. Agora, pode me dar ele? 

— Pega logo essa merda! — ele arremessou e Hanji o pegou com destreza. 

— Ah... a sua torta estava uma delícia. Parecia com... a da sua mãe. 

Levi sorriu e bagunçou os cabelos dela. 

—  Se cuida sua idiota.  

— Você também. — respondeu sorrindo de volta. 

 

 

— 

 

 

Assim que chegou em casa, o moreno se jogou no sofá. Ignorando o fato do tio e a parceira estarem na sala de jantar, saboreando uma pizza marguerita e tomando vinho. Ele tinha muito que fazer, mas precisava relaxar alguns minutos. 

 

— Oi bonitão, está com fome? — perguntou Traute. 

— Não obrigado, tenho outros planos. — disse ele apontando para o pacote na mesa de centro. 

— Hunm, se eu não tivesse comido tanto, até pediria um pedaço. 

— Sorte a minha, então. 

— Ei Traute, pode me servir um pouco mais de vinho? 

— O que acha que eu sou Kenny? Sua empregada? — replicou a loira bufando. 

 

 Com seus olhos fechados Levi se lembrou do rosto de Hanji, quando ela o flagrou no banho. Recordar daquilo o fez cair na gargalhada. Ele não se esqueceria tão cedo daquilo. 

 

— Está ouvindo isso Traute? Essa risada? É um sinal apocalíptico! A última vez que eu vi isso, foi  a Kuchel...— abocanhou um pedaço de pizza — Depois de nove meses esse aí nasceu. 

— Pare de falar de boca cheia, seu porco!  

— Estou falando sério, boa coisa não vem aí! 

No instante seguinte, alguém bateu na porta. 

— Não falei! Começou!  

— Cala a boca imbecil, e vai atender a porta! 

— Eu não, sabe se lá quem é. Ô pirralho, vai atender a porta! — ordenou Kenny de boca cheia. 

 

Levi revirou os olhos. Atendeu a porta e se surpreendeu ao ver de quem se tratava... 

 

— Boa noite.  

— Boa noite, senhor Ral. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Vamos lá :33
Déjà vu : é um galicismo que descreve a reação psicológica da transmissão de ideias de que já se esteve naquele lugar antes, já se viu aquelas pessoas, ou já passou por aquilo antes. O termo é uma expressão da língua francesa que significa, "Já visto".

>---<
E então gostaram? Me digam por favor, sua opinião é muito importante :33
Agradeço todos os comentários do capítulo anterior, obrigada de verdade.
Eles sempre renovam meu ânimo.


até o próximo Kissus da tia Zoe


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