História Abominações - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Novela, Romance
Exibições 4
Palavras 1.669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLHE O LINK NAS NOTAS FINAIS ANTES DE LER. É PARA VOCÊS CONHECEREM A CASA DO JIMIN MELHOR.

Capítulo 3 - Three


Fanfic / Fanfiction Abominações - Capítulo 3 - Three

* Dias Atuais *

Natal. Uma data bonita que trás consigo o nascimento de Jesus. Mas me trás uma certa dúvida, Jesus nasceu mesmo nesse dia ? Acho que não. Por esse motivo não comemoro, mais acho bonito como as famílias se reúnem nesse dia tão especial que é para elas. Quando eu era uma criança inocente, lembro que gostava de enfeitar a casa, ganhar presente e ficar junto a família mesmo que eles não fizessem por amor, e sim por uma obrigação e status. " Família Park se reúne para a grande festa do Natal ".

Assim como acontece todos os anos, hoje irá acontecer e com a visita de um antigo familiar. Eu.

Ninguém sabia que o filho pródigo do casal Park era um ser que possuía uma doença totalmente anormal. Como não ? " Herdeiro do império Park mudasse de Seul para China no intuito de aumentar a empresa que será sua no futuro. Informações recebidas do chefe administrador da família ". Gregory. Gregory se mudou comigo, não para Pequim e sim Busan. Vez ou outra nós íamos até a capital da China resolver as coisas da empresa e mostrar que realmente Park Jimin estava entrando no ramo da família. Eu só tinha doze anos. Como as pessoas achavam que eu que cuidava de tudo ?. Gregory sempre cuidou de tudo e me ensinou com a ajuda de professores particulares. Professores. Como eu amava essa época. Enfim. Hoje eu sou o dono da empresa na China e moro aqui mesmo em Seul com Gregory. Hoje ele é apenas minha babá. Ou um Appa que nunca tive. Porém ele ainda trata de alguns negócios relacionados a minha família, pois 30% das ações na empresa são dos meus pais. O porquê de eu não comprar essas ações ? Querendo ou não eu ainda acho que vou precisar manter contato com eles. E hoje é o que eu exatamente vou fazer.

Mansão dos Park's * 23:36/hrs

Estaciono no hall de entrada, os seguranças me reconheceram, aliás eles também eram vítimas da mentira contada pelos jornais. Desço do carro, olho ao meu redor, amava brincar alí, naquele jardim, principalmente de caçar pássaros para o Jimin comer. Rio com meu próprio pensamento e vou em direção à aquela enorme porta dupla. Estavam ceiando . Se escutava leves barulhos de talheres. Risadas baixas e conversas firmes. Entrei. Rolei meus olhos sobre aquela sala, fui breve. Andei em direção a sala de jantar, se eu estava nervoso ? Não. Estava ansioso pra ver a diversão começar.

— Olá Família. — Falei irônico com um sorriso estampado no rosto. Que sensação maravilhosa ao ver a expressão de cada um.

—J-Jimin ? .. O que está fazendo aqui ?. — Minha mãe falou com a voz trêmula.

— Eu senti saudades Omma. — falei com um tom de falsa mágoa.— E aqui é o Park mamãe, Jimin está cansado.

— Chega Park Jimin!. Saia já desta casa.— Pronunciou meu pai pela primeira vez.

— Daddy! Não me trate assim. Eu só queria ceiar com minha família. — Usei o mesmo tom de mágoa.— Embora eu não goste tanto de Peru assado. — Falei risonho.

Ninguém respondeu. Rolei meus olhos pela grande mesa e vi todos os meus familiares. Exceto um menino de pele clara, seus olhos eram pretos profundos, assim como seus cabelos. Seu olhar tinha um certo receio ao cruzar com o meu. Fui até ele. Enquando andava da ponta esquerda até a direita, olhos me seguiam.

Parei ao seu lado. Por um breve momento achei que ele seria aquele típico garoto rebelde que me enfrentaria, mas não, descartei essa possibilidade, o ser humano em que eu percorria os olhos até onde minha visão permitisse, era totalmente delicado, frágil, e de aparência inofensiva.

— Como se chama ?.— Perguntei olhando diretamente em seus olhos escuros.

—Jungkook.— Sua voz estava trêmula.

— Seu nome de verdade docinho.— Acariciei sua bochecha com a destra. E em um ato repentino fui jogado no chão.

— Não toca nele Jimin! — Meu pai me segurava pelos ombros. Ri. Ri sarcástico. Saquei minha arma e ele se levantou em um pulo, juntamente com alguns suspiros de horror que vinham dos presentes ali. Minha mãe derramava lágrimas silenciosas.

— Quero todo mundo calando a porra da boca agora.— Levantei e apontei minha arma para cada um. — Vamos papai, eu só quero saber o sobrenome dele.— Fiz um gesto com a arma na direção do Flower Boy.

— Jimin por favor, ele é um Park querido, ele é seu irmão.— Dessa vez quem se pronunciou foi minha mãe. Abaixei a arma e gargalhei.

— Meu irmão ? Meu irmão ?. — Ri mais ainda com o olhar de desespero da minha Omma.— Quantos anos esse Flower Boy tem ?

— 16. Nós o adotamos quando você se foi pra China. Eu precisava preencher o vazio que você deixou meu Jimin.— Disse com lágrimas grossas caindo de seus olhos.

— Não me importo. Nem você se importou quando desertou um filho.— Com minhas palavras rudes mais lágrimas foram derramadas.

Andei novamente em direção ao garoto, ele era realmente bonito. Parei. Pensei. Deslizo o cano da arma pela sua bochecha esquerda molhada com lágrimas.

— Não chore Flower Boy. Levante. — Ditei de forma doce mas rude.

Prontamente ele se pôs de pé em minha ao meu lado. Percebi que ele não olhava em meus olhos.

— Olha para mim. Nos meus olhos. Nossos olhares se encontraram e foi como uma chama que se acendeu em meu corpo. Eu tinha plena certeza do que faria dali pra frente. Finalmente.

— A festa está realmente boa, mas preciso ir. Vamos Flower Boy.

— C-como ?.— Perguntou trêmulo.

— Jimin não faça isso. Eu faço o que quiser. — Meu progenitor ditou firme como se pudesse mudar a situação.

— É isso mesmo o que quero Daddy. V-I-N-G-A-N-Ç-A. Vamos Menino Flor. Se alguém se mexer eu atiro. Estamos entendidos ?.

— Jimin querido, por favor. — implorou mamãe aflita.

— Não. — Falei divertido. — Me comunico o mais rápido possível. Bye Daddys.

Puxei o garoto com certa brutalidade e andei em passos rápidos até a saída sem olhar pra trás. Eu era louco e diferente de mim eles não eram loucos para arriscar a vida da Florzinha deles.

Destravei o carro e empurrei o garoto dentro do banco do passageiro. Arrodiei o carro rapidamente e entro no mesmo. Ligo e saio. O garoto ao meu lado estava de cabeça baixa e tremia um pouco. Assim que saí do condomínio de luxo peguei a arma na cintura e chamei o garoto. Pânico. Foi o que encontrei nos olhos dele. Ri. Entreguei a arma pra ele.

— Descarregue. — No fundo eu sabia que ele não sabia fazer isso.

— Eu não sei como fazer isso.— Falou envergonhado. Segunda idéia.

— Puff. Pegue uma flanela no porta luvas e limpe com cuidado sem deixar qualquer rastro de digital.— Falei simplista. Fez cautelosamente. Assim que ele terminou mandei ele jogar a arma janela à fora. Me olhou estranho mas assim fez. Talvez eu seja realmente estranho por jogar as armas que uso.

Um meio de comunicação que eu tinha com Jimin e o mesmo tinha comigo era uma idéia que surgir pois eu realmente desejava ouvir o tom de voz dele, diferente das cartas. Então, eu sempre gravava áudios no celular e quando ele aparecia fazia o mesmo.

Peguei meu celular no bolso e aperto para gravar o áudio.

— Jiminzinho ? Deu tudo certo, você sabe que eu sou melhor que você né ? ( Risos ) Então, quando você acordar não se assuste quando ver um Menino Flor andando pela casa.— Olhei de lado por um breve minuto e vi que o de olhos escuros pousava o olhar em mim. Sorri. Desviei o olhar e voltei ao áudio. — Descobri que tenho um irmãozinho adotivo, não machuque ele okay. Até mais canibalzinho.

O resto do caminho foi coberto por um silêncio tranquilizante. Depois de momentos tensos era preciso descansar a mente. O caminho todo vi que ele parecia tranquilo apesar de as vezes soltar suspiros.

— Finalmente chegamos Flower. — Olhei para ele e sorri, rapidamente ele desviou o olhar e saímos do carro já no estacionamento da casa. O puxei pelo pulso levemente sem olhar diretamente para ele. Notei seu olhar assustado ao notar que eu morava em uma casa no meio de uma floresta afastada da capital. Subi os pequenos degraus ainda segurando em seu pulso e abri a porta.

— GREGORY ???. — O garoto se assustou com meu grito, por pouco não soltei uma gargalhada alta, que garotinho mais sensível.

— Menino Park pare de gritar a essa hora a gente não tem vizinhos.. — Lá vem o Gregory descendo as escadas.—... mais o meu velho ouvido agradece se você falar mais baixo t.. Ooh Desculpa, temos visita.

Dei uma risada alta e soltei o pulso do garoto.

— Ahjussi, temos um novo morador. — Bati palmas.— Ahjussi, Park Jungkook, Jungkook, Shin Gregory mais pode chamar de Ahjussi que eu deixo. — Ri contente.

Terminei as apresentações e Gregory me olhou com uma cara de que não entendeu nada, e Jungkook ficou calado como sempre.

— Aish! Gregory vou ser breve, fui até a mansão dos Park's e descobri que tenho um irmão adotivo, que no caso é o Jungkook, e resolvi trazer ele para cá. — Silêncio. — E nem vem dar sermão porque eu sei o que estou fazendo. Arrume um quarto pro meu irmãozinho por favor. — Falei manhoso.

— Aii menino. Vai deitar logo que eu não estou com paciência pra você hoje não.

— Saranghae Gregory. Boa noite Flower Boy.— Corri escada à cima.

* — Então Jungkook, você não se importa em dormir em um quarto feminino ?. — Gregory perguntou receoso, afinal a casa só tinha três quartos, sendo que o único desocupado era feminino. — Com o tempo mudamos isso.

— Não Sr.Shin. Tudo bem.

— Bom menino. Sinta-se à vontade e grite se algo acontecer. Boa noite.

E então Jungkook se acomodou no enorme quarto feminino. Olhou em volta mais seu sono e cansaço foram mais fortes. Deitou livre de pensamentos ruins, afinal, Jungkook era um menino inocente.*



Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...