História About Time - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Para Sempre (The Vow)
Tags Acampamento De Escrita, Alex Pettyfer, Cailin Russo
Exibições 4
Palavras 2.198
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa Leitura.

Capítulo 7 - Perfect Strangers


A minha vida não poderia estar pior eu estava literalmente em cárcere privado, Lucca não é mais meu psicólogo e eu tenho um segurança até para ir fazer xixi, meu pai me deixava sair apenas para ir à faculdade e voltar somente isso e nada mais. Eu podia ver a Riley uma vez por semana, mas o lado bom é que eu ainda consegui fazer meu pai adiar esse lance de casamento por um tempo eu falei a ele que precisava de um pouco mais de confiança em Philip e ele concordou com isso.

— Eu estou com fome. – falei entrando na cozinha.

— Bom dia, para você também Maya. – falou meu pai me olhando.

— Bom dia mãe, dormiu bem? – indaguei sorridente a abraçando.

— Bom dia minha filha, senta para comer. – minha mãe disse sorridente me fazendo sentar em seu colo.

— Não sou mais um bebê. – Falei sorrindo.

— Não é um, mas tem atitudes de criança. — Otávio disse lendo seu jornal matinal.

— Deve ser pelo fato de eu ter tido uma péssima criação pelo lado do meu pai. — falei enquanto colocava minha torrada na boca.

— Tome café e vá em direção ao seu quarto. — Otávio disse enquanto me olhava friamente.

Eu apenas ignorei não aguentava mais discutir com ele, não aguentava mais chorar e pedir para sair daqui tudo que eu falava ou dizia para ele era em vão, pois tudo que eu falasse e pedisse não adiantaria em nada, eu realmente estava decepcionada com as atitudes eu não queria que as coisas fossem assim, apenas queria que ele entendesse que eu não estava nem um pouco feliz.

O dia passou rápido dentro do meu quarto, meu retorno na faculdade me fez ficar menos tempo em casa e isso ajudou muito, tive que fazer algumas aulas de reforço e aulas adicionais também para tentar acompanhar a minha turma inicial. Já se passava das cinco horas da tarde e eu estava presa nas lições da faculdade e aquilo me deixava mais estressada, pois eu tinha que entrega-las.

— Vai acabar se atrasando. — Miguel disse assim que passou pelo meu quarto.

— Estou indo! — gritei calçando meus pares de sapatos e pegando minha bolsa.

— Mãe, estamos indo! — Miguel gritou assim que me viu pegando as chaves do carro.

— Divirta-se. — minha mãe disse me abraçando. Fiquei muito confusa com as palavras de minha mãe.

Saímos de casa indo para faculdade no maior silêncio, Miguel apenas fez umas ligações e trocou mensagens, mas não falou uma palavra comigo, assim eu cheguei à faculdade Miguel se despediu e saiu rapidamente do meu campo de vista. Entrei no prédio onde vários alunos corriam como eu por conta do atraso, adentrei a sala vendo alguns alunos já sentados prestando atenção no professor.

A hora não passava, eu já estava morrendo só de escutar voz daquele professor, faltavam 20 minutos para o primeiro intervalo e eu dava graças a Deus, ficava olhando para o relógio e às vezes tentando prestar atenção no professor.

— Maya!— exclamou meu professor me fazendo o olhar. — Parece que você tem que ir, teve problemas em casa. Levantei rapidamente da cadeira guardando meus livros da bolsa.

— O senhor sabe o que houve? — indaguei me aproximando do professor.

— Não senhora. — falou rápido me fazendo assentir com a cabeça. — Melhoras.

— Obrigada. — gaguejei pouco saindo da sala. Minha cabeça corria a milhão eu só conseguia pensar que alguém havia morrido e que teria que ir ao cemitério, desceu as escadas da faculdade rapidamente dando de cara com Miguel e Laura apreensivos no portão.

— O que aconteceu?— falei olhando para Miguel. — Quem morreu?

— Maya, se acalme está tudo bem! — exclamou Miguel

— O que houve então? — perguntei vendo Laura segurar uma bolsa de viagem. — Vocês vão viajar de novo? Não pode viajar e me deixar aqui, Miguel.

— Nós estamos lhe dando um final de semana e você esta reclamando. — Laura disse me abraçando.

— Não, eu não quero ficar o final de semana todo perto de Otávio sozinha. — falei olhando Miguel que estava rindo.  — Esta rindo por quê?

— Você quem vai viajar e não nós. — Miguel respondeu me olhando,

— Como assim? — Perguntei não entendo mais nada.

— Olha, se você não quer viajar comigo é só dizer não precisa inventar motivos não. — Lucca disse atrás de mi me fazendo saltar em seus braços.

— Presta atenção May, vocês vão aproveitar o final de semana a mamãe já sabe, mas o Otávio não, você tem que tentar atender todas as ligações dele, ok? — assenti com a cabeça abraçada com o Lucca. — Cuidado em cara está escuro não vai dirigir feito louco.

— Boa viagem. —Laura disse enquanto me seguia com Lucca até o carro.

— Boa viagem, qualquer coisa me liga. — Miguel disse me dando um longo abraço.

Entrei no carro me despedindo de Miguel mais uma vez vendo Lucca dar partida no carro, eu não sabia a onde enfiar tanta emoção e medo em uma só emoção, meu corpo vibrava e o sorrio estampado no meu rosto não negava isso.  Lucca dirigia tranquilamente cantando com a música no rádio e eu apenas o observava com um sorriso, eu não podia conter a minha alegria em um só sentimento o medo e a felicidade possuíam meu corpo de uma tão forma tão forte que se eu falasse alguma coisa desistiria.

— Como vocês planejaram isso? — indaguei enquanto Lucca dirigia concentrado.

— Bom, na verdade eu também fiquei surpreso com a ligação do seu irmão, ele me disse que você estava triste. — Lucca falou sorridente sem tirar os olhos da estrada. A escuridão da noite já possuía a estrada, a noite era fria junto coma estrada vazia que passávamos. Lucca me acariciava enquanto eu me encolhia no banco do carro seus olhos penetrados nos meus.

****

O amanhecer invadia o carro com o nascer do sol, havíamos parado para dormir no meio da estrada e continuamos seguindo viagem por um tempo, Lucca foi estacionado em um lugar que era praticamente no meio do mato, ao lado havia uma casa bem simples com muitas árvores e flores ao redor.

— Vamos? —Lucca perguntou tirando as malas do carro.

— Onde estamos? — indaguei saindo do carro.

— Numa fazenda. — Lucca disse enquanto entravamos. — É da minha família.

Não disse mais nada fiquei apenas apreciando o Lugar no fundo tinha algumas casas e muito animais o ar livre junto com os pássaros cantavam davam a sensação que o final de semana seria incrível adentrei a sala onde o ar rustico tomava conta, os moveis escuros e uma pequena televisão mostrava na sala.

— Já são quase 14h00min quer comer alguma coisa? — Lucca perguntou.

— E o que teremos para o almoço? — Perguntei o vendo responder.

— Miojo. — Lucca respondeu rapidamente. — Homens não sabem cozinhar.

 — Pare com esse paradigma que homens não sabem cozinhar. — falei caminhando para a cozinha.

— para... O que?— Lucca perguntou vindo atrás de mim.

— Paradigma. — falei o corrigindo.

— E o que é Paradigma? — Indagou

— Paradigma nada mais é do que um conceito sobre algo ou alguma coisa ou determinados preconceitos pré-estabelecidos por uma sociedade que muitas vezes nem sabe mais por que os estabeleceu. — falei colocando uma panela com agua no fogão.

— Entendi tudo o que você disse. — Lucca disse enquanto ria da minha cara.

— Aprendi isso semana passada na faculdade. — falei sorridente.

— E me diz como foi voltar a faculdade?

— Foi bom, eu estou gostando bastante de sair de casa e tentar aprender.

— Por que tentar aprender?

— O paradigma que toda loira é burra. — falei colocando macarrão na panela.

— Só vai falar paradigma? — Lucca perguntou se aproximando de mim.

— Sim, paradigma vai ser minha palavra do dia. — falei o olhando que me abraçou de lado.

— Então, eu tenho um exemplo de paradigma para você. — Falou me dando beijos ao meu rosto. — Você é a quebra do paradigma de beleza.  Prestei atenção em seu sorriso enquanto ele dizia e me fazia me derreter em seus braços.

— E o que isso quer dizer? — indaguei.

— Não precisa ser perfeita para ser bela. — falou rapidamente me fazendo sorrir rapidamente sentindo seus lábios aos meus.

— Eu não sei se isso é um paradigma, mas muito obrigada. 

Ninguém fazia ideia o quanto seu esperava para aquilo acontecer, já imaginava que eu nunca mais sentiria os lábios carnudos e macios novamente, nossos lábios se encaixavam de uma forma intrigante e incrível.

Nossos sorrisos dados e beijos roubados foram o que marcou o iniciou, meio e fim do meu sábado, a cada carinho e cada demonstração de afeto que Lucca repassava a mim, me fazia me sentir cada vez mais importante e mais viva. Os cuidados que Lucca tinha comigo não eram apenas demonstração de afetos quaisquer, aquilo não sei dizer parecia amor.

***

A calma da fazenda realmente estava me fazendo muito bem, Lucca havia me dito que depois de uma trilha teria uma cachoeira eu não estava nem um pouco a fim de caminhar, mas nesse calor mergulhar cairia muito bem.

         — Não vai entrar? – Lucca disse enquanto saltava no grande lago.

         — Cuidado! – gritei assim que observei algumas pedras ao redor. Apenas tirei meus sapatos e a camisa sentindo o sol latejante em minhas costas. Lucca se aproximou beijando as minhas coxas me fazendo alisando seus cabelos molhados.

— O que tem tomado seus pensamentos? — Lucca perguntou enquanto abraçava minhas pernas.

— Um dia após a festa, os pais de Philip foram lá em casa. — falei entre suspiros segurando o choro. — E meu pai resolveu adiar o casamento.

— Mas você quer se casar?

— Não! Mas pelo visto não terei escolha.

Lucca apenas abraçou pela cintura e me puxou para a água fria, senti meu corpo congelar junto com suas mãos na minha cintura, sai da agua lentamente sentir o vendo me fez sentir mais frio, mesmo com o sol fritando em minha cabeça, não consegui ficar um minuto se quer. O dia estava acabando e eu estava me sentindo como uma princesa que fugiu por um final de semana do castelo.  Lucca fazia miojo para jantarmos e eu apenas ficava deitada olhando e reclamando de como estava calor.

— Com fome? — Indagou Lucca

— Muita! — falei enquanto pegava o prato de sua mão. — Você vive de miojo?

— Não, sei fazer macarrão também. — falou entre garfadas.

O jantar teria sido um sucesso se ele não tivesse derramado refrigerante em minha roupa, sai do banho onde Lucca estava sentado na cama mexendo concentrado em seu celular, deitei em seu lado apenas deitado a cabeça em seu ombro vendo que toda a concentração era por causa de um jogo de guerra.

Lucca apenas me olhou avançando em meus lábios, o beijo se intensificava enquanto nossas línguas brincavam de pega-pega, as mãos de Lucca deslizavam  por todo meu corpo me fazendo arrepiar de uma forma intensa, seus beijos percorriam trilhas entre a boca e me pescoço que me faziam delirar com seus lábios molhados tocando em mim, suas mãos entraram em minha camisa alisando minha barriga e cada vez mais próxima os meus seios, mas quando me dei conta eu já estava sem a camisa sentindo Lucca tocar meus seios de uma forma sedutora.

Eu havia perdido totalmente controle do meu corpo e minhas atitudes eu estava possuída, ou melhor, excitada, sem a camisa Lucca mostrava seu corpo pouco definido, seus beijos percorrendo minha barriga me fazia delirar e pensar se aquilo estava certo e eu não queria pensar, mas também não sabia se era certo, senti meu short ser retirado junto com a minha ajuda fazendo Lucca se por em cima de mim.

Nossos olhos se encontraram e junto com os olhos nossos lábios, diferentes de todos os beijos aquele foi o qual mais me deixou sem folego, nossos corpos deslizaram juntos como se fossem um só, Lucca retirou meu sutiã a rapidamente passou a chupar meus seios, fechei meus olhos para aproveitar a sensação, eu não sabia o que fazer ou como reagir só sabia sentir. Suas mãos deslizara até a minha calcinha que foi retirara rapidamente, eu estava excitada, na verdade eu estava muito excitada minha intimidade estava totalmente molhada e eu não queria aceitar, mas eu estava amando a sensação, senti seus dedos na minha intimidade que fez meu corpo ficar em estatua.

 — Pronta? — Indagou Lucca me fazendo assentir com a cabeça. Senti seus lábios tocarem os meus de uma forma extensa, então eu senti seus pênis sendo penetrando, gemi alto onde ele ainda beijava meu pescoço.  — Tão apertada. — sussurrou em meu ouvido.  

O quarto foi preenchido  por nossos gemidos  e pelos barulhos que a cama fazia, nossos lábios se encontravam hora ou outra, eu estava subindo uma escadaria não parava mais e somente pensava se eu teria que descer. Meu fôlego, meu coração batendo forte, seus toques e meus lábios.

Os movimentos começaram e eu estava me acostumando com aquela sensação, os movimentos iam acelerando e eu gemendo cada vez mais alto, Lucca me beijava e alisava enquanto penetrava em mim, seu sorriso, nossos sorrisos se tornaram o momento mais especial, eu rebolava em seu membro  enquanto ele chupava meus seios cada vez em uma intensidade maior, me fazer cada vez me sentir única, não demorou muito até Lucca chegar em seu ápice junto ao meu, ficamos nos entreolhando por um longo tempo até cairmos na risada e nos beijarmos. A nossa noite parecia ter sido escrito por Shakespeare e desenhado por Picasso, foi perfeita.


Notas Finais


Até o próximo


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