História Abracadabra - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 2.753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 4 - Yellow Light.


Donatella Baldwin – Abracadabra –.

                                                          15 de Janeiro. 1969 | 11:55 p.m | Londres, Inglaterra.

Yellow Light estava em todas as lojas. O meu disco estava em todas as lojas. Todos escutariam minhas músicas em casa, finalmente. Parecia um sonho, mas não era um sonho.

Sentia meus pés nos chão, como nunca havia sentido antes. Eu estava segura, estava feliz, e sentia que naquele momento, nada poderia me colocar para baixo. A minha carreira estava apenas começando. Yellow Light, o primeiro álbum da Follow The Focus. Quase inteiramente composto pela guitarrista que vos fala.

Estávamos – eu e a banda –, andando em círculos pelo saguão quase vazio do aeroporto de Londres. Era um milagre, oh senhor! Para variar, Nanny reclamava de estar andando tanto, enquanto Storm murmurava algo parecendo estar mal-humorado. Roger puxava minhas malas de rodinhas, enquanto eu cantarolava Together and Free com Luke. Aquele que salvava.

– Você vai cair. – Storm resmungou enquanto eu tentava dançar.

Talvez ele estivesse certo. Dançar em círculos com uma capa preta que arrasta até o pé e saltos não me parecia uma boa ideia.

– Ela não vai cair, porque eu estou aqui para segurá-la. – Luke disse passando os braços pelos meus ombros.

– Viu, palhaço? Toma! – dei dedo para Storm.

– Donatella, você... – Storm foi para cima de mim, mas Luke entrou na frente.

– Para de dar esses chiliques estranhos, Peter! – Luke reclamou. – Deixa a Abra em paz. – ele terminou. Storm me deu língua e voltamos a andar.

– Eu estou cansada. – Nanny resmungou. Ela estava praticamente arrastando suas bolsas pelo chão.

– Olhem eles ali! – Roger apontou para um banco um pouco afastado de onde estávamos, onde se encontravam Alex, Ryan e o Led Zeppelin.

Sairíamos em turnê pela primeira vez, e sim, isso era incrível. Exatos quatro meses nos Estados Unidos, duas semanas de férias, e depois Canadá, e Europa. Seria um longo ano, mas tudo valeria à pena. Aos dezessete, tudo valia a pena.

Led Zeppelin era uma banda recém-formada por músicos muito bem conceituados. Haviam lançado um álbum há poucos dias, e precisavam se promover nos Estados Unidos, portanto, Peter Grant, empresário da banda, havia contatado Alex para fazerem uma parceria conosco. Eles abririam os shows da nossa primeira grande turnê. Chega de bares, alô estádios e casas de show!

Já havíamos feito algumas turnês pela Europa, mas nada muito grande.  Quando conseguimos terminar nosso disco, resolvemos sair logo em turnê. Havíamos material, um disco com oito músicas que seriam tocadas em cada show de maneiras diferentes, contendo improvisações e todo o resto que músicos têm de saber fazer. 

– Eu estou com vergonha. – Nanny disse segurando-se em meu braço.

– Você não engana ninguém, Nancy McDermott. Em qual deles você tá de olho? Porque pra homem você é que nem águia. Tem uma visão de dar inveja.

– Deixa de ser insensível, Abracadabra! – ela reclamou me empurrando. Pude ver Alex colocando a mão na testa. Como é que ela conseguia sentir vergonha de nós a tantos metros de distância?

– Nanny. – disse séria.

– O de camisa roxa, ridícula. – ela revirou os olhos.

– Pensei que você gostasse de rapazes loiros. – entrelacei meu braço ao dela.

– Loiro para mim, apenas o Brian. – ela disse sonhadora.

Brian. Brian Jones. Desde que Brian havia levado um pé na bunda da Anita, ele engatou um romance bem esquisito com Nanny. Eu não era a maior fã. Mas quem era eu para falar algo? Se ela estava feliz, eu estava mais ainda.

– Crianças! – Alex disse animada. Espera, animada? – Quero apresentar para vocês, a banda Led Zeppelin.

– E ai? – Luke perguntou sorrindo. – Como vocês estão?

– Bem, meu filho. – um homem bem... Avantajado disse. – Sou Peter Grant, e esses são Bonzo, Jimmy, Robert, John Paul e Richard.

– Sou Peter Storm. – Storm apertou sua mão. – Estes são Roger, Nanny, Luke e nossa caçula, Abracadabra.

– É um prazer conhecê-la, Abracadabra. Ouvi muito sobre você. – ele puxou minha mão para dar-lhe um beijo. Sorri com sinceridade.

– É um prazer também, Sr. Grant. Espero que tenha ouvido falar bem. – disse risonha.

– Só Peter, querida, por favor. – ele respondeu, e eu dei de ombros.

Enquanto Alex dizia com animação sobre tudo que faríamos na turnê, me sentei ao lado de Ryan que estava quieto, lutando com um pote de alguma coisa.

– Quer? – ele perguntou.

– O que é isso?

– Manteiga de amendoim. Quer? – ele perguntou novamente e eu assenti com a cabeça. – Não deixa a Alex ver, se não ela briga comigo e com você.

Alex era um saco com tudo relacionado a comida. Para ela, tínhamos que ter a melhor das alimentações. Para ser bem sincera, eu também sempre fui paranoica em ter uma alimentação saudável e balanceada, mas obviamente eu tinha que contrariar Alex. Nem que para isso eu comesse mil potes de manteiga de amendoim.

No fim das contas, era bom ter alguém como Alex conosco. Se dependêssemos de Ryan, iríamos quebrar hotéis, nos drogar até a morte, explodir de tanto comer besteiras, e ele iria junto. Sendo sensata, Alex era mais do que importante; ela era necessária.

– Vamos embarcar? – Alex perguntou. – Eu tenho uma surpresa para vocês, bonitinhos.

– Você de bom humor e preparando surpresas? Alguém já checou o tempo? – perguntei escondendo o pote.

– Abracadabra eu juro que eu não estou com paciência pra você hoje. – ela disse fechando os olhos, como se estivesse controlando-se para não voar em mim. Eu acho que era isso mesmo.

– Essa é a Alex que eu amo. – abracei-a de lado enquanto caminhávamos até a área de embarque. Senti-a sorrir.

– O que eu posso fazer? É impossível odiar você, criança. – ela disse rindo. A risada da Alex era uma das mais gostosas de ser ouvidas. Talvez porque era difícil de se escutar.

Eu mal havia reparado nos meninos. Nanny parecia babar no tal menino, mas mesmo assim estava ao meu lado, com o braço entrelaçado ao meu. Estávamos caminhando até o avião, um pouco afastadas, enquanto todos iam conversando na frente.

– O que você achou deles? – Nanny perguntava.

– Gosto dos cabelos. – respondi concentrada na barra de minha capa.

– Eu estou falando de beleza, Abra! Achou algum deles um broto? – ela perguntou animada.

– Pra não dizer que todos são estranhos... – levantei uma mão em rendição. – O guitarrista é bonitinho.

– Jimmy? – ela perguntou maliciosa.

– Eu não sei, eu não prestei atenção nos nomes. – disse sincera. Não era por querer, eu me distraia com uma facilidade absurda, e por mais que eu quisesse, não lembraria o nome de alguém de primeira.

– É ele sim! Você elogiando alguém? Realmente, ninguém deve ter olhado a previsão do tempo antes de autorizar o voo. – ela disse rindo.

– Tá me chamando de narcisista? – perguntei ofendida.

– Eu estou afirmando, querida. – ela rebateu.

– Crianças. – Alex chamou nossa atenção. – Esse é o avião de vocês. – ela falou.

– E o que tem demais em um avião? – Storm perguntou.

– A parte que ele é de vocês.

Alex apontou para a parte lateral do avião que estava em nossa frente. Era um Boeing gigantesco, todo preto, com o slogan da nossa banda escrito em branco. Inacreditável. Inacreditável mesmo.

O queixo de Storm estava no chão, enquanto um sorriso de orelha á orelha se estampava em meu rosto. Levei minhas mãos até minha boca, tapando meu sorriso. Mesmo que meus olhos transparecessem completamente a felicidade e a emoção que eu sentia naquele exato momento.

Nanny apertou meu braço com uma força descomunal, enquanto Roger murmurava algo desconexo, e Luke me olhava aquele olhar cúmplice.

– Caralho! – gritamos juntos.

– Eu não acredito, isso é nosso? – perguntei andando até Alex, e apontando para o avião.

– Pai, eu tenho um avião só meu! – Luke gritava de joelhos, apontando para o céu.

– Nosso. – Storm corrigiu embasbacado. – Nosso! – ele gritou dessa vez.

– Eu estou me sentindo uma superestrela! – Nanny gritou pulando.

– Nós somos superestrelas! – Roger deu ênfase no “somos”, enquanto abraçava Nanny.

– Alexandra Lilian Tanner. – murmurei virando-me pra ela. – Foi você que conseguiu isso? – perguntei e ela assentiu.

– Foi um tanto quanto caro, mas... O Sr. Baldwin e a Sra. Cooper ajudaram um pouco. E bom... A companhia aérea gosta da banda, e... Parte do dinheiro da turnê vai pra ele. Mas acho que vale á pena, não vale? – ela perguntou sorrindo fraco.

Eu deveria adivinhar que o meu pai, e a Sra. Cooper, mãe de Luke, estavam metidos nisso. Mas eu daria o meu máximo na turnê, para poder pagarmos o aluguel do avião por conta própria.

– Isso é demais, Alex. – sorri. – Obrigada, de verdade. Eu não acredito ainda. – segurei suas mãos.

Puxei Alex pelos ombros dando-lhe um abraço apertado, senti-a sorrir entre o abraço. Alex merecia. Merecia o mundo por cuidar tão bem de nós cinco – seis, se contar com Ryan –.

Após agradecermos Alex umas mil vezes, dar muitos chiliques, roubar a câmera do tal Peter Grant e tirar algumas fotos mostrando o slogan da banda, entramos no avião. O chilique foi maior ainda quando olhamos por dentro. Tudo tão luxuoso. Não havia assentos como em aviões normais, e sim sofás, mesas, quartos com camas, e até um bar. Seria difícil me tirar dali.

O voo demoraria dez horas. Então fiz questão de ser a primeira a me alojar em um dos quartos, e dormir por um bom tempo.

Jimmy Page.

Eu já havia ido à América milhares de vezes. Eu não me sentia tão empolgado, afinal, eu não tinha concordado com a ideia de abrir os shows da turnê de outra banda. Tínhamos potencial para dar conta sozinhos. Mas eu não me importei. Eu estava em um avião luxuoso, indo para Los Angeles, com muita bebida e mulheres á minha espera.

Estava sentado com os demais músicos da minha banda, Peter, Richard, e o baterista, e o baixista da Follow The Focus. Em minha mão direita, uma garrafa de Jack Daniel’s, em minha mão esquerda, um cigarro. Eu não estava tão na pior.

– E você está animado, menino? – Peter perguntava, tentando ser simpático com o baixista loiro.

– Demais, cara! – ele respondeu. – Vai ser divertido demais andar por todas as cidades, e é a primeira vez que vamos para a América, ainda mais com a banda que é...

– Você é retardado de me acordar puxando minha coberta? – ouvimos um grito.

– Super simpática. – ele terminou.

– Você pensou que era o quê? Um fantasma? – Storm, o vocalista da banda apareceu de um dos quartos.

– Não! Pensei que era o idiota do vocalista da banda que eu toco fazendo sei lá que merda com a minha coberta! – ela respondeu. Ela.

Desde que ela pisou os pés no mundo do rock, meus olhares foram concentrados apenas nela. Cabelos castanhos, tão lisos, tão longos, tão sedosos. Olhos verdes, tão claros que poderiam ser comparados á água. Um corpo espetacular, combinado á um rosto de boneca, que desde o momento que havia pisado no aeroporto mantinha um sorriso debochado. Abracadabra, era ela.

– Você pode parar de ser grossa? Eu estava com frio e no meu quarto não tem coberta. – Storm respondeu indo até o bar e colocando um pouco de whisky em um copo.

– Não liga não, gente. Eles são assim mesmo. – Luke sussurrou para nós. Eu me mantinha quieto, prestando atenção na adolescente prodígio discutindo com o amigo, enquanto os demais da minha banda, conversavam animadamente com Luke e Roger.

– Tá falando de mim? – Abracadabra perguntou se sentando bem ao meu lado. Inalei profundamente sentindo seu perfume de jasmim.

– Sim, mocinha. – Luke disse, e a carranca da menina se desfez, virando um sorriso bobo. Finalmente reparei que ela tinha covinhas.

– Tem sorte que eu gosto de você. Storm é um porre. – ela revirou os olhos. – Oi pessoal. – ela virou para nós.

– Olá. – dissemos um de cada vez.

– Eu escutei o disco de vocês antes de viajarmos. Vocês são bons mesmo. – ela falou dando um gole no que estava em seu copo.

– Obrigada, sweet. – Robert disse. – Escutamos o disco de vocês também, e realmente... O som da guitarra se sobressai.

– Ai, não diz isso! Eu fico sem graça. – ela riu envergonhada.

Percy não estaria cantando minha menina, estaria? Merda de timidez. Passei a reparar em seu corpo, sem a tal capa enquanto ela proferia palavras que poderiam facilmente virar poesias em sua voz. Era tão bonita.

Estava entretido demais reparando em suas mãos pequenas e de unhas grandes e vermelhas em cima de sua coxa descoberta, que não percebi seus enormes olhos verdes me fitando.

– Ah... – disse meio desconcertado.

– Hein, Jimmy? – ela perguntou. Como meu apelido ficava sexy saindo de seus lábios carnudos.

– Hein, o quê? Desculpa, pode repetir? – perguntei sem graça.

– Perguntei se você gostou do meu solo em Together and Free. Soube que você é dos bons, e pelo o que eu ouvi, é mesmo. Queria sua opinião.

Ela estava me elogiando? Senhor... Ela já era linda sendo grossa, sendo simpática comigo então... Uma completa deusa. Sorri envergonhado e assenti com a cabeça.

– Maravilhoso. – disse reparando em suas bochechas ganhando um tom levemente rosado.

– Obrigada. – ela deu um beijo estalado na minha bochecha, e eu consegui ficar mais desconcertado ainda. – Eu queria esfregar isso na cara do Storm. Jimmy Page gostou do meu solo. – ela sorriu.

– Seria um louco se eu não gostasse. Você é muito talentosa, Abracadabra. – falei.

– Ai, não! – ela gritou rindo. – Abracadabra é muito grande, todos me chamam de Abra. Ei, onde está a Nanny?

O pique dela era óbvio. Em alguns minutos de conversa ela já tinha falado sobre milhares de coisas, envolvido vários assuntos e dando ânimo á todos. Sorri ao vê-la trocar de assunto tão rápido.

– Acho que está dormindo. – Roger deu de ombros.

– E depois sou eu a que só durmo... – ela respondeu colocando seus dedinhos no queixo. – Vocês não estão com fome? Eu estou. Mas Alex só deve ter colocado aquelas coisas estranhas de soja aqui. –

– Eu estou. – Luke respondeu levantando-se. – Vamos lá ver, qualquer coisa vamos até o Ryan e roubamos um biscoito dele.

“Abra” se levantou e foi andando pelo avião atrás de Luke. Eu me virei para Roger, e puxei assunto sobre ela.

– Ela namora, Roger? – perguntei.

– Já vai cair matando? – Bonzo perguntou rindo e eu ri fraco. – Ela é um pitelzinho.

– Não, não... Ela é... Digamos que muito difícil. Já deu pra perceber, né? Difícil de chegar, difícil de lidar... Bom que já nos acostumamos. No fim das contas, ela é um amor. – Roger respondeu.

– Bom saber. – respondi. – Bom saber.

Donatella Baldwin – Abracadabra –.

– Isso parece ser gostoso, eu acho. – cutuquei um bolo de creme com alguns morangos em cima.

– Deve ser aqueles sem açúcar. – Luke falou.

– Prova pra ver. – disse e ele passou o dedo na cobertura.

– Eca! Não tem açúcar nenhum! – ele resmungou.

– Então é esse mesmo que eu vou comer. Açúcar demais faz mal, sabia?

– Luke! – ouvimos. Luke respondeu gritando um “O que?”. – Vem cá, por favor!

Parecia ser Roger. Luke me deixou sozinha cortando um pedaço do tal bolo, e voltou para a pequena sala improvisada no avião. Tirei o pedaço cortado, e coloquei em um prato de vidro. Não resisti e passei o dedo pela cobertura também, levando até a minha boca. Droga! Não é que estava completamente sem açúcar mesmo?

Estiquei-me para pegar um saco plástico pra jogar o bolo fora. O problema era: o saco plástico estava em uma prateleira alta, e eu era uma anã. Eu estava quase trepando no armário para pegar, quando senti um corpo atrás de mim, e o mesmo pegando o saco plástico. Eu me virei, encarando Jimmy Page na minha frente, estendendo o saco, e a centímetros do meu rosto.

– Obrigada. – murmurei.

– Eu... De nada. – ele murmurou de volta. – Abra, eu posso te fazer uma pergunta?

– Claro. – dei de ombros. Eu não havia reparado, seus olhos também eram verdes. Um pouco mais escuros do que eu meus.

– Você... Está saindo com alguém ou algo assim?

O olhei incrédula, e botei minhas mãos na cintura. Tudo bem que desde o início saquei suas segundas intenções, mas eu pensei que ele seria um pouco mais esperto, e não que iria me perguntar se eu estava saindo com alguém em plena despensa.

– Qual é, Jimmy. – revirei os olhos pegando o saco de sua mão, e colocando o bolo dentro.

– O que houve? – ele perguntou confuso, segurando em meu braço.

– Da próxima vez que for flertar com uma menina, pelo menos espera ela sair da despensa. Se você não percebeu, eu não sou como as menininhas que você deve estar acostumado a pegar. Eu não sou uma groupie. Groupies são garotas que saem com estrelas do rock, e bem, eu sou a estrela do rock. Tenta de novo.

Puxei meu braço de sua mão, e voltei para o meu quarto. Irritada, e ainda com fome. 


Notas Finais


Certamente que as músicas do "disco" existem de verdade, mas não são da Follow The Focus, que no caso, é uma banda fictícia. Mas essas são músicas "da época" e se vocês quiserem ouvir, vou colocar os links do youtube!
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1 - https://www.youtube.com/watch?v=zSAJ0l4OBHM
2 - https://www.youtube.com/watch?v=kUrl0QQyO3w
3 - https://www.youtube.com/watch?v=bqbxxzUiC_U
4 - https://www.youtube.com/watch?v=-YzitR0IKW4
5 - https://www.youtube.com/watch?v=iwnC_8_ZeYE
6 - https://www.youtube.com/watch?v=5z83af8hwRQ
7 - https://www.youtube.com/watch?v=vPlMxnw9JHw
8 - https://www.youtube.com/watch?v=U_KGv7rDWFM

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É isso, galerinha. Outra coisa: eu tive uns problemas esse ano, e com certeza vou repetir de ano na escola! Então eu não sei se meu pai vai me deixar de castigo ou não nas férias. Por isso vou adiantar ao máximo a fanfic e escrever para postar um capítulo por dia até segunda-feira. Pego meu boletim na semana que vem. Enfim, é isso. Beijos ❤️🌸🍄🐞


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