História Abrace-me - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias ABC do Amor (Little Manhattan)
Tags Drama, Revelaçoes, Romance
Visualizações 19
Palavras 624
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


É a primeira vez que estou escrevendo pra valer. Me desculpem por qualquer erro. Espero que gostem!
Beijoos :3♥

Capítulo 1 - À flor da pele


Fanfic / Fanfiction Abrace-me - Capítulo 1 - À flor da pele

Estou no shopping, hoje é o penúltimo dia de férias, que horrível, vou morrer! Meu Deus, como estou dramática hoje.

Enquanto ando em direção a porta da saída, ouço uma voz masculina bem animada, grossa, incrivelmente bonita. É uma voz familiar, não sei dizer. 

- Mackenzie, wow, quanto tempo!- Viro-me para o rapaz e logo vejo que é  Eduardo, meu "melhor" amigo. Até que faz sentido ele ser meu melhor amigo, só falo com ele e com a Marina mesmo. - E aí? Como você está?- Nossa estava com saudades desse guri, mas vê-lo me desanimou bastante.

-Hey Dudu, como vc tá? Senti saudades!- Abro um sorriso forçado para disfarçar meu desânimo.

- Meu Deus, que sorriso forçado garota! Acha mesmo que não te conheço pra não saber que você está sendo falsa?- Ele diz revirando os olhos e eu dou uma gargalhada descontraída e o abraço.

- Cada vez que te vejo vc está mais baixinha.- Ele diz aos risos.

- Fica quieto, você que quem não para de crescer é você. Eu sou alta, tenho 1,70 de altura.

- Filha de Smurf!

- Poste de luz!

- Anã!

- Dinossauro!

- Te amo.

- Te odeio.- Ele me olha decepcionado- Até teria dó, mas lembrei que não tenho coração hahaha!

- Mah, sinto em te informar mas você é a pessoa mais sentimental que conheço!

- Shhhh...- Faço o som enquanto mostro o dedo do meio para ele

- Quanta falta de educação. Não conheço mais a Mackenzie de dois meses atrás- ele fala rindo e eu rolo meus olhos- Vamos na sorveteria? Descobri que lá tem sorvete de pistache. 

Eu o olho pensando se devo ir ou não. Até que ele utiliza a palavra chave para me convencer.

- Eu pago!- Sorrio e o pego pelo braço à caminho da Sorveteria Pérola, é a minha preferida. Sempre que vou lá, sinto o aroma de lavanda pelo ar, a temperatura amena do local e uma calma sobrenatural. É confortável ficar naquele lugar.

Chegamos a sorveteria, Dudu me observa enquanto vou pedindo meu sorvete. Ele está pálido, parece que aconteceu algo. Pela primeira vez senti medo de falar com ele, me senti assustada. A última vez que me olharam assim, foi no dia em que minha mãe foi à óbito, estou com medo, até mesmo com medo de perguntar o que aconteceu, mas tenho que saber.

Pego meu sorvete, agradeço a moça que me atendeu e sento-me na mesa.

Dudu ainda está me olhando, ele parece assustado.

- Eduardo, o que aconteceu?

- O Lemos.- Quando ouço essas duas palavras meu coração dispara e  uma dor invade meu corpo. Lemos é meu ex namorado, ele terminou comigo no nosso aniversário de 1 ano e 3 meses, logo após de dizer "eu te amo". Ele foi um filho puto, só não falo "filho da puta" porque amo a mãe dele. 

- O que tem o Henrique?- Dudu aponta para mesa do fundo. 

- Fala criatura, tô com medo de me virar pra olhar..

- Não quero falar, acho que vou te fazer chorar, não quero isso. Desculpa Mah.

Quando me viro, vejo uma cena desagradável, muito desagradável. Vejo Henrique beijando a Míriam, a garota que eu odeio. Estou pouco zonza, sinto um nó na garganta. Acho que fiquei mais abalada do que imaginei, considerando que só terminamos à 16 dias, isso é como uma traição. Wow, já eles estão praticamente se comendo, que horror. 

Sinto que Dudu está me encarando mas não posso olhar para ele agora, se eu olhar vou desabar, não posso fazer isso. Me levanto e digo sem confiança:

- Já volto, preciso ir ao banheiro.- Minha voz me deixou na mão e acabou falhando. Mordo meus lábios inferiores para segurar meu choro. Passo pela mesa de Henrique e vejo ele me olhar assustado.

Entro no banheiro e percebo que estou surtando. Preciso de ajuda.







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