História Absoluto Vol.II - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hidan, Kakuzu, Naruto Uzumaki, Oonoki, Sasori
Tags Sasodei
Exibições 83
Palavras 882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Coitado.


   Hidan era um jovem problemático, não sentido "provedor da desordem social", mas no sentado emocional e metal. A sua vida não era uma mar de rosas, talvez um mar de plantas carnivoras para ser mais preciso.
   Nunca soube quem era seu pai porque sua mãe tinha a fama de trepar com qualquer um que lhe desse um valor monetário apropriado.
   Os parafusos do seu juízo cada vez mais se afrouchavam com o passar do tempo. Até que todos os parafusos de soltassem quando ainda era criança. Seus vizinhos costumavam sussurar:
   "Olha o menino que vê coisas"
   " Coitado, ouvi dizer que a mãe  dele bateu nele de novo"
   "Não fale com aquele menino, ele é doido"
   Só porque você ouve vezes na sua cabeça não quer dizer que você é doido. Todo mundo tem uma voz na própria mente, que nós usamos para falar mal dos outros e exercitar nossos pensamentos mais sórdidos.
  Então em um breve momento, um daqueles que a merda acabou e não tem mais para ser jogada na sua cara pelo ventilador ele conheceu Kakuzu. Um garoto problemático que tinha um quê de " provedor da desordem social".
   De alguma forma Kakuzu achou que a agressividade dele combinava com a loucura de Hidan. Por isso sempre defendia o pobre garoto, veja bem, Kakuzu não queria correr atrás de confusão, mas já que ela vivia correndo atrás de Hidan ele aproveitava. Mas logo Hidan ficou obsoleto demais para ele, era hora de deixar ele de lado. Achou algo melhor que defender um garoto fracote, um grupo novo de pessoas igualmente agressivas e também atormentar aquele que um dia defendeu.
   Era uma coisa de não só se contentar com agressão física mas com a psicologia também. Dos quatorze aos dezessete Hidan escapou de ser internado pelo menos umas quarto vezes.
   "Coitado" é o que você provavelmente está pensando. E ele ouviu muito isso, essa palavrar lhe dava mais raiva do que" maluco" que já tinha ouvido infinita vezes mais. Ele não era um coitado.
   Quando você vê um cachorro com a pata quebrada você diz:
    "coitado".
   As crianças morrendo de fome na África;
   "Coitadinhos estão parecendo um Et gravido"
   Aquele personagem dramático do livro que você adora:
   "Coitado, tó com pena dele"
   Coitado o caramba!
   Hidan passou a se defender sozinho.
   As vozes na sua cabeça eram mantidas sob controle com ajuda de remédios. Elas voltavam as vesez, no entanto era raro um ataque agora aos vinte anos. Não que isso aconteça com todos com o mesmo problema que ele, as vezes até piora!
   Na sala a voz veio tão viva na sua cabeça que foi aterrorisante. E de quebra, Kakuzu presenciou um dos ataques mais humilhantes sua vida, no qual deixou na cara que sempre teve os pneus arriados por ele.
   Sim.
   A voz estava certa.
   Ele era apaixonado por Kakuzu.
¤¤¤
   Sasori foi catar os restos do seu amigo, ou pelo menos parte do orgulho que ainda devia ter. Seu amigo não foi para casa, não ficou na escola também. Ligou até para sua avó para perguntar se ele tinha aparecido por lá. No final das contas achou ele sentado em um balancinho do parquinho quase um km da casa dele.
  O parquinho estava vazio. O sol já estava se pondo fazendo seus cabelos ruivos parecerem como uma relva de fogo.
   De longe pôde notar que seu amigo estava abatido e com o olhar perdido.
   Se aproximou lentamente, as folhas mortas se quebraram sob seus pés.
  __Por que não me deixa em paz?__ os ombros dele estavam curvados, as mãos largadas entre as pernas e os cabelos caindo nos olhos mais vermelhos que o costume. Ele esteve chorando.
  __Se eu não viesse ninguém mais viria__disse ele.
  __Ce tem um meio esquisito de me fazer me sentir melhor, só que não, eu me sinto uma merda secada no asfalto quente.
   Sasori começou a empurra-lo no balanço.
  __Foi mal
por aquela hora__falou ele fraternalmente.
  __Foi mal por ter te chamado de gnomo de jardim pegando fogo.
  __Quê? Você não disse isso__ recordou-se. Empurrou mais forte e Hidan abriu um largo sorriso.
  __Mas eu pensei.
    Eles riram um do outro. Então quando Hidan se sentiu mais calmo deu um salto do balanço pousando graciosamente no chão.
   Já era quase noite, Sasori tinha que voltar logo para casa, mas também não queria deixar o amigo sozinho.
  __Quer jantar lá em casa?
   Ele ficou de pé sobre a madeira do balanço enquanto se apoiava nas correntes groças. Forçava o corpo para trás e para frente para se balançar. As correntes rangiam com o movimento.
   Hidan olhou para o céu com ar de pensativo. Suas mãos estavam dentro dos bolsos, podia sentir o metal de uns trocados que tinha ali.
  __Você faz a comida?__Hidan amava o tempero dele. Não foram poucas as vezes que disse que ele poderia até montar o próprio restaurante.
  __Você lava as louças?
   Hidan se virou para ele.
  __Feito.
   Eles voltaram a pé para casa. No caminho Sasori relatou os acontecimentos cômicos em que havia se metido. Hidan gargalhou igual uma iena.
   Conheceu Sasori uns dois anos depois que Kakuzu foi embora. Se apegou rápido a ele.
     Aquele ruivo metido era quem considerava sua família, para ele Sasori era uma bóia salva vidas, era mais que isso, era um irmão.


Notas Finais


Hidan é esquizofrenico. Isso explica a VOZ no capítulo anterior.


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