História Abusada! - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Abusada, Emily, Kentin
Visualizações 128
Palavras 738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente tudo bom? Espero que sim. Como prometido trouxe o capitulo de hoje!!!

Capítulo 8 - Brinquedo


Uma onda de medo passa pelo meu corpo, estou arrepiada. Eu não posso fazer nada, porque ele trancou as janelas e agora trancou a porta. Ele se vira para mim. Eu encaro-o, meus olhos pedem por socorro, talvez ainda assim vestida, ele possa ver meu sofrimento e dar um fim nisso, mas ao contrario ele joga apenas aquela embalagem na cama, ao meu lado. Estou sem reação o que eu vejo é muito além do que já me mostrou, sim, é um objeto sexual. O que ele quer eu faça? Use isso? Dentro de mim?

“Vamos usar esse brinquedinho...” Ele abaixa as calças.

Não quero o ver se despindo, porem cada peça de roupa que Ken tira ele joga sobre a cama, mais necessariamente sobre minha cara. Seja o que ele quer fazer comigo, já me apavorou bastante tanto que me sinto extremamente enjoada.  Minha barriga dói, mas não é de fome ou coisa parecida, sinto calafrios.  

“O que você... vai fazer?” Minha voz sai rouca.

Ele não responde. Ainda sentada e sentindo vários sintomas Ken me puxa pela cintura para baixo e rasga meu vestido no meio.  Estou exposta, não uso sutiã porque foram jogados fora, apenas uso uma calcinha. Eu estou olhando para o teto, não para seus olhos que estão observando meus seios. Deus por favor me ajude, por favor. A minha calcinha é arrancada da minha pele, meus olhos marejam. Vamos Emily, reaja, dê um chute na cara desse desgraçado.

Quando sinto suas mãos apalparem meus seios meu corpo reage, da forma mais errada que poderia. A raiva toma conta de mim, e como meus pensamentos mandam, dou um chute em seu maxilar, ainda deitada. Ken tira as mãos de mim colocando sobre o seu rosto. Eu estou literalmente apavorada.  Meus olhos só transmitem pavor, encosto-me à parede.  Ele está ainda passando a mão na boca. Preciso achar alguma coisa para me defender. Olho para os lados, mas não encontro nada que o faça perder os sentidos, apenas vejo a câmera, o que ele vai fazer com esse vídeo?

“Eu queria ir com calma, mas você não me deixou escolhas”.

Ele me joga na cama da forma mais horrível possível. Estou de costas para ele o que me deixa mais angustiada, não posso ver o que ele está fazendo e nem o que vai fazer.  Não quero nem pensar no que poderá acontecer, ele está bravo.

No mesmo instante algo entra em mim, seu membro. Ele nem se quer espera eu gritar por dor ou coisa parecida e começa a fazer movimentos mais rápidos que o normal. Sinto aquela coisa indo cada vez mais longe e também sinto coisas se rompendo. Não consigo evitar as lagrimas. Ele me da vários tapas na bunda, fortes. Ele está descontando tudo em mim, toda sua raiva.

“Vamos brincar mais um pouco...”.

Vejo sua mão pegando o pênis de borracha que está ao meu lado, o que ele vai fazer? Meus olhos se arregalam quando sinto duas coisas entrando em mim.

“Socorro” Grito.

“Será que você aguenta dois no mesmo lugar?”

Fecho meus olhos e aperto a coberta, não da certo, não vai diminuir minha dor. Como dói. Ele geme e eu não faço nada, nada mesmo. Apenas olho para as gavetas da cômoda enquanto meu corpo se meche junto a esse imundo. Claro que dói, mas estou fraca. Meus braços não aguentam mais segurar o meu corpo e caio no colchão.

“Você é uma vadia mesmo!”

Ken para e não sinto mais seus gemidos ou seu corpo quente grudado ao meu. Acabou. Solto um suspiro de alivio. Estou ainda ali na cama deitada, não tenho forças para levantar. Mas existe alguém aqui que está muito satisfeito ou não, porque ele se aproxima de mim mais uma vez e me ergue na mesma posição.

“Tem mais um coisa que eu quero deixar registrado...” Ele solta uma gargalhada “Você dando a bunda!”.

E assim sinto algo mais uma vez entrando em mim, só que agora na parte de cima. Grito por ajuda, por socorro para alguém que eu sei que nunca vai me ouvir. Tudo sempre será em vão. Ken vai enfiando cada vez mais fundo e eu estou perdendo o ar, não de prazer, porque isso eu nunca senti com ele, mas de uma dor incontrolável. A cômoda começa a girar junto com o quarto, uma luz preta vem na minha direção e eu fecho meus olhos. Droga.


Notas Finais


continuo?
Obrigada por cada comentário, amo vocês <3


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