História Abuse Me - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias UNIQ
Personagens Cho Seung Yeon, Kim Sun Joo, Wang Yibo
Tags Amizade, Boyeon, Jooyeon, Traição
Exibições 25
Palavras 2.271
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Mar de emoções


Minha vida poderia sim ser um mar de emoções,talvez melhor que isto.
Quando eu tinha 14,um amigo— um melhor amigo—contou-me que um grande amor estava à minha espera.E sim,ele acertou em cheio.Anos após esse amigo em questão viajar para o Canadá,a fim de fazer intercâmbio,eu conheci um chinês chamado Wang Yibo.
Porém,não fora nada do que eu havia imaginado.Bem,eu sempre vi-me como um amante do próprio amor,entretanto,não achei que fosse me enamorar por um homem,sobretudo,por alguém tão individual quanto Yibo.
Nos conhecemos de modo casual,tão eventual quanto conseguir encaixar uma pequenina bolinha de papel dentro de uma circunferência apertada com um único lançamento.O garoto,aparentemente,era um indivíduo terno,extravagante,encantador.Porém,após meses casados,o homem se mostrou alguém completamente distinto.Suas atitudes eram brutas,desconsiderava qualquer mimo quando eu era seu alvo,principalmente quando o assunto era trabalho;ele deixava nossa cama às seis e retornava às uma da manhã.Bom,eu sempre soube que um renomado empresário não detinha horário fixo,todavia,passar o dia inteiro fora já era considerado algo totalmente anormal.

 Nos dias de hoje eu suspiro.Suspiro em busca de beijos,poucas vezes trocados por um casal cujo o conjúgio equivale à seis anos.Era-me considerado uma exorbitante sorte quando este beijava-me de maneira inesperada.
 Além do que,nem lua de mel tivemos ainda.Digo,houve sim uma viagem,porém não houve quaisquer momentos cálidos.Na época eu sentia-me deveras inseguro,e,por isso,pedi para que este esperasse.Sua resposta ao meu rogar fora um tanto inesperada,ele apenas concordou,contudo,negou-se à passar todo o descanso simbólico ao meu lado.Posterior à isso,o mais velho também negou-se à se deitar comigo,utilizando sempre a sua corriqueira frase.

 Eu me culpo até os dias atuais,mas não acho que este casara-se comigo em busca de relações à fundo.Acontece que mesmo convivendo com o chinês a tanto tempo,eu simplesmente não sabia o que se passava na cabeça do mesmo,eu simplesmente não sabia decifrar a carranca ininteligível inerente às feições do mais velho.

 Segurava uma fotografia de Sung Joo,uma foto qual trazia-me certa nostalgia.Eu e Sung Joo éramos melhores amigos,desde o início do fundamental ao fim do médio.Sung Joo não participara de meu casamento,e,ao ter ciência da cerimônia,não me parabenizara.

SungJoo morou em Lyon,na França,por alguns anos,até enfim retornar à Seuol.
 
 Deslizava meus dedos pelo papel plastificado,trazendo à tona os bons momentos compartilhados com o,assim como eu,coreano.

 —Por que está chorando?. —Limpei minhas lágrimas de modo fugaz e discreto,tal como discretamente escondi a fotografia atrás de mim.
A voz de Yibo soara contíguo a mim de maneira ríspida,porém,fazia certa faísca de esperança queimar em meu corpo.

—Apenas uma leve irritação,nada com o que se preocupar. —Sorri amarelo e pus a imagem sólida sob mim.

—Eu estou de saída. —Comentou,o que me fizera arquear o sobrolho.

—Achei que estivesse de folga,você mesmo di-

—Eu também achei. —Cortou-me descarado.

O maior de madeixas aloiradas quebrou seus lábios em um sorriso torto,e,em passos calmos,aproximou-se de mim.
Sua aproximação me fizera tremelicar,seria um selar,um afago?.Teria ele visto a fotografia?.Eram-me inúmeras as cogitações,e todas estas faziam-me alguém trépido,até mesmo aéreo.
Yibo dobrou seus joelhos e esboçou um sorriso satisfeito,engoli à seco.
O sedutor homem juntou as bocas em um modesto ósculo,porém,não fora os lábios em contato ao meu que me fizera tremer.Yibo deslizou suas falanges por minhas costas até alcançar o cós da calça de moletom qual eu trajava.
Juro que nunca agradeci tanto por uma de suas incontáveis ligações despertar seu celular.Eu tinha plena certeza de que ele não a dispensaria,e,como já esperado,o mais alto se afastou já atendendo seu(a) valioso(a) cliente.
Vibrações de puro desafogo tomara meu corpo.Levei uma das mãos ao peito,suspirei aliviado ao vê-lo deixar o sótão em passos rápidos.

—Eu preciso ser mais prudente.. Comentei para mim mesmo.

Trouxe a imagem até meu campo de visão uma última vez,antes de guardá-la no interior de alguma caixa de papelão ali presente.Direcionei-me até a ampla janela do cômodo e,através dos vidros parcialmente empoeirado,assisti o automóvel negro de Yibo afastar-se da residência.Apressado,como sempre.
 Pus-me à suspirar novamente.

Desci até a sala em uma falsa tranquilidade,as lágrimas de arrependimento corriam por minha face uma vez mais.Meus dígitos relutantes lutavam contra a inundação que assemelhava-se à uma perfeita chuva de tristeza, qual banhava uniformemente meu rosto com certo primor.A calmaria pairava sobre o ar,quase que se mesclando à melodia branda que preenchia quase toda a casa.
 O telefone tocou.
Funguei desesperado e corri até o mesmo.Sorvi toda a apátia para dentro do meu âmago fragmentado,apertei o corpo do aparelho minutos antes de levá-lo até uma das orelhas.

—Alô?.
Um suspiro fez-se do outro lado da linha,e,assim,encheu-me a cabeça com inúmeras cogitações.
Abri os lábios e suspirei pesado,logo pensando em repetir a curta pergunta.

—Filho?.

O doce indagar fora desferido contra um dos ouvidos.Meu coração estremeceu,minha cavidade secou.Tudo o que eu menos esperava era uma ligação de minha mãe.

 

—Mãe?.Ah,e-

—Como você está?.

Ela era rápida quando o assunto detinha eu em questão.

—Bem,e a senhora?.

Menti.

—Também estou bem,aliás,estou ótima!.

—Hm?.E qual seria o motivo de toda esta alegria?.

—Estarei voltando de viagem em alguns dias,portanto,convido você e ao seu lindo partido para almoçarem em minha casa.Que tal?.Ah,e você sabe,eu não aceito um ‘’não’’ como resposta,garoto!.

Permiti-me sorrir tênue.O sonido da risada branda fizera minha mãe suspirar.Talvez ela já soubesse que meu casamento não era este pleno mar de rosas,ou,talvez só estivesse cogitando uma possível melancolia de minha parte.
 Mordisquei meu lábio inferior e preguei meus olhos por breves minutos.A mudez da linha seguinte me preocupara,de certa forma.

—Mãe?.
 

—Oi,desculpe.Eu já lhe disse que meu vizinho é uma gracinha?.

—Mãe!.
A mulher sorriu calada.Toda a alegria alheia era o bastante para arrancar-me amenos sorrisos,minha aflição não cabia em meu peito,porém,os poucos minutos de conversa que tinha com minha mãe era-me mais do que o suficiente para me tornar aéreo de todos os problemas quais me rodeavam,tornar-me distante de Yibo.

—E como vai o trabalho?.Dizem ser uma desmedida responsabilidade o cargo de enfermeiro.

—Eu discordo. —Suspirei e amaciei as têmporas. —Digo,somos importantes sim,porém a afasia nos predomina naquele lugar,entende?.Todos nós exercemos nossas respectivas funções,criando um espaço naquele amplo hospital..Entretanto,não é de nossa responsabilidade todas as tarefas,pelo menos não as mais importantes..

—E quais seriam as “mais importantes” para você,uh?.

—Para ser sincero?.Eu realmente não faço ideia,mãe..Acho que,neste momento,preferiria deter mutismo.

—Creio deter taciturnidade.Diga-me,o que lhe aflige?.

E,então,a calmaria fez-se presente uma vez mais.Como a responderia tal indagar?.

—Creio que..A maçante carga horária..
 
Mordisquei o inferior.Sabia que não era uma balela convencional o bastante.

—Achei que gostasse de seu trabalho.

Sempre contraditória.

—E gosto,mas isto não o torna menos fadigoso.

—Hm..Acho que tens razão.Bom!.Eu já estou de saída,portanto,devo sim cutucar meu,em breve,não mais vizinho.Lhe ligo mais tarde,talvez eu tenha que resolver assuntos a fundo naquele cômodo amplo que ele chama de quarto.

—Mãe!.

—Oras,Seung!.Sou viúva a 7 anos,acho que tenho este direito!.

—A senhora t-

—Senhora?.

—Você,—(Ah bom.) —você tem todo o direito de se relacionar com qualquer outro homem,mãe..Mas não acha que está sendo-

—Atirada?.

Mordi a língua.

—Eu ia chegar lá..

—Meu filho,eu tenho quase 58,acha mesmo que eu me importo em estar sendo impertinente ou não?.

—Eu..deveria respondê-la?.

—Hm..Pensando por outro lado,não.Agora,eu tenho mesmo que ir.Beijos?.

Beijos?.

—Não sei como vocês jovens se despedem atualmente..

—Olha,normalmente sempre com um beijo cálido na lateral do pescoço,ou,talvez,com murmúrios libidinosos ao pé do ouvido.

—Touché.Pois então,acho que perpetuarei meus, já obsoletos,“beijos”.

Sorri amplo,mas não vitorioso.

Beijos,mãe.

 
   Após a despedida,tudo o que me restara fora uma casa vazia.Sentei-me ao sofá e ponderei em tudo o que tinha direito.Porém,o que me deixara devidamente intrigado fora a questão que incluía a refeição noturna.Tinha plena ciência do paladar nada exótico do mais velho,todavia,optei por Pato.
  A noite tomara o seu róseo de mansinho,avivando o vigoroso azul,paulatinamente.
A janta já pronta,os pratos sobre a mesa.E,entre meus dedos,o afilado cabo envidraçado de uma taça parcialmente cheia por um champanhe achado casualmente na dispensa.
O ruído de uma porta se abrindo fizera-me praticamente saltar da cadeira.Espalmei minhas roupas pouco amarrotadas e esbocei o mais largo sorriso,mas,era extremamente complicado para mim manter um falso sorriso quando os passos calmos e rumorosos aproximavam-se da cozinha.
 Expirei,conjuntamente cerando meus olhos,não tardando em descolar uma pálpebra da outra.

—Chegou cedo,amor. —Tentei uma aproximação,contudo o maior apenas desviara-se de uma relutante investida.Desconcertado,inclinei minha cabeça minimamente. Suspirante,retomei o sorriso de maneira árdua. —Eu queria lhe agradar,então f-

—Sei o que fez,Seung.Não sou cego. —Prendi meu lábio inferior entre os dentes.Vi-o sentar-se sob a cadeira antes ocupada por mim.O clima denso pairava sobre o ar,enquanto o mesmo parecia ignorar minhas feições retorcidas.

—O que é isto?. —Vislumbrei-o lançar certo olhar irado para a garrafa pousada sobre a mesa.

—Bem,eu a achei dentro da dis-

—Quem mandou pegá-la,Seung?. —Seu timbre era calmo em leves tons de descontentamentos.O maior virara-se calmante para que pudesses fuzilar-me de soslaio.

 As lágrimas travavam certa guerra entre minha consciência teimosa,eu não desejara ser um indivíduo fraco.

—Eu achei que-

—Achou que,pelo fato de estar em nossa dispensa,detinha o direto de pegá-la?.

—Não!.Eu só-

—Apenas pensou que não daria falta dela?.
—E-eu não-
—Não sabia que era minha,então por que a pegou?.

—Eu lhe com-

—Acha mesmo que encontrará outra dessa por aqui?.

—Eu dou u-

—Um jeito?.Esta será sempre sua resposta final?.

—Deixe-me falar!.

Vociferei irritadiço.De feições encharcada e lábios feridos,eu simplesmente lancei a contenção pelos ares.De olhos arregalados,não por insegurança,mas na tentativa de alcançá-lo entre as lágrimas quais imergiam meus globos ardidos.

—Pois então,fale. —Entrevi seus dígitos cruzados,ambas as mãos vedarem os lábios.A expressão serena desconfortava-me.

 Meus lábios tremelicaram junto ao meu fraco corpo,e,assim que levei os punhos aos olhos,a fim de enxugar as dolorosas lágrimas causadas por um casamento fracassado e não consumado.Ouvi-o sorrir de escárnio.

—Desculpe,eu realmente perdi o apetite. —Ele se levantou,ele desconsiderou-me.Fora como um animalesco chute à boca do estômago.Fervilhara meu sangue vê-lo tentar cruzar a divisa entre a cozinha e a sala.

—O que você desejas de mim?. —Agarrei um dos braços cobertos pelo pano fino de uma azulada camiseta social. —Por que me trata de maneira tão precária?. —Continuei,ainda choroso. —Suas pragmáticas atitudes não lhe faz um bom marido.Não há mais usuais beijos ou carícias!. —Grunhi sob um veemente fungar. —Se era para me tratar tão mal,por que diabos me pedira em casamento?. —Empurrei-o contra a parede em um movimento fugaz e não ponderado.

—Eu não sou bom o bastante para você,é isto?. —Questionei o possível óbvio. —Ou será que tens nojo de mim?. —Bom,também me era outra indispensável hipótese.

 Cerrei meus punhos assim que o maior sorriu debochado.Minhas orbes lacrimejadas tremeram,meus dedos apertaram-se à derme pouco macia de ambas as palmas das minhas mãos.Balancei minha cabeça em um involuntário e contínuo movimento negativo,enquanto retomava a judiação contra o lábio inferior.

—É isto?.Sente nojo de mim?. —Interpelei novamente,agora,deixando um amargo sorriso pintar meus lábios por debaixo das gélidas lágrimas. —Eu..e-eu não entendo!.Se não me amas,por que raios pediu-me a mão?!.Você,eu..V-

 O aloirado,com toda petulância que corria em seus vasos,calou-me com um íntimo ósculo.Relutei,debati-me,mas,por fim,entreguei-me à hábil língua de Yibo.
 Eu não negara,era perdidamente apaixonado por ele.Sentia demasiada falta de seus toques,de seus selares,quais nadavam em minha memória retorcida em lamúria e rancor.Tudo aquilo não passara de uma inalcançável memória,a carência crescia em mim.E eu me via sempre obrigado à aproveitar-me de seus eventuais carinhos,pois o amava,mesmo não orgulhando-me disso.
 Eu era um perfeito fantoche nas mãos habilidosas do loiro,e poderia gritar isso.Era vergonhoso,era digno de pena.
 Os lábios fartos roçavam-se aos meus em movimentos calmos,enquanto que as línguas enroscavam-se sem trégua,dividindo espaço entre ambas as bocas.As grandes mãos de Yibo passeavam por minhas costas,suscitando à mim tremores e um sôfrego gemido,este que fora abafado pelos lábios consideravelmente famintos do ser rente a mim.
De olhos semicerrados,inundados,eu entrevia as íris felinas e carameladas à fuzilar-me.Não discernia desgosto,ou insatisfação.Poderia até mesmo confundir todo aquele brilho,presente no mel opaco,com luxuria.
O zumbido da incredulidade abria fissuras em meus tímpanos;as mãos atrevidas e alheias,agora,apalpavam-me sem qualquer pudor.Minhas falanges apertavam os longos fios recaídos sobre a nuca de Yibo,logo também raspando-se à suave pele do chinês.Não demorou para que eu findasse o beijo,que desenrolou-se sob calidez e tranquilidade,para que pudesse pousar meu queixo sobre um dos ombros vestidos.
Empinei-me o quanto pude,para que facilitasse a espalmação primorosa.Atrevi-me à ondular meu quadril sobre os dedos que tanto apertavam-me.Tudo parecia-me tão quimérico,aquilo estava mesmo à ocorrer?.
Espremi os olhos e enterrei meus dedos nas madeixas tão sedosas,para fios tão descoloridos.Compeli meus lábios e contive-me em pequenas ondulações de quadril.
Seus toques,usualmente usufruídos,arrancavam de mim arfares,mesmo que baixos.Eu estava a deliciar-me nas mãos de Yibo de maneira despudorada.Contudo,este deu fim às carícias.
O baque fizera-me abrir os olhos de súbito;com estes já marejados e agora também amedrontados,mirei o pescoço alvo do maior.
Seus toques cessaram-se,mas,em possível contrapartida,o maior suspirava manso contra a lateral do meu rosto,o que me deixara ainda mais trépido.
Engoli à seco.Desapontado e temeroso,entreabri meus lábios a fim de questionar o descontinuar dos atos tão aprazíveis.
 Voltei a suspirar quando este apertara minha cintura,sobretudo,quando avizinhara seus salientes lábios à uma das minhas orelhas.Ele permanecera suspirante,o que levara-me à uma quase loucura.

—Você fala demais,Seung. —Arqueei o sobrolho após longos minutos de silêncio da parte do maior. —Além do que,você engordou. —O timbre era rouco.E,mesmo que inebriado por tal,senti-me despedaçado.

 O iminente distanciamento enfim fora exercido.Descrente,perpetuei a mesma posição;imoto passei à reprisar toda as palavras cruéis,à mastigar toda a rispidez,à mergulhar em minhas internas lágrimas mais um vez.
Mal dei-me conta de quando fui ao chão,tampouco quando as luzes foram apagadas.
 Eu não possuía ninguém.Não detinha qualquer frase lenitiva,qual pudesse amenizar meu âmago ferido,eu não tinha nada.Nada além de lábios feridos,um coração triturado,punhos machucados,olhos submergidos por pungentes lágrimas.
Via-me um pleno carcerário de uma paixão não recíproca,de um amor aflitivo,de um abuso infindável.
 



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