História Abusive || JiKook - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Abuso Sexual, Bangtan Boys, Bts, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Lemon, Park Jimin, Sadomasoquismo, Shipper, Taekook, Vkook, Yaoi
Exibições 1.152
Palavras 964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annygasheio!
A A A A A A 300 FAVORITOS?!? MUUITO OBRIGADA <33 sério mesmo, mano, amo vocês, muito, muito mesmo.
~perdõe algum erro.
Boa leitura!

Capítulo 22 - Estávamos sem ela


Jeon Jungkook.


Minha cabeça lateja, e abro os olhos com certa dificuldade. Não estava em casa, muito menos em meu quartinho, isso aqui estava arrumado demais para isso. Olho para os lados, e noto Park Jimin sentado em uma cadeira á frente de uma mesa de estudo. Um flash de memorias da noite passada passa por minha mente, e sacudo a cabeça.

— Jimin? — Minha voz é rouca pelo sono, e coço meus olhos.

— Hm? — Ele murmura, com uma das mãos escrevendo rapidamente em uma folha avulsa. Sua expressão parecia concentrada, e o óculos de armação preta estava na ponta do nariz. Ele vestia um conjunto moletom, ficava bonito; admito. Fico em silêncio, e ele se vira na cadeira, parecendo notar meu estado. — Vou pegar um remédio.

Dito isso, Jimin se levanta, caminhando para fora do quarto. Resmungo passando as mãos por meu rosto, levantando as costas do colchão, e observando todo o quarto. 

Eu estava deitado sobre um colchão fino, e um cobertor estava enrolado em minhas pernas. Aparentemente, era o dormitório de Jimin, tudo estava organizado; alguns livros um acima do outro sobre a mesa que a pouco ele estava sentado, dois pares de tênis lado a lado no pé da cama, e uma das portas abertas do guarda-roupa me dava a visão de uma organização impecável.

— Tome. — Ouço sua voz entrando no quarto novamente, com um copo d'agua e uma capsula nas mãos. 

— Estou com dor de cabeça. — Proferi, os pegando de sua mão.

— Isso vai ajudar. 

Ele me observa em quando tomo o remédio com auxilio da agua, cruzando os braços em seguida, com uma carranca no rosto.

— Que foi? — Junto as sombrancelhas, o entregando o copo com metade da agua ainda presente.

— Como sabia onde era minha casa?

— Oque?

— Você não é surdo, não vou repetir. — Aigo...

— Eu... Minha mãe me disse a um tempo atrás.

— Hum. — Ele gira nos calcanhares, mas o seguro pondo a mão sobre sua coxa, ele rola os olhos. — Que é?

— Está bravo?

— Oh não Jungkook, não estou. Só tenho um puta pé no saco bêbado e fedido aqui em casa, só tive que aturar um ser irritante pra caralho ontem a noite, chamando por borboletas em quanto eu tentava dormir, só isso Jungkook. Você fede. — Sou surpreendido por suas palavras, ficando sem reação quando a agua é jogada para meu rosto. — Agora sai da minha casa.

Olho para seu rosto, com minha boca entreaberta, sem saber oque dizer. Isso tudo era porque eu estava bêbado? Ya! Ele havia me molhado!

— Está assim porque o meu eu bêbado veio pra sua casa?

— Não Jungkook. Caso você não tenha reparado ainda com sua inteligencia ultra avançada, eu tenho um grande ódio por você. Agora sai. — Ele aponta para fora do quarto.

— Ódio? De mim? Oque eu fiz? — Seus olhos lacrimejam, e eu sinto um peso na minha barriga. Isso era ruim.

— Sai.


Park Jimin.


Oque deu em mim? Não faço a menor ideia. Aquilo estava me consumindo por dentro, um ódio vinha crescendo por ele a cada dia, e sua pergunta sarcástica sobre oque havia feito foi meu ápice. Deve ser super normal para ele ser estuprado por um completo desconhecido. Ah claro, ele deve ter uma grande lista que garotos que abusaram de seu corpo, que socaram seu pau dentro de sua boca o fazendo quase morrer sem ar. Claro, deve ser normal para ele.

Por impulso, dou um murro á madeira da porta quando ouço Jungkook sair do apartamento, soltando um xingamento. Eu havia perdido o controle.

Sua expressão quando quase o puxei para fora era magoada, e essa hipocrisia só fez aumentar essa vontade de matar Jeon Jungkook. Ah, que filho de uma mãe que me dá o dinheiro.

Não havia ninguém em casa, mamãe e papai não tinham voltado do hospital, e algo me dizia que teria que liga-los, começava a ficar preocupado.

— Pai? — O chamei, quando a ligação foi atendida.

— Jiminie? — Sua voz é rouca e chorosa.

— Está tudo bem aí?

— Er... Pode vir para cá? 

— Posso. Agora?

— Sim, sim. Se quiser, traga Lalisa contigo.

— Ta okay. — Assenti, mesmo que ele não pudesse me ver, dando a ligação por encerrada.

Troquei minhas vestes rapidamente, em quanto convocava Lisa por mensagens. A loira apareceu no apartamento em menos de dez minutos, praticamente me arrastando para p hospital. Durante o percurso, trocamos alguns diálogos aleatórios, e acabei por saber que Lalisa havia perdido sua virgindade na noite passada com o dono da festa. Era necessário eu saber dos detalhes? Não, mas ela fez questão de os contar.

Segundo ela, ambos estavam conversando sobre filmes na cozinha, bebendo e petiscando alguns doces amargos. As palavras "aí" e "nossa senhora" foram repetidas com uma grande frequencia em quanto a historia era contada. Ao fim, Lisa fez piada, dizendo que eu morreria sem transar, uma coisa que todos nós sabemos que não era bem verdade.

— Onde está mamãe? — Perguntei quando nos encontramos com meu pai no quinto piso. Ele tinha os olhos avermelhados, como se os tivesse coçado por duas horas seguidas.

— Bem... Ontem a noite sua mãe começou a passar mal, sabe disso. — Assinto, me sentando no banco junto com minha prima. — Pensei que fosse algo normal, como as outras vezes. Mas... Meio que... Que... — Sua voz vacila, e lágrimas descem por suas bochechas. — Ela teve complicações, a gravidez era de risco, sabíamos desde o começo.

— O bebê está bem? — Lisa pergunta, e meu pai sacode a cabeça. Meu coração acelera, e meus olhos tornam a lacrimejar. Oque poderia ter acontecido. 

— E onde está mamãe?

Nossos olhares se encontram, e no exato instante, eu sabia que estávamos sozinhos.

— Fizeram oque podiam. — Ele encolhe os ombros, me abraçando instantaneamente.

Estávamos sem ela.



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