História Abusive || JiKook - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Abuso Sexual, Bangtan Boys, Bts, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Lemon, Park Jimin, Sadomasoquismo, Shipper, Taekook, Vkook, Yaoi
Exibições 839
Palavras 900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annygasheio!
Postei e saí correndo.
~perdõe algum erro. (E perdoa eu também)
Boa leitura!

Capítulo 25 - Clamando por socorro


Park Jimin.


Inicialmente, fico um pouco confuso, ignorando-o totalmente, tiro sua mão de meu rosto, alisando meus braços.

— Tenho que ir.

Caminho para fora do banheiro, com passos rápidos. Eu queria sair daquela casa, rápido.

— Hey. — Sou impedido, pela mão de Jungkook, que me segura pelo pulso. — Quer sair comigo?

Franzo o cenho, com uma expressão incrédula no rosto.

— Não posso. — Ele faz bico, levantando as sombrancelhas. — Tenho que estudar.

Puxo meu braço, firmando meus passos para fora. Não sou impedido novamente, e agradeço mentalmente por isso.

Em quanto caminhava pela rua, afundo minhas mãos no bolso da calça, com meus pensamentos totalmente bagunçados. Jungkook estava ficando louco? É uma boa hipótese. Devo admitir que hesitei ao negar seu convite, não comia alguma coisa fora a algum tempo, e talvez essa tivesse sido uma oportunidade. Meu fingimento exigia sacrifícios. Não era mais ódio, não sei explicar em palavras, é algo como uma hesitação sem fim, não teve um segundo que passei com ele lá no banheiro que não passou por minha cabeça que ele poderia me jogar contra a parede, e arrancar minhas roupas com sua típica brutalidade. Seu pedido de desculpas me pegou de surpresa, não soube muito como reagir, só queria sair dali, sair da presença de Jungkook. Ele me dava medo, ou pelo menos o seu eu obcecado por meu corpo.

As luzes do apartamento estavam todas apagadas quando cheguei, e me pergunto onde meu pai estaria, o velório já havia acabado, certo? Não tinha o porque de ele ficar fora de casa. Eu precisava de sua compania, agora principalmente. Meu quarto ainda tinha o colchão que Jungkook havia dormido, provavelmente com seu cheiro de álcool. Torço o nariz repugnante, o empurrando para baixo da cama. Assim feito, fui para o banheiro, relaxando todos meus músculos com a agua quente sobre minha pele. Por alguns minutos, fiquei em baixo da agua corrente, fitando o azulejo branco á minha frente, com cenas das vezes que Jungkook me tocou, das vezes em que ambos ficamos nús sobre um colchão. É considerado errado, querer por um milésimo de segundo voltar no tempo? Especificamente nessa data?

É incrível como minha vida mudou drasticamente. Antes de começar as aulas, eu era um garoto totalmente puro e virgem, sem pensamentos maliciosos na cabeça – e admito que ainda sou –, totalmente focado nos estudos, e indo uma vez ou outra na festa pela prima, tendo presença por três ou cinco minutos, no maximo.

Vesti uma short largo, e uma camiseta de mangas até o pulso, com alguns rasgos pequenos na barra, indicando sua antiguidade. Com o livro de gramatica em mãos, me joguei na cama, abrindo na pagina que eu havia parado na noite anterior, retomando minha leitura.

— Jimin? — A voz estranhamente lenta de meu pai se faz presente na sala, e me levanto da cama novamente, abrindo a porta, e colocando a cabeça para fora.

— Aqui!

Em menos de dez minutos, o observo na escada, andava com passos tortos, e cabeça baixa, com um sorriso sem sentido presente no rosto magro. Ao contrario de meu pai, herdei as bochechas gordinhas de minha mãe, que sempre as apertava.

— Porque ela se foi? — Ele sussurra.

— Oque? — Eu havia escutado, mas queria certeza.

— Perguntei porque ela se foi! — Seu tom de voz eleva, e engulo em seco ao ver seus olhos vermelhos. Estava idênticos á Jungkook, o dia em que elel estava bêbado. Oh não...

— Pai...

— Fique quieto! — E num movimento rápido, meu rosto se vira para o lado, com a bochecha dormente e marcada por seus dedos. Meus olhos lacrimejam, mas me seguro. — Você... Você devia ter feito alguma coisa.

Fico em silencio, qualquer coisa que eu falaria poderia piorar minha situação.

— Não vai falar nada? — Meu pai esbraveja, cerrando os punhos. — Tão calado, isso é chato. Dá-me vontade de te surrar.

— Pai... — Minha tentativa é falha, e as cenas que acontecem a seguir, deixam-me absolutamente traumatizado, dolorido de corpo e alma.

Meu pai me empurra para dentro do quarto, fazendo-me tropeçar em meus próprios pés. Ele me assustava, nunca o tinha visto assim, nunca pensei que seu rosto uma vez se tomaria uma expressão cruel. 

— Você podia ter a salvado! — Lágrimas correm de meus olhos, e um soluço escapa quando o vejo tirar a cinta da calça. — Podia ter arranjado mais dinheiro! Porque não deu mais aulas?! Você matou sua mãe! Podia ter pagado! Podia ter pagado a vida dela! Podia ter pagado a vida de seu novo irmão! Não queria uma familia maior?! Você estragou tudo!

Sou empurrado no colchão da cama, amassando algumas páginas da gramática, arregalando meus olhos ao ver a cinta preparada em uma de suas mãos rígidas. 

— Pai... Porfavor não.

— Fique calado.

E nisso, levo uma cintada sobre uma das coxas sentindo todos os pelos de meu corpo se levantarem com o toque do couro em minha pele delicada, oque faz-me recuar com um grito espontâneo. Sua mão livre agarra meu tornozelo, forçando-me a ficar alí, e recebendo mais cintadas em minhas coxas, revezando os lados e ângulos. Me espernio, oque resulta em um tapa estalado em uma das pernas por sua própria mão. Chorava, e pelos próximos quarenta minutos, desejei morrer subitamente, aquilo era horrível.

Sou virado com brutalidade, ficando de barriga para o colchão, sendo surrado com a cinta e sua mão sobre minhas nádegas, me deixando em gritos, em apavoro, clamando por socorro.


Notas Finais


Pra quem shippa um VHope com um toque de humor:

https://spiritfanfics.com/historia/onze-anos-vhopetaeseok-7165587

Uma nova fanfic de minha autoria, espero que gostem <3


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