História Abusive || JiKook - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Abuso Sexual, Bangtan Boys, Bts, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Lemon, Park Jimin, Sadomasoquismo, Shipper, Taekook, Vkook, Yaoi
Exibições 916
Palavras 767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annygasheio!
Como o prometido, o segundo capitulo do dia e.e
Sim, vai ter mais um, hoje a noite, não sei ainda que horas vai sair, mas um aviso prévio: vai ter umas safadezas *aquela carinha*.
~perdõe algum erro.
Boa leitura!

Capítulo 27 - Convite


Jeon Jungkook.


— Você tem que estudar. — Ele firma as mãos na caneta esferográfica.

— E você tem que parar com isso. — Tomo a caneta de sua mão, oque o faz bufar.

— Isso oque?

— Não deixar os outros te ajudarem. Anda, fica deitado na cama que eu vou pegar alguma coisa pra passar.

Sem dar tempo para respostas, me levanto, saindo do quarto bagunçado, o deixando para trás com a cara amarrada. Ao descer para a cozinha, dou com minha mãe, ela conversava com alguem ao telefone. Antes, eu faria birra para que me notasse, mas apenas ignoro, e vou até a pequena despensa, tirando de lá uma caixinha onde guardavam os remédios. 

— Jungkook? — A voz de minha mãe me chama, e coloco a cabeça para fora. — Precisa de algo?

— Ãn... Sim, tem alguma coisa pra passar em machucado?

— Se machucou?

— É pra um amigo.

— Hum... — Ela se aproxima, ainda com o celular ao lado da bochecha, revirando a caixa que estava em minhas mãos, tirando um tubo de pomada branca. — Fale para passar isso, pode arder um pouco, mas se assoprar melhora.

— Certo, obrigado. — Forço um sorriso, voltando a subir as escadas de formato de caracol.

Rolo os olhos ao ver Jimin ainda sentado no colchão, e ando até sua frente. Seu queixo apóia na mão em quanto me olha, numa cena um tanto quanto irônica de sua parte.

— Vem. — Seguro sua mão, o forçando a se levantar. Mesmo não podendo admitir, Jimin sabia fazer birra quando queria, e agora era um ótimo exemplo disso.

— Jungkook, eu disse que não precisa.

— Mas eu quero, me deixe fazer.

Ele suspira, em derrota. Ambos de pé, me agaixo sobre os joelhos á sua frente, abaixando a calça com calma, para evitar alguma ardência sobre os arranhões. Jimin definitivamente não havia passado algum remédio, estavam como se tivessem acabado de serem abertos em sua pele clarinha. Uma onda de dó me invade, sua pele macia estava agora marcada por arranhões, e sabe-se lá ficaria com alguma marca para o futuro. Pensando bem, meus atos também o deixaram uma marca. Meu pecado havia sido passado para ele.

Deposito um pouco da pomada em dois de meus dedos, passando com delicadeza sobre a pele avermelhada do mais novo, vendo alguns de seus pelos se arrepiarem.

— É gelado? — Pergunto, levantando meu rosto para ele, que por mais incrível que pareça, me observada atentamente.

— Um pouco. 

— Arde? 

— Um pouco. — Sua voz é baixa e calma, me fazendo perguntar á mim mesmo como ele consegue ficar desse jeito, todo estrapulado mas ainda sim calmo, paciência presente. 

— Você pode ficar em alguma outra casa.

— Para?

— Seu pai, Jimin. Não pode ficar junto com ele. — Sua expressão se torna triste, e os olhos baixam para as mãozinhas á frente do corpo. — Você vai se machucar com ele.

— Da mesma forma que me machuquei com você?

Suas palavras me atingem em cheio, causando um aperto insuportável no coração. Ele estava magoado e ressentido pelo oque eu havia feito, ao seu ponto de vista, diabos como eu não mereciam uma segunda chance.

Fico calado, continuando a cuidar de suas feridas, passando por quase toda sua coxa, visto que estava 90% de sua pele marcada.

— Dói? — Pergunto ao se passar alguns minutos. Ele assente, abanando com a mão uma das coxas. — Está queimando? — Ele assente novamente, fazendo uma careta.

Seguro sua mão que o abanava, a distanciando, e colocando meu rosto á frente, assoprando ar quente de minha boca. Parece melhorar, visto que a tensão de sua mão havia passado.

— Jiminie, ainda não quer sair comigo? — Pergunto fechando a tampa da pomada, e a deixando de lado, subindo a calça do mais novo.

— Não. — Sua resposta é dura.

— Podemos sair para jantar. — Opino, fechando os botões. — Ou assistir um filme no cinema.

Sua feição é confusa, e um sorriso nasce em meus lábios.

— Não tem um filme que você queira ver? — De pé novamente, subo minha mão para o cabelo loiro de Jimin, retirando alguns fios de sua testa. O bico formidável se forma, e um sorriso se abre em meu rosto. — Podemos também...

— Fique quieto! — Ele dá-me um soco leve no peito. — Eu aceito.

— Aceita? 

— Não me faça repetir. — Ele parece envergonhado, oque me faz rir.

— Está bem. Podemos ir... Hum... Esse fim de semana.

— Você não vai para suas festas? — Sua expressão é confusa.

— Não, vou ir assistir um filme com você.

Pode ser paranóia de minha cabeça, mas vejo um pequeno sorriso se formar em seus lábios.





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