História Abusive || JiKook - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Abuso Sexual, Bangtan Boys, Bts, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Lemon, Park Jimin, Sadomasoquismo, Shipper, Taekook, Vkook, Yaoi
Exibições 1.197
Palavras 971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annygasheio!
SURPRISE MOTHAFOQUINHA!
Adivinha quem entrou de fériaaaas?? Yeah, isso mesmo, eu aqui. Vou poder escrever capitulossss praticamente todos os dias para vocês <33 good?
PS: esse capitulo vai ter um pouco de drama, mas não interpretem de uma forma exagerada, pelo amor de meu santo Yoongi.
~perdõe algum erro.
Boa leitura!

Capítulo 29 - Ligação


Park Jimin.


Confuso? Com certeza.

Jungkook havia me deixado em casa naquele dia do cinema, e sai o mais rápido possível, ainda com as bochechas ruborizadas pelo oque havíamos feito na sala de cinema. Foi muito errado, e a forma que Jungkook chupou seus dedos... Me arrepiou por inteiro, confesso, mesmo ele sendo um pouco babaca. 

Meu pai não estava em casa naquele dia, provavelmente estaria fora, bebendo mais um pouco. Para minha segurança, tranquei a porta de meu quarto quando fui me deitar. Fui surpreendido ao ter mensagens de um numero desconhecido, logo desvendando ser Jeon. "Boa noite Jiminie." dizia a mensagem. 

Não sei bem explicar em palavras – devo ter repetido essa frase milhões de vezes –, Jungkook estava diferente, um pouco menos idiota, não ficava falando coisas obscenas á mim, pelo menos não com tanta freqüência como antes. 

Depois do dia do cinema, continuou puxando papo comigo por mensagens, assuntos totalmente aleatórios, e de vez em quando uma pergunta ou outra sobre a matéria. Jungkook já havia me mandado algumas fotos de seus trabalhos á mão, perguntando se seria satisfatório. Pode parecer inconveniente, mas Jungkook tinha uma caligrafia pequena e fina, bem detalhada. Claro, Jungkook devia ter estudado em colégios ótimos antes daquele.

Por mensagens, Jungkook deixava no ar algumas coisas que nunca saberia sobre si, como do tipo; que ele não gostava de dormir sem meias, e que amava um café quentinho pela manhã acompanhado de um pão de queijo. Tirando o fato que também descobri seu gosto musical, um pouco variado de rap á girls groups, indo de SNSD á Red Velvet. Ele dançava – também fiquei sabendo, quando ele me falava que iria ensaiar – numa academia, de principio achei estranho, mas me acostumei pelas próximas semanas.

Doze dias se passaram, e meu pai quase nunca olhava para meu rosto, oque era bom, de certa forma. Jungkook passara a fazer algumas ligações no meio da noite, alegando estar com sono, e mesmo comigo morrendo de cansaço, me obrigava a fica algumas horas conversando com Jeon.

Essa noite não fora diferente, dado uma da manhã, meu celular vibrou com o nome de Jungkook estampado na tela.

— Boa noite. — Sua voz ecoou pelo auto-falante, em quanto descia para a sala escura por conta das luzes apagadas.

— Boa noite, Jeon. — Me sentei no sofá, abraçando uma das almofadas. — Sem sono?

— Sim, passei a tarde dormindo.

— Passei a tarde estudando. — Resmunguei, e o ouço rir.

— Você devia descansar alguns dias, sabe, tirar uma folga dos estudos.

— Eu bem que poderia, mas minhas notas iriam cair.

— Por uma semana? Aigo... Você é bom aluno, não teria as notas baixas assim tão rapido.

— Talvez você tenha razão, mesmo.

— Oh oh, presenciei um milagre? — Franzo o cenho, confuso.

— Como?

— Park Jimin admitindo que eu estou certo.

— Idiota. — Soltei um riso baixo. Ficamos em silêncio por um tempo, me deixando ouvir sua respiração no outro lado da linha. 

A porta do apartamento se abriu, e engoli em seco ao ver meu pai, com os olhos vermelhos, as pernas bambas, e uma garrafa de bebida alcoólica em uma das mãos. Um sorriso se formou em seu rosto quando me viu, tropeçando até mim.

— Socorro... — Sussurrei, a fim de fazer o cara do outro lado do telefone ouvir.


Jeon Jungkook.


Fico confuso com oque Park diz, ouvindo um murmuro balbuciado em seguida. Arregalei meus olhos, dando um pulo da calçada em que eu estava, e, ainda com o celular ao lado de meu rosto, saio em disparada para o edifício em que Jimin morava.

— Ainda está acordado meu menino? — A voz do pai de Jimin se fez presente, totalmente embolada.

— Pai... Acho melhor o senhor ir dormir. 

— Porque? Se você pode vir comigo.

Meu coração acelera quando ouço oque o psicopata diz, acelerando meus pés, sentido-os doloridos pelo impacto ao chão.

— P-Pai... — Um nó se forma em minha garganta quando ouço um choramingo de Jimin. Por sorte, havia chegado no edifício, dando o meu jeitinho de entrar, e subindo as escadas, sentindo um fraquejo nos joelhos. O edifício todo eram com escadas, com somente um elevador para emergências. Eram daqueles precários, e Jimin morava nele.

A ligação encerra, oque me faz desesperar ainda mais. Corri pela extensão do corredor, dando um freio ao chegar no apartamento de numero 430. Giro a maçaneta, com minha respiração totalmente ofegante, e engolindo em seco ao ver a sala vazia, a não ser pelo celular de Jimin sobre um dos sofás.

Um estalo no andar de cima me desperta, e tropeçando em meus próprios pés subo as escadas, parando á um dos quartos. Não era do Jimin, provavelmente de seu pai.

Sinto meus olhos lacrimejarem com a cena que vejo, ficando sem reação por alguns instantes. Jimin estava deitado na cama com as nádegas expostas para cima, com uma delas já avermelhada, e as mãos cobrindo o rosto envergonhado. Na mão de seu pai havia uma cinta de couro, que estalou novamente sobre a pele branquinha do mais novo. 

Extasiado, passei para dentro do quarto, recebendo um olhar absolutamente confuso de seu pai. 

— Quem é ess-

Antes que ele pudesse completar, ajo por instinto, apunhalando sua nuca num ponto em especifico com meu cotovelo, fazendo-o perder a consciência, e seu corpo desmoronar no chão.

Jimin vira o rosto ao perceber o baque surdo, com os lábios tremendo do choro, e o olhar sobre mim. Fungo, andando até a cama em que ele estaria sendo surrado, subindo suas calças, envolvendo seu corpo visivelmente menor ao meu, num abraço desesperado. Suas lagrimas molharam meu ombro, mas não me importei em ficar com a umidez no tecido de meu casaco.

— Obrigado... — Sua voz sai num fio, tendo-o encolhido dentro de meu aperto.

Por um momento, me senti bem, não pelo acontecido á Jimin, mas por ter conseguido chegar a tempo, feito algo de bom para o pequeno. 


Notas Finais


Saiu mais pequeno que o anterior :v But vou fazer meu melhor para que saia mais capítulos grandes, visto que vocês parecem gostar. E sim, o pai de Jimin quis dizer com segundas intensões o "Porque? Se você pode vir comigo". É gentey, esse tio ta ficando doidão.
PS: embora não pareça, eu leio TODOS os comentários de vocês, sendo positivos ou negativos, leio todos, mas não consigo responder porque tipo, minhas respostas ficaram as mesmas para todos, e acho isso um pouco chato, então aqui já vos agradeço MUITO, VOCÊS SÃO OS MELHORES LEITORES DO MUNDO, NAMORAL, EU GOSTAR BASTANTE DE VOCÊS.
E os encontrinhos por grupos de WhatsApp continuam me surpreendendo :33


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