História Abusive King • Jackson Wang - Capítulo 20


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Categorias 2NE1, After School, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Cosmic Girls, Cross Gene, CrystaL Clear (CLC), F(x), Got7, JJCC, Neo Culture Technology (NCT), TWICE
Personagens BamBam, Cheng Xiao, Eddy, Jackson, Jay Park, JB, J-hope, Mark, Nana, Park Bom, Personagens Originais, Sana, Sorn, T.O.P, Ten, Terada Takuya, Victoria Song
Tags Ação, Dorama, Got7, Histórico, Jacksonwang, Nana Afterschool
Visualizações 67
Palavras 1.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela, Shounen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Kim Seokjin (versão feminina) é Kim Saikjin
Kim Namjoon é Kim Namson
Min Yoongi é Kim Minoge
Park Jimin é Kim Jimike
Kim Taehyung é Kim Taehan
Jeon Jungkook é Kim Jeonkin

Capítulo 20 - Family


Fanfic / Fanfiction Abusive King • Jackson Wang - Capítulo 20 - Family

   Várias criadas estavam em volta de Alyssah para prepará-la para o festival. O própio povo se ofereceu para criar um festival em comemoração ao retorno do rei perdido, então a realeza aceitou de bom grado. La Hun não estava nada bem, ainda estava furiosa pelo casamento de Ryuga e de Alyssah, que estava marcado para acontecer em um mês.

— Pai temos que fazer alguma coisa!

— Temos? Eu não vou deixar o reino ir pro buraco porque você foi incompentente! Você tem um mês para conquistar o rei La Hun, e se você fracassar pode esquecer todos os nossos planos. Agora vamos ao festival.

O primeiro ministro se retirou, e La Hun pensou.

— Pra que conquistar o rei... Se eu posso eliminar sua rainha?

Enquanto isso, Alyssah estava sendo arrumada pelas criadas. Ela se lembrou de Kwin enquanto de olhava no espelho, sentia saudades dela, já que era uma empregada que era muito chegada a ela. Estava usando um hanfu tradicional chinês, lilás com detalhes brancos, estavam fazendo um penteado, enrolando os fios dourados do cabelo de Alyssah com palitos de prata, que tinham jóias em sua ponta.

— Está linda majestade — disse uma delas.

— Eu não sou uma rainha — Ela deu um sorriso de canto.

— Eu vi como o rei olha pra você... Se você não é uma rainha, você será em breve.

Depois que terminaram o cabelo e a maquiagem, Alyssah se olhou no espelho, aquilo era totalmente diferente do que ela usava na Coréia do Sul, mesmo assim era bonito. Mesmo que não fosse uma rainha, ia entrar como uma delas no festival, ela saiu do quarto, indo em direção ao pátio do palácio, então, o rei olhou para trás, soltando um sorriso.

— Você está linda.

Ele sorriu, Ryuga também estava diferente. Alyssah nunca viu seu namorado tão limpo e arrumado, ele sempre vivia sujo por causa da caverna e usava roupas velhas e desbotadas. Agora os cabelos dele estavam presos em uma peça de ferro no topo de sua cabeça, semelhante a um anel grosso, atravessado por um palito. Usava um hanfu masculino, feito de fios de ouro. Ele sorriu e segurou na mão dela.

— Só não fique nervosa, o povo gostou de você.

— Eles mal me conhecem...

— Está na hora de irmos.

Mae apareceu, estava vestido de preto, parecia mais um guarda do que um conselheiro real. Conduziram eles para uma caixa grande, bem efeitada e sendo levantada por criados, Ryu entrou primeiro e estendeu a mão para que Alyssah entrasse.

— Bom Ryu... Mesmo que tudo aqui na China seja incrível... Eu sinto saudades da Kalissa e do Hosun.

— Eles podem vir morar aqui, sabe que adoro hospedar pessoas.

— Depois de amanhã... Você vai buscá-los comigo?

— Claro Alyssah, agora vamos.

E os criados sairam carregando os reis, e Mae estava cavalgando a frente deles, o único problema que ameaçava a rainha era um veneno.

Inveja, a inveja de La Hun que tinha envenedado o vinho que ia ser oferecido na festa.

-×-

— JÁ DISSEMOS QUE NÃO KALISSA!

A garota estava discutindo com os pais, tinha se apaixonado perdidamente por Hosun, mas ela tinha que se casar com Rodrik no lugar de sua irmã. Mas o seu amor por Hosun era tanto que ela lutou contra os pais para que os dois ficassem juntos.

— Vocês não entendem, eu amo ele.

— Amor não gera renda, — disse a mãe — E já que é assim, suma dessa casa!

Hosun estava esperando do lado de fora da casa, ficou assustado quando viu sua namorada sair chorando e segurando várias malas. Correu até a loura e abraçou apertado, secando as lágrimas e sorrindo para confortá-la.

— Está tudo bem Kalissa... Tudo bem...

— Não está! Me expulsaram de casa.

— Olha... A casa dos meus pais é muito grande, temos um quarto de hóspedes.

Os dois acabaram concordando com a idéia, a família de Hosun era meio grande, ele tinha um total de 4 irmãos. Chegaram até uma casa grande, recém pintada, com um belo jardim da frente e uma placa escrito "lar dos Kim", ele ia ajudando ela a carregar as malas, bateu na porta de casa.

— OMMA PRECISO DE AJUDA!

Rapidamente, uma mulher alta, com lábios desenhados, uma pele branca como a de Hosun, um cabelo castanho que era bem curto, apareceu na porta. Ela usava um avental e luvas de cozinha rosa.

— Eu estava fazendo o jantar... É sua namorada?

— É sim mamãe, pode ajudar a gente com as malas ?

— Claro, sou Kim Saikjin, podem entrar.

A senhora Kim colocou as malas pra dentro, acomodou Kalissa no sofá da sala, fazia tudo com jeitinho e com um sorriso no rosto, parecia ser uma senhora muito doce.

— Obrigada por me deixar ficar aqui senhora Kim.

— Disponha amora, pode me chamar de Saikjin, oi Jin se preferir, NAMSON! MENINOS! TEMOS VISITA!

E então apareceram na sala os quatro irmãos de Hosun e seu pai.

— Okay Kalissa, aquele é meu pai, Kim Namson.

Ele apontou para um homem alto, tinha o cabelo castanho partido no meio, olhos gentis e covinhas que o deixavam com uma aparência mais nova que o que deveria.

— Meu irmão mais velho, Kim Minonge

Hosun aponta para um homem meio baixo, que tinha uma pele branca e um cabelo escuro, curto e que cobria toda a sua testa, sua expressão parecia ser de alguém mal humorado e sonolento ao mesmo tempo.

— Meu outro irmão, Kim Jimike

E o outro era ainda mais baixinho, tinha um cabelo mais claro, que com certeza era pintado, tinha lábios bem bonitos e olhos que sorriam junto com seus lábios.

— Meu outro irmão mais novo, Kim Taehan.

Ele apontou para outro garoto, com um sorriso quadrado, parecia ser bem elétrico e divertido. Tinha cabelo castanho que cobria toda a sua testa, deixando seu rosto simétrico bem mais bonito.

— E meu irmão caçula, Kim Jeonkin.

E o outro era bem bonito, assim como todos os outros, tinha o cabelo castanho escuro que deixava parte da testa exposta, um sorriso fofo e bochechas grandes e fofas como as de um coelho.

— Já que temos uma nova hóspede, melhor eu começar a fazer o jantar.

Kalissa começou a observar como a família de Hosun levava uma vida simples e feliz, eles eram da classe média, mas se apoiavam de um jeito que ela achava maravilhoso ver. Mesmo que o senhor Kim quebrasse algumas coisas da casa, mesmo que Minonge fosse bem preguiçoso, mesmo que Taehan fosse bem maluco as vezes, mesmo que Jimike fosse dramático, eles se amavam como uma família, acima de todos os defeitos.

Eles se sentaram a mesa, Hosun pegou uma cadeira a mais para Kalissa, e começaram a fazer uma prece em agradecimento ao alimento, enquanto a família Kim fazia sua prece, a menina loura dos Lin abriu os olhos, olhando para a família de mãos dadas, e então, ela não pôde evitar que as lágrimas rolassem de seus olhos.

— Alguma coisa errada senhorita Lin?

A Senhora Kim disse enquanto entregava um pequeno lenço de papel para que Kalissa enxugasse as lágrimas.

— Vocês são uma família linda, vocês jantam juntos, eu sempre jantei no meu quarto. Vocês brigam mas fazem as pazes, eu nem falo com meus pais durante o dia. Vocês são livres para fazer escolhas... E tem seus pais pra te apoiar, eu nunca pude escolher nada. Vocês sempre dão abrigo um para o outro e... E eu fui expulsa de casa.

Kalissa começou a chorar, Saikjin foi para perto dela, tentando confortá-la.

— Estamos com você, Kalissa.

—E você sempre será bem vin da aqui — disse o senhor Namson.

   E pela primeira vez, Kalissa se sentiu parte de uma família.



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