História Academia de Fadas - Capítulo 89


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gildartz, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe
Tags Amizadecolorida, Amor, Beijos, Colegial, Drama, Gale, Gruvia, Hentai, Intrigas, Jerza, Lucy, Nalu, Namoro, Natsu, Romance
Exibições 474
Palavras 2.686
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLHA SÓ QUEM VOLTOU NO DIA DAS CRIANÇAS?
Isso mesmo, a autora que some e demora anos para voltar ;-------;
Como já expliquei minha situação outras vezes, vou polpá-los de meu drama pessoal. Então me perdoem pessoal :/ Fico mesmo chateada quando demoro para retornar, mas como lidar com as prioridades da vida?
De qualquer forma, estou vendo uma luz no meu TCC (apesar de estar vendo luz na greve de professores também) e espero poder estar mais com vocês daqui por diante! Além disso, estou cheia de planos! (Quando não tá né? Só falta por em prática!)
Não posso adiantar muita coisa, mas estou pensando em um jeito de trazer "Com você Eternamente" para o SS. Espero ter bons resultados!
Bom, pelo títulos vocês veem que estou trazendo um especialzinho para vocês! Não fiquem desanimados, porque logo volto com a continuação também! Isso mesmo, dois capítulos em um dia! E se tudo caminhar, amanhã trago outro também. Vejam que estou pegando fogo! hahahaha Então por favor, me ajudem para que tudo dê certo. Corrente de positividade para a Fairy <3
Quero dar aquela agradecida de sempre por todos os novos leitores e pelos comentários maravilhosos ♥
Sem mais blá blá blá. Espero que gostem muito desse especial. Ele é curto, inocente e fofo.
Escrevi com muito carinho e não fiz muitas edições, então é basicamente o capítulo original.
E claro, FELIZ DIA DAS CRIANÇAS para todos! De 1 dia à 200 anos de idade. Aliás, o que seria de nós se deixássemos nosso espírito envelhecer?
Boa leitura! ♥

Capítulo 89 - Bônus: Dia das Crianças!


BônusAinda sou criança

 

Natsu

Dia das crianças. Que data odiosa.

O problema em casa é que meu pai pensa que só a Wendy é criança. Tenho onze anos, sou criança também, por que ninguém lembra disso? Também quero presentes. Ela ganhou uma boneca ridícula do meu pai — que deve ter custado uma fortuna — e eu nem posso ganhar no mínimo um jogo de Xbox? Ridículo.

Essa data não tem nada de bom. Além disso, tenho que ficar de babá para minha irmã, enquanto meu pai trabalha. Não deveria ser revoltado, mas não tem outro jeito. Hoje mesmo vou ir atrás dos meus direitos e pedir um presente. Isso não pode ficar assim! Já faz 4 anos que minha mãe se foi e tudo ficou nessa bagunça.

— Nii, nii — ouvi Wendy gritando entre os corredores de casa.

Lá vem a pentelha. Apesar de ser minha irmã e eu na verdade ter que adorá-la, não é bem assim. Ela é a culpada por minha infância ser um fracasso. Eu digo “Pai posso ir à casa do Gray?” e ele responde “Você tem que cuidar da Wendy para mim hoje”. Eu peço “Pai, o pessoal vai a uma sorveteria, posso ir?” e ele responde “Tá bom, mas se for tem que levar a Wendy”. Eu fico no meu quarto jogando daí ela passa e tropeça nos fios. Eu tento fazer tarefa e ela começa a chorar pela casa dizendo que eu não dou atenção.

...E nesse momento, eu quero um presente de dia das crianças, e por eu cuidar dela, não sou considerado criança. Que raios de injustiça é essa?

— Nii, saiu a rodinha do carrinho — disse desesperada.

Espera aí... carrinho?

Você mexeu nas minhas coisas de novo? — gritei e corri para meu quarto.

Assim que passei pela porta, avistei o baú — onde guardava minhas relíquias — aberto. E várias, várias de minhas preciosidades no chão. Entre eles meu carrinho prateado de controle remoto última edição. Não posso acreditar nisso. Maldita!

Wendy! Já falei para não mexer nesse baú! — bronqueio-a com os nervos a flor da pele.

Então ela fez de novo. Saiu chorando. Ela acha que isso vai funcionar para sempre? Não, não vai! Ela pensa que é só sair pela casa chorando que eu vou perdoá-la por destroçar minhas coisas? Nem pensar.

Agachei e comecei a pegar minhas coisas do chão. Estava com raiva! Por que não posso viver normalmente? Gosto de ajudar meu pai a cuidar dessa pirralha, e nem gosto de ficar pedindo muitas coisas para ele por ainda estar triste pela mamãe. Mas eu só quero minha infância! É pedir demais?

Não é muita coisa, apenas um dia normal, como uma criança normal. Ter um único dia das crianças sossegado, ganhando presentes e indo nos meus amigos para mostrar esses presentes. Mas não, eu tenho que ficar em casa cuidando da minha irmã e sem presentes.

Que vida é essa?

As pessoas acham “fofo” eu ficar cuidando da Wendy, mas não é! É horrível! Tantos problemas e eles ainda têm a coragem de dizer “você é muito novo, não entende o que são problemas de verdade”. Sou novo para isso e velho para ser criança e receber presentes? Que contradição é essa?

A raiva era tanta que nem perdi tempo tentando concertar o carrinho, apenas juntei todos meus preciosos e joguei no baú de volta. Passei pela sala e vi Wendy em um canto chorando. Ela olhou para mim e eu devolvi um olhar irritado.

— Não saía daqui — ordenei, passando pela porta da entrada.

Preciso de ar fresco. Nem que seja apenas ficar na minha varanda sem fazer nada.

Há quatro anos atrás a mamãe se foi. Eu era novo, mas já entendia um pouco o conceito de morte. Morte é quando uma pessoa querida se vai e nunca mais vai voltar. E é mesmo real, nunca mais vi minha mãe, nem sua voz, nem seu “boa noite” antes de dormir, nem senti seu carinho quando eu ficava com medo. Mas fiquei ainda mais assustado com a situação do meu pai. Ainda estou. Ele se isolou de casa. Sempre me trata normal, mas sei que está destruído por dentro. Tive que conter a minha dor para tentar melhorar a dele. Wendy ainda nem entendia nada.

Fico feliz por conseguir ajudar ele a superar isso. Mas quem vai me ajudar? Eu queria chorar quando minha mãe se foi, mas não fiz, para cuidar da Wendy e consolar meu pai.

Às vezes quero sumir e ficar sozinho, mas então penso que talvez meu pai precise de companhia. E hoje tudo o que eu queria era ter um dia das crianças normal. Mas ao em vez disso tenho que ficar preso em casa até meu pai voltar do trabalho. E sei que nem vou ser recompensado com isso. Queria poder dizer que sou recompensado com sorrisos e alegria, mas não. Tudo o que recebo são mais ordens para cuidar da Wendy, choro e gritaria o dia inteiro e não conseguir ficar nem menos um segundo em paz.

— Nii, você tá tiste? — perguntou com a frase mal formada e se sentou do meu lado.

Viu só? Nem um segundo.

— Não, volta pra dentro, é perigoso aqui fora — falei ainda com raiva dela.

— Se é perigoso, por que você tá aqui fora? — disse me olhando com seus olhos vermelhos — Se eu fica aqui com voxê, daí o perigo diminui.

Olhei para ela incrédulo. Sério mesmo que essa pirralha disse isso? Nada a ver. Como se uma tampinha como ela conseguisse fazer alguma coisa. Respirei fundo. Não tem outro jeito.

— Vamos para dentro então.

Levantei e sai, apenas esperando ela passar pela porta para fechá-la. E ali estava eu, preso em casa de novo. A casa se tornou tão vazia sem minha mãe que chegava a dar medo das próprias paredes.

Passei o tempo vendo televisão, jogando, ouvindo os gritos da Wendy, roubando sucrilhos, alcançando o pote de biscoitos que meu pai escondia em cima da geladeira, escrevendo, lendo matéria atrasada, correndo atrás da Wendy com meus brinquedos. Tédio e mais tédio.

Então a campainha tocou. Ergui a cabeça por trás do sofá e vi Wendy correndo até a porta. Era Mira e Lis. E adivinha? Com presentes para Wendy, que os pegou sorridente e correu até mim.

— Olha nii, ganhei mais presente! — gritou saltitante.

Que bom pra você. Pensei ironicamente e me levantei do sofá.

— Oi Mira, oi Lis — cumprimentei sem ânimo — Feliz dia das crianças.

— Oi Nat-kun, você não parece muito animado — Lis disse ao me abraçar.

— Sério? Porque estou animadíssimo — forcei.

Mira e Lis riram. Não tinha nada de engraçado, mas tentei rir também.

Elas ficaram no tapete da sala vendo Wendy mostrar todos os presentes que havia recebido dos sócios do meu pai, dos meus tios, da vizinhança inteira. E agora até das minhas amigas, que por acaso também esqueceram que sou criança. Fiquei sentado ali perto apenas observando toda a palhaçada, quando Mira olhou para mim.

— Se quiser pode sair Natsu, eu cuido da Wendy para você hoje — disse com seu sorriso amigável de sempre.

Desviei meu olha para ela no msmo instante. Foi como se uma luz surgisse ao final do túnel. Dei um pulo de onde estava sentado e fiquei de pé prontamente.

— Faria isso? — me certifiquei com os olhos brilhando e ela assentiu.

Estava pronto para sair correndo quando Wendy começou a chorar dizendo que era para eu ficar e que ia contar pro papai. Nunca a odiei tanto. Mira e Lis me olhavam com aquela expressão “Oh, tadinha”. Eu quis morrer.

— Wendy, eu vou de qualquer jeito, pare de resmungar!

— Não fala assim com ela Natsu! — repreendeu Lisanna, enquanto passava a mão na cabeça de Wendy.

Todo mundo tem dó dela e de mim? Só eu mesmo.

Ficamos discutindo um tempão sobre eu sair ou não. E então, a pirralha conseguiu me tirar do sério. Pegou o CD do meu jogo preferido e jogou no chão. Isso mesmo, assim do nada, só para me irritar. Meu coração quase estraçalhou juntamente com meu precioso. Não acredito.

O clima se tornou tão tenso que Mira e Lis disseram que iam para casa e que talvez voltariam mais tarde. Ver elas passando pela porta foi como dizer adeus à minha chance de sair. Adeus à tudo. Não me lembro de ter passado tanta raiva como estava naquele momento. Olhei para Wendy como se fosse matá-la e ela voltou a chorar.

Não aguento mais isso.

— Eu vou sair — digo autoritário — e se eu encontrar mais alguma coisa minha quebrada quando voltar, você vai se arrepender. Esquece que sou seu irmão! — gritei alterado e bati a porta de casa.

Raiva. Esse era o único sentimento dentro de mim. Sai de casa chutando tudo o que via pela frente.

Não deveria deixá-la sozinha, trancada dentro de casa. Mas não estava nem aí. Nunca estive tão furioso. Meu carrinho, meu jogo favorito, meu dia das crianças. Fui andando sem rumo até estar no parquinho da cidade. Era enorme, com vários brinquedos e até um campo de futebol. Eu queria ficar sozinho, então fui para o campo, tentar me acalmar. Sentei com tudo na grama, ainda irritado com tudo.

Olhei para o céu. Por que mamãe? Por que você se foi? Minha vida ficou terrível depois disso. Não tenho vida. Não ganho presentes. Não sou mais criança. Eu quero ser criança! Mas não, tudo o que faço é ser babá daquela pirralha que destrói tudo.

Quero correr, brincar, sair, e tudo o que consigo fazer é correr atrás da minha irmã, brincar escondido para ela não interromper e sair levando ela. Papai não tá nem aí para mim também. Faço tudo o que ele pede, arrumo a casa, cuido da Wendy e não ganho nem presente por ser criança!

Minha fúria era tanto que nem percebi que havia uma garotinha ali do meu lado. Só reparei ao ouvir um soluço agudo. Olho para o lado e a vejo chorando muito. Meus pensamentos raivosos passaram ao ouvir tanto choro. Que merda hein? Nem ficar sozinho posso mais. Mas nossa, ela parece realmente mal. Fiquei ali pensando se deveria perguntar o que aconteceu. Mas se for pensar bem não era problema meu, já tinha problemas demais. Virei o rosto para o outro lado, mas ouvir seu choro não ajudava.

Suspirei fundo, me dando por vencido e perguntei:

— Ei, tá tudo legal?

Ela me olhou assustada. Tinha os olhos castanhos e brilhavam mais que o próprio sol. Que diabos...? Tentou limpar os olhos inutilmente e se encolheu.

— Hoje é meu dia, e ninguém disse nada. Meu pai só brigou comigo, daí eu fiquei triste e sai correndo, daí fiquei perdida, então comecei a chorar de desespero, mas eu também não quero voltar, porque a mamãe não vai tá lá, e o papai só ia brigar mais, e eu não quero brigar, porque hoje é um dia feliz, mas porque será que eu não to feliz? Eu vi na TV que as crianças recebem presentes hoje, então acordei esperando um presente e não ganhei um presente, daí fiquei triste também...

Ela fala pra caramba e nem há pausas entre suas falas.

Continuou falando mais um monte de coisa e repetindo o que já tinha falado. Disse umas cinco vezes “Estou triste”. E eu deveria me irritar com isso, mas por algum motivo não irritava. Estar ali até me acalmava. Ouvir a voz dela, apesar de irritante e aguda, era bom.

Ela já estava parando de chorar, quando começou a falar novamente da briga com o pai e de estar perdida e começou a chorar de novo. Eu não sabia o que fazer. Então olhei para o lado e vi aquelas plantinhas legais de assoprar. Bico de leão... não... não era isso. Asa de leão... Pena de leão... É, pena de leão parece legal. Arranquei uma daquelas e apontei para a garota. Ela me olhou, confusa.

— Toma, feliz dia das crianças — falei com um sorriso.

Seu rosto se iluminou. E então ela abriu o sorriso mais lindo que já vi. Eca. Do que estou falando? Garotas são nojentas! Pegou a pena de leão da minha mão e ficou olhando para ela por um bom tempo, sem deixar de sorrir.

— É de assoprar. Chama pena de leão — expliquei todo convencido por meu conhecimento.

Ela começou a rir.

— É boca de leão. Sempre quis ver um desse de perto — me corrigiu. Aliás, não era correção, tenho quase certeza de que é pena de leão. Porque você assopra e os negócio branco sai voando, igual pena.

— Pena de leão — insisti.

— Boca de leão — repetiu.

Nos olhamos um pouco irritados, cada um teimando com sua teoria. Mas então ela voltou a sorrir e eu não consegui manter a pose, só dessa vez deixaria ela vencer.

Sorri devolta.

— Obrigada, toma isso — disse puxando minha mão e colocando algo ali dentro.

Abri minha mão e ali estava uma tatuagem super maneira de dragão. A tatuagem que eu estava procurando no sucrilhos. Já havia comprado milhares e nunca conseguia a de dragão. Meus olhos brilharam. Minha mais nova relíquia. Olhei para ela para ter certeza que era meu e com seus dentes brilhantes ela disse:

— Feliz dia das crianças!

Meu coração deu um salto estranho. Ela foi a primeira a me desejar isso. Depois de toda a pertubação do meu dia, escutar essa simples frase de uma desconhecida parece ter apagado todas minhas angústias. Fiquei tão feliz que mal conseguia falar.

Nem deu tempo de falar mais nada também, porque logo uns caras estranhos de preto chegaram e levaram ela. Ela não queria ir, e eu tentei lutar contra eles, mas eles eram meio grandes e fortes, então não teve jeito. Mas eu realmente tentei, aposto que um deles vai reclamar de dor na perna por um bom tempo ...apesar de ele ter me tirado de sua perna tão facilmente.

Só então reparei que não perguntei o nome dela. Ela não parecia dali, porque os homens começaram a reclamar algo sobre como ela teria ido tão longe. Ela é uma guerreira. Ela é super maneira. Apesar de teimosa.

Quando o carro onde a colocaram começou a se afastar, vi ela abrindo a janela e assoprando as penas de leão para mim. E depois sorriu docemente. Sorri também. Olhei em minhas mãos e vi meu presente de dia das crianças. Que demais!

Mais calmo voltei para casa. Poderia aguentar a chatice de Wendy agora. Estava até um pouco — bem pouco — preocupado com ela.

Passei pela porta de casa depois de destrancá-la. Já estava um pouco escuro, mas meu pai ainda não tinha voltado. As luzes estavam apagadas. Subi as escadas passando pelo quarto dela e vi que ela estava dormindo. Finalmente sossegou. Ela é no mínimo a garota mais irritante que já conheci.

Respirei fundo, totalmente mais relaxado por meu dia das crianças não ter sido assim tão ruim e entrei no meu quarto. Tinha algo em cima da cama que chamou completamente minha atenção. Apressei o passo e vi um pacote, que parecia um presente mal embrulhado e do lado o meu carrinho, cheio de esparadrapos, mas com a rodinha de volta. O que era isso? Todo animado e com expectativas, desembrulhei o pacote.

Só pode ser brincadeira.

Era uma boneca. Fala sério.

Então embaixo de toda aquela palhaçada, tinha um rabisco mal feito. Reconheci o garrancho de longe. Wendy mal aprendera a pegar em um lápis direito e já tentava escrever.

“Para meu nii-san
 feliz dia das criança
pode ficar com essa boneca
concertei seu carrinho
da sua imouto-san”

Li aquilo surpreso. E sorri sem perceber.

Olhei para a boneca em minhas mãos. O que você quis fazer com isso, sua idiota? Foi o presente que o papai te deu e você queria tanto essa coisa. Balancei a cabeça e dei risada sozinho.

Fui até o quarto dela com o pacote da boneca e deixei na poltrona rosa que havia lá. Depois andei até o lado de sua cama e beijei sua testa.

Feliz dia das crianças, Wendy.

...

No fim das contas, talvez não seja uma data tão odiosa assim. Aliás... agora eu tenho uma tatuagem super maneira.


Notas Finais


Como não nos apaixonarmos por esses dois? hahahah
Gostaram? Detestaram? Não acharam nada?
Não esqueçam de deixar sus opiniões, é sempre muito importante para qualquer autor <3
E não vou falar muito mais, porque logo tô de volta 8)
Espero que tenham gostado!
Um beijo e espero por vocês ♥


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