História Academia de Magia Chamberlley - Fic Interativa - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Academia, Ação, Anjos, Aventura, Bruxaria, Casais, Demonios, Elementos, Enigmas, Escola, Feitiçaria, Guerra, Interativa, Magia, Misterios, Monstros, Nobreza, Poder, Principe, Romance, Segredos
Exibições 40
Palavras 796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Steampunk, Super Power, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse é um capítulo mais curto do que eu costumo fazer, mas acho que é um bom começo para a história. Espero que gostem.

Capítulo 2 - Prólogo: O Imperador


Naquela noite de outono as estrelas brilhavam sobre Aachen, capital do Império Markomannen, num constante lembrete de que o poder dos deuses superiores, nesse caso representando por Eremon — Deus da Luz, das Estrelas e da Verdade. — ainda não podia ser subjugado por mãos humanas.

De fato, as estrelas sempre cintilavam no céu, não importando sobre os domínios de quem.

E, falando em domínios, no topo da torre mais alta de seu castelo titânico, no topo da colina mais alta, o Imperador observava uma fração de seu território, a fração da qual mais gostava e preservaria não importando o preço. Seus dedos, cobertos por luvas de seda, deslizavam pelas ameias da torre conforme abria as mãos para se apoiar e sentir a brisa fresca das alturas.

Ventos estes que sacudiram o cabelo liso e negro, longo como de mulher, caindo sobre o rosto angelical, perfeito e belo. Olhos roxos, marcas de seu poder e herança sanguínea, resplandeciam em poder e magnificência, atrelada diretamente ao espírito. Sentia, no âmago de seu ser, que sua missão era nobre, a causa justa e nada poderia lhe deter.

O Protetorado Mundial, a Ordem dos Cavalheiros Espelhados, as Academias dos sangues dourados, as legiões de querubins e o Império Atlantis. Todos essas organizações, entidades, poderosos e antigas tentavam de toda maneira acabar com seu poder, mas a guerra veio e com isso a balança do futuro pendia para o seu lado. A vitória final era questão de tempo, um jogo de paciência que Siegfried gostava de jogar.

— Um monarca não devia andar sozinho. — disse alguém de voz impostada e articulada, como a de poucas pessoas no mundo. — É uma tentação para qualquer assassino, ou oportunista.

— Se algum dos Trinta e Dois quiser vir medir forças comigo, será divertido. — a voz do Imperador era calma e bela, como o som de mil harpas. Suas palavras não carregavam raiva ou hostilidade, apenas um desejo genuíno de enfrentar os maiores do mundo. — Lamentavelmente, não tem coragem para me desafiar no coração do Império.

— Pode ter razão. — o visitante saiu da sombras, mas seu rosto continuava oculto por uma máscara de cerâmica branca com detalhes em tinta dourada. — Contudo  já vi homens poderosos caindo das maneiras mais inesperadas.

— Preocupação demais é inconveniente. — respondeu Siegfried, sem virar-se para o recém chegado. — Coloquei minhas peças em posição, agora é esperar. Mudar elas sem esperar meu turno é contras as regras.

— Vossa Majestade já não foi muito flagelado por “seguir as regras”.

O Imperador sorriu.

— Sou o líder agora. Eu escrevo as regras, Mascarado. Sem leis e ordem que tipo de império será esse meu? — passou a mão pelos cabelos sedosos e olhou o subalterno, por cima do ombro. — Fazia tempo que não o via. Andou por quais quinhões do Cosmos desta vez? Que dimensão explorou e me trás informações sobre quem?

— Chamberlley, dessa vez. — Mascarado, trajando sobretudo negro até os calcanhares, andou para o lado de seu amo, sentando-se na ameia. — E descobri coisas interessantes.

— Sou todo ouvidos.

— A Diretora escolheu manter o ano letivo, apesar de nosso ultimato.

— As crianças precisam estudar.

— Planeja alguma coisa?

— É uma guerra, meu bom amigo. Nós versus eles. — representou cada lado usando suas mãos. — Não estou surpreso. Seria muita humilhação se a nossa pequena Arquimaga cancelasse as aulas por medo da segurança. Ela não é tão poderosa assim? Não é capaz de proteger seus alunos? — deu uma risada. — Se minhas garotas fossem feiticeiras, eu não as deixaria ir para uma Academia onde a suposta “maior arcana viva” se esconde com medo.

— Quando será a invasão?

— Nunca. Não pretendo atacar a escola.

Por debaixo da cobertura o Mascarado franziu o cenho.

— Não pretende — Siegfried assentiu. — Como vamos destruí-los?

— Nós não faremos isso. Os feiticeiros se destruirão, aluno contra alunos, professor contra professor. Nem saberão o que os atingiu. — desencostou das ameis, liberando as mãos para gesticular. — Arrumei uma poltrona confortável, um mapa encantado e pedi uma boa xícara de chá. Será um espetáculo.

— Seu plano é assistir nossos inimigos continuarem a exercer suas práticas infamantes. Sem mexer um dedo?

— Farei tudo na hora certa. — colocou as mãos nos bolsos da casaca. — Se algum feiticeiro de Chamberlley quer ter seu lugar ao sol no meu novo mundo, é melhor fazerem por onde. Me entregarem a escola será uma prova de boa vontade. E mostrará como nossas ideias podem seduzir as pessoas, mesmo nós estando quilômetros ao norte.

— Então, quer testar a nova geração. — Mascarado agora entendia perfeitamente a extensão dos planos do Imperador. Simples e genial, ao mesmo tempo. — Por que gostar recursos e esforço, quando o vírus já se instaurou no coração?

— Um ano deve ser o suficiente. Até lá teremos marchado contra Remus. E o vencido.

— E Vossa Majestade iniciará sua revolução?

Siegfried riu.

— Mascarado, não seja tolo. Ela já começou. 


Notas Finais


Não deixem de dar suas opiniões. Elas são muito importantes pra mim.


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