História A mestiça - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Hentai, Mistério, Naruto, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Sasusaku, Suspense, Vampiros
Exibições 262
Palavras 1.484
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá obg pelos comentários e favoritos lindas <3


Espero que estejam gostando, e boa leitura :3

Capítulo 8 - Capitulo VIII


Eu nunca tinha sentido uma dor tão grande como essa. O efeito da verbena nos meus órgãos eram dilacerantes. Sentia meus órgãos serem esmagados e comprimidos a cada instante. Minha respiração estava descompassada, fazendo com que eu tivesse algumas crises por não está conseguindo respirar direito, mas conseguia me acalmar para não entrar em desespero. 

 

Via as meninas se contorcendo de dor, e gritarem sem parar. As lágrimas já escorriam no meu rosto, minha visão estava embaçada por conta das lágrimas. Mordia meus lábios afim de conter o grito que cismava em sair da minha boca, sentindo um gosto de ferro que logo deduzir ser sangue devido à mordida. 

As horas se passavam bem devagar, nós três nos movíamos naquela sala afim de encontrar alguma posição boa para aguentar a dor que estávamos sentindo. Mas nada adiantava, o líquido queimava sem dó nossos órgãos internos.

Depois de muito sofrimento o efeito da verbena tinha se dissipado, mas agora estávamos exaustas. Eu estava tremendo com toda a dor que sentir. Sinto como se estivesse sido esmagada por um caminhão. Não consigo me mexer, até para levantar o dedo indicador eu tenho que fazer muito esforço.

As meninas me olhavam cabisbaixa. Mesmo elas sendo vampiras sei que também sentiram muita dor, mas não mais que eu. 

- Não consegue se mexer? - Ino pergunta com uma voz rouca. 

- Não. - digo em um sussurro, pois estava difícil mexer a minha boca também.

- sinto muito. - Tenten diz lagrimando.

- Não sinta, você não sabia. - digo com uma voz mais arrastada e mais demorada, estava difícil de falar.

- Não iremos sair dessa sala tão cedo. Apesar de eu e Tenten conseguirmos nos mexer um pouco, não dá para ser como antes. Apenas daqui a três dias. - Ino suspira, tentando se sentar.

- Sim, e eu acho que vou ficar por aqui por mais algumas semanas. - digo fechando os olhos. A sensação de não conseguir se mexer é horrível. 

- Se você ficar, nós também vamos. - Tenten fala e da um pequeno sorriso. - não se preocupe, não iremos tomar o seu sangue.

- Não precisa, mas fico feliz em saber que meu sangue não sairá de mim. - tentei dizer em uma voz mais debochada para descontrair o momento, mas acho que falhei.

 

As duas deram um mínimo sorriso, e eu voltei a fechar os meus olhos. E tentar me concentrar a tentar mover alguns dedos. Mas os meus dedos estavam muito duros, que até fazia um barulho como se tivesse empalado. 

Desistir de tentar movê-los e fui dormir, já que a noite não pude.

(...)

 

Acordei com leves toques no meu ombro, e abri apenas o olho esquerdo para ver quem me chamava. Abri e vi a Tenten do meu lado me analisando.

- Você tá bem? - pergunta.

- A mesma coisa. - respondo.

- Ok, eles trouxeram comida, já que não consegue se mexer, irei colocá-la sentada para te alimentar, tudo bem? - aquilo era terrível, não conseguir se mexer e ainda ser alimentada por outra pessoa que nem uma criança, como não tive escolha apenas assenti.

Tenten com um pouco de dificuldade por ainda estar dolorida me levantou e me colocou encostada na parede. Se moveu perto de Ino que estava comendo, e pegou meu prato se aproximando mais de mim. 

- Sei que isso pode ser constrangedor para você, mas relaxe, você não está em condições. - ela sorri gentilmente. E pega a primeira colherada e colocando na minha boca.

O alimento não estava ruim, mas estava sem gosto. Coisa que não facilitava muito para engolir, mas consegui. O alimento parecia ir corroendo todo o meu corpo. Tenten colocou o copo de água na minha boca, e eu ingerir o líquido com dificuldade. 

Assim que terminei, olhei para ela.

- Obrigada. - agradeci baixinho e encostei a minha cabeça na parede. 
 

Tenten voltou ao seu lugar.

- Será que notaram a nossa ausência? - Ino perguntou.

- Acho que não, ninguém se importa conosco, já que somos de classe inferior. - Tenten suspirou. Ninguém ligava para a gente mesmo. Se morrêssemos ninguém sentiria falta dentro dessa academia.

- Não sei porque eles abrem vagas para pessoas como nós, se nem nos tratam com direitos iguais. - disse e minha voz saiu bastante esganiçada.

- Eles fazem isso para mostrar para os restantes que eles não possuem repudio contra vampiros de classe inferior e mestiços, isso é apenas uma máscara, pois na realidade eles nos odeiam, tanto que percebemos esse ódio só de olharmos a mansão que eles dormem e a nossa mansão. A deles é maravilhosa, a nossa está caindo aos pedaços. - Tenten diz cabisbaixa. Acredito que o que elas mais querem é ser reconhecidas.

- Sabe, eles nem nos parabenizam quando tiramos uma nota boa, ou quando aprendemos a lutar e controlar a nossa sede, para os outros eles só faltam dá um prêmio. - Ino diz cerrando os punhos.

Nossa conversa é interrompida quando ouvimos passos se aproximando.

- Que bom que já comeram vampirinhas. - o mesmo homem de ontem disse. E eu olhei para as meninas e elas estavam com muito medo. 

Sabia que estava de dia, mas ainda não conseguia ver seu rosto. Mas ele se aproximou para pegar os nossos talheres, e nesse exato momento pude ver seu rosto. Ele tinha um cabelo Cinza grande que estava amarrado em um rabo de cavalo baixo, usava óculos com um ato circular, possuía uma pele muito branca, seus olhos eu não consegui identificar, era parecido com os olhos de uma cobra?! O olhar dele era penetrante e horripilante. Só de olhar uma carga elétrica se apossava em meu corpo. Senti um medo tenebroso só de olhar para esse homem.

 

Ele passou a língua nos lábios, como se estivesse analisando a sua presa. Abrindo a cela que estávamos e trancando em seguida. Olhei para as meninas que estavam encolhidas do outro lado, e a cara de espanto já respondia a minha pergunta. Coisa boa que não era. 

Ele rodeou a sala, observando cada movimento nosso, farejou o ar, e veio se aproximando de mim. Com um olhar que não consegui interpretar. Foi rápido. Em um instante, senti sua presa cravando minha pele. E um grito estridente saiu de minha boca. 

Minha pele estava sendo rasgada sem dó, meu sangue jorrava, e o homem não parava de sugá-los. Eu pedia um pedido de ajuda com um olhar as meninas, que logo elas se esforçaram e tentaram tirar o vampiro de cima de mim, mas elas pareciam não estar conseguindo. E minha audição estava se esvaindo, pois não conseguia mais escutá-las, Ino chorava e tentava abrir a cela mas sem sucesso. Tenten tentava cravar suas presas no vampiro mas não surtia efeito algum, minha vista estava ficando turva, meu corpo estava mole, estava morrendo.

 

Mas em questão de segundos, houve um baque da porta. 

Tanto que o vampiro despertou-se de seu transe com a voz rouca enfurecida que saiu do homem.

- Solte-a. - com um rosnado mandando o vampiro me largar, mas o homem não saía de cima de mim.

Essa voz rouca era a mesma que me salvou de Karin. Eu queria ver seu rosto, queria saber quem era, mas não estava com condições de ver, pois meus olhos estavam se fechando, a única coisa que pude ver, foi o vampiro que estava em por cima de mim, ser lançado com brutalidade contra a parede e seu sangue escorrer por seu corpo, ele morreu? Mas não pude responder essa pergunta que fiz pois logo apaguei.

 

(...)

 

Acordei com o meu corpo dolorido. Eu não pensei que ainda estivesse viva depois daquele vampiro ter cravado suas presas em mim. Olhei para os lados afim de saber onde eu estava. Não reconheci o lugar, pois era um espaço bem luxuoso. Onde estava? Nunca tinha entrado aqui. Por quê estava aqui? Eu não era autorizada a pisar por esses locais, já que era pobre. 

Tentei me levantar, mas fui impedida por uma mão. 

- Não se esforce, o efeito da verbena ainda está forte em você, tome isso aqui. - era a mesma voz. Olhei para cima e petrifiquei.

Ele? Era ele que me salvou das duas vezes? Não podia ser! Peguei o líquido receosa, e notei ser sangue.

- Eu não vou beber. - disse afastando o copo.

- Vai sim. - pegou o copo da minha mão, e aproximou de minha boca. - isso irá melhorar na sua recuperação e ira fazer com que sua recuperação seja mais rápida. - disse com uma voz autoritária, ou seja, não tinha escolha.

Peguei o copo e bebi tudo, o gosto era estranho, pois não estava acostumada de beber isso. Vi ele me analisar, nos seus olhos tinha um pouco de preocupação? 

Sem mais esperar, quis sanar logo essa dúvida.

- Por quê você Uchiha? 



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