História Academia de Vampiros (CAMREN) - Capítulo 1


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Categorias Academia de Vampiros (Vampire Academy)
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Escolar, Fantasia, Festa, Luta
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oe gente, me chamo Fernanda, minha primeira fic, espero que gostem. Beijos

Capítulo 1 - Capitulo: Um.


Fanfic / Fanfiction Academia de Vampiros (CAMREN) - Capítulo 1 - Capitulo: Um.

POV’s Lauren. 

Senti o medo dela antes de ouvir seus gritos. 

O pesadelo  dela pulsou dentro de mim, arrancando-me do meu próprio  sonho, onde eu estava numa praia e Angelina Jolie  passava  óleo  de bronzear  no meu corpo. Imagens dela, não  minhas invadiram-me a mente: fogo e sangue, o cheiro da fumaça, a lataria retorcida  de um carro. As figuras me circulavam, me embrulhavam, me sufocavam,  até  que alguma parte racional do meu cérebro  me lembrou  de que aquele não  era o meu sonho. 

Acordei, mechas de cabelos  negros, e compridos estavam  grudadas na minha testa. 

Camila estava deitada em sua cama debatendo-se e gritando. Eu pulei da minha cama, cruzei rapidamente os poucos centímetros  que nos separavam. 

- Camz? – Eu disse, sacudindo-a. – Camz, acorda. 

Os gritos pararam foram substituídos  por um pranto leve: 

- Ai, meu Deus – ela gemeu. 

- Camz,  você  não  está  mais lá, acorda. 

Depois de alguns minutos, seus olhos de abriram,  hesitantes, e sob a luz fraca eu pude ver o lampejo de consciência começaram  a ocupar sua mente,  a respiração  frenética  foi se acalmando,  e ela se recostou em mim,  descansado  a cabeça  no meu ombro, eu  a abracei e passei a mão sobre  os seus cabelos. Ver ela dessa maneira me dói  muito,  é  um peso que sinto no meu coração  que se eu pudesse tirava dela e pegava pra mim,  não  gosto de ver ela sofre. 

- Tudo bem Camz, eu estou aqui, está tudo bem. – disse a ela calmamente. 

- Eu tive aquele sonho – disse ela aflita. 

- É eu sei. 

Nós ficamos ali durante algum tempo, quando eu senti que ela estava se acalmando, me estiquei na direção da mesinha de cabeceira que ficava entre nossas camas e acendi o abajur, a luz era fraca, atraído pela luz, Oscar, o gato do rapaz que dividia a casa conosco, saltou pela janela aberta subiu na cama desviou de mim e foi roça a cabeça na Camz ronronando baixinho. 

Por algum motivo os animais  não gosta de Dampiros,  mais eles não tem problemas com os Moroi. 

Sorrindo ela começou  a fazer carinho nele. 

Comecei a analisar a fisionomia da Camila e sua pele clara estava mais pálida do que de costume, círculos escuros embaixo dos seus olhos,  e ela parecia fraca. Eu não  conseguia lembra qual foi a última vez que tinha lhe fornecido  sangue. 

- Quando foi a última vez que você se alimentou? – perguntei. 

Ela deu de ombros e evitou o meu olhar. 

- Você estava ocupada. Eu não quis... 

- Ocupada? Que se dane – disse eu, mudei de posição,  era se esperar que ela estivesse tão  fraca, Oscar saiu da cama e voltou para a janela – Venha,  vamos fazer isso. 

- Lauren... 

- Vamos Camz,  você  vai se sentir melhor. 

Inclinei a cabeça e joguei meu cabelo para trás, deixando o pescoço  a monstra, ela hesitou, mais a visão  do meu pescoço  e do q ele tinha a oferecer era tentador  demais. Uma expressão  de fome invadiu o rosto dela,  seus lábios se abriram levemente, expondo os caninos,  que geralmente ela  mantida escondidos dos humanos. Aqueles caninos combinavam estranhamente com suas feições, seu belo rosto e seus cabelos castanho-escuros faziam com ela parecesse mais um anjo do que uma vampira. 

Assim que seus dentes se aproximaram da minha pele nua, eu senti o coração  disparar  num misto de medo e ansiedade. Sempre detestei sentir  essa expectativa, mais era impossível  pra mim, uma fraqueza  que eu não conseguia conter. Seus caninos rasgaram minha pele, com força, dei um grito sentindo  aquela famosa dor. Depois passou e se transformou numa imensa alegria, entrelacei  meus dedos no cabelo dela e puxei contra o meu  pescoço, essa sensação  é  a melhor de todas as vezes que eu estava bêbada  ou chapada, era melhor do que sexo ou pelo menos eu imaginava que fosse, uma vez que nunca fizera sexo. 

Era um coberto de puro prazer, pensar nisso enquanto a garota que você gosta chupa o  seu  sangue, se torna totalmente  sexual, minha vontade era de beija-la de joga-la na cama e realizar tudo que eu desejo a anos fazer. A química da sua saliva disparava uma onda de endorfina, e eu perdia a noção do mundo, perdia a noção de quem eu era. 

Então, infelizmente, acabou. Demorara menos de um minuto. 

Ela delicadamente tirou minha mão do seu cabelo, se afastou, passando as costas das mãos nos lábios, enquanto me examinava com o olhar. 

- Lo... Você está bem? - perguntou ela preocupada. 

- Eu... Estou. - Me deitei na cama, tonta por causa da perda de sangue. - Eu só preciso descansar um pouco. 

Seus olhos castanhos, me olhavam com preocupação, ela se levantou. 

- Vou buscar algo para você comer. 

Meu protestou chegou sufocado aos meus lábios, e ela saiu antes mesmo que eu conseguisse forma uma frase. A sensação da mordida dela ainda se fazia presente, aquela adrenalina estava correndo pelas minhas veias, virei a cabeça e vi Oscar, ainda sentado na janela. 

- Você não sabe o que está perdendo. - disse a ele. 

Sua atenção estava concentrada em algo lá fora, ele se agachou, e eriçou o pelo preto escuro, depois contorceu o rabo. Meu sorriso desapareceu, fiz um esforço para me sentar, tudo a minha volta girava, esperei para poder me pôr de pé. Quando conseguir ficar de pé, a tontura me pegou, se recusando a ir embora, mesmo assim fui aos tropeços até a janela onde Oscar estava. 

Debrucei na janela observando a rua relativamente silenciosa, eram três horas da manhã. A casa na qual há oito meses alugávamos um quarto ficava numa rua residencial cheia de casas velhas e de arquiteturas variadas. Do outro lado da rua tinha um poste de luz estava piscando, mas a claridade que ele fornecia era o suficiente para mim enxergar carros e prédios, no nosso quintal pude ver silhuetas das arvores e arbustos, e um homem me observando. Esquivei-me surpreendida, avia um vulto de pé ao lado de uma arvore, a uns dez metros, de onde ele podia ver facilmente através da janela. Com certeza ele estava perto o suficiente para ver o que eu e Camz tínhamos acabado de fazer. 

As sombras o cobriam tão bem que, mesmo minha visão aguçada, não conseguia ver, só a silhueta, ficou de pé por mais alguns instantes, e depois sumiu pelas sombras e arvores, eu estava certa de ter visto, mais alguém se juntando a ele.  

Oscar que geralmente se dava bem com a maioria das pessoas, não gostou nada deles. Um medo de arrepiar percorreu-me o corpo, afastando-me da janela, eu meti de qualquer jeito numa calça jeans que encontrei no chão, quase caindo enquanto vestia, uma vez vestida peguei meu casaco e o de Camz, e nossas carteiras, enfiando os pés no primeiro par de tênis que encontrei, dirigi-me então para a porta. 

Lá embaixo, encontrei-a na cozinha desarrumada, investigando a geladeira, Camz olhou para mim surpresa. 

- Você não devia estar de pé. 

- Nós temos que ir. Agora. 

Ela arregalou os olhos, e, então um segundo depois, compreendeu do se tratava. 

- Você tem... mesmo? Você tem certeza? 

Fiz que sim com a cabeça. Não sabia explicar por que eu tinha certeza. Mas eu tinha. 

Saímos e fomos em direção a esquina que o carro estava, eu ainda estava tonta, pela mordida e andava meio trôpega, não conseguia me movimentar com a rapidez que desejava, Camz teve que me amparar algumas vezes para que eu não caísse. A angustia que Camz sentia me invadia por pensamento, tentei ao máximo ignora-la. 

- Lauren... o que você vai fazer se eles nos pegarem? - sussurrou ela. 

- Eles não vão nos pegar – respondi com firmeza – Eu não vou deixar. 

-  Mas, se eles tiverem nos encontrado... 

- Eles já nós encontraram antes. E não conseguiram nos pegar. Nós vamos de carro até a estação de trem e de lá vamos para Los Angeles. 

Ela não disse mais nada, pelo nosso laço eu sentia a confiança dela em mim aumentar repentinamente mais uma vez. Sempre foi assim entre nós, eu agia, e fazia as coisas acontecerem, na maioria das vezes precipitadamente, e ela era mais racional, a que pensava e planejava as coisas. 

- Você ouviu isso? - perguntou ela de repente. 

Levei alguns segundos para perceber que os sentidos aguçados dela já haviam percebido. Passos, movendo-se rapidamente. Eu contraio o rosto preocupada, tinha mais dois quarteirões pela frente. 

- Vamos ter que correr até lá - disse eu, agarrando o braço dela. 

- Mas você não pode... 

- Corre. 

Usei o resto da força que eu tinha para não desmaiar, meu corpo não queria correr, depois de ter perdido bastante sangue e enquanto ainda metabolizava os afeitos da saliva dela. Ordenei meu corpo correr agarrei Camz e começamos a correr juntas, eu pude ver o carro um Honda Civic preto, se conseguíssemos chegar... 

Um pouco mais de três metros do carro, uma mulher atravessou bem no nosso caminho, fazendo a gente para bruscamente, puxei Camz para trás de mim. Era ela? Jurava que era um homem, enfim, era ela que me observava pela janela, ela era mais velha que nós, uns vinte e pouco anos, digamos, se ela não estivesse impedindo nossa fuga, eu a teria achado linda. Ela tem longos cabelos preto-tinta, que descem até a cintura, que se encontra presos numa trança, olhos castanho-escuros que pode facilmente ser confundidos com preto, pele pálida. Ela estava vestindo uma calça preta bem apertada, usava uma regata preta e um sobretudo de couro que quase arrastava no chão, e uma bota de salto. 

Percebi mais guardiões se aproximando, dois pela esquerda, dois atrás, e dois na direita, somente ela a nossa frente. Estávamos cercadas, nem a rainha andava com tantos guardiões, era um absurdo isso. Em pânico, e sem o controle total de minha racionalidade mais aguçada, agi por instinto. Grudei-me em Camz, mantendo-a atrás de mim e bem longe da mulher que parecia ser a líder do grupo dos perseguidores. 

- Deixe-a ela em paz – rosnei - Não toque nela. 

A expressão dela era vazia, mas estendeu a mão num gesto que supostamente pedia calma, como se eu fosse um animal que ela planejava sedar. 

- Eu não vou... 

Ela deu um passo à frente. Chegou perto demais. 

Eu ataquei, dando um salto e fazendo uma manobra ofensiva, o problema e que eu não treinava a mais de dois anos, o gesto foi burro, e outra ela não estava fraca a ponto de desmaiar igual eu. 

E, caramba, ela era rápida. Eu me esquecera de como podem ser rápidos os guardiões, de como eles conseguia se movimentar e atacar como cobras. Ela me derrotou como quem afasta uma mosca, as mãos bateram em mim e me jogaram para trás, acho que ela não tinha a intenção de bater com tanta força, mais a minha falta de coordenação interferiu na minha capacidade de reação. Sem conseguir me manter de pé, comecei a cair, indo imediatamente em direção à  

calçada num ângulo torto, primeiro com os quadris. Ia doer. Doer muito. 

Mas não aconteceu. 

Num gesto tão rápido quanto o que usara parar me bater, a mulher se estendeu e alcançou o meu braço, mantendo-me de pé, parece que desmaiei por uns leves segundos, quando consegui me estabilizar, aos poucos, com minha mão que estava livre, alcancei meu pescoço e toquei levemente na ferida que Camz fizera mais cedo. Quando tirei os dedos, vi que havia um sangue grudento e escuro em minha pele. Os olhos escuros dela se deixaram pousar um pouco mais sobre a mordida agora coberta e depois encontraram os meus. Eu correspondi com um olhar desafiador e rapidamente me livrei da mão dela que ainda me agarrava pelo braço. Ela me soltou, embora eu soubesse que poderia ter me mantido presa a noite inteira se assim quisesse. 

Lutei contra minha náusea e tontura e fui até Camz, fiquei em sua frente numa pose protetora, subitamente a mão dela agarrou a minha. 

- Lauren - disse ela calmamente - Não. 

Suas palavras, a princípio, não surtiram qualquer efeito em mim, mas, aos poucos, pensamentos tranquilizadores foram se instalando na minha mente, passando dela para mim por meio do laço que nos unia, assim como o reconhecimento do fato de que eles estavam desanimadoramente em maior número do que nós e eram lutadores mais experientes. 

Até eu sabia que não tinha mais jeito. 

A tensão abandonou o meu corpo, e eu cedi, derrotada. Percebendo a minha submissão, a mulher deu um passo à frente, voltando agora a atenção para Camz. 

Seu rosto estava calmo. Ela lhe fez uma reverência e a fez graciosamente, o que me surpreendeu. 

- Meu nome é Isabelle Sophia Lightwood — disse. Pude distinguir um leve sotaque russo. — Vim para levá-la de volta à Escola São Vladimir, princesa. 


Notas Finais


Gente se eu errei algo perdão, revisei umas 3 vezes, se quiserem que eu continue sé falarem. Beijos.


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