História Acampamento Meio-Sangue (Interativa) - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~SrJacksonChase

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Tags Interativa
Exibições 12
Palavras 803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Dessa vez o capítulo é do autor mesmo, maninhos. Fiquei feliz pela repercussão positiva das últimas histórias! :3

Capítulo 9 - O filho de Selene e o arsenal mitológico


Fanfic / Fanfiction Acampamento Meio-Sangue (Interativa) - Capítulo 9 - O filho de Selene e o arsenal mitológico

Depois de ser removido do campeonato de soletração, do de xadrez e etc., Theo não conseguia mais ânimo pra praticar essas atividades, já que os grandes movimentos de jogos intelectuais no Acampamento Meio-Sangue só acontecem na gincana ou no chalé de Atena, que é fechado.

Theo, perdido e sem motivações pra continuar no acampamento pelo resto do ano, lembrava-se do que o instrutor de combate corpo-a-corpo tinha lhe dito anteriormente, e de como ele era incompetente como herói grego.

Desde sua chegada, a quatro anos, Theo nem sequer visitou o arsenal para conseguir sua própria arma, que, para alguns semideuses, significava o mesmo que a sua identidade. A espada de ferro estígio que um rapaz usara no torneio de esgrima para render Luke Bellenbien foi um marco, e talvez ele fosse lembrado somente como rapaz da espada de ferro estígio.

E se realmente fosse assim, Theo talvez nem fosse lembrado.

Esse pensamento pesava na mente de Theo, que apesar de não ser tão orgulhoso, queria ser lembrado como os demais heróis da mitologia grega.

Ele já esquematizava na cabeça todos os passos que tinha antes de se tornar o maior dos heróis daquele acampamento, e o primeiro deles era visitar o chalé 29 e pedir à representante Aurore Sherwood que o ajudasse a escolher sua arma no arsenal, ao qual ela tinha acesso.

E, cruzando para o outro lado da trilha dos chalés menores, ele chegava ao chalé de Eos e Hélios, onde ele teria que chamar a conselheira.

Batendo na porta, ele esperava que alguém o atendesse. Mas nada.

– Sherwood! – ele dava três soquinhos na porta, parando pra admirar a arquitetura do chalé. – Aurore! Por favor, cara!

Foi então que ele notou um detalhe: era cedo, muito cedo. Isso significava que ela estava observando o nascer do Sol em algum lugar, provavelmente alto. Mas onde seria, ele não sabia.

Só olhando para o alto ele pôde ver a semideusa, acenando pra ela que estava sentada no telhado do chalé 29, o mais alto, porém não necessariamente maior do acampamento.

– Aurore! Eu preciso da sua ajuda!

E ela desceu pela estrutura do chalé, procurando não se ferir nas telhas. Ela, quando numa altura segura, saltou na grama, de frente pra Theo.

– Bom dia. Como posso... – mas Theo a interrompeu, estava muito ansioso para buscar seu equipamento.

– Arsenal, Sherwood, eu preciso de alguma coisa!

– Theo, você já tá aqui há um tempo, nunca pegou nada?

– É por aí. Me leva, por favor!

– Acho que... tudo bem. – e ela acenou positivamente pra Theo, dando início à caminhada. Por sorte, o arsenal não era muito longe dali.

E, muito cedo como era, ninguém estava de pé. Normalmente, todos estariam acordados no acampamento, caso esse fosse o Júpiter.

Quando chegaram, Aurore sussurrou pra porta do arsenal um encantamento e fez com que ela se abrisse.

Era espetacular, e ao mesmo tempo frustrante.

O arsenal do acampamento tinha história e era vasto, mas era sujo, o que fazia o material impecável parecer desgastado.

Ele viu uma lança com escrituras que ele conseguiu ler: Pertence ao grande Aquiles, se encostar nela, ele te mata. E, para qualquer soldado da época em que ela foi forjada, devia ser bem convincente.

E ele tentava espaçar os elmos, lanças, punhais, escudos... e olhando um escudo, ele achou sua arma. Ele percebeu isso porque sua mão, que ele usava pra separar os demais equipamentos, foi guiada até aquele escudo. E ele sentiu um calafrio.

Aurore, que já devia estar acostumada com a cena, retrocedeu um passo, provavelmente porque sabia da história do que Theo havia escolhido.

– Theo, às vezes o instinto não é algo que a gente deva seguir, sabe? – ela deu um tapinha nas costas de Theo, que mal conseguia reagir.

Ele puxou o escudo e analisou o acabamento, coma cabeça de uma górgona esculpida.

Provavelmente, aquele escudo pertencia a Atena. Ela tinha um escudo semelhante, chamado de Égide, o qual ela compartilhava com o pai.

Esse escudo dava ao utilizador o poder de petrificar monstros ou outros oponentes que estejam sujeitos a uma variável que Theo desconhecia. Isso nas lendas da mitologia grega, o problema é que não se sabe sobre o real poder de uma arma lendária quando se toca nela na vida real.

– Aurore, já escolhi. Eu quero o Égide.

– Theo, não sei se você poderia, de repente você pode acabar transformando alguém em pedra acidentalmente, e vai ser punido por isso.

Theo não dava atenção ao aviso, encaixando o Égide no braço com uma visível curiosidade.

E ali estava Theo, pronto pra conquistar sua própria identidade.

– Podemos voltar, Sherwood. Quero mostrar isso pros meus amigos. – ele parou de falar quando notou o quão perigoso o simples ato de mostrar o escudo poderia ser. – Mas eu gosto deles, não entenda mal.

– Ceeeerto.

– É, vamos.

E eles foram, cada um pro seu respectivo chalé. Theo, no seu chalé, encarava a górgona e perguntava em sussurros qual seria a variável.

A verdade, ele pôde ouvir.


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse capítulo como gostaram dos últimos, vocês são ótimos! ♡


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