História Acampamento Para Menores Infratores - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Hot, Originais
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello hello
Ai gente, ta acabando, estou bad 💔
Espero que gostem ❤

Capítulo 13 - Capítulo treze


       Lucas.


  Já que hoje é o nosso último dia aqui, resolvi fazer uma surpresa para Clara, mas para isso vou precisar da ajuda indesejável de Christopher. Tudo bem que ele falou a verdade sobre a Lívia, mas eu ainda não confio nele. Mas para ver minha Clarinha feliz, vou ter que pedir ajuda para ele.

  Caminho até a sala de Christopher e bato na porta, alguns minutos o chamando ele me atende.

  - Lucas - ele parece surpreso - O que faz aqui? - ele  coça os olhos.

  Ele abriu a porta para que eu entrasse e assim fiz.

  - Desculpa se te acordei - me sentei na cadeira à sua frente - Mas eu queria pedir um favor seu.

  - Pode falar - ele disse enquanto arrumava seu cabelo.

  - Eu queria fazer uma surpresa pra Clara e eu ia pedir pra você me levar em alguma floricultura aqui perto - ele sorriu, o que eu achei estranho - E aí, me leva? 

  - Pode ir - ele jogou a chave de seu carro em cima da mesa.

  - Mas eu não tenho o endereço - ele me entregou um papel com endereço e o telefone. - Obrigado.


  Sai da sala de Christopher e vi Alícia, ela veio até mim e me perguntou o que eu ia fazer tão cedo, expliquei a ela que eu queria fazer uma surpresa pra Clara e pedi a ela que não falasse nada.

  Fui até o carro dele, entrei no mesmo e dirigi até a floricultura.

  - Por que Christopher tem o endereço de uma floricultura? Ele está apaixonado? - ri sozinho.


  Cheguei na tal floricultura, estacionei em frente a mesma e adentrei-a.

  - No que posso ajudar? - perguntou a moça, gentilmente.

  - É... eu quero um buquê de rosas vermelhas grande - ela sorriu - Não, não, eu quero um buquê de rosas vermelhas enorme

  - Ok - ela se virou e entrou numa sala e logo saiu - Você pode vir busca lá para umas nove e meia, mais ou menos? - ela perguntou e eu assento.


  Sai da floricultura e entrei no carro, dirigi até uma loja que vendia chocolates. Entrei na mesma e esperando ser atendido.

  - Olá! - uma mulher sorriu simpática.

  - Oi - cumprimentei-a com um aperto de mão - Vocês preparam cestas com chocolate? - ela assentiu - Bom, então quero uma.

  - Ok, daqui a pouco sua cesta está pronta - ela sorriu - Pode sentar se quiser. - ela apontou um banco a minha esquerda e eu me sentei no mesmo


  Poucos minutos depois a mulher me chama para eu entregar a cesta, pago a mulher e pego a cesta. Coloco a cesta no banco de trás do carro e volto para floricultura. Quando chego lá, eram 9h:40min.

  - Desculpa pela demora - falo após a moça ter me entregado o buquê.


  Pago-a pelo buquê e vou até o carro, coloco- cuidadosamente no banco de trás.

  -Falta uma coisa - falo para mim mesmo. - A Clara vai amar! - sorriu sozinho.

  Na volta para o acampamento passo em uma joalheria...


Clara.


  Quando amanheceu, Christopher nos acordou para que fôssemos alimentados pra casa. Olhei para cama de Lucas e achei que ele ja havia levantado. Fui ao banheiro, tomo banho e faço minhas higiene matinal, saio do banheiro já vestida e vou até a mesa e tomamos o café da manhã. 

  - Alícia - ela sorri ao me ver - Você viu Lucas? - ela nega com a cabeça - Estou preocupada com ele. Espero que ele não chegue tarde para se despedir de mim.

 -Daqui a pouco ele chega - ela falou alegre.

  - Você sabe de algo que eu não sei? - pergunto desconfiada.

  - Eu? Imagina amiga, que isso! - ela virou-se de costas e saio andando.

  - Onde vai? - grito-a e ela continua andando até chegar em Túlio - Já devia saber - revirei os olhos após vê-los se agarrando.


  Que estranho, Lucas nunca ficou sumido por tanto tempo. Será que a puta da Lívia fez alguma cousa com ele? Será que ela estuprou ele? Não Clara, isso é meio impossível. 

  Vi Christopher andar de uma lado para o outro, parecendo estar preocupado com algo. Quanto mais perto eu chegava dele, mais eu sentia preocupação.

  - Christopher? - chamo-o - Está tudo bem? 

  - Sim, estou - ele continua andando de um lado para o outro - Só estou um pouco preocupado.

  - Que você está preocupado eu percebi, mas por quê? - pergunto e ele me encara.

  - É... não é nada - ele disse e andou apressadamente para sua sala.


  Esse dia não pode ficar mais estranho!

 Estou muito preocupada. Lucas não dá sinal de vida. Meio dia Jones vem me buscar e Lucas não aparece. Será que ele não entendeu que eu não quero ir embora sen pelo menos vê-lo de longe? Que raiva!

  Ouvi um carro se aproximando e achei estranho, pois não me lembro de Christopher ter falado que novas pessoas chegariam hoje. Dei de ombros e fui em direção a Alícia e sento-me do lado dela.

  - E Lucas? - ela pergunta e eu apoio minha cabeça no ombro dela.

  - Nem sinal de fumaça - ela ri de minha resposta.


  Continuei com minha cabeça no ombro dela por alguns minutos até ela se levantar e ir em direção a entrada do acampamento.

  Me deitei no chão e Túlio, que estava na minha frente riu.

  - Feche os olhos- a voz de Alícia ecoou em meus ouvidos. E fiz o que ela mandou.


  Ela me ajudou a levantar e ficou atrás de mim e cobriu meus olhos – os quais permanecia fechados –  ela me guiava até algum lugar. Após andar por poucos segundos ela me para.

  - Não abra os olhos ainda! - soou mais como uma ordem do que pedido.


  Um silêncio desconfortável se fez no local.

  - Gente! - chamo por alguém, mas o silêncio permaneceu.


  Após alguns segundos, a voz de Lucas ecoou pelos ouvidos. 

  - Pode abri os olhos.


  Abro meus olhos vagarosamente e vejo Lucas escondido atrás do enorme buquê de rosas vermelhas. Eu não conseguia dizer nada, a única coisa que sabia fazer no momento era chorar. Quando me acalmei, Lucas se pronunciou:

  - Clara, eu já falei isso outras vezes, mas vou repetir: Eu te amo! - ele se ajoelha abre uma pequena caixa vermelha - Namora comigo? 


  Uma pequena roda tinha se formado em nossa volta. Fiz um pequeno suspense e então disse:

  - Sim. Claro que sim! - todos bateram palmas. 


  Ele me suspendeu em seu colo, eu entrelaçei minhas pernas em sua cintura e ele me rodou me beijando. Ele me desceu e olhamos para Christopher que estava alisando o capô do seu carro e falando algo para, nós começamos a rir. 

  - Mandei fazer essa cesta pra você - ele me deu a cesta.

  - Obrigado meu amor! - o beijei - Só não sei como vou explicar isso para Jones.

  - Ai você explica pra ele que você está namorando comigo - ele riu e eu revirei os olhos.


  Christopher havia nos chamado para almoça. 

  Quando deu 13h:27min, Jones veio me buscar.

  - Jones! - corri para abraçá-lo.

  - Oi minha linda! - ele retribuiu o abraço me apertando.- Vamos?

  - Antes, quero te apresentar umas pessoas antes - eu seguro em seu pulso e o puxo.


  Levo-o até Lucas e os coloco frente a frente.

  - Jones, esse é Lucas.

  - Clara - Lucas fala baixo e eu o peço calma. - Prazer Senhor Jones. - Lucas estende a mão.

  - Só Jones, por favor - Jones aperta a mão de Lucas.


  Levo Jones até Alícia e a apresento para ele e depois o apresento para Túlio.

  - Filha! - Jones me chama e eu o olho - Vou falar com o Christopher e depois nós vamos, ok? - eu confirmo.


  Vou até Lucas, Alícia e Túlio e os abraço.

  - A gente vai manter contrato, né? - Alícia pergunta com os olhos já marejados.

  - Claro que sim, amiga - sorrio e abraço-a - Te amo!

  - Só ela? - Lucas pergunta fazendo drama.

  - Você também - beijo-o. - Vamos lá buscar minhas malas - puxo-o até o quarto.


  Quando chegamos no quarto, Lucas me agarrou e me beijou e tirou minha blusa.

  - Calma, viemos apenas pegar minhas malas - sorrio e ele faz um bico fofo.

  - Olha o que você fez - ele aponta para sua ereção.


  Pegamos as malas e fomos até Jones, que estava à minha espera. Pego o buquê e a cesta.

  - Podemos ir? - ele pergunta assim quando chego até eles. Assinto. 


  Dou um último abraço em Alícia e em Túlio e quando Jones desviou o olhar da gente, beijei Lucas.

  - Vou sentir a falta de vocês! - abracei-os

  - Nós também! - Alícia falou pelos três.


  Jones me olha e me chama.

  - Vamos meu amor? - ele colocou suas mão em minhas costas. 

  - Tchau! - Jones puxou as malas e leva até o carro


  Jones coloca as malas no porta-malas, entra no carro e liga-o.

 - Me fala, quem te deu aquele buquê enorme e a cesta de chocolate? - Jones pergunta e aponta para os objetos.

  - Presente de aniversário- - menti e forcei um sorriso


  Peguei meus celular dentro do porta-luvas e o abracei.

  - Senti tanto sua falta! 

  - Eu também, minha flor! - Jones sorri.

  - Primeiro: não é com com você. Segundo: Flor, pai?- pergunto e ele sorri - Que foi, você está estranho.

  - Você me chamou de...

  - Pai! Sim. Você é meu pai, não é? - ele assentiu mesmo sabendo que a pergunta era retórica.

  - Mas você não me chama assim desde...

  - ...a morte da mamãe, mas é que eu precisava falar "pai" - sorri - Mas como eu já falei, voltarei te chamar de "Jones" - ele me olha bravo - Mentira. Estava apenas brincando, pai. 


  Ele começou prestar atenção na estrada, eu coloquei meus fones e encostei minha cabeça no vidro e acabei dormindo. 


   •••


  - Clara! - Jones me balançava para acordar.

  - Caralho Jones, me deixa dormir, que porra! - gritei com ele.

  - Clara Martínez Hartford, onde você aprendeu isso? - meu Deus, é cada pergunta que Jones faz - Anda, acorda. Já chegamos!

  - Que? Chegamos? Minha casa! - abri a porta do carro e fui direto para a porta de entrada, mas estava trancada - Pai! - ele sorri e joga a chave e eu abro a porta.


  Assim que entro, vejo tudo em seu lugar, ele não havia mudado nada de lugar, apesar que desde a morte da mamãe nós não trocamos nada de lugar.

  Sento no sofá, cara, senti tanta falta daqui.

  - Ajudar os mais velhos é bom - Jones fala e vou ajudá-lo.


  Vou até o carro, pego a cesta e Jones pega o buquê. Antes de eu entrar dona Lily me chama. Entrego a cesta para Jones e ele entra.

  Dona Lily é uma senhora muito simpática. Ela foi a pessoa que mais nos ajudou depois a morte da mamãe. 

  - Dona Lily! - abraço-a - Que saudade.

  - Como está? - ela perguntou, simpática.

  - Estou bem, cansada apenas - bocejo - E a senhora?

  - Estou muito melhor agora! - ela sorri - Vá descansar, minha querida - assinto sorrindo.


  Entro e vou para meu quarto. Quando entro, ele está arrumado, as paredes foram pintadas de branco em uma parede havia fotos minhas com amigos, familiares, com o próprio Jones, e com a mamãe. O computador não era mais o mesmo. Minha cama, agora era de casal, daria para eu dormir com Lucas. Ai meu amor que saudade!

  - Pai! - grito-o e ele vem correndo.

  - Clara, desculpa, eu achei que você ia gostar...

  - Eu amei - eu falei tao baixo que saiu como um sussurro.

  - O quê? - ele pergunta.

  - Eu amei! Obrigada, pai - eu o abraçei. 


  Após desfazermos o abraço, fui tomar banho e desci para comer algo. Jones havia preparado uma mesa com as coisas que eu mais gosto.

  Comi fui para a sala assistir algo. Jones vem até mim e senta ao meu lado. 

  - Deveríamos trocar essa decoração, não acha? - pergunto.

  - Achei que você queria manter a memória de sua mãe - ele me olha confuso.

  - Mas faz quase dez anos - meus olhos já estavam marejados - Deixar essa decoração só vai piorar - encostei minha cabeça no ombro dele.

  - Ok, vamos mudar - ele sorriu e beijou o topo da minha cabeça. 

  - Vou dormir um pouco, tá? - ele assente e eu subo.

  - Nos vamos num jantar com empresários, ok? - ele pergunta - Será às nove.


  Não liguei se o jantar era com empresários ou não, só queria saber da comida. Eu peguei uma foto da mamãe.

  - Sinto tanto sua falta - deito-me e logo durmo.


    [Sonho On.]


  Eu estava num jardim e uma mulher de vestido branco longo se aproximou.

  - Olá minha pequenina - a voz da mulher ecoou no meus ouvidos como música. 

  Eu a olhei e vi mamãe. Ela me abraçou forte e ficamos assim por um tempo.

  - Pequenina - ela passou a mão sobre meu rosto -, conte para seu pai sobre o seu namoro com o Lucas logo, antes que algo aconteça! 

  - Pode ser depois do tal janta? - pergunto e ela assente.

  - Como quiser - ela sorriu - Mas não pode passar de hoje, ok? - assinto e uma voz começar chamar minha mãe - Tchau minha pequenina, eu te amo! 

  - Mãe! Mãe! - a cada minuto que se passava, o lindo jardim verde e florido, foi visando sem vida e sem flores. - Mãe, volta! Mãe!!!! - grito-a em vão.   

   [Sonho Off].


  - Clara - Jones me chama e eu desperto - Clara, meu amor, o que houve? -  ele me abraçou assim que viu meus olhos quase transbordando.


  Ficamos abraçados por longos minutos, até ele se afastar e sentar de frente pra mim. Ele colocou suas mãos sobre meu rosto e limpou as lágrimas que insistiam em cair.


  - Sonhei com a mamãe - comecei - ela estava linda, com um vestido branco e longo - as lágrimas começaram à descer pelo meu rosto - Até que ela falou queda para te con...-eu parei para pensar no ia falar - eu sinto tanto a falta dela.


  Ele me abraçou e sussurrou: 

  - Eu também sinto a falta dela, mas temos um outro, né - eu balancei a cabeça confirmando - Eu te amo - ele me apertou.


  O celular de Jones toca e ele o atende. E sai do quarto, saio da cama e vou para o banheiro tomar banho. Saio do banheiro já vestida e vou para a cozinha ver se tinha algo para comer


  - Jones - chamo-o - Tô com fome.

  - Come uma fruta, toma um iogurte - ele sai da lavanderia com uma toalha no ombro - daqui a pouco nós vamos jantar com os empresa rios.


  Ele entra no banheiro e tranca a porta.

  - Eu preços ir mesmo? - pergunto e ele grita que sim - Que raiva? 


  Pego um cacho de uva e vou para o sofá, ligo a TV e começo procurar alguma coisa de interessante, até encontrar um filme de terror. Jones sai do banheiro de box preta e com a toalha no ombro.

  - Que visão do inferno! - Jones me olha bravo.

  - Eu sou gostoso, minha barriga é trincada - ele passou a mão na barriga - Olha o meu "muque" - ele mostra o braço dele.


  Na verdade, meu pai é bem bonito. Ele é alto, seu corpo é definido. Seu cabelo ainda são pretos, apesar dele estar na casa dos quarenta. Ele é um senhor bonito. Me surpreende ele não estar namorando.

  - Não adianta ter a barriga trincada e ter "muque" se o pinto é pequeno - digo rindo e saio da sala. 

  - Clara! - ele me repreende rindo - Para sua informação é dezenove centímetros e meio.

  - Pai! - o repreendo - E não é vinte.

  - Você começou - ele ri - Vá se trocar, tem um vestido preto, vista-o.


  Vou até o meu quarto, e vejo o vestido preto em cima da cama. Nunca gostei de vestidos, mas esse é maravilhoso. Coloco uma sapatinha preta e vou para a sala e vejo Jones de terno.

  - Vai para um jantar ou receber o Oscar? - dou um soco de leve em seu braço.

  - Vou receber o Oscar do cara mais lindo - ele ajeitou a gravata e riu eu revirei os olhos. - Vem, estamos atrasados.


  Acompanhei-o até o carro e fomos até uma casa. Havia vários carros estacionados na frente da casa e Jones fez o mesmo. Descemos do carro e fomos para a porta da casa, Jones tocou a campainha e uma senhora abriu a porta.

  - Senhor Jones, estão esperando pelo senhor - ela sorriu - Sua filha?

  - Sim - Jones respondeu gentilmente - Essa é Clara, Clara essa é Joana.

  - Prazer - ela ne beijou na bochecha e deu passagem pra gente entrar. 


  Caminhamos até a cozinha, quando chegamos, havia vários homens de terno e gravata. Jones me fez cumprimentar todos. 

  Na mesa, tinha apenas quatro lugares vazios, a cabeceira e três lugares, um do lado do outro, eu me sentei numa das cadeira e logo o dono da casa aparece na porta da cozinha com uma garota, a filha, talvez. Encaro Jones enquanto a garota se sentava do meu lado.


  - Cumprimentar as amigas é bom - a voz de Alícia ecoou em meus ouvidos e um sorriso enorme se formou em meu rosto.

  - Ali! - abraço-a

  - Lucas vai pirar quando te ver aqui. - ela riu.

  - Ele está aqui? - pergunto animada. Alícia assente mais animada que eu.


  Ouço alguém tocir para chamar a atenção de todos.

  - Desculpa a demora - escuto a voz de Lucas e me arrepio.

  - Sente-se, Lucas- o provável pai de Lucas, pede.


  Lucas se senta ao meu lado e os caras começam a falar sobre negócios, os quais eu não entendo nem uma palavra se quer. 

  Eu pego a taça com água e levo a boca.

  - Que saudade da Clara - Eu engasguei e comecei a tocir.  O tom de Lucas pareceu triste - Está tudo bem? - Lucas segurou minha mão e senti uma corrente elétrica passar pelo meu corpo.

  - Sim, estou - quando Lucas ouviu minha voz, um sorriso enorme se formou em seu rosto. 

  - Vou levá-la para tomar um ar. Tudo bem - Jones assentiu e me levou até o jardim.


  O jardim era bonito, tinha vários bancos brancos, postes de luz daqueles meio antigos. Sentamos num banco e Lucas me olhava fixamente.

  - Que? - olho-o e ele sorri.

  - Estava com saudade - coloco minha cabeça em se ombro.

  - Eu também estava - ele segura meu rosto e me beija.


  Ficamos assim até Jones vir atrás de mim. Ele nos viu se beijando.

  - Te espero no carro - ele disse e andou pelo corredor que dava acesso a frente da casa

  - Se precisar de mim, me liga - ele anotou seu número no meu celular e andei até o corredor - Clara - Lucas me chama - Você está gostosa de vestido- ele riu.

  - Você também está de terno e gravata - sorrio e vou em direção a frente da casa.


  Vou até o carro e entro no mesmo. Jones nem me olhou desde a hora que saímos da casa de Lucas, até chegarmos na nossa casa.

  Ele saiu do carro e entrou em casa e eu entrei atrás dele.

  - Pai, espera, vamos conversar - seguro o braço dele fazendo-o ficar de frente pra mim.

  - Conversar? Você estava se agarrando com qualquer um - ele tira minha mão de seu braço.

  - Ele não é qualquer um, eu amo ele! - grito e ele passa suas mãos sobre seu rosto.

  - Ama, Clara? Você tem dezessete anos. Você é uma criança, a minha criança - Jones estava chorando.

  - Eu tenho dezoito anos! - eu não sou mais uma criança.


  Para tudo! Jones, o meu pai, chorando? Não é possível. Ele sempre tentou ser forte. Até no dia que mamãe morreu, tudo bem que quando ele achou que já estava dormindo ele desabou.

  - Não é porque eu vou namorar o Lucas que eu vou deixar de ser sua filha - tento ficar calma.

  - Namorar? Eu não permito! - ele enxugou as lágrimas e começou a subir as escadas.

  - Eu já transei com ele! - ele me olhou, ele estavam vermelho de raiva.

  - Você não é viragem? Clara, por que? - ele começou a chorar de novo.

  - Eu nunca me entregaria pra alguém se eu não estivesse, realmente, gostando dela - eu passei por ele na escada - Boa noite, Jones.


  Entro no meu quarto e me jogo na cama. Eu peguei a fogo da minha mãe.

  - Eu devia ter contado antes - eu chorava igual uma criança de cinco anos de idade - Desculpa, mãe.


  Abracei a foto a acabei dormindo.


Notas Finais


Hello hello.
Penúltimo capítulo, bad 😭💔
Falae o que vocês acharam, please!


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