História Acaso ou destino? - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS), G-Dragon, Got7
Personagens BamBam, G-Dragon, Jackson, JB, Jimin, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga
Tags Amigas, Amigos, Brasil, Brigas, Coreanos, Drama, Inimigas, Intrigas, Músicos, Romance, Tretas
Visualizações 10
Palavras 1.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Amor proibido


Fanfic / Fanfiction Acaso ou destino? - Capítulo 12 - Amor proibido

                         No dia seguinte

- PELO AMOR QUE VOCÊ TEM A DEUS ACORDA (S/N). VOCÊ NUNCA CHEGA NA HORA, DÁ PRA SER MAIS PONTUAL? QUANTAS VEZES NA SEMANA EU VOU TER QUE ARROMBAR ESSA PORTA? - ouvi socos e pontapés vindo do lado de fora do meu quarto, percebi então que era Suga e eu estava novamente atrasa para a aula. 

- Já tô indo, mais paciência por favor! - Sentei-me na cama e olhei para os meu dedo para conferir se o anel de Jin estava na minha mão. MAS PERAÍ CADÊ O ANEL? O QUE ESTÁ ACONTECENDO? 

Sai do quarto correndo, engoli em dois tempos o café da manhã e fui direto para o carro. Para mim tinha algo estranho no ar, algo parecia que não estava certo, esperei Yoongi vir na maior tranquilidade como se fosse dono do tempo para perguntar sobre ontem. 

- Como eu cheguei em casa ontem? Eu não me lembro exatamente de como eu cheguei na minha casa/cama. - abri os olhos esperançosa de que ele soubesse algo, então entre risos ele começou a história 
- Ontem Seok te trouxe desacordada pra casa e eu perguntei o que tinha acontecido. Ele disse que você estava comendo o bolo e caiu uma pedra ou sei lá o que, e isso fez a senhorita engasgar. Todo mundo do restaurante ficou desesperado e trataram de te levar ao hospital, quase que você morreu de asfixia, mas o super-herói Jin não deixou que você morresse. Infelizmente. - a última parte ele concluiu sarcasticamente .

De repente eu parei, e só assim percebi que quando eu mordi algo duro eu na verdade engoli e desmaiei, o lance do anel rosé que eu tirei com o guardanapo era tudo um sonho. Nada daquela parte romântica foi real, até o poema romântico foi ilusão. Quer dizer que eu não estou namorando Seok? E que eu realmente imaginei que isso aconteceria entre eu e meu melhor amigo? Jesus eu estou perdida na minha própria vida. 

- Ah, pelo menos agora eu estou bem. - fiz um suspiro profundo, tentando não parecer chateada com parte do sonho que não era real.

Chegamos um pouco antes de bater o sinal e fizemos nosso teatrinho, tentei esboçar um sorriso mas estava difícil. Até que Jin me avistou e foi até mim.

- Eaí, está melhor? Quando você desmaiou e deu de cara com o prato eu fiquei realmente preocupado - ele disse abaixando os olhos 

- Eu estou revigorada! Agora você entende porque eu não gosto tanto assim de aniversários - disse ironicamente entre risinhos, para que não notasse a minha decepção 

Toca o sinal. Graças a Deus. Pelo menos eu sai daquele climão e fui para a sala. Vulgo em direção à outro climão. Era para hoje o poema sobre Amor proibido, felizmente eu o fiz. 

- Vamos todos para os lugares! Menos você (s/n). Fez o que eu te pedi? - o professor de literatura gritou em alto e bom som para que infelizmente todos da sala escutassem. Me dirigi até o centro da sala e antes de começar o poema eu acrescentei.

- Bom, o Sr.Kwon pediu que eu fizesse um poema sobre um amor proibido, entretanto o eu lírico era de um professor para sua aluna. Só que eu quis dar mais vida a esses personagens e além do mais eu não sou um professor para saber como seria esse sentimento. Então me perdoe mas eu fiz de uma aluna para seu professor. Tentem compreender nos minuciosos detalhes como ela está descobrindo agora o que é o amor e como é vago esse sentimento unilateral da parte dela. - finalizei intercalando meus olhares entre os alunos e o professor de literatura.

 

Amor proibido

É tão incrível poder admirar-te 

Mas ao mesmo tempo tão horrível não poder tocar-te 

Estamos tão pertos 

Mas você está tão quieto 

A diferença de idade 

Só afeta quem ainda não encontrou sua cara metade 

Por isso venha até mim 

E diga sim 

Sim para nosso amor 

Sim para esse fervor 

Que percorrem a minha alma 

E mesmo assim eu permaneço calma 

Seu olhar fixo em cada movimento meu

Faz pensamentos surgirem na minha cabeça 

E se não existissem normas? 

E se fosse de outra forma? 

E se eu tivesse sua idade? 

E se todos perdessem a sanidade? 

"E se"

Por que viver sonhando? 

Se no final todo mundo ficará estranhando meus desejos 

Eu te amo 

Eu vejo o quão clichê isso é 

E se essas palavras saírem da minha boca 

Pensarão que a moça 

Está mais rasa de sentimentos que uma poça

 

Voltei para o meu lugar sem dizer uma única palavra, eu nunca vou me acostumar com isso. Essa coisa de mostrar o que eu sinto para as pessoas. Escrever é meu momento de prazer, é a hora de jogar todos os meus sentimentos no papel, com a certeza de que ninguém nunca iria ler ou saber das minhas inseguranças. Eu realmente odeio fazer isso. Mas quem sou eu para discutir? Vou fazer o que? Uma rebelião: rasgar as folhas da apostila, botar fogo no meu caderninho de poemas e por rabiscar o quadro com dizeres malucos relacionados a "liberdade"? É eu prefiro fazer poemas rasos, como os casos que eu tenho na minha vida. 

O professor passa sugestões de livros e um trabalho valendo metade da nota da etapa, até que o sinal toca e ele pede que eu espere todos saírem. Faço gestos para que Yoongi me espere do lado de fora, estava com receio, sabia que ele poderia ajudar se algo acontecesse.

- Eu ouvi seu poema e a justificativa, ponderei bastante acerca dele é realmente foi incrível! Intenso e doloroso, na medida certa. - ele disse se levantando da cadeira e me prensando contra a mesa e aproximando nossos rostos. 

- É, eu só imaginei como devia ser doloroso amar alguém que mesmo que fosse unilateral, você ter a certeza de que essa pessoa nunca poderá ser sua. Assim é um romance entre professor e aluna. Pelo menos a partir do meu ponto de vista é. - eu contestei a afirmação dele, e ele colocou as mãos no meu rosto. No momento em que ele ia me beijar, Min apareceu e atrapalhou a cena. 

- Ora ora, você sabe as normas e condutas da escola, certo professor? - Suga escancarou a porta, se encostou na mesma e continuou sarcasticamente - O que diriam se vissem um professor tão renomado tendo um caso com uma aluna? Além do mais ela já é comprometida, que escândalo seria! 

- Eu não ligo para normas muito menos condutas e já que ela é sua acho que eu tenho o direito de brigar pelo coração dela também, certo garotinho? - Kwon se afastou de mim e aproximou-se de Yoongi eu via a raiva no olhar dos dois.

- Beleza, que vença o melhor - num gesto rápido Min pegou meu braço e me arrastou pelo corredor, eu apenas segui-o, estava em pânico no que minha vida tinha se transformado? Que ônibus eu peguei para chegar a esse ponto? Pelo amor de deus! 

Depois daquela cena toda, ele me arrastou para casa e eu fiquei emburrada o resto do dia. Poxa. Eu tinha mais 3 aulas para assistir, desse jeitões vou ficar burra. Decidi ao final do dia ligar para Clara, fazia muito tempo que não conversávamos. Queria saber como andava a vida, se estava saindo com alguém, coisas que só amigas de verdade conversam. 



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