História Acasos do Destino - Capítulo 16


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Bianca di Angelo, Calipso, Charles "Charlie" Beckendorf, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Dionísio, Frank Zhang, Frederick Chase, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Jason Grace, Katie Gardner, Leo Valdez, Luke Castellan, Malcolm, Miranda Gardiner, Nico di Angelo, Octavian, Percy Jackson, Piper Mclean, Poseidon, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Sally Jackson, Silena Beauregard, Thalia Grace, Travis Stoll, Will Solace, Zeus, Zoë Nightshade
Tags Caleo, Jasiper, Percabeth, Solangelo, Thaluke
Exibições 138
Palavras 2.696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus queridos demigods? Como vocês vão?
Então... só vou agradecer...
PORQUE PASSAMOS DOS QUARENTA FAVORITOS!
Obrigada, vocês são incríveis!
Quero coments, viu?
Quero saber o que vão achar desse cap!
Boa Leitura!

Capítulo 16 - Capítulo 16


Justin POV

É claro que eu estava nervoso para encontrar a Lucy hoje, isso era mais que óbvio. Na hora em que o sinal bateu ela veio andando até mim calmamente, enquanto andava admito que a admirei de longe. Ela vestia uma calça jeans escura, sapatilhas pretas, uma blusa com rendas nas laterais e os cabelos estavam soltos. Não usava muita maquiagem, apenas com uma sombra leve nos olhos e gloss nos lábios. Resumindo, ela estava linda.

- Oi, tudo bem? – sua pergunta foi dirigida a mim, mas apenas respondi depois de sair do transe em que estava.

- Ah oi, tudo e com você? – cocei a nuca de modo nervoso. Ela me deu um pequeno sorriso e isso me acalmou um pouco.

- Sim, vamos? – ela me olhou esperando a minha resposta, por um momento eu fiquei olhando em seus olhos e acabei me perdendo um pouco.

- Okay, vamos? Vamos – perguntei e afirmei meio idiota. Minha vontade era de bater na minha própria testa, ela parecia reprimir um sorriso quando eu abri a porta pra ela.

- Obrigada – agradeceu antes que fechasse a porta, dei a volta no carro e entrei – aliás, é uma bela caminhonete. Gosta de vermelho?

- Sim, é a minha cor favorita – girei a chave na ignição ligando o carro – minha mãe que comprou. Na verdade eu achei um pouco exagerado, mas eu gosto da cor – comentei sem virar o rosto. Tinha a impressão de que olhasse pra ela eu me perderia de novo, daí eu provavelmente bateria o carro.

- Aliás, me desculpa por ligar assim de última hora, é que eu vou poder no final de semana – sua voz parecia acanhada.

- Sem problemas, mas se não for perguntar demais. Por quê? – estava curioso pra saber.

- É que vai ter uma conferência no sábado em Londres e meu pai pediu para que fôssemos. E sei que é importante senão ele não teria nos pedido para ir – explicou. Parei no semáforo e olhei rapidamente pra ela. Ela sorria pra mim.

- Eu ouvi falar nessa conferência, se não me engano minha mãe comentou comigo esses dias. Vocês vão na sexta depois da aula? – ela assente – seu tio mandou um jatinho? – pergunto segurando a risada. Ela fez uma careta e concordou de novo.

- Eu realmente agradeceria se você não comentasse nada, caso alguém pergunte de nós apenas diga que estamos ocupados e não podemos sair esse final de semana, okay? – virei uma rua e balancei a cabeça concordando.

- Tudo bem, não direi nada – ela suspirou aliviada.

Esperei que o portão da minha garagem abrisse e depois segui até a minha vaga. Parei e desci do carro. Estranhei que ela ainda não tinha saído, por isso dei a volta e abri sua porta.

- Ahnn, é a que a minha blusa enroscou no fecho do cinto – ela estava sem graça e suas bochechas estavam coradas.

Direcionei minha mão até o fecho tentando abrir, quando consegui um pedaço da sua blusa rasgou, ela pegou a bolsa e desceu.

- Acabou rasgando um pouquinho – toquei na parte lateral da sua blusa. Ela olhou pra mim e tirou a minha mão dali, delicada.

- Não tem problema – sorriu de forma doce pra mim. Sorrio sem evitar e olhei em seus olhos verdes como o mar, parece que quanto mais a conheço, mais gosto dela.

A guiei até o elevador e subimos até meu apartamento. Novamente me lembrei da minha vó, por isso deixei que entrasse primeiro quando abri a porta.

- Aqui é bem organizado. Eu gostei – comentou olhando a minha sala. Não tinha muitos móveis, mas estava tudo limpo e arrumado. Minha mãe tinha me ensinado a ser extremamente organizado, assim as coisas não se perderia. Era por isso que eu mantinha as coisas no lugar.

- Minha mãe que montou o apartamento, quer dizer ela pediu pra alguém arrumar as coisas do jeito que eu gostaria – sorrio – ela foi bastante atenciosa nessa parte até meu quarto é parecido como o meu na nossa casa – ela me seguiu até meu quarto – pode deixar sua bolsa na cama, está com fome? – eu estava com um pouco.

- Não muito, mas se quiser fazer o trabalho primeiro não tem problema – seguro seu braço sorrindo e a levo até a cozinha.

- Olha eu não sei cozinhar como você e seu irmão por isso vou fazer uns lanches, tudo bem? – ela corou quando a elogiei, mas era realmente verdade, eu não sabia cozinhar muito, apenas algumas coisas que minha vó tinha me ensinado.

- Claro – ela estava olhando pra baixo com vergonha.

Começo a pegar as coisas na geladeira para preparar os lanches. Procuro uma frigideira e começo a fritar o hambúrguer.

- O que eu faço pra te ajudar? Se quiser posso colocar a mesa – ofereceu.

- Não precisa, eu faço – respondo casualmente.

- E eu vou ficar sentada olhando? – perguntou sarcástica. Sorrio.

- Exatamente, pode se sentar – apontei pra cadeira. Ela fez uma careta.

- Me deixa te ajudar – pediu.

- Não, você está na minha casa. Eu não deveria ser o anfitrião? Além que eu já fui na sua casa e você que fez tudo – indiquei para que se sentasse novamente. Ela me olhou feio.

- Não é verdade, você me ajudou aquela hora – rebateu. Sabia que se referia ao momento em que estávamos na cozinha. Tinha que admitir que ela tinha um pouco de razão, mas isso não queria dizer que eu gostasse.

Como ela era teimosa! Mas mesmo assim eu gostava dela.

- Tudo bem – suspirei derrotado. Ela sorriu alegremente e começou a fuçar nas minhas coisas colocando as coisas na mesa em seguida.

Depois do que pareceu ser quinze minutos, tudo já estava na mesa. Ela sorria pra mim como se dissesse “Eu ganhei”, tinha que admitir que era verdade, ela tinha ganhado meu coração.

Deuses, que frase mais clichê e gay. Eu teria rido se alguém me dissesse isso, mas, felizmente ou infelizmente, era verdade.

Em algum momento ela sorriu pra mim, carinhosa. A olhei confuso, ela levantou a mão com um guardanapo e levou até perto do meu rosto.

- Está sujo – limpou delicadamente o canto da minha boca e vi uma mancha vermelha no guardanapo. Ketchup – pronto, assim está melhor – sinto meu rosto esquentar e tento mudar de assunto.

- Eu odeio conferências, você gosta? – pergunto mudando o assunto bruscamente.

- Não, mas não posso fazer nada – suspirou como se não tivesse percebido meu rosto ou estivesse fingindo que não – Meu pai pediu para irmos, então eu vou – ela deu de ombros. Sorrio.

- Você parece respeitá-lo bastante. Está indo porque ele pediu e não por ter mandado em você, não é? – eu sabia o que era isso.

- Sim, eu conheço meu pai muito bem. Ele não faz o tipo general que tudo tem que ter regrar, sempre fora expressivo e aberto comigo, e isso me faz respeitá-lo ainda mais – ela sorriu sincera.

- Minha mãe também é assim, nunca me exigiu ser perfeito apenas ser o melhor que eu podia, de qualquer forma eu a amo e a respeito – fui realmente sincero. Eu não tinha tido um pai, quando nasci meu vô já tinha falecido, então nunca tive uma figura paterna. Sempre admirei a minha mãe por me criar sozinha, quer dizer o problema nunca foi dinheiro, mas educar e ensinar o que é certo e o que é errado é diferente.

Depois que terminamos de comer ela queria arrumar as coisas pra mim, mas eu não deixei, a puxei pela mão a levando pro meu quarto. Fizemos o trabalho com calma, nele tinha de tudo um pouco. Procuramos tudo relacionado àquilo, até mesmo leis. Enquanto fazíamos também conversamos sobre várias coisas, ela era bem legal. E isso só me fazia ter mais certeza de que gostava muito dela, eu não posso dizer se isso é amor, mas tenho certeza de que eu estou completamente apaixonado por ela.

- Justin, você pode me levar agora? – me despertou dos meus pensamentos e eu olhei pra ela. Parecia um pouco envergonhada, suas bochechas estavam coradas de um jeito fofo e eu sorri um pouco com isso.

- Claro, aliás você fica muito fofa vermelhinha – não resisti em brincar um pouco com ela, a qual corou ainda mais e me deu um olhar feio.

- Você está muito atrevido Sr. Soyer – sorri ainda mais abertamente e apertei suas bochechas, ela me deu um tapa no braço me olhando indignada.

- Você é tão bonitinha – a provoquei e segurei seus braços atrás do corpo, ela se debatia, mas eu era mais forte que ela. Já tinha feito luta quando mais novo, sabia como segurar alguém.

- Me solta idiota – sorrio e ando um pouco pra frente. Ela não está muito preparada e acaba tropeçando nos próprios pés caindo na minha cama e me levando junto. Nossos rostos ficam bem próximos e dessa vez sabia que não era só ela corada.

- Eu vou te levar – digo a soltando e saindo de cima dela. Lucy me olha constrangida enquanto pega sua bolsa. Pego minhas chaves e nós descemos.

Não falamos muito durante o caminho, tanto ela quanto eu estávamos envergonhados, mas ainda sim não pude deixar de sorrir quando ela me deu um beijo no rosto e saiu do carro.

Provavelmente, eu sou o cara mais apaixonado e idiota do mundo.

Annabeth POV

Na hora em que estávamos fazendo o trabalho de Biologia, o Percy deu várias ideias ótimas e que se encaixavam muito bem no contexto do trabalho. Ele sempre estava bem concentrado e sabia muita coisa legal.

Me pergunto se isso é apenas em Biologia.

Quando ficávamos conversando ele sorria e parecia gostar de cada detalhe do nosso papo, mesmo em assuntos como a escola e coisas que nem sempre são interessantes. Ao anoitecer pedi a ele se podia me levar pra casa.

- Eu preciso ir para a casa, você pode me levar? – pergunto sorrindo e ele se vira pra mim.

- Claro Sabidinha – ele me deu esse apelido enquanto fazíamos o trabalho. Eu admito que gostei, ele diz isso de forma tão fofa que eu não tenho como não gostar.

- Obrigada Cabeça de Alga – ele sorri, dei esse apelido a ele por que ele sabia muita coisa sobre o mundo marinho.

Descemos até a garagem conversando bastante, seguimos até seu carro e ele abriu a porta pra mim me entregando minha bolsa e colocando os livros no banco de trás. Durante o trajeto até minha casa conversamos e rimos bastante.

Assim que paramos em frente a minha casa nós trocamos olhares e sorrisos. Então do nada começamos a aproximar nossos rostos, eu fechei meus olhos sentindo o cheiro de maresia que ele exalava.

Nossos lábios se tocaram levemente em um selinho, ele começa a movimentar sua boca em sincronia com a minha. Eu não tinha ideia do que estava fazendo, era como se o beijo dele fosse uma droga. Coloco as minhas mãos em seu pescoço aprofundando nosso beijo, pois era a única coisa que conseguia me concentrar.

Não sei quanto tempo ficamos ali nos beijando, mas eu tinha certeza de que aquilo era a melhor coisa que eu já tinha feito. Quando nos separamos por falta de ar não pude deixar de sorrir, ele sorri também e isso faz meu coração bater mais forte.

- Eu sei que não tenho esse direito, mas podíamos deixar isso entre nós? – pergunto voltando a mim depois de um tempo.

- Claro, você já se magoou, não é? – olho pra ele surpresa e ele sorri – vamos nos deixar levar, okay? – concordo balançando a cabeça.

Ele me ajudou a descer do carro e pegou meus livros indo comigo até a porta. Eu gosto do jeito que me trata, como é atencioso, cavalheiro e bem humorado. Antes de entrar eu dou um beijo em seu rosto.

- Tchau Cabeça de Alga, obrigada – sorri um pouco e entrei.

A Piper estava me esperando no quarto e me fez contar tudo o que aconteceu. Eu contei quase tudo, os apelidos (os quais ela quase deu um ataque), o jeito como ele me tratou, menos o beijo. Eu sabia o que ela ia dizer, e, sinceramente, ela teria um pouco de razão, mas eu precisava de tempo pra decidir o que fazer.

Mas uma de uma coisa eu tinha certeza, eu estava completamente apaixonada por Percy Jackson.

Percy POV

Eu tinha certeza, que nunca em toda a minha vida amorosa, poderia imaginar um beijo tão bom quanto aquele que ela me deu. Okay, que ela pediu tempo, mas isso já era um começo. Andei até o meu carro em um estado de torpor, nem percebi quando entrei no carro. Eu tinha um sorriso idiota no rosto e poderia ter ficado ali a noite inteira tentando lembrar meu nome. Comecei a agir no automático e fui para a minha casa.

A Thalia tinha razão, eu estava ficando mais lerdo do que já sou, mas a culpa é da Annabeth, que não saí da minha mente e me desconcentra a todo instante com seu sorriso. Não sei como consegui fazer aquele trabalho com ela, devo gostar muito de Biologia pra não me perder no seu cheiro.

Enquanto dirigia eu fiquei repassando mentalmente o que tinha acontecido. Seus lábios nos meus, suas mãos no meu pescoço e o modo como eu me senti quando estávamos pertos. É claro, foi um beijo bem calmo, na verdade. Obviamente eu já beijei, mas nenhum deles foi como esse beijo, tão especial. Okay, talvez o primeiro, mas só.

***

Estava deitado no minha cama sorrindo quando a minha irmã pigarreou chamando a minha atenção. Ela estava encostada no batente da porta de braços cruzados e sorria.

- Como foi o trabalho?

- Bem – digo sorrindo ainda.

- E qual o motivo do sorriso?

- Nada – tento disfarçar. Ela me olha desconfiada, mas respeita de eu não querer dizer – Só, você sabe, estou apaixonado – isso já explicava tudo.

Eu não estava mentindo, só não estava contando tudo.

- Isso é bom, meu príncipe – ela usou o apelido que minha mãe me deu, isso me faz sorrir – eu espero que fiquem juntos e felizes. A Thalia parece gostar dela, além que a Annabeth é bem simpática, eu gosto dela – ela se sentou ao meu lado e passou um dos braços pelos meus ombros – eu sei que gosta dela, então o que te fizer feliz, fará a mim também – sorrio me aconchegando a ela.

- Eu digo o mesmo pra você – me refiro a ela e ao Justin, ela sorri constrangida – Sabe, eu sonhei com a Annabeth essa noite, foi bom – sinto meu rosto corar, isso chamou a atenção da minha irmã que passou a me olhar mais atentamente – no sonho ela dizia que me amava e nos beijávamos, isso me fez perceber e admitir que eu estou apaixonado por ela – coro mais ainda, se isso é possível – É a primeira vez que digo isso em voz alta e me sinto idiota fazendo isso – escondo meu rosto em seu peito e ela apenas me trás pra mais perto.

- Percy, olha pra mim – pediu delicadamente, levantei meu rosto e olhei em seus olhos verdes – tudo que eu mais quero é que você seja feliz e se isso pode acontecer com ela, espero que fiquem juntos. Eu sempre vou te apoiar independente da sua decisão, e caso queira se relacionar com ela, eu sou totalmente a favor – me sinto bem com suas palavras. Ela sempre conseguia fazer isso comigo – e se isso te faz se sentir melhor eu, bem, estou meio que apaixonada pelo Justin – ela cora nas últimas palavras fechando os olhos, sorrio.

- Eu fico feliz Lucy.


Notas Finais


E aí? Gostaram?
Vão ter pequenos momentos entre Percabeth até que assumam um namoro...
Eu queria ter detalhado mais o momento, mas fiquei sem tempo e não queria demorar mais pra postar.
Até o próximo!
Beijos da Autora!


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