História Acontecimentos da Vida! - Capítulo 10


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Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Agnes, Aninha, Carmem, Cascão, Cascuda, Cebola, Denise, Do Contra, Franjinha (Franja), Irene, Isadora "Isa", Jeremias, Luca, Magali, Maria Mello, Marina, Mônica, Nimbus, Penha, Sofia, Titi, Toni, Xabéu, Xaveco
Tags Bullying, Cebola, Escola, Monica
Exibições 35
Palavras 1.275
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii amores e amoras, to aqui com mais esse capítulo para vocês entenderem mais sobre o que vai acontecer daqui para frente na MINHA FIC ok? Fiquem na luz meus lindos ♡

Capítulo 10 - Missão para o futuro!


Médico: não sabia? Está grávida de 1 mês

Mônica : g-grávida? - disse olhando minha barriga sem reação! 

Cebola -...- ficou chocado e nervoso

Médico: vou te dar alta, está liberada para voltar para casa mocinha! 

Mônica : o-obrigada...? -disse sem entender.


Me levantei tremendo, do quarto junto com cebola, em silêncio saimos do hospital sem eu e ele dissermos uma sequer palavra, no meio do caminho eu parei derramando lágrimas no chão, cebola me olha aflito e chega mais ao meu lado:


Mônica : eu... Não quero esse bebê -disse chorando

Cebola: está dizendo que vai abortar? -diz fraco

Mônica : é o jeito de se resolver isso! -disse indecisa

Cebola : mas mô... -o interrompo

Mônica : por acaso você quer um filho agora? -o encaro 

Cebola : n - não mas...é errado tirarmos a vida de um inocente -disse tremendo

Mônica : eu sei...mas eu estou com medo cê, muito medo -eu o Abraço forte

Cebola : eu também mô...eu também -disse retribuindo o Abraço.


Começa a chover, e temos que correr, eu no momento não estava pensando em bebê nenhum, só queria ser uma adolescente normal, sem filhos e responsabilidades, só estou dividida, uma parte minha não quer matar um filho meu, a outra quer ser livre, eu...estou tão confusa.


Quando nem percebo estou na porta de casa, toda molhada e cansada, antes do cê ir embora trocamos olhares desesperados um ao outro e para um pouco distante e fala apenas curtas palavras:

Cebola: não faça nada sem minha permissão primeiro!

E vai embora, eu abro a porta de casa e encontro meus pais preocupados ainda acordados me esperando em pé, quando me vêem dão suspiros de alívio, me abraçam forte:

DonaLuísa: filha, aonde estava?! -me abraçou

Mônica : no hospital... -digo sem graça

Souza : porque?! -surtou

Mônica : eu passei mal só isso -disse me afastando

DonaLuísa: que bom que está melhor! Quem te trouxe?

Mônica : as minhas amigas! -disse mentindo

Souza : está na hora de dormir, tome um banho morno e durma

Mônica : tá...boa noite -disse subindo as escadas.

Eu estava com frio, mornei água e joguei no meu corpo ainda pensativa sobre o que fazer, tristeza não faltou em meu pensamento, quando nem percebi estava chorando, seco minhas lágrimas ,coloco um pijama e me olho de lado no espelho, não dava para notar ainda, mas conforme o tempo ia passando mais ele ia crescer e não daria de esconder, e agora? Como vou contar para os meus pais, os do cebola, a galera? Eu estou perdida, acho melhor dormir e tentar esquecer um pouco esse assunto.

Era 3 da madrugada, estava acordada refletindo tudo o que estava acontecendo comigo, de repente uma luz forte se choca contra meu rosto o fazendo tampar imediatamente com o travesseiro, quando a luz fica um pouco mais fraca, tinha um humano no meu quarto! Mas não parecia comum, tinha trajes avançados e a tecnologia não existente no nosso tempo, ele me procura pelos lados e me vê, chega perto e me comprimenta, eu ainda fico um pouco sem jeito, por que uma hora seu quarto ora tem um homem?:

Gael: Olá senhora Souza, sou o Gael! Prazer em conhecer você -diz gentil e aperta minhas mãos

Mônica : oi? Pode me dizer quem é você e o que tá fazendo no meu quarto? -digo confusa

Gael: bem, na verdade o assunto é sobre o seu filho, se prepara que lá vem história!

Mônica : meu filho? -me sentei

Gael: eu sou do Futuro, deve ter percebido certo? Nesse tal futuro que eu venho, você, seu marido e seu filho vai estar em uma época mais moderna que essa, mas eu venho por outra razão, por favor, eu lhe peço!Não mate o seu bebê, ele é o salvador de todo o nosso mundo -diz enfeliz

Mônica : como é que é?! -digo surtando

Gael: tem o pior mal primordial que existe em toda a galáxia, A Serperte! Ela tem o governo sobre todos os reinos do mal, ela e a criatura mais perigosa de todos, ela está te vigiando por todos os lados, e quando descobriu que você carrega o tesouro em seu ventre ele mandou tropas prepararem as piores armas possíveis para a guerra que está para acontecer, quando o bebê estiver com 15 anos a profecia vai se comprir, a Serpente e todo o seu exército vai ter o domínio de tudo onde passar, e por último só irá sobrar a terra! O único que poderá impedir será ele, terá 5 vezes mais a sua força, e 5 vezes mais a inteligência do pai, isso o tornará impecável, então não o mate, ou estará matando todos do planeta!

Mônica : meu d-deus que coisa horrível... -digo com a mão na boca- sério que o MEU filho foi o escolhido?

Gael: sim! Nós vibramos quando soubemos a maravilhosa notícia, e a única que sabe o segredo é VOCÊ, só poderá ser revelado quando for meia noite do aniversário do seu filho entendeu?

Mônica :s-sim mas... eu, vou sofrer muito pelo caminho? Como bullying, descriminação entre outros? -dizia em pé

Gael: sinto muito, mas isso você mesma vai ter que descobrir, está na minha hora de partir -disse ativando seu relógio de máquina do tempo- cuide bem do "tesouro do universo"-sorriu e partiu

Mônica : meu bebê...? -apertei forte a minha barriga- meu tesouro do universo.

Acordei meio sem saber o que me às sucedeu na noite passada, mas eu me lembro, não sei por que veio uma sensação ótima em minha auto estima, eu fiquei mais revigorada, mais meiga, mais...protetora? Vai lá saber né!.

Cheguei na escola e vejo que o sino já bateu, droga! Apresso os passos e peço desculpas pela demora ao professor, sento no meu lugar, pego meu caderno e alguém me lança uma bolinha de papel na cabeça, olho para os lados tentando ver quem foi mas estavam todos distraídos, vejo mais ao fundo e cebola me acena, me dá um sinal e eu noto que foi ele, viro para frente e abro o papel já amassado, estava escrito com letras minúsculas e entre aspas "vamos conversar no recreio?" Eu apenas guardo o papel debaixo da mesa e contínuo à escrever.

O sinal toca, eu tento me levantar e ir  Mas cê estava me esperando na porta, ele pegou a minha mão e me guiou até o fundo do pátio da escola, ficamos inquietos por minutos mas ele quebra o silêncio:

Cebola: então...? -fez cara de bobo

Mônica : quer falar sobre o quê? -vou ao ponto

Cebola: você sabe...o bebê -ficou sem graça - quer te-lô?

Mônica : já que me pergunta vou lhe responder, eu pensei a noite inteira sobre isso, eu não ia conseguir fazer isso, ia ser fraca e me culpar pelo resto da vida, eu vou ter o meu bebê -uma lágrima escorre

Cebola: "nosso" filho sua boba -me abraçou com carinho -mesmo que seja cedo, obrigada por esse presente, que é o melhor que você me deu!

Mônica : cê..?- fico surpresa e corada- quer mesmo isso?

Cebola: o que eu mais quero no meu mundo- se abaixou e abraçou minha barriga

Mônica : cê...-fiquei corada- aqui na escola não, podem desconfiar!

Cebola : e quando pretende contar para os nossos pais? -se levantou

Mônica : não faço idéia, mas eu só quero que aceitem bem e o amem...! -me sentei

Cebola: confia em mim, quanto mais cedo melhor!

Mônica : eu confio -lhe beijei.

Mas eles não notaram a presença de um alguém entre o mato profundo da escola, que observava todos os detalhes daquela cena meiga:

XXX: oh que fofo...pena que isso vai acabar um dia, aproveitem minhas crianças e vivam o quanto podem! Por que a serpente...está voltando, A SERPENTE ESTÁ VOLTANDO!

"Preview : chega o dia de contar para os futuros avôs e avós sobre o mais novo membro da família, será festa? Ou desonra?..."



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